O que a campanha política está ensinando para Dilma

Na entrevista a O Globo, Mirian Leitão perguntou a Dilma Rousseff como pretenderia tirar a economia da situação atual. Dilma respondeu apontando o Pronatec, o Ciência Sem Fronteira e o Sistema Nacional de Inovação. Não houve tempo para tréplica mas, ao final, Mirian declarou-se insatisfeita com a resposta.

No entanto, as duas estavam certas; e as duas estavam erradas.

Vamos entender um pouco o que está por trás dessa discussão.

Por suas ligações com a cobertura financeira, os grupos de mídia focam o desenvolvimento exclusivamente da ótica macroeconômica de curtíssimo prazo. Há enorme dificuldade em entender políticas de médio e longo prazo, trabalhando os fatores determinantes da competitividade sistêmica.

Por outro lado, só agora Dilma começou a elaborar – pela primeira vez, se não me engano – o esboço de uma estratégia nacional de desenvolvimento de longo prazo.

Políticas desenvolvidas ao longo dos últimos anos ganharam uma dinâmica própria, todas convergindo para um mesmo modelo de desenvolvimento. Mas, no seu isolamento polar, Dilma tinha olhos exclusivamente para o Banco Central, a Fazenda, a inflação de curto prazo e os indicadores do PIB.

No discurso público, enxergava as diversas políticas de forma isolada, sem captar o todo e, justamente por isso, tornando-se prisioneira de visões de curto prazo e de descasamento da política macroeconômica da estratégia geral.

O reconhecimento da democracia social

A atual campanha política está sendo ótima por várias razões.

Primeiro, por obrigar Dilma a interagir com diversos setores sociais e entender melhor o desgaste e os erros de decisão provocados pelo isolamento e pela arrogância administrativa.

Na eventualidade de um segundo governo Dilma, certamente ela terá aprendido que o governo é uma conjunção das diversas forças que compõem a nação. Ela é a representante de um projeto, não a dona do projeto.

Os Ministérios precisam representar a diversidade econômica e social do país, colocando lideranças agrícolas na Agricultura, industriais no MDIC, sociais nos diversos Ministérios sociais. O equilíbrio se dá estimulando as políticas Inter setoriais, com todos os setores sendo ouvidos na definição de cada uma delas – e a presidente arbitrando interesses conflitantes.

Ela tem que ser a maestrina, não a solista da orquestra.

O discurso político

Segundo, por fazê-la assumir o discurso político.

E não se entenda por “político” nenhuma conclamação às massas, mas a explicitação de projetos de governo, em todos seus ângulos, das políticas sociais às industriais, passando pela diplomacia e pelo Banco Central, tudo juntando-se em um todo lógico e compreensível. E, nessa explicitação, identificando as diferenças com os projetos dos dois outros candidatos.

O maior papel de um presidente não é sequer o poder da caneta, mas a capacidade de entender os novos caminhos e transmiti-los de forma clara para o país. É esse discurso que unifica ações, define rumos, induz todos a caminhar na direção proposta.

O novo projeto de desenvolvimento

O projeto de desenvolvimento desenhado consiste da seguinte lógica:

O Brasil tornou-se uma democracia social moderna antes de ter-se tornado uma economia competitiva. Não conseguirá repetir o caminho de outras economias que, no início, exploravam salários baixos, para avançar, no momento seguinte, na conquista de inovação, melhorando simultaneamente emprego e competitividade.

Em função dessas características, o desenvolvimento econômico brasileiro passa pelas seguintes etapas, já em andamento.

1.     Na base da pirâmide, políticas sociais e regionais inclusivas e reforço do modelo educacional.

2.     No meio, investimento no ensino técnico e na regionalização do ensino superior.

3.     Amarração de todas as peças da pesquisa em um Sistema Nacional de Inovação, ligando recursos às necessidades de desenvolvimento regional e de atendimento das demandas da indústria.

4.     Montagem de sistemas de financiamento da inovação e dos investimentos, através dos bancos públicos e dos recursos orçamentários. Utilizá-los como fator de indução para o capital privado.

5.     Identificação de áreas prioritárias para a nova etapa do desenvolvimento. Dentre elas, aquelas diretamente ligadas às compras públicas (infraestrutura, saúde, educação e defesa), às vantagens competitivas (agronegócio, mineração) e às economias de escala (produtos de consumo popular). E serão mais fortes, se mais fortes estiverem ligadas ao conceito de bem estar público.

Para se compatibilizar com o desenvolvimento sócio-político, não se pode mais fugir de um conjunto de princípios:

1.     As políticas públicas precisam ser abertas, com participação da sociedade – empresários sendo ouvidos para políticas setoriais, movimentos sociais e ONGs para políticas sociais e assim por diante. O Palácio tem que abrir portas, janelas e cortinas.

2.     Tem que se fazer a opção preferencial pelo novo e avançar nas propostas de democracia digital.

3.     Tem que se aprimorar o federalismo brasileiro e a maneira de trabalhar o orçamento.

As demais pernas do modelo

Nessa estratégia deverão ser amarradas a diplomacia e a política macroeconômica.

Do lado da diplomacia, aproveitar a ascensão dos BRICs – inclusive com a criação do banco – para negociar grandes investimentos em parceria na infraestrutura.

Do lado da macroeconomia, perseguir a redução dos juros, a política cambial competitiva, uma política fiscal responsável, abrindo espaço no orçamento para os grandes investimentos públicos necessários.

É evidente que a última perna do modelo – justamente aquela a quem Dilma dedica atenção especial – está falhando.

O sistema de metas inflacionarias esgotou-se, mas continua mantido no Banco Central. Esse sistema compromete o orçamento, para o pagamento de juros, compromete a política cambial, permitindo a invasão dos importados. Para corrigir esses problemas, Dilma toma uma série de medidas pontuais, que desarruma a política fiscal.

Juros elevados atrapalham a realocação da poupança privada e dos fundos de pensão. Impede que os bancos públicos cumpram sua função de agentes indutores da poupança privada.

Dilma não respondeu às questões de curto prazo de Mirian por duas razões.

Primeiro, pela dificuldade de admitir os erros da macroeconomia. Depois, por não poder antecipar correções de rumo, pelas óbvias implicações sobre o mercado.

Se tiver a humildade de aproveitar as lições da campanha eleitoral, poderá ter um segundo mandato marcante.

108 comentários


  1. O que a campanha política

    O que a campanha política está ensinando para Dilma

    Parece que esta falando de uma rainha e não de uma pessoa eleita por um partido que antes já era  governo.

    Dilma não governa sozinha e não é marinheira de primeira viagem , não era um politico, mas viveu a politica desde 17 anos e estava no governo.

    Não esta falando do Tiririca que queria saber o que os politicos fazam para depois nos contar.

     

  2. Aprendizado de Dilma

    Uma das críticas feitas à Dilma durante seu governo foi seu baixo desempenho  política.  Na campanha da reeleição emerge uma Dilma que demonstra grande competência política para o enfrentamento, interação popular com o eleitorado e, competencia em comunicar a disposição de evolução dos rumos de seu Governo. De tudo isto fica uma forte imagem de capacidade de aprendizado, oque se constitui em um valor significativo para encaminhat os ajuses e mudanças necessários à consolidação de uma economia de massa, vigorosa e pungante para o Brasil.

    • Onde?

      Onde você viu uma Dilma com grande competência para interagir com o eleitor e em comunicar? Assisti parte do debate do SBT ; o discurso da Dilma é uma coleção de números, milhões pra cá, bilhões pra lá, um tédio total que não fala de forma alguma para o eleitor.

      Dilma pode ter muita competência técnica, mas o estilo “aparatchik” que parece saído da antiga União Soviética está muito longe de cativar o eleitor.

  3. esqueceu?

    do novo projeto de desenvolvimento.

    o imposto e a organizacao para o crescimento do micro e pequeno.

    a curva para o crescimento e desenvolvimento no medio e longo prazo.

     

  4. Avaliações

    Nassif,

    Parece que a campanha pela reeleição, as tais sabatinas com a imprensa, as conversas em geral que tem mantido por todos os cantos deste país podem estar provocando reflexões em DRousseff.

    Quando a campanha começou, DR era uma pessoa, hoje é outra completamente diferente, e por seu temperamento, esta mudança não se deve apenas ao marqueteiro João Santana.

    Se soube compreender o movimento dos 0,20 centavos do ano passado, DR também deve estar avaliando determinados pontos de vista diferentes do seu. Espero estar certo.

     

    • Certo

      Alfredo

      Sabe o que pensei:

      . Se tiver a humildade de aproveitar as lições da campanha eleitoral, poderá ter um segundo mandato marcante.

