21 de maio de 2026

Alckmin declara respeito ao resultado e Marina promete estudar apoio no 2º turno

 
Jornal GGN – O presidenciável Geraldo Alckmin, quarto colocado no primeiro turno, realizado neste domingo (7), fez uma declaração pública reconhecendo o resultado das urnas, mas não antecipou qual será a posição do PSDB nacional em relação ao duelo entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro. “Nosso absoluto respeito ao resultado das urnas”, disse Alckmin.
 
O ex-governador de São Paulo, com a maior coligação entre os candidatos à Presidência e um dois maiores fundos para financiamento, terminou o primeiro turno no patamar dos 4% dos votos válidos, atrás de Ciro Gomes, com 12%, Haddad, com 29% e Bolsonaro, 46%.
 
Alckmin disse que reconhece a derrota com “serenidade, como democrata que somos.” Em 2014, Aécio Neves não digeriu a vitória de Dilma Rousseff (PT) e levou o partido a encampar uma luta pelo processo de impeachment. Somente neste ano, Tasso Jereissati reconheceu que os tucanos erraram em apoiar o golpe na ex-presidenta, em questionar sua reeleição, entre outros pontos.
 
MARINA SILVA
 
Marina Silva, da Rede, terminou a eleição atrás de candidatos lanternas e nanicos como Henrique Meirelles, Cabo Daciolo e João Amoêdo.
 
Com apenas 1% dos votos válidos, Marina avaliou que foi vítima do chamado voto útil. “Nossos eleitores são conscientes e fizeram suas escolhas diante do que acharam mais interessante. 
Infelizmente uma boa parte acabou se distribuindo mais uma vez para os polos.”
 
Marina, que apoiou Aécio em 2014, afirmou que vai discutir se a Rede apoiará algum candidato no segundo turno. Ela disse que é preciso reconhecer que a democracia é prejudicada tanto pelo “autoritarismo” quanto pela corrupção e, independente da decisão que vier a ser tomada por seu grupo político, ela pretende fazer oposição ao governo eleito para 2019, porque essa é a “única forma de quebrar o ciclo vicioso da polarização.”
 
 

 

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Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.
alvesscintiaa@gmail.com

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11 Comentários
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  1. Marcos Videira

    8 de outubro de 2018 3:56 am

    A parada é indigesta

    Declarações de apoio é bom, mas não resolve.

    É preciso que as estruturas partidárias atuem buscando os votos na casa dos cidadãos.

    1. rdmaestri

      8 de outubro de 2018 5:14 am

      Não precisa de caciques, mas sim dos índios.

      No Brasil não há voto fiel a partido, ou melhor, em que parte do mundo as pessoas são fiéis a partidos e não a ideias e conveniências.

      Onde Haddad tem que procurar votos é nos eleitores de Bolsonaro, pois a cada eleitor conquistado é o mesmo que dois votos.

  2. Marcos Videira

    8 de outubro de 2018 4:03 am

    Mensagem pra Haddad pelo Twiter

    De Marcelo Rubens Paiva para Haddad:

    Haddad você não é apenas o PT. Você é a democracia contra o retrocesso. Seja grande, seja você

    Se Haddad for para Curitiba amanhã, não aprendeu nada. Tem que se comportar como um estadista e salvar a República. Reunir-se com tucanos, Ciro, Marcio França. Esquece Lula Livre. Se continuar se comportando como poste, perde o segundo turno.

     

    1. JB Costa

      8 de outubro de 2018 4:32 am

      Que grande tolice, essa

      Que grande tolice, essa exortação piegas do Marcelo Rubens Paiva! 

      O que teria Haddad para aprender? Que é impossível andarem juntas a lealdade e a Política? Que ele só “existe” politicamente porque existe um “presidiário” recolhido injustamente numa cela para não satisfazer a maioria da população do país? Que não existem(poderão até existir no futuro) eleitores de Haddad, mas de Luiz Inácio Lula da Silva?

      Lula merece mais respeito. 

       

      1. rdmaestri

        8 de outubro de 2018 5:11 am

        Eu diria que é uma canalhice de Marcelo Rubens Paiva.

        O que ele está dizendo é:

        Jogue na lixeira o maior líder popular do país e o coração do PT e se junte com os golpistas.

        Um verdadeiro canalha e além de tudo idiota.

  3. MarFig

    8 de outubro de 2018 7:47 am

    Os eleitores de Marina já

    Os eleitores de Marina já foram todos para o boçal no primeiro turno. 

