4 de junho de 2026

“Que se dê o debate e falem de projetos, que é da democracia”, afirma Dilma

Jornal GGN – Sobre a comoção de Marina e a resposta de Dilma, outro jornal, outro enfoque. O Jornal do Brasil, agora somente digital, também abordou o tema e trouxe novos elementos ao debate. Segundo o JB, a presidente Dilma disse, em coletiva, que campanha tem que ser de alto nível e isso significa debater propostas. Disse que não atacou Marina e, em suas palavras, “apenas divirjo”. E, por fim, disse que “uma eleição é onde se debate”.

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Dilma disse que foi um momento de indignação, quando a candidata Marina Silva se referiu ao que foi ‘feito pelo PT na Petrobras em 12 anos’. A presidente lembrou que Marina foi do PT por 27 anos e, dos 12 a que se refere, esteve por oito deles no ministério ou na bancada do partido.  E completou, “enquanto o debate for político e não disser respeito à honra e a características pessoais de ninguém, que se dê o debate e falem de projetos, que é da democracia”.

Leia a matéria do Jornal do Brasil.

Sugestão de Amaro Doce

do Jornal do Brasil

Dilma nega ataques a Marina: “Eu divirjo. Isso é da democracia”

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, negou neste domingo (14) que esteja atacando a candidata pelo PSB, Marina Silva. Dilma afirmou que diverge da adversária e que isso é normal na democracia.

“Acho que a campanha tem que ser do mais alto nível. Considero alto nível discutir proposta. Ninguém pode se dar por satisfeito por não discutir proposta. Não tenho atacado, eu divirjo. Isso é democracia. Uma eleição é onde se debate”, afirmou.

A presidente concedeu uma entrevista coletiva no Palácio da Alvorada, e afirmou que chegou a ficar indignada quando Marina disse que o PT havia colocado o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa para “assaltar” a estatal durante 12 anos.

“Tive um momento de indignação quando a candidata se referiu ao que foi feito pelo PT na Petrobras em 12 anos. Primeiro que ela foi do PT [por] 27 anos. Dos 12, ela esteve no ministério ou na bancada do partido em oito. […] Houve um ataque que não acho que foi um ataque político. Não tenho nenhum problema em discutir o que está no programa da candidata. Não cabe a gente se vitimizar. Enquanto o debate for político e não disser respeito à honra e a características pessoais de ninguém, que se dê o debate e falem de projetos, que é da democracia”, afirmou.

A presidente voltou a dizer, como havia feito no sábado (13), que um presidente deve saber suportar críticas e “segurar a barra”.

“Se você não tiver coluna vertebral, não aguenta. Não tem coitadinho na Presidência. Se for coitadinho, não aguenta. A vida é dura”, afirmou.

A presidente também foi questionada sobre o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa na CPI, na próxima quarta-feira. Ela disse que não tem “nenhuma expectativa” sobre o depoimento.

“Eu acho que esse é o tipo da decisão [convocar Costa para depor] que o Executivo não tem que se meter. Se foi decido que ele vai, deve ir. Não temos nenhuma expectativa com relação a isso.”

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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  1. Gustavo Belic Cherubine

    15 de setembro de 2014 3:33 pm

    Dilma está correta – O poder dos partidos – FAPESP

    http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/08/21/o-poder-dos-partidos/

    O poder dos partidos

    Estudo investiga o sofisticado mecanismo de conexão entre os diferentes níveis de poder

    EDUARDO NUNOMURA | Edição 222 – Agosto de 2014

      

     

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    © LULA MARQUES / FOLHAPRESS

    Marcha dos Prefeitos no Congresso Nacional, em maio deste ano: desde a Constituição de 1988, eles são responsáveis pela implementação de importantes políticas públicas, como as de saúde e educação

    Marcha dos Prefeitos no Congresso Nacional, em maio deste ano: desde a Constituição de 1988, eles são responsáveis pela implementação de importantes políticas públicas, como as de saúde e educação

    Os partidos organizam a vida política antes e depois das eleições e exercem um papel-chave na relação dos municípios com os estados e a União. As políticas públicas são decididas por meio de uma articulação que passa pelas assembleias legislativas e pelo Congresso, ou seja, pelos parlamentares. Os deputados, embora possam começar a carreira de forma localizada, progressivamente adotam uma estratégia de dispersar seus votos em uma determinada região, o que os obriga a atender a demandas de suas bases municipais e, ao mesmo tempo, a tentar ampliá-las. Ao contrário do que diz o senso comum, não há um jogo de “toma lá, dá cá”, e sim existe no Brasil um sofisticado mecanismo de conexão entre os diferentes níveis de poder.