      . Se soube compreender o movimento dos 0,20 centavos do ano passado, DR também deve estar avaliando determinados pontos de vista diferentes do seu

      Acho que tinha responsabilidade da reeleição e do legado politico do Lula muito grande sobre sua única responsabilidade. A partir que começou a perde para Marina uma luz acendeu, mexeu e foi para o tudo ou nada, tirou o sapato alto e acabou se reencontrando com seu povo, seus militantes e do partido que não cederam com os jornais e os jornalistas sérios, o calor humano dos ideais, os blogs verdadeiros, a luta dos brasileiros, as gratidões de povo e a necessidade do Brasil. Se na humildade e a guerrilheira sobrevive porque não na Dilma presidente. O poder pelo poder do povo brasileiro e a nação!

      Espero estarmos certo!

      Brasil

  5. Denúncia

    Desde ontem , nas principais rádios de Belo Horizonte, praticamente só rodam os comerciais do PSDB. Tá um escândalo. Quem estiver em BH preste atenção na Itatiaia, Alvorada, CBN, Nativa e Bandnews!

    • O Palio que comprei em 2012,

      O Palio que comprei em 2012, fiz questão que não tivesse rådio. Fiz um ótimo negócio, economizei um troco na compra, não tenho preocupação com roubo do som ao estacionar o carro e, o principal, meu humor melhorou bastante ao dirigir, mesmo com o trânsito caótico de BH.

  6. O que eu espero que ela tenha

    O que eu espero que ela tenha aprendido é que ministro não se demite apenas por denúncias de corrupção. Se não estiver fazendo um bom trabalho, coloque outro.

  7. Nassif pleitei um cargo no governo
    Nassif, tem meu apoio para um cargo no futuro governo.De preferência num ministério de reformas e planejamento. Um que desburocratizasse a nação.

  8. A oposição mais poderosa é a
    A oposição mais poderosa é a imprensa mercantil, portanto deve ser o alvo, também.Se Dilma quer mesmo politizar a campanha, e somente isso irá reverter a situação que lhe é levemente desfavorável, tem de pendurar a GLOBO e o FHC no pescoço de Marina.Isso pesa pra caramba, nem seus (da socialista) malabarismos verbais vai safá-la de sérias dores lombares.

  9. O artigo contém uma série de equívocos

    A começar com o “as duas estavam certas; e as duas estavam erradas.”

    No excelente post  “O dia em que os entrevistadores foram obrigados a se explicar para Dilma” Nassif demonstra o que foi a sabatina e inclui o link para quem quiser ouví-la.

    Pois bem, a leitura que os sabatinadores fizeram é uma pérola e demonstra a má vontade  e não dificuldades para entender política de médio e longo prazo :

    http://oglobo.globo.com/brasil/colunistas-avaliam-desempenho-de-dilma-na-sabatina-do-globo-13916431

    1) no seu isolamento polar, Dilma tinha olhos exclusivamente para o Banco Central, a Fazenda, a inflação de curto prazo e os indicadores do PIB

    Para quem é o âncora do Brasilianas.Org e a sua série sobre o desenvolvimento do país, para quem escreveu sobre o que é a revista Veja, para quem reconhece em várias matérias a imprensa como partido politico de oposição ao governo não poderia começar o texto da forma como o fez e nem sequer desconhecer as políticas públicas de educação e infraestrutura para criar as condições de crescimento de médio e longo prazos, e nem desconhecer a política social que alavancou o crescimento no primeiro governo do PT, com Lula, e o segundo momento de política de desenvolvimento, com Dilma, para o médio e longo prazo.

    Esse tema já foi debatido aqui no blog; “Ações econômicas do governo exigem tempo de maturação, afirma ex-presidente do Ipea” oportunidade em que comentei as várias fases do processo de desenvolvimento do PT que está sendo implementado por Dilma e desde o governo Lula:

    Sobre a infraestrutura como o segundo lema de desenvolvimento que o PT tem exercitado, após a sua primeira meta de erradicar a miséria e pobreza:

    1) Qualquer análise sistêmica observará que o desmonte da nossa infraestrutura se deu no meio do período militar e se manteve nos governos seguintes até a chegada do PT ao governo, e apenas para citar o verdadeiro “apagão” elétrico no governo FHC;

    2) É uma injustiça e má fé citar os nossos problemas no setor da infraestrutura e colocá-los no colo do atual governo quando, quando há muito tempo não se via a melhoria deste setor até a chegada de Lula ao poder. São as inaugurações de várias hidrelétricas e outras matrizes energéticas, vários leilões vitoriosos para os portos, aeroportos e estradas, a retomada do importante meio ferroviário com as ferrovias Leste – Oeste, e a Norte – Sul com as suas várias “espinhas” (ramais perpendiculares).

    Ainda sobre o “novo”

    O terceiro polo de desenvolvimento do projeto do PT se dá na área da educação, e aqui já se podem observar as inúmeras inaugurações de descolas técnicas e novas Universidades, a melhoria da disponibilização de recursos federais para que municípios e estados invistam no setor educacional de suas responsabilidades. A vitória do governo na disputa pela destinação dos riquíssimos royalties do petróleo para a área da educação. A criação de um salário mínimo para os professores muito mais alto do que era pago anteriormente. Os vários planos de acesso às universidades, o financiamento público para alunos, as cotas, o Enem, são inúmeras medidas que irão permitir e facilitar o acesso de todos a esta carente e destruída área importantíssima para o desenvolvimento de qualquer país.

    O quarto polo de desenvolvimento se dá na área de diversificar a economia pelas diversas regiões do país, e mesmo o candidato Eduardo Campos deveria agradecer e mencionar tudo o que o Governo Federal fez para a sua região (nordeste) e mais especificamente para o seu estado de Pernambuco o que lhe proporcionou que fizesse um governo de “realizações” e o colocou como um suposto bom gestor.

    Portanto, o “novo” está sendo feito e qualquer tentava de se buscar o outro “novo” sem que antes se consolide o que está sendo feito, e mencionado acima, que é preliminar, obrigatória e essencial, uma verdadeira condição “sine qua non” para o desenvolvimento, cairemos nos mesmos erros de governos anteriores que priorizando com sofismas o que estava à frente, o que era o “novo”, permitiu que a educação, saúde e transportes públicos fossem sucateados, provocou a imensa massa de desempregados e manteve os altos índices de miséria e pobreza que o Brasil viveu até tempos bem recentes.

    • Exelente, Assis. Admiro tua

      Exelente, Assis. Admiro tua maneira fina de analisar e clarear as coisas. Parabéns!

    • Tu tás certíssimo Assis. Acho

      Tu tás certíssimo Assis. Acho que o “turco” Nasif, com todos os “desqualificativos” que debitou á Dilma queria mesmo era nos provocar. Vou parar por aqui pra não fazer com ele o que ele acaba de fazer com a “minha” Dilma: ser injusto e injurioso. Afinal, ele acaba de “pisar na bola” mas nos tem permitido debates importantes e justos, bonitos de acompanhar, aqui no GGN. AINDA tem crédito.

    • Assis
      má fé é palavra forte.

      Assis

      má fé é palavra forte. E o mito da infalibilidade vale para o Papa e para os pastores de Marina. Antes que sua paixão o cegue de vez, leia o texto. Lá se fala de um projeto de desenvolvimento em andamento. Apontam-se todos os ângulos deles, a partir de políticas desenvolvidas nos últimos anos.

      A crítica que faço é a incapacidade da Dilma em entender e divulgar politicamente o projeto de forma sistêmica. E ao seu estilo administrativo e autoritário, que isolou o governo da sociedade.

      O que digo nao é crítica de mídia. É a opinião UNÂNIME de seus assessores. Ouviu? UNÂNIME, de assessores que agradecem as críticas por ser a única maneira de amenizar sua teimosia.

      Todos reconhecem em Dilma valores públicos, vontade de fazer, patriotismo e honestidade. E admitem uma teimosiua extrema, a mania de opinar em todos os temas mesmo sem dominá-los, o fato de matar a iniciativa de Ministros e secretários com seu estilo.

      Ela atropleu políticas de inclusão de deficientes que já colocaram 800 mil crianças na rede pública, por desconhecer a política e querer beneficiar as APAE. Atrasou por dois anos as concessões por nào admitir que o modelo inicial era inviável. Criou um enorme desgaste no governo ao colocar dois assessores que faziam o que ela mandava – Guido e Arno. Atrasou por oito meses o Plano Brasil Maior por pretender opinar até em nanotecnologia. Arrewbentou a transparência fiscal admitindo as mágicas de Arno. Tem conduzido uma política macroeconômica caótica, descolada das políticas de longo prazo, o manter câmbio apreciado e juros elevados.

