A prova de lealdade de Thomas Traumann

Um dos maiores desafios da gestão é o da prova da lealdade.

Há três tipos de assessores: os que não trazem problemas, os que trazem problemas e os que trazem problemas e soluções.

Gestores estressados tendem a valorizar o primeiro tipo, especialmente em organizações complexas, com uma infinidade de problemas. No dia a dia estressante, tendo um mar de problemas pela frente, o gestor perde o fio da meada. Basta um telefonema, a entrada de um assessor na sala para arrepiar até a medula de uma pessoa normal.

Os que não trazem problemas, não. Sempre aparecem com uma boa notícia, uma visão cor-de-rosa da realidade, um não-problema.

São os piores. Ou são fracos e a presença do chefe os intimida; ou são inseguros e não trazem más notícias para não expor sua incompetência para trazer a boa solução; ou são malandros, pensando apenas na preservação do cargo.

Ao expor claramente as críticas em relação ao cenário atual e propor uma solução – ainda que parcial -, Thomas Traumann se alinha ao terceiro grupo. Que seus alertas ajudem a abrir os olhos de uma presidente que, por excesso de problemas, abomina as más notícias.

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Leia também:  Esquerda tem capilaridade, mas falta narrativa própria e estratégia nas redes sociais, diz Letícia Sallorenzo

42 comentários

  1. Está ou não demissionário?

    Consta que estaria demissionário desde novembro/2014. A propósito, ele aparece tanto na mídia que ninguém sabe como é. Dizem que existe. 

    • Dizem também que ele é que

      Dizem também que ele é que mantem o criterio tucano de alocação de verbas publicitárias em vigor até hoje. Dizem.

  2. Como é que fica?

    Se, como de fato parece, Dilma II acabou antes de começar, pois pelos 4 anos anteriores e estes 2meses 2 1/2, é muito improvável que ele seja capaz de dar a volta por cima; se for assim, como é que o país e o povo irão aguentar 4 anos de desgoverno?

    • Desgoverno

      Seria interessante você apontar com fatos concretos o desgoverno de Dilma I.

      Até imediatamente antes das manifestações de junho de 2013, Dilma estava com a popularidade nas alturas.

      Em outubro de 2014, foi reeleita presidente do Brasil.

      Os erros de Dilma:

      1) diminuir a tarifa de energia elétrica a pedido da FIESP, entre outros;

      2) reduzir o IPI sobre a venda de automóveis novos, a pedido da indústria automobilística e dos sindicatos de trabalhadores do setor;

      3) reduzir o IPI sobre a venda de produtos da linha branca, a pedido idem item anterior;

      4) eliminar a incidência da CIDE sobre a gasolina para evitar aumento de custo para o consumidor e  para os setores produtivos;

      5) iniciar, através da Petrobrás, a exploração, em volumes crescentes, do pré-sal.

      6) implantar o programa “Mais Médicos”

      7) distribuir pelo país todo milhares de moradias decorrentes do programa  “Minha Casa, Minha Vida”.

      8) conceder a exploração de portos, aeroportos e rodovias à iniciativa privada, através de concessões;

      9) manter a inflação dentro dos parâmetros do BC;

      Etc, etc, etc,….. e

      10) Erro gravíssimo: não saber comunicar ao país (exceto na campanha eleitoral) todos os “erros” cometidos.

      Brandão: o que você quer mesmo é derrubar a Presidenta.

      Vão ter que aguentar, sim. mais 4 anos de governo, quando, então, o Lula assume em 2018.

      Ou, então, vão ter que enforcar os dois, como o fizeram, simbolicamente, os coxinhas nas manifestações de domingo passado.

      Lembrem-se, entretanto, o que aconteceu depois do suicídio de Getúlio Vargas.

       

       

    • É amigo! Democracia é assim!

      É amigo! Democracia é assim!