    Essas conclusões resultam da pesquisa Instituições políticas e gastos públicos: um estudo dos estados brasileiros, conduzida de 2009 a 2013, sob a liderança do cientista político George Avelino Filho, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). Apoiado pela FAPESP na modalidade Projeto Temático, o trabalho, que procura elucidar determinadas características do funcionamento do sistema político no país, desdobra-se agora numa segunda etapa sob o título As instituições políticas subnacionais: um estudo comparativo dos estados brasileiros. “Foram feitos poucos estudos para entender como a política ocorre nos estados. Nossa intenção foi ampliar para a política no nível estadual o que já se sabe para o sistema político como um todo”, diz Avelino.

    © LEONARDO WEN / FOLHAPRESS

    Manifestante durante a eleição presidencial de 2006, em São Paulo

    Manifestante durante a eleição presidencial de 2006, em São Paulo

    Segundo o pesquisador, há uma discussão na ciência política brasileira que gira em torno da fraqueza dos partidos, da possível existência de “distritos informais”, e de como isso se reflete na atuação dos parlamentares. Ao serem eleitos com votos concentrados em uma região, nos chamados “distritos informais”, os deputados privilegiariam políticas públicas mais fragmentadas. O fenômeno, conhecido como pork barrel, implica uma política de benefícios econômicos ou serviços concentrados em uma área circunscrita geograficamente.

    O primeiro passo em seu estudo foi ampliar o olhar também para os municípios, uma vez que o federalismo brasileiro, diferentemente da maioria das federações no resto do mundo, envolve três níveis de governo. Desde a redemocratização e com mais força desde a Constituição de 1988, os prefeitos são responsáveis pela implementação de importantes políticas públicas, como as de saúde e educação. “Queremos entender o estado como um agregado de municípios e, mais que isso, também como locais de votação”, pondera Avelino. E, ao destrinchar o voto também no nível dos locais de votação, o estudo possibilitou a análise mais detalhada dos resultados eleitorais, aumentando a compreensão de como os deputados vêm sendo eleitos.

    Um dos pesquisadores envolvidos, o economista Ciro Biderman, também professor da FGV, propôs a adaptação do índice G, um indicador que mede o grau de concentração geográfica dos setores produtivos, amplamente utilizado em trabalhos de economia regional, às campanhas dos deputados. Assim, pensando-se em uma eleição no Amapá, por exemplo, seria aritmeticamente esperado que um candidato obtivesse 60% dos seus votos em Macapá, já que essa é a proporção de eleitores da capital relativamente ao estado como um todo. Entretanto, se esse político adotar a estratégia de concentrar sua campanha em uma determinada região, pode-se esperar que os votos ali recebidos sejam proporcionalmente em número maior do que a distribuição percentual do eleitorado, elevando o indicador.

    © TASSO MARCELO / AE

    Votação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, em 2012: segundo o estudo, o perfil dos deputados eleitos tende a ser concentrado em termos municipais, mas algo disperso regionalmente

    Votação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, em 2012: segundo o estudo, o perfil dos deputados eleitos tende a ser concentrado em termos municipais, mas algo disperso regionalmente

    No estudo coordenado por Avelino o índice G foi aplicado inicialmente às eleições em São Paulo e depois estendido para todos os estados brasileiros, no período de 1996 a 2010. O que se descobriu foi que o perfil dos deputados eleitos tende a ser concentrado em termos municipais, mas algo disperso regionalmente. “Não é difícil entender por que isso acontece. O deputado precisa buscar apoio para além dos lugares onde é mais conhecido, precisa viajar, mas isso é caro e não pode ser aleatório. O maior cabo eleitoral são os prefeitos, e é na organização partidária que ele encontra maior eficiência para sua campanha”, diz Avelino. Assim, uma liderança local começa se elegendo em sua cidade natal, depois parte para expandir sua atuação regionalmente e, por último, por ter se tornado conhecido como parlamentar pode desconcentrar seus votos.

