
Até meados da semana passada, tinha aumentado bastante a chance de Aécio Neves ir para o segundo turno. Essa possibilidade reduziu-se bastante nos últimos dias. Seu crescimento na semana passada induziu alguns institutos a apostar que poderia passar Marina até o dia 28. Não ocorreu. Chegou nos limites da margem de erro, a 5 pontos de Marina, mas não conseguiu sustentar o crescimento. Quando se analisa a tendência de voto a ele, cresce muito devagar, com algumas oscilações para baixo. E Marina parece sustentar sua posição na faixa dos 23 a 24%.
Em função do melhor desempenho no debate de ontem, na Record, é possível que Aécio melhore um pouco. Mas a probabilidade maior é de Marina passar para o segundo turno.
Do mesmo modo, Dilma vem crescendo significativamente nos últimos dias. Cresceu a probabilidade da eleição ser definida no primeiro turno. Mas a chance maior – na faixa de 80% – é haver segundo turno.
Dos dois adversários de Dilma, Marina é a que tem maior potencial. O voto em Aécio é francamente de protesto, antipetista, e tenderá a ser absorvido quase na totalidade pela candidatura Marina. Já o voto em Marina não é homogêneo, de maneira que Aécio só conseguiria absorver parte da votação.
Francy Lisboa
29 de setembro de 2014 5:26 pmVoto de Marina é homgênio
Voto de Marina é homgênio desde quando?
Certa vez comenti por aqui que Marina reunia o pessoa despolitizado que gostava de salvar o plantea contra o mal dos combustiveis fósseis, mas não ficava sem o seu carro. Bem, esse eleitorado já está debandando de Marina. Este é o verdadeiro curral de Marina, o resto é anti-petismo do mais tosco possível. Tenho conhecidos que tem o ceio familiar formado por militares, até a queda do jatinho da peixaria eles eram aecistas até morrer. Veio o gurufim dos olhos de esmeralda e eles se tornaram Marina assim que ela apareceu com reais chances de derrotar, segundo eles, o mal comunista e ladrão da nação que deve ser eliminado de qualquer jeito.
Marina nunca teve eleitorado homogêneo, aliás, ninguém tem. O que podemos afirmar é que Dilma tem maior proproção de votos leais e não movidos pelo ódio.
https://jornalggn.com.br/blog/francy-lisboa/as-chances-de-dilma-no-1%C2%BA-turno-e-a-efemeridade-da-anti-materia-do-petismo
airam
29 de setembro de 2014 5:26 pmÉ aí que mora o perigo
O voto contra o PT é para qualquer um, não importa o projeto ou as ideias. Vale qualquer coisa.
IV AVATAR
29 de setembro de 2014 6:07 pmQualquer lixo serve mesmo
Quando deveriam estar na Papuda estão é concorrendo a cargos eletivos, se dependesse do Gilmar Mendes o Arruda seria o próximo governador do DF. Marta tinha feito uma boa gestão em SP e sua gestão era aprovada pela população apesar da campanha diária da midia. Mas a campanha do ódio contra o PT levou à prefeitura administrações desastrosas. Quando SP viu que a cidade estava no fundo do poço, resolveu chamar o PT de volta e hoje, novamente, a mídia se volta contra o PT para detonar Haddad. Geralmente as pessoas não se importam que rico roube, acham até chique, André Lara Rezende, guru de Marina, ficou rico da noite pro dia com a privataria tucana, há tantos casos por ai
[video:https://www.youtube.com/watch?v=22Ygk15lCGY%5D
Assis Ribeiro
29 de setembro de 2014 5:28 pmSe Marina com 23 % à 24% esta
Se Marina com 23 % à 24% está com esse baixo índice na frente de Aécio, como menciona o artigo, a possibilidade de vitória de Dilma no 1º turno é grande
O artigo diz ainda:
“Do mesmo modo, Dilma vem crescendo significativamente nos últimos dias”
Se Dilma chegar aos 43% dos votos totais a vitória lhe estará garantida no 1º turno, historicamente os votos brancos e nulos nunca estiveram abaixo dos 7, ( ) %
A expectativa desta eleição ser recorde em votos brancos e nulos foi dita por todos os analistas
Dados da última pesquisa Datafolha
G1 – Dilma tem 40%, Marina, 27%, e Aécio, 18%, aponta ..
João Alexandre
29 de setembro de 2014 6:17 pmExatamente!
