Jornal GGN – Na última pesquisa do Datafolha, divulgada ontem (26), a presidente Dilma Rousseff abriu 13 pontos de vantagem sobre Marina Silva. Pela primeira vez desde que Marina assumiu a cabeça da chapa, Dilma aparece na frente nas intenções de voto para o segundo turno, apesar de ainda estão no limite da margem de erro. Além disso, cresceu a taxa de rejeição de Marina e diminuiu a de Dilma.
Por Daniel Bramatti
Dilma tem 40%, Marina 27% e Aécio 18%, aponta pesquisa
Do O Estado de São Paulo

Levantamento divulgado nesta sexta mostra ainda que a presidente está na frente da ex-ministra, mas diferença continua dentro da margem de erro
São Paulo – Candidata à reeleição, a presidente Dilma Rousseff abriu 13 pontos porcentuais de vantagem sobre Marina Silva (PSB), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira. A petista também recuperou a condição de favorita no 2.º turno, ao aparecer à frente da adversária, embora ainda no limite da margem de erro.
Dilma tem, a menos de dez dias da eleição, 40% das intenções de voto. Na pesquisa anterior do instituto, na semana passada, ela aparecia com 37%. Já Marina, no mesmo período, passou de 30% para 27%. A distância entre as duas quase dobrou.
Outra má notícia para Marina é o aumento de sua taxa de rejeição, de 18% para 23%. No caso da presidente, a taxa oscilou para baixo, de 33% para 31%.
O tucano Aécio Neves (PSDB), que ficaria de fora do 2.º turno se a eleição fosse realizada hoje, apenas oscilou de 17% para 18%. Ele está nove pontos porcentuais atrás de Marina – o que equivale a cerca de 10,5 milhões de votos, levando-se em conta o tamanho do eleitorado em 2014 e as taxas históricas de abstenção apresentadas em cada Estado.
Na projeção de 2.º turno com um confronto direto entre Dilma e Marina, a presidente apareceu numericamente à frente pela primeira vez desde o acidente aéreo que matou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, cabeça da chapa presidencial do PSB até o dia 13 de agosto. Hoje, a candidata do PT teria 47%, e Marina, 43%.
Probabilidade. Na semana anterior, o placar do 2.º turno estava invertido: 47% das intenções de voto para Marina e 43% para Dilma. A série histórica mostra que a presidente está em trajetória ascendente desde o final de agosto, quando marcou 40% e ficou dez pontos atrás de Marina na simulação de 2.º turno.
As duas concorrentes ainda estão em situação de empate técnico porque a margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Ou seja, em seu limite inferior, a petista poderia ter 45%, mesmo porcentual que o limite superior de Marina. Mas, quando o empate se dá no limite da margem de erro, a probabilidade maior é a de que o candidato à frente tenha, de fato, mais eleitores.
O Datafolha também apresentou, pela primeira vez, seus resultados em porcentuais de votos válidos – quando são excluídos os brancos, nulos e indecisos. Nesse caso, no 1.º turno, a presidente fica com 45%, Marina, com 31%, e Aécio, com 21%.
Quadro. A última pesquisa nacional do Ibope, divulgada na terça-feira, havia mostrado a ampliação da vantagem da presidente em relação à adversária principal de seis para nove pontos porcentuais. O mesmo instituto divulgou levantamentos estaduais que apontavam encolhimento do eleitorado de Marina nos maiores colégios eleitorais.
Reportagem publicada nesta sexta-feira pelo Estado mostrou que a candidata do PSB havia caído ou oscilado negativamente nos oito Estados com mais eleitores, a começar por São Paulo (seis pontos porcentuais a menos). Nesses oito Estado estão quase 70% dos brasileiros aptos a votar.
No Datafolha, Marina aparece em tendência de queda desde o começo de setembro – na época, ela tinha 34% das preferências, mesmo porcentual da candidata petista.
A retração da candidata do PSB ocorreu em meio a uma onda de ataques dos adversários, principalmente do PT, que levou à propaganda eleitoral diversas peças relacionando Marina a banqueiros e a uma suposta mudança na política econômica que prejudicaria os mais pobres. Além disso, Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusaram a adversária de desconsiderar a importância do pré-sal, reserva de petróleo descoberta pela Petrobrás cuja exploração é uma das prioridades da estatal.
A fragilidade da aliança em torno de Marina, que reúne partidos de pequena expressão no Congresso, foi atacada não só por Dilma, mas também por Aécio. O tucano tem subido o tom contra Marina porque, se não houver alteração no quadro, o PSDB terá seu pior resultado das últimas cinco eleições presidenciais. Desde 1994, o partido nunca deixou de protagonizar com o PT uma disputa pelo Palácio do Planalto.