    A desconcentração de votos, algo equivalente a uma “estadualização” da candidatura, faz parte de uma estratégia de diversificar os riscos e, em alguns casos, alçar voos maiores nas eleições majoritárias estaduais (Senado e governo), mas também pode representar o fim de uma carreira política. “Este é um momento de fragilização, ou seja, os candidatos saem de uma zona de conforto para a diversificação total dos ativos eleitorais, correndo o risco de não serem competitivos em nenhum lugar, o que aumenta muito a probabilidade de perderem a eleição”, explica Avelino.

    Seu estudo comprovou que existe, de fato, uma articulação interpartidária entre prefeitos e deputados federais, e que esta opera dentro da lógica de uma busca de recursos federais para os governos locais e com obtenção posterior de dividendos eleitorais. Ao cruzar os dados das últimas eleições em um universo de 5.221 municípios com menos de 200 mil habitantes, os pesquisadores da FGV descobriram que os prefeitos são responsáveis por um acréscimo de cerca de 20% dos votos que são destinados, dois anos depois, para os candidatos de seu partido a deputado federal. Os primeiros precisam de recursos para governar, enquanto, uma vez eleitos, os parlamentares não terão vida longa sem apoio local para manter e expandir sua base eleitoral.

    © NIELS ANDREAS / FOLHAPRESS

    Crianças assistem a comício na cidade de Tapauá (AM), em 1998: descentralização dos poderes político e administrativo reforçou os repasses federais para os municípios

    Crianças assistem a comício na cidade de Tapauá (AM), em 1998: descentralização dos poderes político e administrativo reforçou os repasses federais para os municípios

    Partidos com alta capilaridade como o PMDB, que nas eleições de 2008 elegeu cerca de 1.200 prefeitos, no universo dos 5.221 municípios estudados, preservam sua força – e seu poder de barganha – nas eleições municipais. Os prefeitos peemedebistas têm sido os grandes cabos eleitorais nas disputas para o Congresso. “Queremos ver como as decisões de políticas públicas se relacionam com a questão político-partidária”, diz Biderman. Uma hipótese a ser testada é se a força dos eleitos, traduzida nos votos de prefeitos e deputados, traz dividendos concretos para as localidades. “As decisões das políticas públicas levam em consideração os votos, e por outro lado o tipo de voto é que vai definir a política pública a ser adotada”, diz.

    Os dados da pesquisa indicam que a ligação é mais forte entre prefeitos e deputados federais do que entre prefeitos e deputados estaduais. Essa diferença pode ser explicada pela descentralização dos poderes político e administrativo que reforçou as transferências de programas e repasses constitucionais federais para os municípios.

    A literatura da ciência política revela que a eleição de um presidente americano acaba por influenciar a votação de muitos congressistas do mesmo partido. Esse efeito, denominado de coattail (“pegar carona”, em tradução livre), ocorre de cima para baixo e em uma mesma disputa. Em outras palavras, um presidente bem avaliado tende a aumentar as chances dos candidatos a deputado federal de seu partido. Ao aplicar esse método para as eleições brasileiras, há duas décadas, o pesquisador americano Barry Ames verificou que a influência se dava de baixo para cima, isto é, ocorria um efeitocoattail reverso. Ele justificou os resultados afirmando que havia no Brasil uma espécie de “distrito informal”.

    A pesquisa de Avelino tomou emprestada a expressão coattail reverso, porém chegou a resultados diferentes. São os partidos, e não os deputados, que organizam o desempenho nas eleições nos estados, onde são eleitos todos os legisladores federais. “Por que será que o Congresso se empenhou tanto na queda da verticalização?”, indaga o pesquisador. A resposta é que os partidos têm se preocupado, desde a redemocratização, com a liberdade que têm de costurar apoios diferentes nos planos nacional e estadual como forma de aumentar suas chances nas eleições legislativas estaduais.