      A própria Dilma, na última conversa que tivemos, admitiu que faço críticas para melhorar. E tenho certeza de que parte da mudança de seu discurso se deveu à sua racionalidade de entender e acatar as críticas. Portanto, não seja mais realista que a rainha.

       

       

       

       

      • Vou manter o que escrevi para o seu comentário anterior

        Não falei má fé e sim da má vontade clara da mídia contra o PT

        Quem considera Dilma divindade?

        Mesmo porque abordei as políticas do PT. Aliás, análises em torno do nome dos presidentes antes da política desenhada pelos partidos é um equivoco comum

        Sobre a  falta de acompanhamento da política científico tecnológico prefiro ficar no que ouvi em seu brasilianas “ A indústria de defesa do Brasil” e sua matéria no blog “Brasil 2015: a política industrial da saúde”

        Sobre as concessões, Dilma explicou as dificuldades e os pormenores para se mudar o modelo anterior para o atual,  menos oneroso para a população

        Você diz que suas críticas são embasadas em conversas e análises, tenha certeza que as minhas também

        • Assis, gosto demais dos seus comentários, mas

          agora dou razão ao nosso Nassifão…

          E espero, em bom torcedor da Dilma, que ela aprenda, corrija a maneira, que a rota é a que vai levar o Brasil para seu lugar no mundo que ele merece. 

          • “Pois bem, a leitura que os

            “Pois bem, a leitura que os sabatinadores fizeram é uma pérola e demonstra a má vontade  e não dificuldades para entender política de médio e longo prazo”:

            O Assis esta certo, Lionel, e o Nassif entendeu errado.  Aqui esta o paragrafo em questao:

            “Pois bem, a leitura que os sabatinadores fizeram é uma pérola e demonstra a má vontade  e não dificuldades para entender política de médio e longo prazo”

            Ninguem do blog pareceria sequer “serio” de dizer que o Nassif nao “entende politica de medio e longo” prazos e o “ma vontade” era dirigido a quem o faria com todo prazer FORA daqui.

        • Mais um detalhe, Nassif

          Mantega que você fala que faz o que Dilma manda foi ministro desde o primeiro dia do governo Lula, no primeiro governo na pasta do Planejamento, Orçamento e Gestão e no segundo na Fazenda.

          • Assis, o maior erro da

            Assis, o maior erro da presidenta Dilma foi não ter colocado um ministro da fazenda respeitado e temido pelo mercado. A imprensa colocava o preço do tomate nas alturas, ressaltando que a inflação ia disparar 0,2%!! e o que fazia o Banco Central? aumentava a Selic, tirando bilhões do orçamento para pagar os rentistas. Qual deveria ser o papel do ministro Mantega? dizer que a inflação era causada por problemas sazonais/climáticos e que a inflação continuaria controlada. Mas a falta de respeito do mercado pelo ministro criava um embaraço enorme nas expectativas do setor produtivo, no tal mercado e na população. Dilma está pisando no tomate ao manter o ministro e o presidente do BC por tanto tempo com uma política econômica totalmente equivocada, juros altíssimos e câmbio sobrevalorizado, tirando a competitividade de nossos produtos tanto no mercado interno quanto no externo. É assustador o buraco das contas externas do país.

          • erro

            O maior erro de Dilma foi na comunicação.

            É o pai de todos os outros.

            E foi o que tomou mais tempo produtivo da presidenta.

            Governar com uma crise forjada a cada dia, sem mídia ou partido para rebater, não é fácil.

            Isso explica  as dificuldades com a reeleição.

            E o ódio de muitos contra o PT.

          • AssisHá o mundo das

            Assis

            Há o mundo das declarações públicas e o mundo das relações pessoais.

            Nesse tema, eu transito nesse segundo mundo, conversando com personagens que você só conhece pelos jornais. Formo meu juízo a partir de conversas com Delfim, Belluzzo, Mino, técnicos do governo, jornalistas que cobrem a área. Frequento os bastidores. E há 40 anos conheço o estilo de Delfim.

            Quando Delfim fala que Guido é “homem forte”, é forte por ser a voz de Dilma. Ou seja, das decisões que toma são decisões de Dilma. Por isso não será derrubado por pressões ou boatos, nem sua política será mudada com sua saída, porque ele é Dilma.

            Se você coloca em xeque assim meu julgamento, de duas uma: ou me julga um sujeito absolutamente sem discernimento; ou me julga um manipulador que age com má fé. Escolha! Mas fundamente seu julgamento.E se o estou questionando é devido as nossas ligações, através do blog, e ao espaço que você com muitta justiça conquistou aqui, O que aumenta sua responsabilidade.

          • (interrompendo…)
            “Quando

            (interrompendo…)

            “Quando Delfim fala que Guido é “homem forte”, é forte por ser a voz de Dilma”:

            AU AU AU AU AAAUUU…  grrrrr.  So pra um detalhe de lado e que nao tem a ver com o assnto em si:

            Nao eh Delfim que sempre se aliou ao poder?  Nao seria surpresa nenhuma se ele tivesse mais contactos com Guido do que voce sabe, e estivesse puxando saco de Dilma porque nao o tolera.

            Nossa, nao acredito que eu disse isso em publico!  Vou me beliscar agora nesse minuto!

            Nao que nesse especifico assunto minha escolha seria diferente mesmo que eu tambem nao tolere Guido, mas eh por razao tecnica, nao pessoal.

            E esse seria o ponto que nao esta claro a respeito da opiniao de Delfim.  Como ja dizia o cultissimo Sylvester Stallone, as “idiosincrasias” de Delfim o traem!  E tenho dito!

            Uh…  digo…  sabe como eh… se voce tiver que se aliar ideologicamente a alguem, pelo menos que nao seja um traira em serie.

          • Não estou lhe julgando.Esse

            Não estou lhe julgando.

            Esse processo deixei quando abandonei a justiça

            Estou colocando a minha opinião sobre o governo com base em conversas e observações

            Você não age de má fé. És um grande caráter.

            Não és manipulador. Tens um grande coração

            Discernimento é algo pessoal e podemos discenir de forma diferente sem que estejamos necessariamente certos ou errados. É a nossa visão adquirida pela formação, vivências e sentimentos de cada um.

            E podemos discordar de temas pontuais sem sermos manipulador, sem faltar discernimento, ou querer ser “mais realista que a rainha”.

          • O que o Nassif está dizendo é

            O que o Nassif está dizendo é verdade, a economista é a Dilma, quem é o Mantega?Que liderança exerce?

            Mantega é só alguém limpo que colocaram na Fazenda depois que o Palocci foi derrubado. Ele está lá para cumprir ordens, só isso.

            A troca de Mantega significaria uma concessão de Dilma ao mercado financeiro.

          • Comentário Indevido

            Caro Nassif, no seu último paragrafo voce está pedindo para o Assis fazer uma escolha entre “manipulador” ou “sem discernimento” quanto ao seu carater. Acho a colocação indevida, pois o Assis não questinou em nenhum momento quanto a seu carater. Aliás o Assis é um dos comentaristas mais coerentes e correto, dentro de ótimos comentariastas que voce dispõe no blog. E quanto a seu carater, acredite, voce não teria tantos participantes neste blog, se não o julgassemos correto e inteligente!  

            Realmente nenhum de nós, comentaristas do blog,  dipõe do conhecimento interno do “sistema” que voce o tem, porem o que colocamos aqui são nossos “sentimentos” com respeito ao que lemos em diversas fontes, conversa com amigos atraves dos meios de comunicação (cada dia menos).

            As ponderações do Assis são procedentes, diante da sua argumentação inicial. Se voce dispunha de outras informações, tais como opiniões internas de membros do governo (como vc citou), deveria tê-las apresentado anteriormente, para não parecer de que voce apenas não gosta do Mantega por outros motivos.

            Sei que o Delfin é inteligente e muito sagaz, mas considerar este crápula, administrador dos sistema financeiro dos governos militares, que colocou o país sem saida até o presente momento, pelas heranças deixadas, como fonte importante de conceitos, irrita-me. Ele deveria ter feito alguma coisa correta, quando ministro importante e não a passar a criticar, hoje,  a ação de outros, o que não fez, porque não quiz. Como pessoa para mim o Sr. Delfin é uma manipulador desprezível, vendedor da ´mentira de que deveriamos esperar o “bolo crescer” para depois dividir. Nunca dividiram nada e é por isto que temos uma das piores distribuição de renda do mundo.  

            Finalizando, temos nossas próprias opiniões, nem sempre ajustadas com os demais, mas o importante é aceitarmos que a pluralidade delas é o correeto..  

          • O Delfim é o Delfim, mas …

            Quando é para meter o pau no Delfim é preciso um certo cuidado, pois o homem é uma fera e morde com vontade.