Exatamente!
Ramon Rosa
30 de setembro de 2014 12:32 amConcordo contigo
Geralmente os votos brancos e nulos ficam entre 7 e 8%, o somatório com as abstenções chegam a 25% facilmente. A questão é saber quem perde mais com as abstenções que não são perfeitamente captadas pelos institutos de pesquisa.
Quando perguntam a alguém que tem simpatia por um dos candidatos mas que está longe do seu domicílio eleitoral, a tendência é ele declarar em quem votaria, e não declarar-se indeciso ou que não votará em ninguém. Os institutos pecam nesse ponto, sendo assim, não dá para cravar que haverá uma vitória no primeiro turno. Mas acredito e torço para que a fatura seja liquidada em 3 de outubro.
Não estou confiando nada nesses números que as pesquisas estão apresentando. O que noto nas ruas é que Dilma e Aécio crescem enquanto Marina se desmancha.
Maria Carvalho
30 de setembro de 2014 1:29 amPrezado Assis Ribeiro,
ainda tem que se levar em consideração que, em todo o país, três milhões de eleitores não compareceram para fazer o recadastramento biométrico: em quais regiões? qual a faixa etária desses eleitores? nível de escolaridade? nível sócio-econômico?
é por aí…
Gão
29 de setembro de 2014 5:44 pmDataCaf
Pesquisa Datacaf 29/09: Dilma 43% Marina 23% Aécio 16% – 2º Turno: Dilma 47% Marina 39%
vai que
Marco Antonio L.
29 de setembro de 2014 7:45 pmSe considerarmos que a soma
Se considerarmos que a soma total de todos os candidatos seja 84%, os votos válidos da Dilma estarão com 51%, portanto reeleita em primeiro turno.
Marco Antonio L.
29 de setembro de 2014 7:48 pmProbabilidade maior é não ter
Probabilidade maior é não ter segundo turno. Dilma continua subindo, Marina continua caindo e Aécio cai.
Diogo Costa
29 de setembro de 2014 5:45 pmO ‘Fora de Pauta’ está funcionando, Nassif?
Por via das dúvidas, vai aqui mesmo:
ATIPICIDADES DO ATUAL CENÁRIO ELEITORAL BRASILEIRO – Em sete dias chegará finalmente a hora da verdade no pleito de 2014. Não se pode compreender o cenário desta eleição sem voltar um pouco no tempo para entender as circunstâncias que nos levaram até aqui.
O ano de 2012 marcou o pontapé inicial na estratégia da oposição tradicional (‘grande mídia’, PSDB, DEM e PPS). Em maio deste ano o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, inventou uma estória a respeito de um encontro que teve com Lula no escritório particular do ex Ministro Nelson Jobim.
Disse o ministro nomeado por FHC que Lula havia sugerido que o julgamento da AP 470 não deveria ser feito de forma simultânea com o processo eleitoral municipal de 2012 (o que em si não teria nada de mais). A “denúncia” premeditada com fins escusos e eminentemente político-partidários foi prontamente rechaçada por Lula e Nelson Jobim.
No entanto o aparato oligopólico de mídia conseguiu o seu intento a partir deste factoide. Ou seja, conseguiu que o então presidente do STF, Carlos Ayres Britto, finalmente marcasse a data do julgamento para o dia 02 de agosto, no meio do processo eleitoral, como queriam os inimigos de Lula e do PT.
A partir de 02 de agosto, e durante intermináveis 04 meses e meio (até o dia 17 de dezembro de 2012), teria lugar no Brasil um abominável e inédito processo de linchamento pirotécnico contra os réus da referida ação. O linchamento teve como alvo preferencial, como não poderia deixar de ser, as grandes e históricas figuras públicas do Partido dos Trabalhadores.
Do ponto de vista jurídico-político esse julgamento caiu como uma bomba na cabeça dos réus petistas. Mas do ponto de vista partidário as movimentações políticas visando 2014 começaram antes até deste referido julgamento.
O governador de Pernambuco na época, Eduardo Campos, começaria no pleito de 2012 a sua estratégia de montar uma “terceira via” política. Para tanto ele se movimentou e conduziu o PSB para um afastamento do PT em algumas cidades importantes, onde havia uma histórica aliança entre estes partidos.