    Em parceria com a Associação Brasileira de Ciência Política, os pesquisadores obtiveram acesso aos dados brutos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Isso permitiu obter informações de uma eleição no nível de uma zona eleitoral. Em termos práticos, resultou da pesquisa a criação da plataforma Cepespdata, um software de consulta pública aos dados eleitorais (http://www.fgv.br/cepesp/cepespdata). De livre acesso, ela apresenta uma interface mais simplificada que a do TSE, facilitando a vida dos pesquisadores de qualquer instituição. Também com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é possível agregar os votos no nível de uma micro ou mesorregião, isto é, conjuntos de municípios que identificam nichos mais articulados econômica e socialmente dentro de um estado.

    © ADEMIR ALMEIDA / AE

    Protesto da população contra corrupção na Câmara Municipal de Dourados (MS): segundo os pesquisadores, a visão popular de que as regiões mais pobres são dominadas por uma política mais tradicional não foi confirmada pelos estudos

    Protesto da população contra corrupção na Câmara Municipal de Dourados (MS): segundo os pesquisadores, a visão popular de que as regiões mais pobres são dominadas por uma política mais tradicional não foi confirmada pelos estudos

    A plataforma tem permitido aos pesquisadores fazer uma série de cruzamentos inéditos, alguns com resultados surpreendentes. Assim, estados como Rondônia, Paraná, Espírito Santo e São Paulo apresentaram níveis de concentração eleitoral acima do esperado na eleição de 2010, ao contrário de Sergipe, Rio Grande do Norte, Piauí, Acre e Amapá. Dos nove estados do Nordeste, apenas Ceará e Alagoas tiveram um nível de concentração de seus deputados federais maior do que aquele que seria esperando pela fragmentação partidária. Esses dados contradizem a visão popular de que as regiões mais pobres são dominadas por uma política mais tradicional, baseada em redutos eleitorais e concentração de votos – sepultando de vez a existência dos “currais eleitorais” no país.

    Em outra vertente de investigação do projeto, os pesquisadores mapearam a formação dos secretariados de 14 estados no período de 1994 a 2010. O objetivo é explorar a diversidade dos estados brasileiros para entender melhor como essas coalizões são compostas e se é possível relacioná-las com a coalizão nacional.

    Essas análises necessitam de uma observação local, e por isso os pesquisadores decidiram formar uma rede federativa de pesquisa, composta por cientistas políticos e outros especialistas com experiência em governos subnacionais. Os estudos prosseguirão no segundo projeto temático aprovado em continuidade ao primeiro, e a ideia é que essa rede cubra os 27 estados. Prevê-se realizar um estudo de caso para cada realidade estadual e alimentar o banco de dados do Cepespdata, de forma a permitir comparações entre os estados.

    Os primeiros achados são promissores por revelar algo que foge do senso comum ou de ideias preconcebidas – e, em geral, negativas – sobre a política no Brasil. Mas, segundo os responsáveis pelo estudo, ainda há um longo caminho a percorrer. Avelino sugere reformas pontuais que visem fortalecer as siglas partidárias como mecanismos de representação, como o fim ou disciplina das coligações para as eleições legislativas e o fortalecimento da fidelidade partidária. “No primeiro caso, teríamos a redução do número de partidos, tornando a competição eleitoral mais compreensível para o eleitor. No segundo, aumentaríamos os custos de saída – mudanças – de partidos, o que incentivaria os políticos a investirem em seus partidos atuais. Não podemos esquecer que os partidos políticos continuam sendo o melhor meio de representação dos setores populares e de sua inclusão ao sistema político democrático. Se desejamos uma sociedade mais igualitária temos de reforçar esse importante mecanismo de inclusão”, conclui.

    Projeto
    Instituições políticas e gastos públicos: um estudo dos estados brasileiros (nº 2008/03595-7); Modalidade Projeto Temático; Pesquisador responsável George Avelino Filho (FGVSP); Financiamento R$ 293.504,60 (FAPESP).

    Artigos científicos
    AVELINO, G. et al. Articulações intrapartidárias e desempenho eleitoral no Brasil.Revista de Ciências Sociais. v. 55, n. 4, p. 987-1.013. 2012.
    AVELINO, G. et al. A concentração eleitoral nas eleições paulistas: medidas e aplicações. Revista de Ciências Sociais. v. 54, n. 2, p. 319-47. 2011.

