8 de outubro de 2026

EUA deslocam drones de guerra e preparam invasão do Cone Sul

Transferência de drones ocorre em meio à expansão de operações contra organizações classificadas como “narcoterroristas” na região
Donald Trump em foto de Gage Skidmore - Flickr - Reprodução

▸ EUA planejam transferir drones MQ-9 Reaper da África para o Comando Sul, focando em combate ao narcotráfico na América do Sul.

▸ Operações terrestres com países sul-americanos, especialmente no Equador, avançam junto a acordos militares e aumento de recursos no hemisfério.

▸ Autorização para uso de força letal contra cartéis amplia campanha militar, gerando críticas sobre falta de limites geográficos e temporais.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Os Estados Unidos preparam uma nova escalada militar na América do Sul. O governo de Donald Trump planeja transferir para o Comando Sul dos EUA drones MQ-9 Reaper atualmente empregados na África, em uma movimentação que antecede novas operações contra o narcotráfico e organizações classificadas como “narcoterroristas” na região. A informação foi revelada pela CNN nesta sexta-feira (18), com base em relatos de fontes familiarizadas com o planejamento do Pentágono.

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A transferência dos equipamentos ocorre enquanto Washington amplia acordos militares com governos latino-americanos, desloca armas e aeronaves para o hemisfério ocidental e prepara operações terrestres em parceria com países da América do Sul. O movimento dá uma dimensão ainda maior à ofensiva de Donald Trump, que transformou o combate às drogas em uma frente de atuação militar direta dos Estados Unidos no continente.

Os MQ-9 Reaper não são apenas aeronaves de vigilância. Os drones são empregados para coleta de inteligência e podem realizar ataques de precisão. Uma das fontes ouvidas pela CNN afirmou que a transferência poderá envolver “a maioria” dos equipamentos atualmente vinculados ao Comando dos EUA para a África. O Pentágono não comentou oficialmente o planejamento.

Realocação de recursos e operações no Equador

Ainda não está definido quantos MQ-9 serão deslocados para o Comando Sul. A transferência, porém, ocorre em um momento em que Washington vem concentrando recursos militares no Caribe, na América Central e na América do Sul.

No ano passado, os EUA já haviam deslocado para o Caribe uma combinação de drones MQ-9, caças F-35 e pelo menos um avião de ataque AC-130 durante a campanha contra embarcações suspeitas de transportar drogas. Agora, a estratégia avança para operações em terra com países parceiros sul-americanos.

Segundo as fontes da CNN, a movimentação dos drones está relacionada à preparação para operações contra o narcotráfico e contra grupos classificados como terroristas pelos Estados Unidos. O Equador desponta como um dos principais cenários para as novas fases operacionais, já executando missões militares conjuntas com as forças americanas desde o início deste ano.

A mudança também ocorre apesar da permanência de ameaças terroristas na África. Militares norte-americanos reconhecem que grupos como Estado Islâmico e al-Shabaab continuam ativos no continente. Mesmo assim, a prioridade estratégica de Washington passou a se concentrar cada vez mais no hemisfério ocidental.

Trump amplia autorização para “uso de força letal”

O movimento ganha peso com o respaldo jurídico construído pela administração americana. Um parecer confidencial do Gabinete de Assessoria Jurídica do Departamento de Justiça concluiu que o presidente tem prerrogativa para autorizar o “uso de força letal” contra uma lista secreta de cartéis e suspeitos de narcotráfico, sob a premissa de que representam uma ameaça iminente aos cidadãos americanos.

A justificativa apresentada pela administração é que essas organizações representariam uma ameaça iminente aos cidadãos norte-americanos.

Especialistas jurídicos e a American Civil Liberties Union (ACLU) apontam que a interpretação não estabelece limites geográficos ou temporais claros, abrindo margem para uma campanha militar sem prazo determinado. A ACLU tenta obter acesso ao parecer por meio da Lei de Liberdade de Informação (FOIA), argumentando que o documento já é usado para fundamentar ataques mortais no Caribe e no Pacífico Oriental.