O caso mais notório dessa estratégia de distanciamento do PSB em relação ao PT foi o da disputa da cidade do Recife, que há 12 anos estava sob controle do PT. No mês de junho de 2012, quando Eduardo Campos rompeu com o PT pernambucano e lançou Geraldo Júlio para a prefeitura teve início a ruptura maior que o tempo haveria de confirmar.
Da mesma forma que se afastou do PT, Eduardo Campos costurou e amplificou as alianças diversas com o PSDB nas eleições municipais de 2012 (o PSB e o PSDB tinham alianças municipais e estaduais anteriores ao pleito deste ano, inclusive). O caso mais importante onde essa estratégia foi aplicada aconteceu em Belo Horizonte onde o prefeito Márcio Lacerda, em busca da reeleição, derrotou por estreita margem o candidato petista, Patrus Ananias.
Em dezembro de 2012 FHC lançou Aécio Neves para a presidência da república. Eduardo Campos negaria essa pretensão até outubro de 2013.
Durante todo o ano de 2013 a oposição tratou de buscar uma ruptura do PSB com o bloco de apoio ao governo, além de incentivar a candidatura presidencial de Eduardo Campos. Ao fim e ao cabo conseguiram. Mas a estratégia da oposição nunca foi somente esta. Sempre souberam eles que seria muito importante lançar o maior número de candidaturas possíveis contra a reeleição de Dilma Rousseff. Trabalhariam com afinco neste sentido até junho de 2014.
Dentro dessa estratégia de lançar inúmeras candidaturas contra o PT, a ‘grande mídia’ tratou de endeusar Joaquim Barbosa e de tratá-lo como um dos postulantes ao Palácio do Planalto até o dia 05 de abril de 2014 (prazo final para a desincompatibilização e filiação de magistrados).
Outra ponta dessa estratégia era garantir a candidatura de Marina Silva, que em fevereiro de 2013 começou a coleta de assinaturas para criar um partido que poderia finalmente chamar de seu, no caso, a Rede Sustentabilidade. Essa estratégia foi anulada por incompetência pura e simples de Marina e de seus aliados que em 08 meses não conseguiram juntar sequer as 490.000 assinaturas necessárias para oficializar a novel legenda.
Para não ver naufragar completamente a tese das múltiplas e viáveis candidaturas oposicionistas, ainda conseguiram convencer Eduardo Campos e Marina Silva a assumir um casamento de fachada na data limite para tanto (05 de outubro de 2013).
Marina filiou-se no PSB e essa decisão, tomada há quase 01 ano, é que está salvando a oposição de sofrer a sua maior derrota em todos os tempos para o PT.
No meio de tudo isto ainda houve a questão do junho de 2013. As manifestações começaram logo após a virulenta repressão da PM de São Paulo, comandada há 20 anos ininterruptos pelo PSDB, contra um protesto do MPL em 06 de junho. A revolta foi crescendo e se alastrou por quase todo o Brasil até chegar ao seu ápice no dia 20 de junho.
Não se trata agora de analisar de forma aprofundada este fenômeno, mas sim de compreender que a brutal instrumentalização midiática que foi feita a partir dele atingiu em cheio, tal e qual a AP 470, o Partido dos Trabalhadores. Note-se que a AP 470 sequer arranhou a popularidade de Dilma Rousseff, em compensação as manifestações de junho de 2013 derrubaram momentânea, abrupta e fortemente o apoio popular ao seu governo.
Chegamos enfim ao ano de 2014 e em abril se dissipou toda e qualquer ideia de candidatura de Joaquim Barbosa. O cenário eleitoral se delineou com apenas 03 candidaturas viáveis eleitoralmente (Eduardo Campos, Aécio Neves e Dilma Rousseff). Bom para o governo federal e ruim para a oposição.
Passada a breve digressão, passemos ao cenário eleitoral em si.
As duas últimas pesquisas feitas pelo Datafolha antes da morte de Eduardo Campos mostraram Dilma Rousseff rigorosamente no mesmo patamar, com 50% dos votos válidos. A eleição de 2014, para surpresa dos que pouco entendem de política, se encaminhava para uma reeleição tranquila de Dilma.
E então veio a tragédia que provocou uma comoção nacional. No dia 13 de agosto de 2014 o candidato presidencial do PSB, Eduardo Campos, morreu num acidente de avião na cidade de Santos, no Estado de São Paulo.
Uma eleição que até então, diga-se de passagem, estava absoluta e rigorosamente favorável para a manutenção de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, como atestavam as duas pesquisas feitas pelo Datafolha desde o início da campanha em 05 de julho.