     

  2. Sta Catarina

    15 de setembro de 2014 3:38 pm

    Dilma

    Vejo Dilma mais confiante e enfática na defesa do seu governo. Acordou. De fato não deve aceitar qualquer provocação vinda de um pessoal desqualificado para o cargo como os dois direitistas que estão aí. Eu defendo o governo do PT expondo o “antes e o depois”. Contra fatos não há argumentos.

  3. Zanchetta

    15 de setembro de 2014 3:52 pm

    Mas é muita cara de pau!

    Mas é muita cara de pau! Agora que voltei a subir nas pesquisas, vamos parar de bater boca?!?!?

    1. JB Costa

      15 de setembro de 2014 4:29 pm

      Se a Dilma for “cara-de-pau”

      Se a Dilma for “cara-de-pau” tu és cara de quê, Plancheta, digo, ZANCHETTA? Talvez de…..deixa para lá.

  4. Lineu Ignacio

    15 de setembro de 2014 4:02 pm

    Dilma afirmou que diverge da

    Dilma afirmou que diverge da adversária e que isso é normal na democracia.

    Quem diz uma coisa mas faz   outra  tem nos custado caro, especialmente quando se abusa deliberadamente desta artimanha.

    Aprendi  na prática, que poucas situações na vida são mais enlouquecedoras do que conviver com uma pessoa que fala uma coisa, mas faz outra.

    Por exemplo: ela é evidentemente mentirosa e vive fazendo factoides, mas vive reafirmando e tentando convencer a quem quer que diga o contrário de que é sincera e seu único desejo é ajudar ..

    Eu sei que algumas contradições nem valem a pena ser levadas em consideração, pois seria perda de tempo e ingenuidade demais.

    Porém, quando a situação envolve responsabilidades objetivas, é muito fácil perdermos a noção da realidade e nos deixarmos consumir pela dúvida  que tal comportamento suscita.

    1. JB Costa

      15 de setembro de 2014 4:27 pm

      Caro Lineu,
      Sou um chato,

      Caro Lineu,

      Sou um chato, admito. Assim, poderia o prezado “decodificar” esse comentário sibilino? Não entendi patavinas!

      1. Ivan de Union

        15 de setembro de 2014 7:22 pm

        Eh o tipo de comentario que

        Eh o tipo de comentario que precisa de analise semi(idi)otica…  E como Marina, na hora de provar o que disse ele sai correndo pra outros cantos.

    2. Lintu Ignóbil

      15 de setembro de 2014 5:19 pm

      Eleitor de Marina (ou anti-Dilma) argumenta assim:

      Não voto em fulano porque é criminoso; é criminoso porque rouba; rouba porque é bandido; é bandido porque rouba; rouba porque é criminoso… 

      Ou seja, NECA de argumentos, evidências, provas, etc.

      Ciclo infinito, beco sem saída, não dá nem pra discutir…

      É porque “é”! Porque assim quer que seja!

      E pronto!

    3. ruyacquaviva

      15 de setembro de 2014 5:58 pm

      Diga ao menos um factóide então

      Caro mentiroso.

      Você diz que a Dilma “vive fazendo factoides”, mas não diz que factóides seriam esses.

      Eu não sei de NENHUM factóide que a Dilma tenha dito.

      Cite um pelo menos, se puder. Porque eu acho que não pode.

      Afirmo catgoricamente que você está mentindo e que a Dilma nunca falou um factóide nem fez nenhum ataque pessoal.

      Já a Osmarina sim, ela cometeu uma calúnia mentirosa, dizendo que o PT colocou o Paulo Roberto Costa na diretoria da Petrobras para roubar. Ela MENTIU porque o cidadão citado foi colocado na diretoria da Petrobras pelo PSDB (na gestão  de FHC) e CALUNIOU porque afirmou que o PT teria feito isso, que não fez, para que o cidadão roubasse.

      Então, palhaço, é a Osmarina que é MENTIROSA e CALUNIADORA, ela que faz factóides e depois se faz de coitadinha, na maior cara de pau, para enganar o eleitorado.

      Assim como ela é mentirosa, você também é mentiroso. Se não fosse mentiroso seria capaz de dizer quais seriam esses factóides que na sua mentira a Dilma estaria fazendo.