O Datafolha ouviu 11.474 eleitores em 402 municípios nos dias 25 e 26 de setembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00782/2014.
Assis Ribeiro
27 de setembro de 2014 11:32 amDe Fernando Brito
“Não tem mais pesquisa que dê jeito. Banditismo mídio-policial é a última arma da direita”
Assis Ribeiro
27 de setembro de 2014 11:33 amAos poucos os números vão chegando ao lugar
Como explicar a desidratação de Dilma nas pesquisas logo após o acidente de Campos?
02/10/2013 Datafolha: Dilma 42%, Aécio Neves 21% e Eduardo Campos 15%
07/11/2013 CNT/MDA: Dilma 43%, Aécio 19% e Campos 9%
18/11/2013 Ibope: Dilma 43%, Aécio 14% e Campos 7%
18/02/2014 MDA: Dilma 43,7%, Aécio 17% e Campos 9,9%
….
29/08/2014 Datafolha: Dilma 34%, Marina 34%, Aécio 15%
Assis Ribeiro
27 de setembro de 2014 11:40 amDilma só perde no centro oeste, e por apenas 1% de diferença
Alan Souza
27 de setembro de 2014 12:06 pmNordeste e Minas, de novo!
O Nordeste e Minas Gerais, de novo, vão salvar o Brasil da desgraça!
Eliane Ribeiro
27 de setembro de 2014 12:28 pmHistoricamente o Nordeste e
Historicamente o Nordeste e famoso por expulsar os estrangeiros.
Roberto São Paulo-SP 2014
27 de setembro de 2014 11:43 amVeja desempenho de Dilma e Marina por renda e região
Datafolha para presidente por escolaridade, religião, idade, renda, região e tamanho do município
G1—-Sábado, 27/09/2014, às 06:05, por Rosanne D’Agostino
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (26) sobre a corrida presidencial mostra Dilma Rousseff (PT) com 40% das intenções de voto, Marina Silva (PSB) com 27% e Aécio Neves (PSDB) com 18%. Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) têm 1%. Os demais não atingiram 1%.
Faixa etária

Entre eleitores jovens, de 16 a 24 anos, Dilma passou de 32% para 36% das intenções de voto, Marina foi de 37% para 32%, e Aécio, de 17% para 18%.
Renda
Entre eleitores com renda familiar superior a dez salários mínimos, Marina passou de 32% para 26% das intenções de voto, enquanto Dilma foi de 22% para 28%, e Aécio, de 31% para 32%.
Região
No Nordeste, Dilma passou de 49% para 55% das intenções de voto. Marina foi de 32% para 23%, e Aécio manteve 8%. Na região Norte, Aécio passou de 9 para 15%, Dilma manteve 49%, e Marina passou de 28% para 27%.
Escolaridade
Segundo a pesquisa, Dilma passou de 23% para 28% das intenções de voto entre eleitores com ensino superior. Marina foi de 37% para 34%, e Aécio, de 27% para 25%. Na faixa com apenas o ensino fundamental, Marina passou de 25% a 22%, Aécio foi de 12% para 14%, e Dilma, de 46% para 48%.
Religião
Entre eleitores católicos, Dilma passou de 40% para 45%, Marina, de 25% para 22%, e Aécio manteve 20%. Entre evangélicos não-pentecostais, Aécio foi de 16% para 21%, Dilma de 29% para 27%, e Marina, de 39% para 36%.
Tamanho do município
Em municípios de até 50 mil habitantes, Dilma passou de 44% para 49% das intenções de voto. Em cidades do interior, Aécio foi de 17% para 19%. Marina foi de 35% a 31% nos municípios com mais de 500 mil habitantes.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O Datafolha ouviu 11.474 eleitores em 402 municípios nos dias 25 e 26 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00782/2014.
URL:
http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/blog/eleicao-em-numeros/1.html
Luciano Prado
27 de setembro de 2014 11:59 am“Eu tenho a fé”
Marina – “a louca” – terá o mesmo percentual de votos de 2010, da mesma forma como os votos de Serra – ” o bolinha de papel” – se repetiram.
Avelino de Oliveira
27 de setembro de 2014 12:02 pmCaro Nassif e demais
Os
Caro Nassif e demais
Os livros de Geografia, após as eleições, terão que serem reescritos.
Muitas informações, desconhecidos pela grande maioria, durante a campanha, mostra um outro Brasil.