O que parecia ser uma volta olímpica da situação de uma hora para outra se tornou uma dura e renhida batalha.
Marina Silva ressurgiu das cinzas da insignificância e da incompetência (sequer conseguiu fundar o seu próprio partido) para virar do avesso as expectativas eleitorais. Ela se beneficiou duplamente do novo cenário político.
Em primeiro lugar a comoção causada pela morte de Eduardo Campos a catapultou de forma fulminante na disputa. E em segundo lugar Marina Silva deixou de ser alvo da oposição e da situação desde outubro de 2013, quando se viu que ela não seria candidata. Ficou, portanto, de outubro de 2013 até 13 de agosto de 2014 pairando acima das contendas políticas enquanto Dilma, Aécio e Eduardo Campos estavam se engalfinhando no ringue há muito e muito tempo.
Marina entrou lépida e fagueira no meio da campanha, beneficiada pela preservação política de quem havia submergido e beneficiada pela comoção de uma tragédia. Fosse Marina Silva a candidata do PSB desde o início e a sua aura já teria sido quebrada (como vem sendo agora). Como não era, se preservou e conseguiu subir de forma meteórica.
Passada a tragédia o que vimos foi o Datafolha colocar Dilma Rousseff e Marina Silva empatadas na intenção de votos (39% dos votos válidos) quando se contavam apenas 16 dias da morte de Eduardo Campos (no segundo turno a vantagem de Marina foi marcada em 10 pontos percentuais para cima de Dilma).
A partir deste ápice “marinístico”, ocorrido no dia 29 de agosto de 2014, todos os levantamentos do Datafolha mostraram a queda gradual e constante de Marina e a subida também gradual e constante de Dilma tanto no primeiro quanto no hipotético segundo turno da disputa. Chegamos nesta toada até o cenário atual, de franca recuperação de Dilma e de queda da moça lá do Acre.
O Datafolha nos diz que Dilma tem hoje 45% dos votos válidos. Não é de forma alguma um patamar surpreendente visto que nas duas pesquisas anteriores ao falecimento de Eduardo Campos a presidenta ostentava a excelente marca de 50% dos votos válidos.
A verdade é que se a tragédia que abateu Eduardo Campos tivesse ocorrido um mês antes, lá por meados de julho, Marina Silva não teria a mínima condição de romper com a polarização PT x PSDB. O pouco tempo em que ela figurou como candidata presidencial foi um ponto a seu favor pois impediu que o transcorrer normal do debate a fizesse derreter a tempo de ser superada por Aécio Neves.
Como o que importa são os fatos, não há que se tergiversar. Marina Silva foi beneficiada pela comoção de uma tragédia? Sim. Foi beneficiada por ter entrado totalmente preservada e livre de críticas no meio e não no início da campanha? Sim. Mas isso agora pouco importa. Foi o que aconteceu e é em cima disto que se deve trabalhar.
É inegável que Dilma Rousseff se recupera fortemente, que a candidatura de Marina está em queda e que Aécio Neves está subindo ligeiramente. O que acontece é que não há mais um mês de campanha, mas sim apenas uma semana. Penso que as curvas de intenções de votos dos candidatos não irão se modificar e defendo a tese de que há uma grande possibilidade de haver um segundo turno.
Este hipotético segundo turno seria entre Dilma Rousseff e Marina Silva, alijando o PSDB da polarização que durou 20 anos. E penso desta forma apenas porque temos só uma semana até a votação. Se tivéssemos duas semanas a grande possibilidade seria a de vitória de Dilma Rousseff já no primeiro turno e a de aproximação ainda maior entre Marina e Aécio.
Dilma entrará no segundo turno com muita força, numa crescente política. Marina, ao contrário, entrará no segundo turno em linha descendente. Isto faz muita diferença em qualquer disputa.
Além disso, e apesar do senso comum que diz que “segundo turno é outra eleição”, a experiência histórica nos mostra que jamais houve uma virada em eleições presidenciais no Brasil.
Mesmo no campo das eleições estaduais as viradas não são uma constante. Tivemos até hoje 79 segundos turnos em disputas estaduais e apenas 22 viradas. Entre estas 22 viradas estaduais, apenas 04 ocorreram quando a diferença do primeiro para o segundo colocado no primeiro turno foi superior aos 10% de votos válidos. Em apenas uma oportunidade (entre as 22) houve uma virada quando a diferença do primeiro para o segundo colocado no primeiro turno da disputa estadual foi superior a 13% dos votos válidos.