      1. Marco A.

        15 de setembro de 2014 7:30 pm

        Conhece bem uma centena de
        Conhece bem uma centena de profissionais que trabalham na petrobrás a anos, que passaram pelos governos fhc, lula e dilma. Voce deveria, já que está falando sobre verdade e mentira, apontar quais foram os malfeitos do citado sem vergonha antes do governo lula, quando atuava no terceiro e segundo escalão. Porque os malfeitos ao que parece se iniciaram quando o sujeito virou diretor no governo lula. Pode até ser que seu esquema funcionasse antes em menor escala (considerando o cargo), como pode ser que o ladrão aproveitou a oportunidade.

        Não me parece que a presidente lance factóides, mas sua campanha e seu paceiros os faz aos montes e militantes abertos ou não replicam na web como voce faz.

        Basta por exemplo, indicar, na boa, aonde está no orçamento os trais trilhões que a campanha diz que o governo marina vai eliminar; aonde em seu programa diz que o pré-sal irá parar (aliás nesse contexto, voce sabia que o pré-sal só é viável comercialmente sua extraçao se o preço do oleo manter-se alto acima de 100 dolares o barril e que abaixo dele, o custo de produção deixa de ter retorno?). Do outro lado da moeda, o que voce, cidadão brasileiro tem a dizer sobre o setor de etanol que foi abandonado depois dessa estória de pré-sal se tornar o carro chefe das propagandas? Veja, acusa-se um pretenso futuro governo de fazeralgo que o atual governo faz mas com o setor de alcool e voces nada falam

        E desde quando, meu caro comentarista, o fortalecimento das energias alternativas substituem o petroleo para a campanha da marina ser contra o pre-sal?

        Marina tem falhas e contradições reais para serem e devem ser exploradas, sem precisar desse tipo de pantomima que se ve na propaganda.

        1. Ulisses s

          15 de setembro de 2014 9:52 pm

          Não vou perder meu tempo

          Discutindo com você o que a marina ia fazer se elegesse. Ela e seus apoiadores já declararam que o Pré-sal não era importante, que a energia atômica era importante, mas depois mudaram quando viram a estupidez do que disseram. Quanto ao cortes em investimentos e programas sociais, aumento do superávit primário, aumentos do juros e independencia do banco central ainda está lá! E isto, até o macaco simão sabe que vai sobrar miséria para o povo. Agora vomitar que o pré-sal é inviável com o petróleo a 100 dolares é uma mentira estúpida. É só procurar no google que acha informações diferentes com valores que chagam quase a 50% menos do que escreveu. h”ttp://www.naval.com.br/blog/2009/02/06/pre-sal-so-e-viavel-com-o-petroleo-a-us-60-diz-bp/” Não venha com arrogância achando que aqui só tem néscio companheiro. E o petróleo não vai cair de preço tão cedo. Alias, a previsão para aqui 10 anos é castastrófica de crise do petróleo no mundo.

          1. Marco A.

            16 de setembro de 2014 8:33 pm

            Outro que confunde argumento
            Outro que confunde argumento com pregação partidária.

            O sujeito caça um texto de 2009 da BP, que para quem não sabe é a Britsh Petroleum, gigante inglesa de petróleo. Se ele pesquisar mais fundo, talvez encontre algum texto da metade do séc passado falando em mil réis, ai é barato demais…Ah, sim, é verdade, ela e mais 2 gigantes do petróleo desisitiram do leilão do pré-sal, este ultimo que foi feito este ano. Se dava pra fazer a 60 dolares o barril, porque sairam, não e mesmo? A resposta voce vai encontrar em referencias mais recentes que eu sei que voce leu, mas como não interessava ao seu argumento, voce deixou de lado.

            Realmente, voce sabe das coisas. Neste blog não tem só néscios, isso é verdade. Mas achamos um, em sua pessoa não é mesmo?

            Porque, afinal, como definir alguem que vai no google pesquisar algo e cita uma referencia de 2009, quando aqui no jornal que hospeda esse blog tem informação recente?