Ataques no mar somam mais de 230 mortes

As operações marítimas conduzidas pelos EUA contra suspeitos de narcotráfico já deixaram ao menos 230 mortos no Caribe e no Pacífico Oriental. Contudo, analistas e autoridades questionam a falta de evidências públicas em diversos episódios. Em agosto, por exemplo, o Comando Sul executou ataques que resultaram em seis mortes em duas operações distintas (no Caribe e no Pacífico), sem apresentar comprovação do transporte de entorpecentes pelas embarcações atingidas.

A linha dura foi sintetizada pelo general Francis Donovan, comandante do Comando Sul:

“Estamos comprometidos em impor uma fricção sistêmica total sobre os narcoterroristas — interrompendo suas operações, desmantelando suas lideranças e eliminando o terror dos cartéis em toda a região.”

Avanço diplomático e militar na Colômbia e no Panamá

A Colômbia passa a integrar formalmente a nova arquitetura militar regional. O governo do país fechou um acordo para receber, por empréstimo, três drones MQ-9A Reaper. As aeronaves serão empregadas em missões de inteligência e monitoramento, mas mantêm capacidade de ataque de precisão contra alvos estratégicos.

O alinhamento militar é acompanhado por uma ofensiva diplomática. O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou recentemente que busca inaugurar uma “era dourada” nas relações com Bogotá.

Paralelamente, o Panamá recebeu mais de US$ 6 milhões em sistemas de drones de longo alcance para reforçar a vigilância do Serviço Aeronaval Nacional em fronteiras remotas e rotas marítimas estratégicas próximas ao Canal do Panamá.

Operações terrestres e incerteza sobre resultados

A transição do patamar marítimo para ações diretas em solo representa a mudança mais drástica da estratégia. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, citou parcerias com Equador, Honduras, Guatemala, Jamaica e Colômbia. Embora a Guatemala tenha negado a existência de acordos para tropas americanas em seu solo, Washington insiste na expansão das ações combinadas.

Apesar da escalada militar, autoridades policiais e analistas expressam ceticismo sobre a eficácia da medida no combate ao fluxo de drogas. A principal avaliação é que a pressão militar apenas força a alteração das rotas de escoamento, sem desmantelar as redes criminosas.

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Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

17 Comentários
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  1. Jicxjo

    18 de setembro de 2026 2:49 pm

    O objetivo é outro, todos sabemos. Semelhante ao deslocamento de um porta-aviões para a costa brasileira na Operação Brother Sam, na véspera do golpe de 64. O país que não estuda sua história está condenado a repeti-la.

  2. Juarez

    18 de setembro de 2026 7:29 pm

    Querem dominar o tráfico de drogas. Pablo Escobar dominou na Colômbia e eles querem o domínio da produção à venda.

  3. PAULO CARVALHO RODRIGUES

    18 de setembro de 2026 7:33 pm

    E os brics, china e Rússia, ficam só assistindo.

    1. Claudio Santos

      19 de setembro de 2026 9:40 pm

      O BRICS se limita a um tratado de cooperação econômica.

  4. Ricardo

    18 de setembro de 2026 8:26 pm

    Perdeu a guerra para o Irã de forma vergonhosa e perde também na Ucrânia contra a Rússia e vem tomar as repúblicas de bananas da América Latina. No Brasil, não fosse a elite submissa e os militares lambe-botas dos EUA, poderia ser um pólo de enfrentamento contra esses fascistas disfarçados de combate ao narco.

  5. Arthur Arruda

    19 de setembro de 2026 12:59 pm

    Nunca vou me esquecer da história que ouvi de um senhor estrangeiro que vindo da Europa em um navio de cruzeiro, aportou no Rio de Janeiro no dia do golpe. Diante da enorme frota estadunidense estacionada na Baía de Guanabara, muitos não entenderam enquanto outros aplaudiam efusivamente a presença militar yankee, indicando uma intervenção no país sob pretexto de extermínio da ameaça comunista. Mais de meio século depois, nada mudou. E la nave va…