            Mas nesta estou seguro que ele não rebate: 

            Para infelicidade dele ele não conhecia o Logos Babylonico do Heródoto e a origem do dinheiro na economicização do sexo. Bem como não leva em consideração o pessimismo individualista que mantém de pé nossa sociedade.

            Erros capitais, que tiram a base e origem de seu pensamento, que por sinal não é reconhecido como original em parte alguma. É um monumento de cultura e estudo, bem como excelente prozador e lógico, mas não é o suficiente para descobrir o que significama as varetas do Banco da Inglaterra.

            Ficou pelo meio do caminho na sua formação e desconfio que ele sempre sentiu isto, não dá para ele cravar, como eu cravo, opiniões, infelizmente, pois com a posição dele dava para fazer muita coisa, que não fez e muitos reclamam.

          • Nassif, não se preocupe com o

            Nassif, não se preocupe com o Assis que, pela dedicação e quantidade de dados, parece um profissional, provavelmente está apenas garantindo o leite das crianças.

      • Pois é Sr. Nassif

        Nassif também ouvi isto de Dilma, e de que as queixas eram de seus membros mais próximos.

        Só que ouvi da boca de pessoas que queriam derrubar este governo, de pessoas que querem alterar todos os caminhos trilhados até aqui. Poço dizer sem nenhum medo de errar, é assustador o poder deles. Tudo que disseram que fariam, fizeram.

        Exatamente como você disse: Você viu e conversa com muitos nos bastidores sabendo suas opiniões e até intensões.

        Eu também em minha vida presenciei coisas inusitadas, vivenciei outras tantas. Vamos dizer que o ambiente politico é uma “Caixa de Pandora”, se for aberta ao público não sobra ninguém, é destruição em massa!

        Posts como estes demostra que você é profundo conhecedor das coisas que eu reforço constantemente aqui. Eu tenho conhecimento de um desejo intenso e uma campanha para derrubar Dilma, Lula, PT e todos os governos progressistas da América Latina.

        Para os inocentes, a teimosia de Dilma está atrasando o cronograma mundial para a implantação de uma “Nova Era”. Chegaríamos a uma “Utopia”,  a era do esclarecimento e do bem comum, com todas as nações trabalhando de mãos dadas para o bem comum. Dentro deste conceito Nassif, também se enquadra a “Democracia Virtual”.

        Queria poder ter esta visão tão otimista em relação ha humanidade, mas não ha tenho, vejo é a humanidade caminhando a passos largos, para uma “Republica Corporativa”. O que vejo é o “bolo” crescendo e se concentrando cada vez mais nas mãos de poucos. Não vejo esta divisão num futuro assim tão próximo como o prometido. Dez anos é muito pouco para corrigir as mazelas do Brasil, imagine agora Nassif: Quantos anos são necessários para corrigir as mazelas mundiais? Quantos anos a Humanidade precisaria para promover este equilíbrio?

        Inovação tecnológica também é um fator interessante:

        Quantos anos gastaremos na transição da matriz energética?

        Quantas economias irão a falência com esta transição?

        Continuaremos o jogo de cartas marcadas ficando tudo como está, será mantido os jogadores e o sistema continuará fluindo como está hoje, será uma transição lenta e gradual levando décadas para ser concluída, mantendo o poder concentrado nas mão das mesmas pessoas de hoje?

        Que “Nova Era” é esta Nassif?

        Do que adianta uma “Democracia Virtual” se o sistema está viciado. Aumentar o número de pessoas discutindo, não significa chegar a uma solução. Também não significa que não venham a ser formados Lobys para cada setor, afastando mais ainda o povo das politicas implementadas na nação.

        O Congresso continuará sendo um balcão de negocio e cada fórum será composto pela disputa dos Lobys do setor. A única mudança será que tudo aquilo que era invisível agora ficará visível para a Sociedade. Na pratica não muda nada!

         

         

  10. Concordo com tudo o que você

    Concordo com tudo o que você disse, mas: há condições políticas de alterar o sistema de metas de inflação? Não haveria uma pressão descomunal do mercado em parceria com a grande mídia?

    • Tarefa para Estadistas, que

      Tarefa para Estadistas, que não têm medo da mídia e nem do mercado. Estadistas são homens/mulheres de ação, que tem um projeto de país na cabeça e tenta concretizá-lo sem titubear e nem fraquejar/retroceder diante das pressões. Os Estadistas crescem diante das pressões e conseguem atingir seus objetivos. Estadistas lideram as massas e têm um poder de comunicação e um discurso bem forte e elaborado convencendo a maioria da população a apoiar seus projetos políticos.

  11. sintomático e salutar

    É sintomático e salutar que o Nassif cobre da Dilma um projeto de desenvolvimento nacional. Com os outros dois candidatos a cobrança seria impossível ,já que deus mercado proveria fartura ilimitada , claro, tudo mediado pelos iluminados “homens de bem” da pátria. 

  12. A presidenta Dilma precisa

    A presidenta Dilma precisa ouvir os mais de 10 milhões de aposentados/pensionistas, através do sindicato dos aposentados, que ganham mais de um salário mínimo e estão perdendo poder aquisitivo ano após anos, com aumentos nos seus planos de saúde bem acima da inflação (15%!!) e outros gastos que estão deixando os aposentados/pensionistas extremamente desiludidos com o governo Dilma. Neste ano, o aumento das aposentadorias e pensões acima de 1 salário mínimo foi de 5,9%, enquanto o governo remunera os especuladores em 11%a.a., pagando a maior taxa de juros do mundo.

    • Não sou aposentada mas perdi meu seguro saude

      Não sou aposentada, mas tive que deixar meu seguro saude por não  mais aguentar paga-lo.O salário da classe media não aumenta , 5%( salario publico) e as despesas 15%e la vai cacetada. Nãp cabe no orçamento.

       

      • PLANO DE SAÚDE

        Paga plano de saúde apenas quem quer e tem dinheiro sobrando. Temos o SUS funcionando a pleno e os planos de saúde cobrando muito e prestando péssimos serviços. Foi-se o tempo em que o segurado privado tinha preferência na fila de atendimento. Hoje é tudo igual, atendidos nos mesmos hospitais, que não são propriedade dos planos de saúde e, sim, da rede pública. Os planos de saúde exploram o patrimônio público. Já aventou-se a possíbilidade dos planos privados ressarcirem a União. Morreu na casca a idéia, tal foi a reação feroz urdida. O negócio ” saúde” é muito bom para se ganhar dinheiro sem fazer muito esforço. A imprensa, então, caiu de pau em cima do governo. Então, para manter a paz capitalista dos planos de saúde privados, é melhor não mexer com quem está quieto…  Use mais o SUS, pois é seu direito e é de graça!

        • Minha tia não tinha plano de

          Minha tia não tinha plano de saúde e foi atendida pelo SUS, após um AVC. Ficou no corredor da Santa Casa em uma situação deplorável para uma senhora de 79 anos, vindo a falecer alguns dias depois! Acho que você vive na Suécia e não no Brasil, meu caro.

          • 79 anos…

            Desculpe a franqueza, mas sua tinha estava com idade avançada e morreu por causa do AVC, não por causa do SUS…

      • Use o SUS

        Esqueça seu plano de saúde o melhor atendimento médico do país está no SUS. Falo isso depois de duas cirurgiar realizadas com sucesso, sem sequelas, tomando remédio de graça, acomodado em apartamentos limpos, atendido pelos mesmo médicos dos planos de saúde. O único “problema” do SUS para estes filhinhos de papai é que o contato com o povo, que está lá no SUS desde sempre porque sabe que país civilizado é aquele que tem um plano de saúde estatal de boa qualidade e não um monte de otários escravos de planos de saúde!

  13. certaamente dilma terá, com o

    certaamente dilma terá, com o importante aporendizado do primneiroi mandato,

    um segundo mandato não só mais marcante como com reais

    possibilidsades de parofundar as essenciais mudabças que foram, são e serão feitas.

  14. O que Dilma, só ela agora, poderia fazer

    Até aqui considero um milagre que o atual governo tenha mantido índices positivos em uma situação extramamente adversa. É quase impossível existir crescimento se temos quase a metade do nosso orçamento comprometido com o pagamento de juros. E é exatamente aí onde há certa divisão de forças, com bancos e rentistas tentando voltar ao poder para aplicar a receita conhecida: honrar de forma sagrada os pagamentos, acima de tudo,. Para tal, tira-se dos gastos sociais. Como, com quais ferramentas, é perfumaria.