            Apenas para traze-lo ao presente e usando como dito, uma fonte que ele não poderá chamar de contrária ao governo, indico uma referencia: https://jornalggn.com.br/noticia/as-acoes-para-reduzir-o-custo-da-exploracao-do-petroleo-no-pais

            Veja lá os preços do pré-sal e quem sabe mais humilde qualidade advinda de reconhecer os próprios erros, possamos discutir o assunto não é companheiro?

            Sobre a bobajada que a propaganda de marina, dilma e aécio soltam, venhamos e convenhamos…

        2. ruyacquaviva

          16 de setembro de 2014 12:35 am

          Marina MENTIU

          Marina mentiu quando disse que o PT colocou o sujeito na diretoria da Petrobras. É falso, ela sabia, foi mentira dela.

          Marina caluniou quando disse que o PT colocou o sujeito lá para roubar. Foi calúnia, um crime.

          Sua afirmação é ridícula. Primeiro porque você não sabe se a corrupção do sujeito foi executada apenas no governo do PT. Parece-me que veio de bem antes, se lhe parece o contrário, você tem que provar, porque você é que está acusando. Como não prova, você é um caluniador também. Caluniador e mentiroso. Não é de se espantar que se identifique com a Marina.

          Mas o que prova cabalmente que sua mentirada é ridícula é o fato de você querer acusar o PT porque o sujeito teria roubado durante o governo do PT. Dizer que roubou durante o governo do PT não significa dizer .que roubou com anuência do PT.

          Foi durante o governo do PT que o cara foi preso e a corrupção desbaratada. Ora, caro trollzão desesperado, pelo seu próprio raciocínio se a corrupção foi desbaratada e punida no governo do PT, isso é mérito do PT.

          Viu só, você não tem coerência, não fala coisa com coisa. Mente para sustentar uma acusação falsa e a sua própria mentira se desmente sozinha por falta de coerẽncia lógica.

          Você é muito fraco.

          1. Marco A.

            16 de setembro de 2014 6:17 pm

            Ridicula, metiroso, troll…
            Ridicula, metiroso, troll… voce sabe digitar argumentos no lugar de xingamentos? Porque seria um avanço tão espetácular quanto a evolução do relincho para a fala humana.

            Se voce saisse do personagem militante tosco e lesse de verdade o que se publica veria que publiquei comentarios dizendo que discordo da candidata e expus os motivos. Disse também que ela possui contradições que podem e devem ser apontadas, mas voce é incapaz de enxergar porque a viseira militante e o garrote o impede de olhar além do seja a direção que lhe é impelida pelo seu condutor.

            Ao inves de repetir mantras, porque não demonstra que ele não é indicação do PT (eu penso particularmente que ele foi indicado pelo PP), até porque voce não me parece um sujeito meramente estupido ou tão ingenuo que acredita que diretores nas estatais sejam escolhidos somente pelo CV e não pelos contatos politicos. Então aponte quem o indicou para o cargo para então dizer se é mentira ou não que o pt o fez.

            Calúniar um ente abstrato? Quantas vezes, voce mesmo e outros acusaram sem a devida prova, mas apenas repetindo os mantras partidários, os membros do supremo se aliarem com partidos de oposição para “prejudicar” o governo. Isso não é também um crime? ou só vale como crime quando o alvo da “impertinência” é o governo ou o pt? E por favor não diga que isso nunca ocorreu porque basta com paciencia verificar os arquivos deste blog em assuntos como mensalão, governo psdb e por ai afora. Trata-se portanto de uma questão de quem fala e de quem é o alvo para ser crime ou não. Dito de outro modo, hipocrisia ideológica e partidária.

            O comentarista que pensa ser inteligente mas é apenas mais um idiota servindo de massa de manobra não sabe diferenciar o que é comentário e opinião de assertiva e afirmação. Relei-a e verá que coloquei as coisas em tese, eu disse que até pode ser que o esquema começou bem antes como também pode ter ocorrido depois do delinquente virar diretor, tá lá escrito. Mas o militante precisa fugir do abraço do bom senso e acusa de mentiroso quando ele o é. E tem outra, mesmo que se fosse provado sem qualquer dúvida que o sujeito era um anjo antes e se tornou criminoso depois de ter virado diretor, ainda assim o militante do alto de sua arrogância cega estaria a escrever que isso nada tem a ver com o partido, que isso e mais aquilo. E de fato, senão se comprovar que o dinheiro não foi parar no pt mas parou apenas no seu tesoureiro, ai então pode-se dizer que o tonto militante tem razão, mas e se nao tiver? Ele virá aqui a publico dizer que estava errado? Não, da mesma forma que faz de conta que esqueceu o quanto bateu no caso dos perfis dos jornalistas que foram alterados e agora descobriu-se ter sido um servidor filiado ao pt. (claro, ele dirá que o partido não tem nada com isso, coitadinho).