  6. Ana Lucia A Pisarro

    19 de setembro de 2026 1:47 pm

    GO TRUMP 👊

  7. Roberto Souza

    22 de setembro de 2026 11:27 am

    https://www.facebook.com/share/p/19XDUeasMP/

  8. Roberto Souza

    22 de setembro de 2026 11:52 am

    leia o artigo sobre o ‘Jameson Raid ‘ de Mendonça no Supremo https://www.facebook.com/share/p/19XDUeasMP/

  9. Cidadão brasileiro

    27 de setembro de 2026 11:29 am

    Para ordenar meu comentario recordei três coisas: (1) – o axioma Uber Alles-Mezzacalzetta : Todo canalha é bolsonarista mas nem todo bolsonarista é canalha. (2) – O postulato Nesara-Gesara: É possível enganar repetidamente o mesmo crente. Um dos mitos mais obstinados concernentes o engano é aquele segundo o qual não se pode recorrer duas ou mais vezes à mesma trapaça. E todos sabem que o crente é freguês. Para tanto basta observar a opção alternativa : aqui ou lá, à direita ou à esquerda, no alto ou embaixo, pela frente ou por atrás. Na teoria militar trata-se do fundamento do princípio dos “escopos alternativos”. (3) – O famoso adágio : Após o fato consumado, o conselho não vale.

    Em 1906 um brasileiro de passagem por Nova York anotou : “esse é o país do egoismo brutal, do interesse, do mercantilismo. Os maiores homens desta terra, os mais conhecidos são o campeão do dólar John Rockefeller (massacrou com a sua milicia armada 66 adultos e 16 crianças, por não tolerar grevistas e logo depois criou uma Fundação filantrópica), e o campeão do soco James Jackson Jeffries“. —- A influência cultural dos EUA acompanhou ascensão da burguesia brasileira (que até então macaqueava o francês). O cow-boy, o sheriff, o gangster, o G-Man; o standard – para a fabricação em série – regulava valores éticos e intelectuais das elites estadunidenses, que suprimiam índios, pobres e queimavam negros como archotes vivos sem esquecer, antes durante e depois, de dar graças ao Senhor pela sua infinita misericórdia tornando o Cristo biblico cúmplice de todas os crimes e barbaridades. Agentes do governo norte-americano fantasiados de pastores protestantes, presbiterianos, metodistas, sustentados com a grana das missões, infiltraram-se em todos os recantos do Brasil. O jornalista Antonio Torres ( A Notícia, RJ) denunciava “essa súcia de vagabundos com dinheiro no bolso para aliciar e fazer propaganda da expansão ianque. Ele sentia prazer em ouvir um estadunidense declarar que o Brasil não tomava a serio a Doutrina Monroe. Era um elogio ao bom senso dos brasileiros. Vale notar que o expediente de falsos missionários protestantes foi usando também por agentes da Gestapo para tentar entrar nos quartéis brasileiros.

  10. Cidadão brasileiro

    27 de setembro de 2026 11:31 am

    Veio guerra de 1939 e com ela as Missões Militares estadunidenses para estudar a defesa da costa brasileira. O Tenente-Coronel que as chefiava sugeriu a criação de um serviço secreto, para vigilar as atividades antiamericanas. E propôs que o governo mobilizasse a opinião pública no sentito de facilitar o “auxilio prestado” pelo governo dele, dissuadindo qualquer dissenso “contra o imperialismo ianque”, removendo militares e funcionários caso não merecessem a confiança estadunidense. O plano do coronel L.W. Miller era ocupar portos, enseadas, aeroportos e instalações aeronáuticas, estradas-de-ferro, de rodagem, rádio, cabos, telégrafo e telefones, usinas de energia elétrica, alojamentos, hospitais, armazéns (incluindo gás e óleo), frigoríficos e abastecimento local, enfim, amarrar o Estado brasileiro pelos testículos num garrote bem apertado e passar a ponta do cordel ao presidente dos Estados Unidos. Mas não foi atendido e o Comando militar ameaçou invadir o Norte e o Nordeste do Brasil. O Capitão R. Wooten foi direto : “Fiquem subendo os brasileiros e o seu Presidente que se não nos derem as bases nós as tomaremos.” O L.W. Miller agora com a patente de General-de-Brigada, pediu pra fazer o levantamento aéreo fotogramétrico do Norte e do Nordeste. O Estado-Maior do Exército brasileiro forneceu com boa vontade, todas as informações que os oficiais estadunidenses solicitavam e lhes permitiu fazer o reconhecimento aéreo.
    “Nos círculos ligados à Embaixada estadunidense falava-se com insistência de um tratado secreto assinado entre Inglaterra, Estados Unidos, Argentina e Uruguai para a defesa do Atlântico Sul e a criação de bases aéreas e navais em Punta del Este” — informava o Capitão Batista Teixeira, delegado especial do Filinto Muller, homem deplorável e covarde que fora expulso da Coluna Prestes com desonra e virou chefe da polícia política do Vargas.