    O que me parece é que Dilma pode representar uma mudança de fato, este é o maior temor da banca. Ficam coléricos os seus representantes quando Dilma fala em consulta popular. O quanto terá forças para renegociar com credores, arrumando uma briga internacional, depende de alguns fatores. O principal deles é o apoio popular para esta queda de braços. Rafael Correa conseguiu tirar 70% do que era devido pelo Equador. A conjuntura atual sinaliza que o momento é este, com BRICs, a profunda crise dos EUA e UE. Posso estar sendo otimista, mas creio que o próximo governo da Dilma será o desta briga.

    • Primeiro, a Ley de Medios e a concessão do 4G

      Antes de mais nada, Dilma tem que fazer a Ley de Medios e fazer o sinal de Internet chegar aos celulares para que a população possa se informar sobre a verdade.

      Se tentar renegociar a dívida com o poder da Globo e das concessões de TV e rádios nas mãos dos políticos, ela não conseguirá nada.  E mesmo se conseguir, o PT perde a próxima eleição e tudo volta pro ralo.

      • Vamos pensar melhor

        Eu discordo como tática. Sou totalmente favorável a regular a mídia, mas não imagine conseguir isto sem amplas massas apoiando. Por outro lado, o governo mostrar ao povo o quanto ele está sendo roubado por uma dívida já paga é explosivo, tanto que é assunto tabu na mídia. Se feito de uma forma correta, com apoio popular, faremos uma mudança com efeitos continentais. Acho que é possível fazer sem  que fuzileiros americanos invadam o país. 

        • Boa ideia, companheiro. Como

          Boa ideia, companheiro. Como não pensamos nisso antes? Vamos dar o calote, copiando a Argentina, aí reforçamos ainda mais o Mercosul, ninguém pode conosco! Com apoio da massa ignara, vamos ao inferno juntos, de mãos dadas.

          • Nós no inferno?

            Não, companheiro, o inferno será dos outros. Eles vão ter que senter e renegociar. Por que o Equador conseguiu? Vão botar a IV Frota aqui? A hora é essa.

  15. Dilma corre o risco de não levar, se ganhar

    Minha intuição me diz que são grandes as chances de num eventual segundo mandato seu governo se tornar ainda mais “market friendly”. A reedição de uma dobradinha estilo Palocci-Meirelles pode ser o preço a ser pago pela vitória, e pela governabilidade ante a ferocidade oposicionista.

    • Se isto acontecer, pode ser o

      Se isto acontecer, pode ser o fim do Partido dos Trabalhadores. A população quer mudança, já manifestou isso nas ruas em junho do ano passado. Ou a presidente muda ou verá o fim precoce e melancólico do seu eventual segundo governo.

      • Mudança é só uma palavra da moda!

        Acorde meu amigo ninguém quer mudança! Mudança é só uma palavra da moda repetida indefinidamente pelos papagaios de TV, aqueles que só repetem e nunca pensam. Pense um minuto… Você quer mudança? Que tipo de mudança? Sua mãe quer mudança? Sua empregada quer mudança? Se uma coisa importante na sua vida mudar de uma hora pra outra sem seu conhecimento você vai gostar? Pare para pensar… Não fique só repetindo. Mudança é a coisa que as pessoas mais temem no mundo!! Mesmo que estejam falando isso ninguém quer mudança!! Pergunte por aí e você verá…

      • Mudança

        Muita gente grita “quero mudanças” mas não sabe exatamente o que quer. Acompanha o efeito manada. Chega um iluminado com uma idéia muitas vezes descabida e o pessoal segue como cordeirinhos.

        Infelizmente uma parte grande da população não tem massa encefálica suficiente para raciocinar e ver o óbvio. Queremos mudanças sim, mas mudanças que tragam o desenvovimento e não o retrocesso ao país.

        O governo do PT, na minha opinião, avançou o país, especialmente para a camada mais pobre da população e isto foi muito positivo. Ajustes devem ser feitos, faz parte do aprendizado. Espero que o governo Dilma neste segundo mandato (acho que leva o pleito), observe atentamente as críticas e elogios que trafegam nos diversos meios de comunicação, internet, etc. e promova os ajustes de percurso para mantenimento do processo atual.

        • somando junho 2013

          – Queremos mudanças sim, mas mudanças que tragam o desenvovimento e não o retrocesso ao país.

          mais e mais mudancas como acabar obras, trens e mais metros, mais e mais qualidade da vida. E ai vamos.

          os jovens tem que ter e ver mudancas nestes e outros paramentros,  independente da forma da confederacao atuar. Sejam responsabilidadem dos estados ou nao, tem de encarar e cobrar e nao fazendo o jogo da governabilidade como fez no Rio com o Cabral, Garotinho e nada fizeram na melhoria do transporte publico. Foi geral para todos os estados.

    • Ferocidade? Oposicionista?

      Amigo, mesmo os “dipromados” que aprenderam com a mídia golpista a ideologia do ódio ao PT já estão enfarados da toada monótona da mídia, que é a única oposição que existe no Brasil hoje, pois como disse um colega, até o PSDB terceirizou o cérebro à PIG.

      Logo, não sendo possível aumentar o nível do ódio, a credibilidade da PIG está desmoronando a olhos vistos. Só resta a eles manipular o mercado para ganharem dinheiro como insiders da Bolsa.

      É um fenômeno incrível! Após resistir por anos ao massacre de ódio da PIG, Dilma sai mais forte!

       

       

  16. Lembro-me depois da posse,a
    Lembro-me depois da posse,a presidente Dilma nos rapapés da midia,Ana Maria Braga,aniversario da folha(onde discursou,e chamou a se mesma de presidente,desde então é assim que a cito,presidente.E,como estavamos com o nervos a flor da pele apos mais uma campanha em que abriram as comportas dos esgotos,e fico a discussão que era uma estrategia,outros que era um erro,fiquei na segunda opção,e dei um tempo deste blog,pois o clima tava pesado)ali eu vi que a comunicação ,o comando politico do governo estava indo por um caminho perigoso.o ápice foi a presidente ter que correr a pedir desculpas aos lideres das centrais sindicais que não participaram do projeto Brasil Maior.Ali ficou claro sua completa dissociação com a sociedade civil organizada,com a base do partido.Como dizemos nos caipiras de todo o Brasil ,ela tem que prosear mais.Espero sinceramente que ela tenha tido a consciencia de que tem que ouvir,falar mas com quem de direito,por respeito,por responsabilidade critica,ai quem sabe teremos uma presidenta enão um presidente.

  17. Como governar sob fogo cruzado de uma guerra Midiática?

    -Como governar sob fogo cruzado de uma guerra Midiática?

    -Como governar exigindo eficiência e eficácia na execução das obras pelos tres entes federativos?

    -Como governar contra o mercado financeiro aplicando política de juros internacionais dando adeus aos juros escorchantes, combatendo o terrorismo dos rentistas?

     

     

     

    • Governando como uma

      Governando como uma verdadeira Estadista e não se apequenando diante do mercado e da mídia. Estadistas têm projeto de país e visão de futuro e nunca retrocedem diante das pressões diante de interesses contrários ao desenvolvimento econômico e social do país.

      • Fabriano, tu estas errada.

        Porque estadistas verdadeiros, não só podem como devem recuar diante de pressões poderosas que podem colocar a perder o seu projeto. Um passo para trás que permita depois dar dois para frente… são inúmeros os exemplos de estadistas que recuaram… o que não pode é recuar diante de todos e quaisquer interesse contrariado. Por exemplo, recuar pelo colar de tomates da tal apresentadora de receitas matinais… ai sim, é curvar-se para mostrar a bunda… com o devido respeito, claro, a Sra. Presidenta.

  18. Como governar com essa estrutura burocrática emperradora?

    Tem mais servidor com poder de parar obra do que tocar obra.

    Um sistema juríidico caótico ento e que ainda permite empresas emperrar e/ou anular licitações.

    Temos um Gilmar Mendes que senta em processos de sua explícita conveniência.

    ex:Processo que impede contribuição de pessoa jurídica.para campanha eleitoral.

  19. 2º mandato é diferente

    Dois pontos seria diferente em um segundo mandato:

    1º ela não teria que concorrer a uma releição, um peso nas costa a menos, poderia brigar mais com o congresso por reformas a tão sonhada consulta popular.

    2º o investimento em infra estrutura por um tempo, um ou dois anos, dará um pouco de fôlego a presidenta.
     

    Mas o maior problema é a falta de comprometimento do brasileiro, por isso a inflação, já pagamos os carros mais caro do mundo, os eletrônicos, e as roupas mais caras do mundo, poderiamos ficar uns 3 anos sem inflação e ainda esses continuariam lucrando alto, as só com uma reforma tributária e o pagamento claro de imposto faria o brasileiro discutir o lucro, esse sim o grande vilão da inflação, mas ninguém mexe nisso e fica vivo, só o povo como um todo poderia faze-lo, mas não ha comprometimento, tudo pelo “Status” e o pais vai continuando sendo um pais de miseráveis, só perdando para a Nigéria em distribuição de renda, uma hora acaba o governo social e volta a austeridade.

