Jornal GGN – Pouco antes de sua derrota para Joe Biden ser anunciada e com a nação dividida, Donald Trump começou o sábado tuitando alegações inflamadas e infundadas sobre fraude eleitoral. Em seguida, ele foi em carreata para um de seus campos de golfe.
Segundo um repórter alocado na Casa Branca, o presidente apareceu para, em seguida, pegar o trajeto até seu campo em Sterling, Virgínia, com roupas apropriadas para golfe.
Golfe foi a maior dedicação de Trump neste período e, inclusive, bateu boca quando foi censurado que jogava demais, dizendo que Obama tinha frequência no golfe maior do que ele.
Diz ele que golfe é seu exercício e nunca o faz em dias da semana, algo que foi refutado pela mídia norte-americana. O resultado da verificação foi de que Trump jogou muito mais vezes do que Obama em qualquer momento semelhante enquanto estava no cargo.
Com informações do The Guardian.
Carlos Elisioc
7 de novembro de 2020 4:25 pmJa tá no buraco mesmo..kkkk
Lúcio Vieira
7 de novembro de 2020 8:07 pmO mais grave que Trump vem fazendo, já estão contando, mas ainda não está contabilizado plenamente. A pandemia que já vinha institucionalmente sem controle, nas últimas semanas vem batendo recordes seguidos de casos. Estes dias de eleição, manifestações e comemorações vão dar uma ajuda na propagação, mas o pior já vinha se apresentando. Trump, que pelo histórico, mostra o mesmo tipo de ressentimentismo rancoroso de Bolsonaro, comum aos covardes e irresponsáveis, que não conseguem lidar com suas perdas e culpas, deve usar de seus dias finais na Casa Branca, para trabalhar contra o país. Há que se pesar, que vários dos mais conservadores e ferrenhos republicanos, foram reeleitos e buscarão atrapalhar medidas do governo democrata. Considerando que o auxílio que lá foi liberado, também está no fim e com poucas chances de prorrogação, 2021 com pandemia em alta e “interminável”, já vai começar exigindo nervos de aço e um coração grande. Vamos ver o que será do Brasil, com o Bolsonaro agora sem a cobertura e subserviência ao Trump e sem esperanças de ajudas de vizinhos, se olhará mais para o Amapá, que para Washington.