  11. Cidadão brasileiro

    27 de setembro de 2026 11:33 am

    NOTA: Os ingleses institucionalizaram a mentira e o engano como praxe militar e política, mais do que qualquer outra nação e continuam mestres nesse expediente. Os estadunidenses e israelitas aprenderam com eles e fizeram da mentira, do engano e do terrorismo a arte de fazer política : falsa tratativa, provas falsas, atentados de falsa bandeira etc. (o canalha Colin Powell na ONU exibindo a prova contra o Iraque ; Trump envia uma delegação para tratar a paz com os iranianos. Enquanto tratava, durante a reunião, bombardeou e assassinou os principais lideres políticos com seus familiares e civis iranianos). A hodierna transferência de drones e armas de guerra com a desculpa de combater o narcotráfico é a continuação da política ofensiva dos Estados Unidos no nosso continente, sempre com a cumplicidade de governantes lacaios e lesa-pátria. Parece que estamos assistindo a versão moderna do “Stay Behind”, na Europa de pós guerra ,contra os Soviéticos.

    Um colunista do GGN na sua acertada análise sobre a mais perigosa situação geopolítica desde a Segunda Guerra mundial, cometeu um deslize quando escreveu “o brasileiro, que adora se iludir, precisa abrir os olhos urgentemente”. Acontece que os nossos cinco sentidos são falazes por natureza. Tudo ao nosso redor, objetos ou eventos percebidos podem ser simulados e ao mesmo tempo dissimulados. Ilusões como a miragem, são naturais porque dependem de fenômenos físicos. Outras são fisiológicas, como as ilusões óticas causadas pela incapacidade do cérebro de examinar de modo correto sinais contrastantes. Os ilusionistas desfrutam dessas limitações para fazer espetáculo. Mas a quase totalidade das nossas ilusões têm origem psicológica. O poder político usa experts em neurobiologia que através da engenharia informática induzem uma “terapia” de controle social. Brasileiros de olhos abertos, vigilantes, lúcidos e conscientes representa uma séria ameaça ao poder da classe dominante que reserva vigilância, lucidez, consciência social e política para si mesma (segregação social); essa classe escrota usurpou o verde e amarelo sem ter qualquer projeto de Nação e usa os militares para garantir seus desatinos. // Haddad: “A classe dominante brasileira trata o Estado como se fosse de sua propriedade”. // O colunista ao pedir urgência em abrir-mos os olhos, esqueceu, entre outras coisas, o gate-keeper que encanala e esvazia o dissenso nas redes sociais. —- Em fevereiro de 2019 no Centro de Comunicação Social do Exército, mané Rêgo recordou o ingresso do Exército nas mídias sociais : “mergulhamos de cabeça no ‘submundo’ (Sic) das mídias sociais. Tornar o nosso Centro com maior influência no (sub)mundo digital exigiu sangue frio na interlocução sem rosto, típica da internet, suor à frente do teclado e lágrimas de emoções pela conquista do cimo” (Sic). Um analista político perguntou-se : “Para onde vão conduzir o país com essa estratégia das operações psicológicas, cujo único objetivo é a manipulação das massas?”