      O povo escolhe um governador que os engana enquanto governa e desagrada depois de reeleito, quebrando o Estado (Beto Richa), ou aquele que esconde a lama no fundo do reservatório porque sabe que seus eleitores vão bebê-la depois, sem esquecer de pagar dividendos aos donos da empresa que “provê” o serviço, mas não fala nada para ser reeleito (Alckmin) e sabe o que acontece? Na eleição seguinte, a maioria decide que eles vão voltar! Se não votarmos neles, e a maioria (51%+1) assim o fizer, engolimos em seco e aguentamos mais 04 anos até a próxima eleição. Ou Democracia só serve quando o resultado é o que nós desejamos?  Podemos e devemos reclamar, mas antes de tudo respeitar a vontade da maioria.  Como o voto aqui não é censitário, o teu voto vale o mesmo que o meu.

      Nem os profetas poderiam neste momento afirmar se o governo vai dar a volta por cima ou não. O fato é não há motivo para interrompermos o Estado Democrático de Direito no Brasil. A sua vontade, pura e simples, sinto dizer, não basta.

      Este país e o povo aguentaram um tempinho (20 anos!) em que este seu questionamento daria cadeia e tortura. Logo, tenha calma.

  3. Mãos a obra. E como a D.

    Mãos a obra. E como a D. Dilma é brava, que tal pra ontem?

    Só um senão, começar por São paulo? Não, reforçar onde é forte e depois São Paulo. E não em comunicação, mas com obras, compresença. Com muito, mas muito apoio a Haddad e prefeitos petistas, Pimentel em Minas e todos os governadores aliados do Nordeste.

    A falta de profissionalismo político deste governo é tão grande que prefeituras não petistas recebem mais obras do que prefeituras petistas. O cidadão de Jaú, por exemplo, elegeu um prefeito do PT. Na minha região só ele foi eleito. O jauense levou vantagem em votar em prefeito petista? Nenhuma, porque prefeituras regionais chegaram a receber até mais recursos do Pac do que Jaú. Se somar isso aí ao preconceito contra os petistas em São Paulo, o não reconhecimento das obras do governo federal por parte de prefeituras que sairam do Ademar de Barros foram para Maluf depois para Quércia e depois para o eterno Psdb, não há jeito de formar núcleo petista no interior do estado.

    Ah! Mais isso não é republicano. Não é, mas os tucanos de Alckmin operam. Prefeituras do PT na seca e prefeituras do Psdb nadando de braçada. A situação é de emergência.

  4. olha a boa má noticia

    Documento que rodou no planalto sobre a comunicação no e do governo

     

    Onde estamos

     

    A comunicação é o mordomo das crises. Em qualquer caos político, há sempre um que aponte “a culpa é da comunicação”. Desta vez, não há dúvidas de que a comunicação foi errada e errática. Mas a crise é maior do que isso.

     

    As forças políticas que elegeram Lula e Dilma são minoritárias nas redes socais desde os movimentos de 2013. Isso por uma singularidade clara do mundo digital: o Facebook, o twitter, o G+, etc., são espaços privilegiados para o ataque, a zombaria e a propagação de palavras de ordem. É um espaço onde o convencimento, o diálogo, a troca de ideias até existe, mas é lenta e geralmente se prega para convertidos.

     

    Parece contraditório, mas o panelaço do dia 8 e as marchas deste dia 15 mostram que as redes sociais não estão perdidas para Dilma e Lula. No dia 8, até uma hora depois do pronunciamento, houve mais tuítes a favor a Presidenta do que contra. No domingo, houve uma disputa equilibrada até a PM falar em um milhão na Paulista, desmobilizando todo o regimento pró-governo. Óbvio que esse movimento virtual não altera as derrotas políticas do panelaço e das pessoas nas ruas, mas mostram que nem tudo está perdido.

     

    Ironicamente, hoje são os eleitores de Dilma e Lula que estão acomodados brigando com o celular na mão, enquanto a oposição bate panela, distribui mensagens pelo Whatsapp e veste camisa verde-amarela. Dá para recuperar as redes, mas é preciso, antes, recuperar as ruas.