  20. Como somente agora meu caro?

    Como somente agora meu caro? Se as universidade tem sido expandidas a mais de 4 anos. Se a escolas técnicas tem sido construídas a mais de 4 anos. O Ciencia sem fronteiras tem sido exercidos a mais de 2 anos. Se a industria naval começou o seu ressurgimento das cinzas a mais de 7 anos com a exigencia de 60% de conteudo nacional. Ou vc acha q dar pra se fazer assim com num estalar de dedos? Se constroi um estaleiro em dias? Um prédio de uma universidade em horas? Existe pessoas q torcem o nariz, parecem parecem parecem … mas no fundo não são.

  21. [  2.     No meio,

    [  2.     No meio, investimento no ensino técnico e na regionalização do ensino superior]  Até como a ditadura mostrou, ensino técnico perimte alto níivel de desenvolvimento. Sem dúvida que universidade tem de  ser levada a todo cidade , até mais de 5 univesidades públicas em cada, como ainda ampliar em mais de 5.000% o ProUni, pois só ter diploma de nível superior de qualquer tipo e jeito garante renda superior em mais de 900%

  22. 13 razões para reeleger Dilma

    13 razões para reeleger Dilma

    Votarei pela Política Nacional de Participação Social; pela manutenção de cotas em universidades; pelo Enem, o Pronatec e o ProUni; e pelo aumento do percentual do PIB aplicado em educação

    12/09/2014

    Por Frei Betto

    1.    Apesar das mazelas e contradições do PT e do atual governo, votarei em Dilma para que se aprimorem as políticas sociais que, nos últimos 12 anos, tiraram da miséria 36 milhões de brasileiros.

    2.    Votarei para que o Brasil prossiga independente e soberano, livre das ingerências do FMI e do Banco Mundial, distante dos ditames da União Europeia e crítico às ações imperialistas dos EUA.

    3.    Votarei pela integração latino-americana e caribenha; pelo solidário apoio aos governos de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e Uruguai; pela autonomia da CELAC e do Mercosul.

    4.    Votarei pelo respeito ao direito constitucional de greves e manifestações públicas, sem criminalização dos movimentos sociais e de seus líderes.

    5.    Votarei pela Política Nacional de Participação Social; pela manutenção de cotas em universidades; pelo Enem, o Pronatec e o ProUni; e pelo aumento do percentual do PIB aplicado em educação.

    6.    Votarei a favor do Programa Mais Médicos que, graças à sua ação preventiva, fez decrescer a mortalidade infantil para 15,7 em cada 1.000 nascidos vivos.

    7.    Votarei pelo crédito facilitado e o reajuste anual do salário mínimo, de modo a ampliar o poder aquisitivo das famílias brasileiras, a ponto de viagens aéreas deixarem de ser um luxo das classes abastadas.

    8.    Votarei para que o trabalho escravo em fazendas do agronegócio seja severamente punido e tais propriedades confiscadas em prol da reforma agrária.

    9.    Votarei para que a Polícia Federal prossiga apartidária, efetuando prisões até mesmo de membros do governo, combatendo o narcotráfico, o contrabando e a atividade nefasta dos doleiros.

    10.    Votarei para que a inflação seja mantida sob controle e, no Brasil, o crescimento do IDH seja considerado mais importante que o do PIB. Se nosso PIB cresce pouco, nosso IDH é o segundo do mundo, atrás apenas dos EUA, se considerarmos o tamanho da população.

    11.    Votarei para que a nossa diplomacia permaneça independente, aliada às causas justas, sem tirar os sapatos nas alfândegas usamericanas e endossar o terrorismo bélico dos EUA, que dissemina lagrimas e sofrimentos em tantas regiões do planeta.

    12.    Votarei pela preservação do Marco Zero da internet, sem ingerência das gigantes de telecomunicações, interessadas em mercantilizar as redes sociais e manter controle sobre a comunicação digital.

    13.    Votarei, enfim, por um Brasil melhor, mesmo sabendo que o atual governo é contraditório e incapaz de promover reformas de estruturas e punir os responsáveis pelos crimes da ditadura militar. Porém, temo o retrocesso e, na atual conjuntura, não troco o conhecido pelo desconhecido.

    • Esqueceu de um a mais

      Pode adicicionar um item à mais: como poderemos votar num AECIN, play boy do Rio cuja irmã comanda o governo, dos aereportos na linha do pó, do helicóptero com 500 kg na direção do vento com poeira, ou na Marina, messiânica, incongruente, guiada somente pelça bíblia, sem sentido, sem projeto, sem partido, sem … nada.

      Nem que fosse por excessão, teriamos que votar na Dilma., porem eu voto nela porque acredito.

  23. [   Do lado da diplomacia,

    [   Do lado da diplomacia, aproveitar a ascensão dos BRICs – inclusive com a criação do banco – para negociar grandes investimentos em parceria na infraestrutura.[ O investimkento tem que  ser para que os nossos vizinhos tenham  condições mais elevadas socialmente para consumir nossa produção. A construção do porto em Cuba mostrou isso claramente. Sem essa  estrutura lá que permita entrar no mercado cubano é ínútil investir por aqui.

  24. A inveja e o conceito de desenvolvimento

    O Brasil tornou-se uma democracia social moderna antes de ter-se tornado uma economia competitiva.

    Este frase me chamou a tenção e me provocou um insight que considero importante. É o fato de que ninguém ( inclusive você Nassif) consegue conceber um conceito de desenvolvimento brasileiro e adaptado as condições culturais, sociais, e históricas do Brasil. Sempre se fala de um desenvolvimento brasileiro em relação a… É o Brasil comparado com a Europa, ou com o tigres asiáticos, ou com a América Latina. Sempre uma visão restrita de que o Brasil deve seguir caminhos dos outros, em outros lugares, com outras histórias. Talvez seja mesmo o velho complexo de vira-latas que a gente não consegue abandonar. Mas o breve comentário de Nassif que destaquei acima revela muito pois deixa claro que o Brasil segue caminhos errados e não sei porque dá certo! É lógico que temos que ter referências para nossas ideias mas já não está cansativo demais sempre pensar o Brasil em relação a..  do que entender sua própria e exclusiva trajetória dentro da história do mundo? É … de repente o Brasil é mesmo mais moderno na ideias do que na estrutura econômica mas o que ser moderno? É ser Inglês? Australiano? Filandês? Porque não é possível ser moderno simplesmente sendo brasileiro?

    • A inveja e o conceito de desenvolvimento

      Na mosca: Temos empresario estilo lorenzete que pregam sustetabilidade vendendo uma tranqueira de chuveiro que consome metade da energia do planeta quando é ligado.Copiamos os defeitos de fora para ganhar dinheiro facil gasdtando em Miiami e pagamos a midia para vender a sensaçao que o importante é o produto comprado mesmo que nao presta.Governo que é bom é governo que senta com o cartel midiatico e pede opiniao como fazer merda para ser vendida como perfume frances. O braiselro ta louco para consumir jornal midia televisao  revistas e os donos desses negocios insistem na merda nossa de cada dia.Nao sabem trabalhar um produtoque preste  e ainda querem dar conselho. parcem com os  Mailsos da Nobrega falando de economia quando sua inflaçao era de 80% ao mês.fui representante da siulfabril durante 21 anos eramos sinonimos de camisetas com 8o mil clientes ativos ate no rio amazonas vendiamos para indios.bastou contratar genios formados em Harvards da vida e DM9 na publicidade, para pedirem auto-falencia em 1988.

    • Concordo, o que os

      Concordo, o que os medernistas propuseram para as artes, vale para a economia também: somos antropofágicos. Mastigamos influências externas e devolvemos a nós mesmos e ao mundo algo novo, infinitamente criativo, “genuinamente” brasileiro.

      • pensado.

        as vezes isto amedronta-me e o que:

        – Mastigamos influências externas e devolvemos a nós mesmos e ao mundo algo novo, infinitamente criativo, “genuinamente” brasileiro.

        me conforta!

  25. Miriam Leitão e Dilma

    Primeiro que gosto das duas, mas não vou dar dois beijinhos nelas, dou três hehehe…

    O Nassif escreveu e tentou advinhar:

    “Dilma não respondeu às questões de curto prazo de Mirian por duas razões.

    Primeiro, pela dificuldade de admitir os erros da macroeconomia. Depois, por não poder antecipar correções de rumo, pelas óbvias implicações sobre o mercado.”