Ou seja, mesmo as viradas estaduais são uma minoria. E são uma ínfima minoria quando a diferença entre os postulantes é superior aos 10% de votos válidos. A única virada que houve quando a diferença entre os postulantes ficou acima de 13% dos votos válidos demonstra bem o caráter excepcional deste acontecimento.
A grande batalha deste pleito de 2014, o grande cabo de guerra entre situação e oposição foi disputado em torno dos percentuais de votos válidos de Dilma no primeiro turno. Era e é de fundamental importância para a oposição conseguir fazer com que Dilma tenha um baixo percentual de votos no primeiro turno. Essa batalha Dilma já venceu.
Nas campanhas vitoriosas do PT em 2002, 2006 e 2010, os votos válidos conquistados pela legenda nos respectivos primeiros turnos ficaram entre 46 e 48%. Tudo indica que Dilma vai ficar exatamente nessa média no pleito atual e isto representa uma doída derrota na estratégia oposicionista de desgaste permanente de Dilma e do PT.
Essa estratégia simplesmente não deu certo e o hipotético segundo turno, como já vimos, não deverá trazer grandes surpresas mas sim confirmar a reeleição de Dilma Rousseff.
Sem querer dar uma de adivinho, mas tentando ser isento e analisar as oscilações dos postulantes, termino colocando os percentuais que imagino que veremos na apuração de 05 de outubro.
Desde 10 de setembro e também em 24 de setembro defendi que estes percentuais de votos válidos acabariam sendo o retrato aproximado do primeiro turno de 2014. Faltando apenas sete dias para o pleito, mantenho a avaliação:
-Dilma Rousseff: 47%;
-Marina: 28%;
-Aécio Neves: 22%;
-Outros: 03%.
A conferir.
alexis
29 de setembro de 2014 6:33 pmDiretoria do Blog
Liga para a cobertura do blog e pede para alguém da Diretoria, ou seja, o Gunter. Eles nem passam pelo Fora de Pauta e publicam diretamente.
Francy Lisboa
29 de setembro de 2014 6:36 pmMaldaaaaade rs.
Maldaaaaade rs.
alexis
29 de setembro de 2014 9:07 pmMaldade nada!
Acabo de ver o post do Diogo publicado acima.
Deve ter ligado para a Diretoria.
Maria Carvalho
30 de setembro de 2014 1:16 amPrezado alexis,
não sei o que ocorre, pois gostaria de ver o artigo que postei no Fora de Pauta publicado: A urna eletrônica e os eleitos.
Enfim… acho que não “passou”.
Alessandroaf
29 de setembro de 2014 6:03 pmMarina derrete
Incríveis a subida e a queda dessa candidata.
Vai ser preciso um estômago de passarinho pra chegar no segundo turno e cravar o nome dela.
Nunca vi candidata tão fraca. E olhe que é o segundo pleito dela.
Se o PSDB nu chegar ao segundo turno, é bom mudar a razão social.
Alessandroaf
29 de setembro de 2014 6:14 pmMarina derrete
Incríveis a subida e a queda dessa candidata.
Vai ser preciso um estômago de passarinho pra chegar no segundo turno e cravar o nome dela.
Nunca vi candidata tão fraca. E olhe que é o segundo pleito dela.
Se o PSDB nu chegar ao segundo turno, é bom mudar a razão social.
sergioa
29 de setembro de 2014 6:24 pmA Dilma está com 45% dos
A Dilma está com 45% dos votos válidos, segundo os dados do Datafalha.
Tratando-se do Datafalha, que infla os votos dos nanicos e joga Aécio no topo da margem de erro, é bem provável que na verdade o indice de votos válidos da Dilma é maior.
Estes números são referentes até no máximo dia 26/09. Como nada de novo aconteceu para brecar o crescimento da Dilma, e ainda finalmente o PT e a Dilma saíram do imobilismo que se encontravam até pouco tempo, acredito que a parada será resolvida no primeiro turno.
Luis S
29 de setembro de 2014 7:21 pmWishful thinking
Voce esta aplicando a segunda lei de Newton a opinioes politicas? De onde voce tirou que se 5% decidiram por Dilma semana passada, e nada mais acontecer, outros 5% vao optar por ela essa semana?