     

    Como chegamos até aqui

     

    A campanha presidencial de 2010 foi a primeira na qual a comunicação digital teve um papel relevante no resultado das urnas. O uso de vídeos montados sobre aborto e fechamento de igrejas evangélicas marcou um novo patamar da baixaria na disputa política brasileira. A campanha digital Dilma/2010 foi mais de resistência e de combate a boatos do que de convencimento. Os blogues não geraram conteúdo, mas foram fundamentais na propagação de reportagens da grande imprensa como caso Paulo Preto e da bolinha de papel.

     

    O início do primeiro governo Dilma, no entanto, foi de rompimento com a militância digital. A defesa ferrenha dos direitos autorais pelo Ministério da Cultura e o fim do diálogo com os blogues pela Secom geraram um isolamento do governo federal com as redes que só foi plenamente reestabelecido durante a campanha eleitoral de 2014.

     

    Em 2015, o erro de 2011 foi repetido.

     

    Pesquisa feita pela FGV no dia do segundo turno de 2014, com base em amostra de mais de 600 mil tuítes, mostrava as redes sociais brasileiras divididas, com leve vantagem para o campo pró-Dilma.

     

    A partir de novembro, as redes sociais pró-Dilma foram murchando até serem quase extintas. Principal vetor de propagação do projeto dilmista nas redes, o site Muda Mais acabou. Os robôs que atuaram na campanha foram desligados e a movimentação dos candidatos do PT foi encerrada.

     

    Mas o movimento mais impressionante ocorreu entre os militantes, os apoiadores da candidatura de Dilma. Pesquisa da FGV mostrou que, a partir do final de novembro _ com o anúncio de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda e as primeiras medidas do ajuste_ a militância orgânica dilmista começou a parar de defender o governo. Houve um soluço pró-Dilma nas redes no dia da posse, mas a pesquisa da FGV é afirmativa: houve um descolamento entre o governo e a sua militância.

     

    A ausência de agendas públicas da presidenta da eleição ao carnaval, a mudança nas regras do seguro desemprego e pensão por morte, o desastrado anúncio de cortes do FIES, o aumento nos preços da gasolina e energia elétrica e o massacre nas TVs com as denúncias de corrupção na Petrobras geraram entre os dilmistas um sentimento de “abandono” e “traição”. Constata-se hoje nas redes uma mágoa dos eleitores de Dilma, registradas em frases como “votamos nela e a política econômica é do Aécio”, “não tinha como ela não saber dessa corrupção toda na Petrobras”, “ela disse que a vaca não ia tossir, mas tossiu”, “ela mexeu nos direitos dos trabalhadores”, “na hora de pedir voto ela aparecia e agora sumiu”, “ela disse que ia segurar a conta de luz e soltou” etc…

     

    As páginas dos deputados e senadores do PT pararam de defender o governo. Hoje, por exemplo, a página do deputado Jean Wyllys, do PSol, tem um peso na defesa do governo maior que quase toda a bancada federal. É sintomático que a principal página do Facebook pró-Dilma não oficial, a Dilma Bolada, começou a perder fãs em fevereiro, o que pode significar uma situação de quebra de imagem.

     

    Apenas as páginas oficiais Portal Brasil/Blog do Planalto/ Facebook da Dilma e o site do PT seguem defendendo o governo, mas suas mensagens não conseguem ser reverberadas fora da sua corrente de seguidores. Ou seja, o governo e o PT passaram a só falar para si mesmo.

     

    A tática do PSDB foi exatamente a oposta. Cerca de 50 robôs usados na campanha de Aécio continuaram a operar mesmo depois da derrota de outubro. Isso significou um fluxo contínuo de material anti-Dilma, alimentando os aecistas e insistindo na tese do maior escândalo de corrupção da história, do envolvimento pessoal de Dilma e Lula com a corrupção na Petrobras e na tese do estelionato eleitoral. Tudo com suporte avassalador da mídia tradicional.