    Nassif, te tenho como ótimo jornalista, mas com a devida vênia, nesta aqui estas mais por fora do que umbigo de vedete.

    O governo da Dilma não tem: Rumo, Norte e Estrela. Vai ao sabor das ondas e enleio dos ventos.

    Como o do Lula.

    Se ela apreendeu alguma coisa no primeiro mandato, com certeza, não foi dar Rumo para a construção de uma nação brasileira que privilegie os interesses do povo e do Brasil, que estão em situação periclitantes por sinal, com a dívida pública que aumenta e o deficit em conta-corrente, para nosso desespero, também.

    A Dilma não tem a menor noção de como colocar o país funcionando, tivesse me ouvido e feito a reforma ministerial com 14 pastas e 72 secretarias, teria escutado um conselho matador, não fez e provavelmente não o fará.

    Voce, como ela é opaco ao que digo, infelizmente, mas não se engane, tem cabra que saca as minhas manhas e não deixa a discussão progredir, nunca se perguntou por que?

    • É muita presunção. E pelo

      É muita presunção. E pelo slogan escrito ao pé da página, entende-se o porquê. É do tipo que acha que sua opinião poderá repercutir e fazer as pessoas acreditarem que o lucro salvará as pessoas (podemos definir o que é pessoa também, posteiormente). Tomara que não seja ouvido por ninguém. Outro ponto bem interessante é de como se fala da falta de rumo e incompetência do Governo, mas seus números e políticas mostram resultados jamais sonhados por qualquer cidadão. Exceto, é claro, os que acham que dinheiro nunca é bastante.

    • os chineses fazem parte com o

      os chineses fazem parte com o Brasil  de acordo que significa que a China irá dividir o seu  desenvolvimento conosco

      • KKKKKKKK
        Piada da

        KKKKKKKK

        Piada da semana. 

        Ninguém divide nada maluco, muio menos os chineses. 

        Vai acreditando, vai confiando no chines bonzinho …

  26. A campanha está fazendo de

    A campanha está fazendo de Dilma um ser político e não é um ser político comum. É dela a certeza do domínio das questões e a segurança dos caminhos a traçar e percorrer, e com quem percorrer, e contra quem lutar para percorrer, com o conhecimento de todos os riscos e todas as relativizações possíveis. A campanha fez desabrochar de uma vez o carisma que todos falavam que ela não tinha, no início de seu governo, e que a exposição pouca e negativa da mídia teimava em fazer por não nascer. Dilma será de agora em diante uma figura política de primeira grandeza, com uma marca de fidelidade aos princípios de progresso social e econômico do país, com inteligência para entender e encaminhar os problemas elacionados a estes princípios, e também com uma marca de positiva austeridade. Resulta que tem agora um carisma muito forte, que ninguém mais terá coragem de lhe negar.

  27. Nassif,
    Acompanho você tanto

    Nassif,

    Acompanho você tanto na TV como na internet, considerando relevantes e consistentes seus argumentos. Tanto é verdade que utilizo o que divulga neste blog como fonte de reflexão acerca de uma série de temas. Da mesma forma recomendo aos meus alunos e outras pessoas que conheço ler seus questionamentos, suas colocações e análises sobre a conjuntura nacional.

    Apesar de todo esse respeito que tenho por você, queria deixar, não uma nota de apoio a quem quer que seja, mas meus votos de protestos acerca do que você deixou transparecer ao dizer que “Há o mundo das declarações públicas e o mundo das relações pessoais. Nesse tema, eu transito nesse segundo mundo, conversando com personagens que você só conhece pelos jornais. Formo meu juízo a partir de conversas com Delfim, Belluzzo, Mino, técnicos do governo, jornalistas que cobrem a área”.

    Sei que o contexto em que você fez essa colocação tinha um certo aspecto de garantir “peso” às suas colocações, porém a mim e, talvez, a alguns poucos de seus leitores soou como ARROGÂNCIA de sua parte – permita-me dizer isso. 

    Sua vida profissional, suas experiências nesse campo, pelo qual eu apenas começo a engatinhar, dão às suas colocações o peso que elas merecem. No entanto, todos nós, em alguns momento e em outros não, temos nossas razões  de termos certos posicionamentos, indo ao encontro ou de encontro aos seus. O que é pertinente à democracia que ambos defendemos. Assim, Nassif, não creio que comentários como esse em que você diz “… Nesse tema, eu transito nesse ‘segundo mundo’, conversando com personagens que ‘você’ só conhece pelos jornais”, estejam à altura da consideração e estima que eu e seus leitores lhe temos.

    Nassif, você não preciso desse tipo de argumentação para validar suas posições. O que você disse sobre sua vivência, todos nós já sabemos, por isso em nada acrescenta peso em suas palavras.

    O respeito às suas análises, por esse gesto infeliz de sua parte, em nada estão arranhadas quanto a mim. Não quero, em contrapartida, sentir o que eu digo menosprezado por não gozar de suas experiências nem por não frequentar as salas pelas quais você transita. O afago em alguns momentos deve ser trocado por palavras não tão amenas, mesmo em relação a quem temos apreço.

    Com grande estima, despeço-me

    Marcelo Macêdo

     

  28. DILMA/MARINA- NÃO

    Prezados, Vamos ser conscientes, a melhor opção eleitoral é do candidato Aécio(Serra,FHC,Alckmin,Beto Richa). E o Armínio Fraga ( economista de primeiro mundo). Tudo está ha nosso alcance, pensem bem, e depois não venham reclamar do Governo que tem.

    • Prezado(a),
      Eles já tiveram a

      Prezado(a),

      Eles já tiveram a sua chance e fizeram um lambança sem precedentes, lançando milhares de pessoas na rua e destroçando o patrimônio do País, sob influência da política econômica hegemônica e mecanismos nefastos de condução. Tenha amor pela sua terra e pelos seus.

    • Tome cuidado ao se abaixar

      Tome cuidado ao se abaixar que poderá acabar mostrando o que não deve.

      Coisa mais patética vir pedir votos em blog hein….

  29. Presidenta Dilma, eu sei que

    Presidenta Dilma, eu sei que a senhora lê aqui. Ouça quem torce pela senhora presidenta e pelo seu governo: melhore a comunicação governamental, ponha um ministro mais ativo, faça uma limpa nos órgãos de comunicação do governo (da Secom e suas estruturas, passando pelas NBR da vida – aliás, moderniza a TV – site, blog etc). Não é possível que em 2014 a comunicação do governo seja ruim, amadora, quase inexistente. E a senhora vai achar excelentes profissionais de comunicação – jovens (!) e experientes – em diversos órgãos do governo, estatais (BB, CEF, Petrobrás etc). Convoque-os, mas de antemão os que acreditam e compartilham seu projeto de governo, ou não vai adiantar. Continuará a mesma inércia, má vontade, sabotagem etc. 

  30. Da série: Meu Economista, Minha Vida

    Tem vezes que o Nassif extrapola demais querendo dar “lições de economia” a Dilma e ao Governo, e ainda com ares de superioridade, como neste caso. Nem o Presidente da VALE foi tão presunçoso assim, ao fazer uma brilhante matéria, recentemente. Acho que Nassif – embora dono do blog – deve descer a bola em relação aos seus conhecimentos muito específicos. Economista também é a Miriam Leitão, o Aécio Neves (grande coisa!) e acho que até a Dilma é economista, assim como o Pimentel em Minas, e muitos outros (mesmo assim, é o que menos parece importar nestas eleições).

    Economia é uma ciência social, cheia de “russos” para combinar perante qualquer quadro que queira ser antecipado ou domesticado. Alvarez Cabral devia ter trazido um economista no seu navio para lhe ajudar a criar esta nação, quem sabe seriamos mais evoluídos que os EUA. Quero ver esses economistas fora do estúdio da Globo, levantando o tripé no Haiti, por exemplo. Ao invés de todos esses soldados, o Brasil poderia enviar lá um grupo de economistas bacanas, com Note Book, e resolveria todos os problemas.

    Famosa escola de economia no Rio de Janeiro toma conselhos e convida para dar aulas a um modesto vendedor de balas, que possui banca de jornal bem enfrente da escola (isso foi bem noticiado, anos atrás). Brasil está cheio de bons “vendedores de balas”. O Lula poderia dar boas aulas aos economistas e está do lado da Dilma. Precisa a Dilma então das dicas do Nassif?

    A economia levada a números, para uma nação, é a resultante de forças políticas, sociais e de classes ou categorias com interesses diversos, somando a isso a interface entre uma nação independente e o mundo global, que suga as nossas riquezas, cuja conta também deve fechar. A Coréia do Norte envia foguetes ao espaço e suspeita-se que tenha até bomba atômica, ou seja, tecnologicamente bem na frente do Brasil, embora hermeticamente fechada ao mundo. A China sai do comunismo cada vez mais forte, perante qualquer cenário capitalista. Cuba nos dá lições de educação e saúde. Nos EUA observa-se, latente, uma explosão de racismo e de problemas sociais.