Cada bobeira a gente tem que ler!
Tambem gostaria que ganhasse no primeiro turno, mas NAO VAI ACONTECER. O que aconteceu nos ultimos dias foi principalmente recuperacao de pontos perdidos no ambiente emocional do lancamento de Marina. Sim, tambem houve uma pequena parcela dos indecisos que optou por Dilma, mas essa semana vai ser um bombardeio por dia, o que certamente vai dar o efeito de manter as coisas como estao.
E’ bom apertar o passo, mas ficar acreditando na carochinha do primeiro turno e’ perigoso, porque faz o segundo turno parecer uma derrota.
Maria Luisa
29 de setembro de 2014 6:29 pmCautela
Em 2010 muito se falou me vitoria no primeiro turno, eu sempre duvidei, agora teremos um cenario parecido, mais dificil até, com Marina se posicionando como a candidata dos que quererm “mudança”. E acho que teremos um segundo turno bem pesado, tal qual 2010… Ainda vão tentar jogar o maluco de Brasilia pra cima da presidente Dilma. Previsivel.
MAAR
29 de setembro de 2014 6:33 pmGREVE OU LOCKOUT?
A candidatura estribada no PSB deve ficar muito grata com a divulgação de especulações semelhantes a esta que se vê no artigo em tela, visto que significa na prática uma sugestão de voto útil por parte dos partidários do anti-petismo. Talvez não seja a intenção do autor, que declara haver optado pela reeleição, mas o artigo tende a funcionar como uma propaganda subliminar, cujo efeito poderia ser o de induzir um segundo turno com a candidata dirigida pelo capital financeiro, promotor ferrenho dos interesses anti-sociais da hegemonia norte-americana e da direita golpista deste nosso país tropical. Por falar em direita golpista, é deplorável o anúncio de greve bancária na semana das eleições. Se esta greve ocorrer de fato, parecerá lockout, pois favorecerá os interesses eleitorais dos banqueiros e constituirá uma asquerosa sabotagem contra a democracia. E será surpreendente, pois consta que as organizações representativas dos trabalhadores sejam a base de apoio ao PT. Aliás, deveria existir norma legal para proibir greve de serviços essenciais em período eleitoral.
Mario Siqueira
29 de setembro de 2014 7:53 pmNassif fazendo…
Nassif fazendo propaganda subliminar contra Dilma ! Tô fora.
Só volto a ler o blog no domingo à noite.
Vai que eu resolva votar na seringalista…Xô fadinha da floresta !
Notade3
29 de setembro de 2014 6:38 pmMovimento da ultima semana antes da elição
Aqui em são paulo tenho percebido que muitos indecisos estão declinando para votar na Dilma. Muitos estava com receio de votar na Dilma, provavelmente devido ao bombardeio da midia. Mas com a desconstrução da candidata Marina e com esta subida da Dilma nas ultimas semanas estão começando a optar pela reeileção. Se este movimento se consolidar Dilma fatura no primeiro turno. Aquele movimento de votos da ultima semana antes da eleição. Que levou Haddad para o segundo turno na ultima eleição municipal. E que fez Marina pular em uma semana de 13% para 20% em 2010. Parece que nesta eleição este movimento de vespera de será em favor da Dilma. Isto é que tenho observado no ciclo social que convivo. Algumas pessoas que conversei que ha 5 meses nem pensavam em votar na Dilma estão optando pelo reeileição.
Vcs tem observado este movimento, de indecisos optando pela Dilma?
O que vcs acham?
chico da dilma
29 de setembro de 2014 6:44 pmNotade3,carissímo.
Tu estás revelando-se uma Notade10.
Eliane Ribeiro
29 de setembro de 2014 7:04 pmTambem estou notando,essa
Tambem estou notando,essa recuperação da Dilma ,e digo não foi graças Santana,foi boca da Marina mesmo,tive uma excelente supresa ao contrario do que pensam,qualquer platitude convence o eleitor não e bem assim.
visão da periferia com ensino tecnico,eu pensei que o Bom dia Brasil ia Fazer um estrago,com as Erratas,e as Bolas levantadas para Marina.foi ao Contrario os que sondei,foram categoricos a “Marina não entende nada,não tem como entregar o Pais na Mão dela”.