            Voce precisa escrever melhor suas teses. A sua frase para ser correta deveria ser “apesar de ser o governo do PT, o cara foi preso. Só precisa ser feito o adendo: a corrupção só pode ser considerada desbaratada quando os envolvidos forem condenados e se pegar o dinheiro de volta, incluso aquele que foi parar nas mãos de politicos.

            E note-se a incoerencia estupida do seu argumento. Se é mérito do pt a policia agir então é mérito do pt a imprensa receber informações da investigação pela mesma policia? Ainda bem que sua falta de lógica não causa dor física porque senão voce seria obrigado a viver sob efeito de morfina permanentemente.

            Quando a policia faz seu papel isso é mérito do estado e não do governo de plantão. Da mesma forma que a falha da policia é falha do estado e não do governo de plantão. Se fosse diferente, quem deveria pagar indenização a presos politicos dos anos 70 seria o governo da época e não o estado 20 anos depois.

            Voce não é fraco, apenas faz papel de tolo por se deixar servir como massa de manobra. E que se diga: voce tem todo o direito a acredtiar e ter fé e convicção no pt ao ponto de olhar os defeitos como calunias e acertos como destino. Apenas poderia basear suas arquições em algom mais educado, já que não está falando com um inimigo ou emissário do mal.

            Escrevi em tom parecido ao seu, e tenho certeza que voce não gostará de lê-lo da mesma forma que não gostei de escreve-lo, porque gosto de debater idéias e não pessoas.

            Peço desculpas pelas agressões, as fiz apenas para mostrar ao colega comentarista o quanto é ruim baixar o nivel e o respeito ao próximo.

  5. JB Costa

    15 de setembro de 2014 4:30 pm

    Dilma falou o que deveria ser

    Dilma falou o que deveria ser mais que óbvio. Não houve ataques nenhum dela; nem muito menos de Lula. 
    Quem sai muito ruim na foto é Marina Silva com essa apelação rasteira, politiqueira, demagoga e oportunista. Tudo bem calculadinho porque sabe que a mídia iria explorar, como ora se atesta, à exaustão esses alegados ataques. 

    Quem sofreu ataque mesmo foi a ética. Marina adensa mais seu currículo nesta campanha: agora é também anética.

  6. Fábio de Oliveira Ribeiro

    15 de setembro de 2014 4:38 pm

    RESUMO DAS ELEIÇÕES

    RESUMO DAS ELEIÇÕES 2014

     

    Aécio Neves começou a disputa eleitoral como um morto-vivo, evoluiu para morto-morto e findou a disputa tentando devorar o cérebro de Marina Silva perdeu no Itaú.

     

    Marina Silva começou perdendo o cérebro no Itaú, evoluiu para serviçal do Malafaia e terminou derrotada se dizendo perseguida.

     

    Dilma Rousseff começou a disputa de cabeça erguida, evoluiu para preferida dos cidadãos e foi reeleita com facilidade.

  7. Franbeze

    15 de setembro de 2014 5:17 pm

    É bom que a Marina Itaú Chorona

    tome cuidado, pois a Dilma está mais do que nunca segura e serena e faz com que argumente muito bem e de maneira muito clara. Como a Marina Itaú Chorona não consegue debater de maneira alguma, pois o seu progrma trata-se de uma fraude, ela passou a usar a tática de atriz mexicana. 

  8. altamiro souza

    16 de setembro de 2014 6:55 am

    dikma poderia ter

    dikma poderia ter acrecentado, além do divirjo.

    nào faço  contorcionismo retórico

    nem diversionismo para fugir do essencilal

     que é o desemprego, a alta dos juros, e a diominuiçào do ritmo de crescimento que a sua equipe economica – de marina – iorá promover se acaso – valh-me deus – seja eleita!

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