Precisamos discutir o neofascismo – Entrevista com Odilon Caldeira Neto

Entender o fenômeno na Ucrânia e suas ramificações pelo mundo, e entender como funcionam esses grupelhos no Brasil ajudam no seu combate.

Jornal GGN – O tema do dia é o Neofascismo. E, na esteira, o Fascismo. Entender o fascismo em seu contexto histórico e o neofascismo como uma corruptela daquele movimento, muito importante no mundo atual. Se os neofascistas não encampam toda a ideologia, acomodaram elementos que não podem ser ignorados.

O renascimento da extrema-direita pelo mundo não foi o detonador do neofascismo, mas um componente extra para sua saída das sombras.

Entender o fenômeno na Ucrânia e suas ramificações pelo mundo, e entender como funcionam esses grupelhos no Brasil ajudam no seu combate.

Odilon Caldeira Neto é professor adjunto de História Contemporânea na Universidade Federal de Juiz de Fora. É doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Veja a entrevista a seguir:

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1 comentário

  1. Sinceramente, nao tem muito o que discutir, nao. Muita gente quer só exibir erudição sobre a história européia, e arrumar pretexto pra contar causos de viagens.

    A carta de 48 foi o marco da vitoria das sociedades liberal democraticas contra o nazi fascismo. Quem é contra os DHs, é fascista. Ponto. Querendo ou não, conscientemente ou não.

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