“Dilma ja mostrou que sabia o que estava falando ela defendeu o Pais,ela usou uns numeros desatualizados,mais gostei da atitulde dela foi esperta”
MAAR
29 de setembro de 2014 7:15 pmARTIGO POUCO DIVULGADO
Muito interessante um artigo que teve pouca divulgação e descobri aqui por acaso. O texto apresenta ponderações inteligentes, comparações relevantes e conclusões bem consistentes. É estranho que não haja ainda nenhum comentário na página, visto que a edição está com data de ontem, 28/09. Significa que não foi estampado nas manchetes do jornal nem por um instante, o que causa espécie, em face da qualidade do texto. Tive ciência da existência do post apenas graças a um comentário editado em outra notícia com o link para este artigo. Deveria se mais divulgado. Segue o link: https://jornalggn.com.br/blog/francy-lisboa/as-chances-de-dilma-no-1%C2%BA-turno-e-a-efemeridade-da-anti-materia-do-petismo
MAAR
29 de setembro de 2014 9:28 pmNOTA DE ESCLARECIMENTO
Cabe ressaltar que o comentário acima se refere ao artigo cujo link está referenciado ao final do mesmo, ao passo que o comentário que postei antes, e que está editado logo abaixo desta nota de esclarecimento, é referente ao artigo editado na presente página.
Marco Antonio L.
29 de setembro de 2014 7:47 pmCravo no dia 5 de outubro
Cravo no dia 5 de outubro Dilma 48%, Marina 17% e Aécio 14%.
sergioa
29 de setembro de 2014 7:54 pmConforme já havia citado
Conforme já havia citado antes, Dilma continua crescendo.
Agora na pesquisa CNT feita entre 27 e 28 Dilma cresceu 4,4 pontos, enquanto Marina caiu 2,2 e Aécio subiu 2,2.
Ou seja a chance de vitória no primeiro turno cresce de forma continua.
altamiro souza
29 de setembro de 2014 8:20 pmse dilma subir a 43,45 por
se dilma subir a 43,45 por cento, é no rimeiro.
mas historicamente smpre huve segundo turno.
Calvin
29 de setembro de 2014 8:23 pmConcordo 100%!
A dúvida é qual tendência inicia o 2º turno, com o mercado reagindo negativamente e provavelmente a falta de vagas de emprego começando a bater na porta do eleitorado, como prevê Benjamim Steinbruch…
Jorge Luis
29 de setembro de 2014 8:38 pmSei não. Depois da última
Sei não. Depois da última pesquina CNT/MDA, a possibilidade de segundo turno diminuiu mais um pouco…
alexis
29 de setembro de 2014 8:42 pm15 pontos acima
http://www.viomundo.com.br/politica/pesquisa-cnt-dilma-cresce-se-distancia-ainda-mais-de-marina-e-aecio-tem-chance-de-ir-ao-segundo-turno.html
Bondebola
29 de setembro de 2014 8:50 pmPor que o artigo do Ricardo
Por que o artigo do Ricardo Mello não está visível na versão virtual da folha de São Paulo? Será porque critica o vale tudo da oposição e da mídia na véspera da eleição? Muito estranho . Ele sempre escreve nas segundas, mas hoje não ta no índice, pelo menos no da versão impressa. Haverá explicações? Duvido
Bondebola
29 de setembro de 2014 8:52 pmPor que o artigo do Ricardo
Por que o artigo do Ricardo Mello não está visível na versão virtual da folha de São Paulo? Será porque critica o vale tudo da oposição e da mídia na véspera da eleição? Muito estranho . Ele sempre escreve nas segundas, mas hoje não ta no índice, pelo menos no da versão impressa. Haverá explicações? Duvido
Mariano S Silva
29 de setembro de 2014 8:54 pmMuito pouco se tem comentado,
Muito pouco se tem comentado, ultimamente, sobre a política externa. Tradicionalmente este tema se encontrava ausente das propostas de governo dos candidatos em eleições anteriores. Dos candidatos nanicos (talvez à exceção de Enéas), com notório despreparo, isso não chegou a ser surpreendente e dos candidatos mais cotados, quer pela ausência de perguntas sobre o tema, quer seja pela intenção de evitar revelar estratégias, este assunto sempre foi evitado. Entretanto, o Brasil ascendeu a uma posição hoje de “player” no mundo e as propostas dos candidatos devem conter menções a este importante tema. Sabe-se, através de ações e discursos recentes, que a continuidade da atual política externa é natural na eventual reeleição de Dilma Rousseff. Ora, muitas das ações do país no plano externo devem ser entendidas como políticas de estado e não como ações de governo. Firmamos compromissos com outras nações, construímos entidades internacionais que não devem desaparecer ou serem esvasiadas por uma mudança de governo. Dificilmente, qualquer um dos três candidatos mais cotados, acabaria com as políticas sociais exitosas implantadas pelo PT ao longo dos últimos doze anos, visto que elas geram condições de governabilidade, mas mudanças, aparentemente sutis na política externa teriam certamente efeito futuro naquelas. Como não espero nenhuma mudança de rumo na candidata do PT, gostaria que Marina Silva e Aécio Neves dissessem claramente o que pretendem fazer, no que diz respeito a:
– O que pretendem fazer com as Forças Armadas. Fortalecê-las e continuar a ampliação do parque industrial de defesa, ou transformá-las, simplesmente, em polícia antidrogas de fronteira?