  4. André Oliveira

    8 de outubro de 2018 12:14 pm

    Marina vai não vai apoiar
    Marina vai não vai apoiar ninguém. Vai ficar em animação suspensa esperando o futuro chegar. Alckmin vai se declarar neutro mas nos bastidores vai trabalhar para derrubar Haddad porque a obsessão do PSDB sempre foi destruir o PT, não importa o custo para o Brasil. O país é um detalhe. Acha que Bolsonaro vai se autodestruir e das suas cinzas o PSDB vai renascer renovado. Foi o que eles acharam do Lula.

  5. alfredo sternheim

    8 de outubro de 2018 1:51 pm

    As traições tucanas

    Foi um erro grave do Lula e do PT em não se unirem em torno de Ciro; eles deveriam ter considerado o ódio ao PT como elemento predatório contra Haddad  na votação. Eu e outros (o próprio Ciro) manifestaram essa opinião antes. Deu no que deu. Grave também foi  a atuação dos institutos de pesquisa com seus erros que induzem mudanças de votos na última hora. Há anos atrás, era proibida a publicação de pesquisas dias antes da eleição. E nessa mudança, os tucanos se mostraram os mais trairas. Debandaram para Bolsonaro e deixaram Alckmin. Este, se tiver um míimo de integridade, deveria já anunciara  sua saída de um partido que só lhe passou rasteiras, só lhe deu traições. Primeiro, a sua cria Doria que, como prefeito viajante, tentou puxar o tapete da candidatura de Alckmin e foi chamado de traidor pelo tucano Alberto Goodman que acabou ofendido por Doria. Goodman estava com a razão. Agora, nesta eleição, Doria e Xico Graziano deixaram claro que estavam se bandeando para Bolsonaro . Que solidariedade partidária. Isso sem falar que o PSDB fez questão de carregar o menino e malandro Aécio em seu quadro. O PSDB já era. FHC se omitiu nessas questões, deu no que deu. Bolsonaro cresceu com votos de tucanos envergonhados.  

    1. Luís Henrique Donadio Baptista

      8 de outubro de 2018 6:24 pm

      Lógica…

      Olha, se o Ciro tivesse mesmo essa capacidade de aglutinar um voto anti-petista mas não bolsonarista, ele teria aglutinado isso no primeiro turno. E teria ido para o segundo, e seria apoiado pelo PT. Mas a verdade é que isso é pura e simples fantasia. Se o Ciro fosse o candidato do Lula, ele não teria mais do que a soma dos seus votos com os votos do Haddad. Quem não votou nele sem a bênção do Lula, não votaria nele com a bênção do Lula. Do contrário, sua argumentação sobre o “anti-petismo” não faz sentido. Que anti-petismo é esse que não vota no Lula nem no Haddad, mas vota em alguém que tem o apoio do Lula?

      Mas chega disso. Tem outra eleição daqui a vinte dias, e nós temos que ganhar. É uma questão de sobrevivência, para vocês tanto quanto para nós. Então vamos deixar a roupa suja para lavar no dia 29. Até lá, vamos todos trabalhar para derrotar o Bolsonaro. Até para que não sejamos acusados de corpo mole depois.

  6. emerson57

    8 de outubro de 2018 1:59 pm

    Começa uma nova eleição.

    Haddad terá muito a ganhar se todos os derrotados apoiarem o koiso. Aos olhos da população mostrará de que lado as zélites estão. O único apoio que interessa é o do Lula. Tem que assumir ser continuação do Lula. Fazer acordo com as osmarinas 1% da vida é perder tempo e respeito frente o resto da esquerda. Há que radicalizar o discurso, ir para cima. Não cometer os mesmos erros da Dilma que de concessão em concessão concedeu o Planalto. Quando ela quis Lula já era tarde. Há que se falar do Présal, da Embraer, de Alcântara, do golpe dos remédios, da Petrobrás, do submarino nuclear, da pesquisa científica, da soberania, do BRICS e o escambau . Se for para perder que seja com pauta popular e nacionalista.

  7. jcordeiro

    8 de outubro de 2018 2:19 pm

    Óbvio Ululante

    Nassif: você está sendo cruel. Essas duas figura politicamente mitológia precisariam declinar nominalmente quem apoiarão?

    Xuxu, de um partido com todos os predicados de canalhice e robalheira, há de liberar seus cúmplices. Eleito o Candidato da Bala garantido ficam as maracutáis e robalheiras promovido pelo grupo. Os da farda garantirão.

    E a Fadinha da Mata é só pegar os troquinhos conseguidos de alguns empresários e bancos, juntá-los a parcela do Fundo Partidário (para eleição) e retornar a sua Capitania Hereditária. Só em 22 (centenário da Semana de Arte Moderna) haverá de ressurgir, com propostas selvículas para salvar o mundo e abiscoitar algum, dos constumeiros apoiadores, que acabarão deduzindo do Imposto de Renda as doações.

    Enquanto isso, o Povão, óhooooo…

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