Saudações
MarFig
27 de setembro de 2014 12:13 pmEsse Datafalha, faz todo
Esse Datafalha, faz todo mundo de bobo durante uns 3 meses e na última semana ajusta os números pra dizer que acertou. Toda eleição é assim.
wanildo alves
27 de setembro de 2014 12:20 pmVOTOS VÁLIDOS/URNAxPESQUISAS
Caro Luiz Nassif, na apuração só teremos computados os VOTOS VÁLIDOS. Nesse caso, os 40%da ultima pesquisa para a Dilma Roussef, passariam à quase 48,78% nessa contagem definitiva. Faltam ainda 08 (oito) dias para o pleito, havendo sim uma possibilidade concreta da eleição se definir já no primeiro turno em favor da nossa Presidenta. Dados coletados em artigo no blog CARTA MAIOR.
Roberto São Paulo-SP 2014
27 de setembro de 2014 12:29 pmLula e a militância,Horário eleitoral, atuação nas redes sociais
Com a atuação de Lula, o principal líder político do Brasil, a militância do PT na rua, o horário eleitoral, demonstrando as realizações do Governo da Presidente Dilma Rousseff, e realizando o contraditório no debate econômico e politico, e atuação do partido e da militância do PT nas redes sociais, a candidatura da Presidenta Dilma Rousseff está.tendo um crescimento espetacular nesta reta final da campanha eleitoral.
Este conjunto de ações está derrotando a maior parte da grande mídia e seus candidatos nestas eleições.
A atuação do partido e da militância do PT nas redes sociais tem sido fundamental para reverter a intenção de voto dos eleitores mais jovens, que dificilmente é atingida pelo horário eleitoral, pois se encontra conectada nas redes sociais da internet na maior parte do tempo, com a grande maioria conectada permanentemente nas redes sociais da internet, com muitos jovens inclusive interrompendo até o mais profundo sono, com a simples entrada de comentários, ou de respostas que são postadas nas redes sociais.
João Maria Fernandes de Sousa
27 de setembro de 2014 12:32 pmUm pouco de quiromancia.
Compilação gráfica básica de pesquisas desde o final de Agosto até agora; não considerado o período antes da morte de Eduardo Campos (lembremos que ele patinava na casa do 8% a 9% de preferência pelo eleitorado).
Legenda de institutos:
VP (Vox Populi), DF(Datafolha), IB (Ibope), SE (Sensus), MDA
Acrescentada linha de tendência para Dilma, Aécio e Marina; em um levantamento estatístico sério, uma linha de tendência é um ótimo indicativo do que pode ou deve acontecer, ao longo de tempo, em um determinado sistema estudado, com variáveis físicas ou sócio-antropológicas (o caso de sondagens eleitorais), o que, pelos menos pra mim, não é o caso dos levantamentos eleitorais que esses institutos fazem; mesmo assim nos dá uma ideia de como os senhores-da-guerra das pesquisas estão se movendo para que até o dia 05/10 não sejam tão astronomicamente desmoralizados.
guilherme_ferraz
27 de setembro de 2014 12:49 pmLinhas de tendência
Prezado, muito legal os gráficos apresentados. Você poderia apresentar os coeficientes de determinação para termos uma noção da qualidade do modelo?
Abraços
Guilherme
João Maria Fernandes de Sousa
27 de setembro de 2014 1:05 pmkkkkkk… Guilherme, meus
kkkkkk… Guilherme, meus conhecimento de excel e estatística são superficiais; o que fiz foi no próprio gráfico adicionar as linha de tendência, a opção “linear” me pareceu muito restrita e limitada dai então que optei pela opção de plotagem (nas linhas de tendência) “polinominal”.
Abração!!!
Marco St.
27 de setembro de 2014 1:26 pmNão aprendem
Não adianta. Não aprendem.
O texto começa com uma monumental MENTIRA: “Pela primeira vez, Dilma aparece na frente de Marina”
Aí a gente vai olhar as pesquisas feitas sobre intenções de votos nos últimos 2 anos e vai constatar que Dilma sempre esteve na casa dos 43%.
Só mudou quando os institutos começaram a fazer pesquisas semanais. Aí tudo virou uma montanha russa, com a Dilma sempre caindo….
Agora, há uma semana das eleições, Dilma começa a voltar ao índice que sempre teve, exceto nesses útlimos 40 dias.
Para bom entendedor….
alfredo machado
27 de setembro de 2014 2:17 pmDatafalha falha
Nassif,
Sem os % referentes a ótimo /bom /regular /péssimo de cada candidato, o cidadão fica obrigado a acreditar nos números finais, que podem ser manipulados à vontade.
Entendo que o tal referencial seja o mais importante, e devo ter razão nisto, pois o mesmo acaba de ser substituído ( ou então, foi colocado propositalmente em segundo plano) pelo referencial “índice de rejeição do candidato”, que não é capaz de traduzir coisa alguma.