– Continuar no grupo BRICS, ou abandonar esta estrutura construida à revelia do poder financeiro internacional, retornando à vassalagem ao FMI?
– Trabalhar pelo multilateralismo no mundo ou retornar ao alinhamento automático aos EUA?
– Trabalhar a união dos países da América do Sul usando como ferramentas o Mercosul e a UNASUL ou partir para acordos bilaterais com os países desenvolvidos que estão famintos de vontade de nos exportar tudo e nos importar nada? É importante ressaltar que nossa indústria não é competitiva nem nos mercados ao norte, nem nos mercados em desenvolvimento, nos quais competem com as economias asiáticas, que tem um estoque de dois bilhões (ponha a Índia, a Indonésia e etc, neste barco) de seres humanos dispostos a trabalhar por comida e alojamento. Ao Brasil, caso queira preservar suas conquistas sociais, só resta competir no futuro com as economias desenvolvidas através da educação contínua de seu povo. Até lá é commodities, petróleo, indústria de defesa, protecionismo sul-americano e educação, educação e educação.
– Qual será o destino da Petrobrás e do pré-sal face à gula das multinacionais e seus países sede. Partilha ou concessão? Um êrro aí compromete todo o futuro da educação, principalmente técnica.
– Manteremos e reforçaremos a posição brasileira na Antártida, ou caminharemos para trás?
– Vamos em frente com o programa espacial brasileiro montando alianças com países que se disponham a ceder conhecimento, ou vamos obedecer aos EUA e voltar a oferecer a base de Alcântara, alienando definitivamente um pedaço de nosso território?
– Cooperaremos e faremos parte de grandes organizações como o CERN, ESO, fusão termo-nuclear e etc?
Acho que muitos eleitores gostariam de ver a posição dos candidatos nestes temas!
JB Costa
29 de setembro de 2014 10:10 pmBastou uma pequena nesga de
Bastou uma pequena nesga de sol sobre a personalidade de Marina Silva e nas incongruências no seu programa de governo para derreter suas intenções de votos. Fosse a eleição ainda em novembro, como antigamente, disputaria o “fona” com o bigodudo homofóbico Levy Fidelix.
Já o Aécio ficou nos “se virando nos vinte” após ter ressucitado das catatumbas do neoliberalismo mister FHC. O quinhão de votos dos tucanos é um carimbo. São os lídimos representantes da “última flor do fascio”.
Roberto São Paulo-SP 2014
30 de setembro de 2014 12:02 amNeste ritmo a Presidenta Dilma vence ainda no primeiro turno.
Boa parte dos eleitores que segundo a pesquisa estão abandonando a Candidatura de Marina Silva estão escolhendo a candidatura da Presidenta Dilma Rousseff.
Provavelmente isto está ocorrendo em função do debate econômico que está deixando claro que Marina Silva abraçou o neoliberalismo econômico, dede ndendo a independência do Banco Central e um grande ajuste fiscal, que pode levar o Brasil para o inferno da Recessão, do desemprego e da fome.
O neoliberalismo econômico também é defendido pela candidatura de Aécio Neves, que já anunciou que indicará Armínio Fraga para o Ministério da Fazenda, o que indica um ajuste fiscal mais severo do que o anunciado por Marina Silva, ou seja uma recessão mais profunda e um desemprego bem maior.
Caso Marina Silva continue caindo até as eleições, a maior das intenções de votos que estará perdendo deverá caminhar na direção da candidatura da Presidenta Dilma Rousseff, o que será mais do que suficiente para uma vitória no primeiro turno.