     

    Simultaneamente, a partir do final de janeiro, as páginas mais radicais contra o governo passaram a trabalhar com invejável profissionalismo, com uso de robôs e redes de Whatsapp.

     

    Desde janeiro, a página no Facebook do grupo Revoltados Online teve o engajamento de 16 milhões de pessoas nos últimos três meses. O Vem Pra Rua chegou a 4 milhões. Para comparar: no mesmo período as páginas do Facebook Dilma Rousseff e PT foram compartilhadas por 3 milhões de pessoas.

     

    Em estimativas iniciais, a manutenção dos robôs do PSDB, a geração de conteúdo nos sites pró-impeachment e o pagamento pelo envio de Whatsapp significaram um gasto de quase R$ 10 milhões entre novembro e março.

     

    Deu resultado. Em fevereiro as mensagens/textos/vídeos oposicionistas conseguiram a capacidade de atingir 80 milhões de brasileiros. As páginas do Planalto mais as do PT, 22 milhões. Ou seja, se fosse uma partida de futebol estamos entrando em campo perdendo de 8 a 2.

     

    De um lado, Dilma e Lula são acusados pela corrupção na Petrobras e por todos os males que afetam o País. Do outro, a militância se sente acuada pelas acusações e desmotivada por não compreender o ajuste na economia. Não é uma goleada. É uma derrota por WO.

     

    Como virar o jogo?

     

    Não será fácil virar o jogo. Pesquisa telefônica SECOM/ Ibope mostra que 32% dos entrevistados mudaram de opinião sobre o governo negativamente nos últimos seis meses. Esse movimento é mais perceptível entre os moradores do interior (35%), pessoas com renda familiar entre 2 a 5 SM (36%) e que avaliam o governo como regular (37%). As principais razões para essa mudança são: os escândalos de corrupção (31%), aumento da inflação (28%) e o fato de o governo “não cumprir o que promete” (16%).

     

    As responsabilidades da comunicação oficial do governo federal e as do PT/Instituto Lula/bancada/blogueiros são distintas. As ações das páginas do governo e das forças políticas que apoiam Dilma precisam ser muito melhor coordenadas e com missões claras. É natural que o governo (este ou qualquer outro) tenha uma comunicação mais conservadora, centrada na divulgação de conteúdos e dados oficiais. A guerrilha política precisa ter munição vinda de dentro do governo, mas ser disparada por soldados fora dele.

     

    Essa coordenação por si só não vai mudar o humor do eleitor dilmista. Mas como mostraram as ações conjuntas no dia 8 e no dia 15 são um início.

     

    O pronunciamento de 8 de março foi extremamente criticado por ser longo e sem substância. As principais críticas ao pronunciamento foram: “fala muito e não diz nada”, “discurso longo e sem propósito”, “não transmite confiança nem entusiasmo”, “não assume responsabilidade por nada”. O pedido de paciência foi o que mais irritou aqueles que um dia já apoiaram Dilma nas redes. Houve um grande número de posts com a mensagem ‘já perdi a paciência!’. A fala dos ministros Rossetto e Cardozo no domingo à noite foram recebidas com panelaço antes que eles falassem a primeira sílaba.

     

    Isso não significa que o público não aguarde respostas curtas e objetivas para perguntas de três grandes temas: corrupção na Petrobras, inflação/crise econômica; e o “estelionato eleitoral”. São perguntas como: “a gasolina subiu porque Dilma, Lula e o PT roubaram na Petrobras?” “Dilma falou uma coisa na campanha e está fazendo outra?”; “a vaca tossiu, ela está mexendo nos direitos dos trabalhadores?”, “ela mentiu ao dizer que o Aécio é que ia aumentar a gasolina e a luz?”, “por que ela sempre culpa a crise internacional e não assume que errou?”, “por que ela deixou a inflação explodir?”, “o que ela está fazendo para acabar com a corrupção na Petrobras?”, “a campanha dela recebeu dinheiro do esquema lava jato?”, “como ela pode falar em Pátria Educadora e cortar o FIES?”, etc… Sem responder claramente a essas perguntas não há como a militância se sentir respeitada de novo e, de novo, defender o governo. É preciso aceitar a mágoa desses eleitores, reconquistá-los.