    Não existe paraíso fora. Queremos o paraíso aqui mesmo, na nossa casa, na nossa vizinhança. O Brasil tem como meta ser uma grande nação, autônoma, com economia planejada e, ainda, com visão estratégica focada em nossos vizinhos, detentores de riquezas naturais e de gente como a gente, embora não de capital financeiro relevante. O governante requer determinação para levar tudo isso adiante.

    Um Presidente determinado é melhor que centenas de economistas. Cada grande grupo empresarial tem o seu estoque de economistas. Eles trabalham impulsionando o consumo de determinadas bobagens. Outros trabalham aumentando a riqueza individual do seu patrão. Todos eles fariam o Brasil ganhar, trabalhando nos seus empregos, desde que essa riqueza tenha como destino aqui mesmo, no território nacional.

    O maior problema do Brasil não é a falta de matérias primas nem a geração de novas riquezas, mas sim a dificuldade para assegurar essa riqueza gerada dentro do território nacional, que escorrega como água entre os dedos. O “Bolsa Família” é então um investimento, pois é dinheiro que circula pelo país, desde um bolso humilde, irrigando toda a economia. O cuidado a ser tomado é que esta escalada de crescimento gerado por esta irrigação popular não chegue às mãos de doleiros ou de brasileiros de Miami.

    Dilma falou o que muitos pensamos no meio e longo prazo: Educação, Tecnologia e Inovação. Eu somaria a isso a educação cívica e cultural da nossa juventude, para que os jovens possam enxergar, dentro do território brasileiro, o destino do seu lazer, dos seus investimentos, dos seus sonhos e até do seu túmulo. Eu apenas agregaria o cuidado que devemos ter com as “perdas internacionais”, como falava Brizola, que sugam dinheiro do Brasil desde as patentes, direitos autorais, doleiros que levam dinheiro de corrupção para paraísos fiscais, remessas de lucros, e etc.

    Aquele tripé ficará paradinho, bonitinho e equilibrado, quando todo o exercício econômico da nação brasileira seja soberano, com começo, meio e fim, dento do território nacional.

    • Alexis sobrou prá ti

      Argumentação malandra, que fala de física quântica, coréia do norte e filhote de balei, para dizer que não existem conhecimentos práticos, derivados da teoria, que são relevantes nas estratégias e táticas que uma facção, pode ser nação também, usa para enriquecer e conquistar poder.

      Você conclue com a receita de manter o tripé nefasto e não mudar nada pois têm a certeza que “ninguém” quer mudar os aproveitadores que se refestelam com as riquezas do Brasil, espoliando o povo e a nação sem dó com todos os artifícios possíveis imagináveis e desconhecidos dos otários, digo cidadãos, daqui.

      Só por que você quer, não é? KKKKKKK!!!!!!!!!

      Acorda, meu! 

      Têm cara que nasce e é treinado para dirigir e manter o poder que foi conquistado pelos que dominam o planeta hoje e fazem confluir para eles TODA a riqueza gerada, a concentração nunca foi tão grande e está aumentando.

      Têm dois jeitos do Brasil mudar isto, pegar um destes sujeitos lá de dentro que sabem como o jogo funciona e colocá-lo do nosso lado, ou seguir o que eu falo.

      Fora disto, neca di pitibiribas.

       

      • Queria ter sido mais resumido

        A minha intenção foi destacar a falta de humildade do Nassif ao criticar as politicas econômicas do governo. Até o Presidente da VALE foi mais comedido. Não aguento economista dando palpites de como governar um país, como se todo se limitasse ao tal do tripé.

        Quero ver esses economistas ajudando Haití..

         

        • Ajudar o Haiti é como ajudar o Brasil e os donos do Dólar

          Só com as ferramentas e os instrumentos certos, operados por pessoas habilitadas e destras.

          Não têm erro, pelo menos na civilização em que estamos inseridos atualmente.

          • É Alexandre

            O buraco é bem mais embaixo

            Obrigado pelos seus comentários. Gastei um tempão em desenvolver o meu comentário acima e agradeço muito a sua participação.

          • Humildade aqui e arrogância significam a mesma coisa = NADA

            O que interessa é bola na rede, como o carismático Lula prezava em dizer nos bons tempos futebolísticos.

            Não existe compaixão ou amizade no que estou discutindo, ou se têm bala na agulha para negociar, e bala aqui é estratégia e meios vencedores à disposição do Brasil, ou não se tem nada para colocar na mesa.

            Conta é ter condições  de dialogar com os 53 grupos transnacionais que dominam o planeta e obedecem a uma agenda secreta, mas que não deve fugir muito do governo global que o outro comentarista aqui neste post falou que a Dilma está atrasando.

            O Brasil não tem de se curvar a interesses contrários aos do seu povo, muito pelo contrário, nestes anos todos fomos explorados ao máximo, reverter isto é fundamental, não são meia dúzia de empresários, Vale inclusa, que irão fazer a diferença, mesmo porque estes empresários estão todos interligados com suas participações acionárias cruzadas.

            O presidênte daqui, com o nosso modelo presidencialista têm condições de mudar isto, não na marra, negociando, mas para isto tem de abrir as negociações e ter o que oferecer. Para começar um país organizado e produtivo, sem conflitos e com uma população promissora é um belo capital para iniciar a conversa. Com um bom projeto conquista corações e mentes, povo e congresso, ai estamos em outro patamar.

            Obrigado por abrir a discussão sobre um assunto tabu aqui no blog, não são todos que se sentem à vontade para tocar nestes pontos.

             

  31. falta o médio prazo

    O que conecta um sistema de inovação (inclusive educacional) com a economia é um sistema produtivo capaz de usar conhecimento inensivamente.

    Dilma foi muito bem em políticas sociais, o mesmo valendo para C&T, bem em infra, razoavelmente em macroeconomia e pessimamente na indústria. Sem indústria, ou só com indústria de montagem ou de bens simples, o sistema de inovação não se sustenta. 

    Ou melhor, nem existe, já que o cerne de um sistema de inovação são empresas avidamente inovadoras. Mesmo nos países altamente desenvolvidos, mais de 90% estão na manufatura, dos quais mais de 90% estão em química fina, eletrônica (sobretudo insumos), automobilísitca, instrumentos de precisão e mecânica. 

    Quase todos setores que tem se saído muito mal – e é evidente que bastava não ter transformado a desoneração de folha em oba oba, que poderia ter se feito muito mais nesse front. 

    Se Dilma não levar a sério essa lição, cantada em prosa e verso pela experiênca leste-asiática, o Brasil vai ter um monte de doutores trabalhando de garçom em 25 anos. 

     

    • Não adianta

      Nenhuma explicação teórica adianta quando empresas, de comum acordo, suspendem investimentos, adiam pagamentos a terceiros e demitem, apenas com finalidade política. O Presidente da VALE colocou muito bem essa questão.

    • [  Se Dilma não levar a sério

      [  Se Dilma não levar a sério essa lição, cantada em prosa e verso pela experiênca leste-asiática, o Brasil vai ter um monte de doutores trabalhando de garçom em 25 anos.]  Dilma tá certa então. Doutores já somos um dos maiores tituladores da face da terra, mas de garçom estamos literalmente pessimamente mal servidos. E a razão é simples: estamo tentando o mesmo modelo dos que não têm recursos naturais, cuja única fonte de renda possível é educação. No contrário, nosso caso, ignrância rende muito mais, a riqueza aflora da terra, basta sem esperto e pegá-la. O caso da Amazônia é clara: com uns vintes carapiau para corta árvores ganahndo R$ 5 pordia, pode render bilhões sem um pingo de esforço

  32. Economia tucana…

    Faz mais de dez anos que o Brasil sustenta São Paulo, no vermelho, conduzida por tucanos!…

  33. pergunta e resposta de simuladão do ENEM 2014

    O que a campanha política está ensinando para Dilma

    esta questão está na cara! é o óbvio ululante:

    a campanha política está ensinando para a candidata Dilma que a política econômico-financeira “enxuga gelo desonerativo” do governo da presidenta Dilma atravanca complica implode que é uma beleza! sua incerta incerteza, na alta rejeição mercadológica, de se conseguir sucesso eleitoral nas eleições 2014 que se apresentam, no fundo bem lá fundo subliminar, com um caráter político plebiscitário no inconsciente coletivo do brasileiro novidadeiro… cansado exausto pedindo água de tanta mudança e crescimento nas realizações plano de metas do atual governo Dilma JK.50.5.

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