Em meio à escalada de tensões entre os Estados Unidos e o Irã, uma nova frente de debate emerge no campo político e intelectual: a crítica direta à postura do ex-presidente Donald Trump diante do conflito.
Em artigo recente, o economista Paul Krugman sustenta que as ameaças feitas por Trump contra o Irã — especialmente envolvendo possíveis ataques a infraestruturas civis — se enquadrariam na própria definição de terrorismo adotada por órgãos do governo americano.
Krugman recorre ao conceito formal utilizado pelo U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE), segundo o qual terrorismo envolve o uso ou a ameaça de violência contra pessoas ou propriedades com o objetivo de promover uma agenda ideológica ou política.
A partir dessa definição, o autor argumenta que declarações públicas de Trump — nas quais o ex-presidente menciona a possibilidade de atingir estruturas essenciais, como usinas de energia — caracterizariam uma ameaça direta não apenas a alvos materiais, mas também à população civil.
O texto também questiona a eficácia estratégica dessas ameaças: segundo Krugman, a imposição de um prazo para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz — sob risco de ataques — não teria viabilidade prática, dada a estrutura descentralizada do comando militar iraniano e a complexidade operacional envolvida.
Nesse contexto, o autor sugere que o recurso à intimidação pode refletir limitações na capacidade de atingir objetivos militares concretos, deslocando o foco para ações de alto impacto simbólico e potencialmente direcionadas a civis.
Além da análise geopolítica, Krugman defende que ordens que violem o direito internacional — como ataques deliberados a infraestruturas civis — não devem ser cumpridas por militares, ressaltando o dever legal de recusa em caso de ilegalidade.
O texto também faz um apelo a lideranças políticas e figuras públicas nos Estados Unidos para que se posicionem diante das declarações, argumentando que o silêncio poderia ser interpretado como conivência.
A argumentação se insere em um momento de crescente polarização interna nos EUA e de deterioração das negociações internacionais envolvendo o conflito. Ao classificar as ameaças como potencialmente ilegais e moralmente inaceitáveis, o artigo amplia o debate para além da disputa militar, incorporando dimensões jurídicas, políticas e éticas.
Rui Ribeiro
7 de abril de 2026 10:34 amForever oung
(Alphaville)
Let’s dance in style, let’s dance for a while
Heaven can wait, we’re only watching the skies
Hoping for the best, but expecting the worst
Are you gonna drop the bomb or not?
Let us die young or let us live forever
We don’t have the power, but we never say never
Sitting in a sandpit, life is a short trip
The music’s for the sad man
Can you imagine when this race is won?
Turn our golden faces into the Sun
Praising our leaders, we’re getting in tune
The music’s played by the, the mad man
Forever young, I want to be forever young
Do you really want to live forever?
Forever, and ever
Forever young, I want to be forever young
Do you really want to live forever?
Forever young
Some are like water, some are like the heat
Some are a melody and some are the beat
Sooner or later, they all will be gone
Why don’t they stay young?
It’s so hard to get old without a cause
I don’t want to perish like a fading horse
Youth’s like diamonds in the Sun
And diamonds are forever
So many adventures couldn’t happen today
So many songs we forgot to play
So many dreams swinging out of the blue
We let them come true
Forever young, I want to be forever young
Do you really want to live forever?
Forever, and ever
Forever young, I want to be forever young
Do you really want to live forever?
Forever, and ever
Forever young, I wanna be forever young
Do you really want to live forever?
Rui Ribeiro
7 de abril de 2026 2:00 pmAgora é que eu ver se couro de gente é prá queimar:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/04/07/iranianos-formam-corrente-humana-em-torno-de-usina-termoeletrica-apos-convocacao-do-regime-video.ghtml