  12. Cidadão brasileiro

    27 de setembro de 2026 11:35 am

    O mergulho de cabeça no “submundo do Rêgo” significou um salto de qualidade nas atividades eversivas que os militares sempre conduziram tanto em conteúdo quanto no alcance social com as chamadas “operações psicológicas”, cuja função é a de fortalecer as posições da classe dominante a partir da polarização gerada no campo político e social. Na “interlocução sem rosto” preconizada por mané Rêgo, utilizaram grande arsenal de mentiras e teorias conspiratórias, difundiram ódio e medo para que as pessoas não usassem a razão, o bom senso, a reflexão, fazendo-as agir até mesmo contra seus próprios interesses de classe, para que não abrissem os olhos e não se organizassem, unificando bandeiras. Para analistas do campo patriótico e progressista, os temas difundidos nas mídias digitais pelos militares eram os mesmos que eles vinham reproduzindo há décadas nas suas academias militares, nas ESGs da vida e nas suas agremiações. Orwell e Huxley nos fizeram entender a perda da privacidade e a natureza do controle subliminar : precisa manipular com distrações, entretenimento bizarro e degradação dos costumes. O fluxo implacável de eventos sobrecarrega o sistema nervoso; o que antes parecia chocante passa a ser banal. //// Uma boa idéia é agir no modo que paralize imediatamente uma boa parte desse mecanismo infernal : desconectar fisicamente a Smart TV da internet porque foi projetada para a rede wi-fi e o cavo Ethernet. Quando se liga a Smart TV ela envia metadados ao “submundo do Rêgo“ e dá início ao controle quotidiano da
    usuário, traça-lhe o perfil (programas que assiste, compras, interações, videos e fotos trocadas, etc. além de enviar sinais aos vários produtores dos componente eletrônicos instalados pelo fabricante, para vender as emoções do usuário a quem pagar mais. A Smart TV (mesmo inativa mas ligada na tomada elétrica) “escuta” dia e noite a nossa conversa quando falamos no celular ou conversamos em casa (esse é um dos serviços de Amazon que o usuário paga sem saber). Desconectando-a da internet a TV volta a ser – magicamente – o que sempre foi no passado : um simples receptor unidirecional que reduz a ação do E-scroto do Rêgo do Centro de Comunicação Social do Exército.

  13. Cidadão brasileiro

    27 de setembro de 2026 2:52 pm

    Nos dias de hoje a noção de realidade apresenta contornos incertos com os pontos de referência, mesmo éticos e morais, mudando em continuação. As imagens virtuais não simulam o mundo, são o mundo; ficou mais fácil enganar, desinformar. Tudo isso acontece em estreita conexão com o agir ilusionistico. Alguns autores falam de meta-engano : quem quer enganar não pode contentar-se de atuar o engano, mas deve também enganar sobre o fato que está enganando (para não invalidar o engano). O engano é a matéria-prima do ilusionismo. Segundo Orson Welles, que amou o ilusionismo e foi obcecado pelo engano, existe una grande diferença entre a psicologia masculina e femminina em relação ao ilusionismo. Isso talvez explique a maior confiança das mulheres no Lula como candidato. Chama-se epistemofilia ou seja o desejo de conhecer e inquirir a realidade. Com a dupla Trump-Hegseth (italianizado Pet Setteseghe), a Biblia e o “Gospel Magic” passam a ilusionismo evangélico turbinado, o jornalismo escrito e falado permanece ilusionismo literário, porque distrai o hemisfério racional do leitor e o conduz na pista errada tal e qual o autor de romance policial. Quando o prestidigitador durante o espetáculo usa a varinha mágica e pronuncia solenemente “HOCUS POCUS TONTUS TALONTUS, VADE CELERITE JUBEO”, distrai ao mesmo tempo o ouvido e os olhos do observador. Esse tipo de hipnotismo é praticado diariamente pela Globo, BBC, CNN, etc. Para isso Kissinger criou a figura do expert (PhD, Mestre, etc.), que confere autoridade e dá credibilidade às suas bem articuladas abobrinhas. Sua aparente honestidade intelectual e competência ao criticar e analisar é apenas estratégia na gestão do consenso, da narrativa, uma jogada cínica para reconstruir continuamente diques nos desabamentos da credibilidade econômica e política. O expert é parte de um sofisticado dispositivo de relações públicas e é ligado direta ou indiretamente à comunidade de inteligência dos governos e da CIA.

  14. Cidadão brasileiro

    27 de setembro de 2026 2:54 pm

    Trump não é Roosevelt, Rubio não é Hull e foi com Truman que gangsters como Trump e Rubio tiveram livre acesso à Casa Branca. O New Deal teve potentes opositores no establishment da época, mas a crise e o carisma de Roosevelt foi mais forte. Para a esquerda estadunidense, aquela fase representa um momento de grande relevância para os trabalhadores. Para a direita estadunidense, ao contrário, aquela década é o pesadelo que não pode retornar de geito nenhum. Séculos de história industrial e economica provaram que a verdadeira produtividade e o progresso social são intrinsecamente ligados à felicidade, à estabilidade e à serenidade psicologica das pessoas. Para evitar que retorne um momento favorável às forças sociais é preciso provocar continuamente confusão, polarização, censura, aliciamento, corrupção, ilusão, vigilância capilar, assedio policial e militar, sanções, terrorismo, precariedade, insegurança econômica, empobrecimento cultural, discriminação social, medo e violência urbana : chama-se capitalismo selvagem de desastre permanente. // 2026, o hospício Casa Branca instala no continente latino americano o movimento “Stay Ahead”. — Rubio em Bogotá comenta alegre : “era dourada” (nada a ver com “golden shower” do Bolsonaro). A linha do General Francis que comanda a Operação Cone Sul é clara : “Estamos comprometidos em impor uma fricção sistêmica total sobre os narcoterroristas — interrompendo suas operações, desmantelando suas lideranças e eliminando o terror dos cartéis em tonda a região” (o general Francis não foi informado em tempo. No governo do Bolsonaro até o avião presidencial foi usado para transportar droga no exterior).

  15. Cidadão brasileiro

    27 de setembro de 2026 2:56 pm

    Segundo o jornalista Kevin Barrett, Trump fez carriera como testa-de-ferro do crime organizado hebraico. Seus hoteis e casinos eram centros de lavagem de dinheiro, operações especulativas e falências. Seus programas televisivos, entre eles os concursos de beleza Miss Teen USA, Miss USA e Miss Universe, eram produzidos por mafiosos hebreus do calibre de Epstein. Isso explica o fato que o boss mafioso Jared Kushner e Steve Witkoff sejam seus colaboradores. Segundo outra fonte,Trump ameaçara tomar o canal de Panamá para amedontrar o governo local e cancelar impostos não pagos pela Trump Organization. Em 2017 um inquérito Reuters-NBC revelou que o Trump Hotel and Tower de Panama City servia de cobertura para reciclagem de dinheiro ligado ao narcotrafico. — Pablo Iglesias, condutor do LA BASE, programa da TV espanhola, sossobrou a narração oficial do general Francis : e se os EUA não forem a vítima, mas o epicentro mundial do narcotrafico ? Sua análise, baseada em documentos oficiais e inquéritos jornalísticos, desfaz o mito do “problema externo” : narcotraficante não vive em tugúrio de fronteira, mas nos paraísos do luxo em Dubai, Paris, Miami, New York. A cocaina não viaja apenas em barquinho, mas em container abarrotado na estiva da grande nave mercantil atravessando o oceano. E depois tem o fentanyl, a droga que devasta a America profunda, produzida nos Estados Unidos, consumida nos Estados Unidos. Uma epidemia que não nasceu no Mexico, mas na sala de reunião da grande casa farmacêutica estadunidense, que criou uma multidão de doentes crônicos pra depois abandoná-los ao sistema de saúde privado e falido. E a grana ? A grana está em Wall Street. O material belico sequestrato no Mexico é oriundo dos Estados Unidos. A indústria belica dos EUA projeta e produz arma sobmedida às exigências do cartel, começando pelo fuzil calibre 50 que derruba helicoptero à pistola Emiliano Zapata, placada em ouro com a Virgem de Guadalupe gravada em baixo-relevo. Iglesias cita Gary Webb, o jornalista suicida com dois – DOIS ! – tiros na cabeça por ter desvelado que a CIA finanziava os Contras na Nicaragua com o crack vendido nos ghetos dos negros de Los Angeles.

    E como se não bastasse, Iglesias aproveitou a euforia do líder do Partido Popular, Feijóo, por ter recebido um telefonema do Secretario de Estado Rubio, lembrando publicamente que o cunhado dele fora condenado por narcotrafico e ele quando político, escreveu uma carta de recomendação para fazê-lo trabalhar no setor imobiliário, onde o dinheiro sujo passou a encontrar comoda demora. A jornalista Maureen Tracik publicou no dia 23 de dezembro de 2025 no Prospect.org, o artigo “The Narco-Terrorist Élite. Who is Marco Rubio so hell-bent on making Iran-Contra again?” que começa assim : “Marco Rubio ainda adolescente, ganhava um dinheirinho extra trabalhando para o já falecido cunhado Orlando Cicilia. O business de fachada era venda e importação de animais exóticos para esconder cocaina e maconha…. A conclusão do Iglesias é que o governo estadunidense não combate o narcotrafico, o gerencia, o administra, o protege para garantir o lucro. É um sistema no qual a droga gera demanda, a finança recicla e a indústria bélica fornece a ferramenta da violência. Um modelo perfeito, bem testado, de capitalismo ilícito che para manter seu status quo precisa inventar um inimigo externo. Como diz um jornalista no video do Iglesias : a droga escorre pelas ruas dos Estados Unidos porque a grana escorre através das suas intituições financeiras e suas instituições políticas.

  16. Cidadão brasileiro

    27 de setembro de 2026 2:58 pm

    Os mandantes da anunciada invasão armada do Cone Sul são os mesmos que ordenaram o golpe de 1964, que planificaram a Lava Jato, que arquitetaram o impeachment de Dilma, a prisão do Lula, fizeram o Jair presidente e agora atuam para dar continuidade ao “bolsonarismo e sua milícia”. Os E-scrotos do submundo do Rêgo estão mais ativos do que nunca. Desta vez espero que não subam no cimo ou na rampa. Que fiquem confinados nas latrinas. ———- SINOPSE FLASH : 19 de abril de 1988, o Conselho de Justificação do Exército considerou por unanimidade que fosse declarada incompatibilidade de Bolsonaro para o oficialato e consequente perda do posto e patente, nos termos do artigo 16, inciso I da lei nº 5836/72” ////// 16 de junho de 1988, Superior Tribunal Militar : Bolsonaro foi acusado de transgressão grave ao Regulamento Disciplinar do Exército, por terrorismo, diz o relatório secreto do Centro de Inteligência do Exército, nº 394, de 1990, com 96 páginas.” ////// 27 de julho de 1990, a partir desta data, na reserva não remunerada, Bolsonaro inicia intenso trabalho como defensor dos interesses da classe militar, sem que para isso tenha representatividade ou delegação, arguindo, contrapondo e acusando de forma descabida autoridades constituídas nos mais diversos níveis”. ////// Novembro de 2014, convidado de honra da formatura na AMAN, é recebido aos gritos de “Líder!, Líder!” pelos aspirantes. ////// 2017, Bolsonaro bate continência à bandeira dos Estados Unidos, um gesto ignóbel pedindo sua investidura aos estadunidenses. O apoio veio com Steve Bannon, assessor especial do Trump. Bannon entregou, para os militares empenhados na campanha de Bolsonaro, um pacote tecnológico testado com sucesso no Brexit e na eleição de Trump. A tecnologia foi usada por empresários , pastores e militares bolsonaristas com disparos em massa pelo WatsApp na reta final antes do primeiro turno da eleição de 2018. ////// general Villas Bôas ao se despedir : “o Brasil tem três heróis nacionais: Bolsonaro, que nos livrou do comunismo, o Moro, que combateu a corrupção, e o general Brega Natto !! O resto é história.

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