     

     Óbvio que essa reconquista não é apenas um trabalho de comunicação. Não adianta falar que a inflação está sob controle quando o eleitor vê o preço da gasolina subir 20% de novembro para cá ou a sua conta de luz saltar em 33%. O dado oficial IPCA conta menos do que ele sente no bolso. Assim, como um senador tucano na lista da Lava Jato não altera o fato de que o grosso do escândalo ocorreu na gestão do PT.

     

    A entrevista presidencial desde dia 16 foi um excelente início. Ao falar com firmeza sobre o seu compromisso com a democracia, explicar de forma fácil a necessidade do ajuste fiscal e assumir falhas como a da condução do Fies, a Presidente deu um rumo novo na comunicação do governo. Não pode parar.

     

    É preciso que a PR fale mais, explique, se exponha mais, seja nos quebra-queixos pós-evento, seja respondendo ouvintes da Voz do Brasil (20 milhões de ouvintes), seja com a mídia tradicional (TV aberta, de preferência), seja com a volta das entrevistas por Facebook. Não importa quantos panelaços eles façam.

     

    É preciso consolidar o núcleo de comunicação estatal, juntando numa mesma coordenação a Voz do Brasil, as páginas de sites, twitter e Facebook de todos os ministérios, o Facebook da Dilma e a Agência Brasil.

     

    A publicidade oficial em 2015 deve ser focada em São Paulo, reforçando as parcerias com a Prefeitura. Não há como recuperar a imagem do governo Dilma em São Paulo sem ajudar a levantar a popularidade do Haddad. Há uma relação direta entre um e outro.

     

    Dizem que passado o terremoto de Lisboa, o rei Dom José perguntou ao marquês de Alorna o que podia ser feito. Ele respondeu: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”.

     

    Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e discutindo como teria sido se o terremoto não tivesse ocorrido. Cuidar dos vivos, é que depois de enterrar o passado, temos que cuidar do que sobrou, dar foco ao presente. Fechar os portos, evitar o pânico entre os nossos, impedir o salve-se quem puder, a fuga em massa. Significa que não podemos deixar que ocorra um novo tremor enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou

     

  5. Uma foto de Thomas Traumann

    Com risco de levar umas bordoadas, faço uma digressão aqui: Traum é sonho na língua alemã, assim como Mann é homem. Lá traduzem “Traummann como “homem ideal”, o homem sonhado. Mas para isto,  nosso Traumann teria de ser Traummann.

    Há quem sugira ser “Traumann” , em alemão, algo como “Homem confiável, ou de confiança”.

    O que disse dele o jornal aecista Estado de Minas de hoje:

    http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2015/03/18/interna_politica,628735/ministro-sai-de-ferias-apos-divulgacao-de-documento-reservado-do-planalto.shtml

    O G1 falou dele no início do segundo governo Dilma:

    http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/12/thomas-traumann-foi-porta-voz-de-dilma-e-assessor-de-palocci.html

  6. Negociação ganha-perde

    Olá senhores debatedores, Nassif e equipe

    Desculpe-me Nassif, mas, vamos esquecer desse negócio de “lealdade”. Isso, na minha opinião,  acabou.

    Se não acabou mundou de “significado”.

    O signo agora é: Comprometimento.

    Comprometo-me com tal projeto, tal meta, tal objetivo , desde que eu tenha determinado retorno, caso contrário, estou fora. Seria mais ou menos por ai.

    Lealdade, portanto, baseando-se nessa premissa imediatamente acima,  é coisa do passado.

    Esse mundo “cor-de-rosa” , estou de pleno acordo, isto é, de acordo com os óculos que uso no momento. Afinal, não podemos, ou não devemos, deixar que os óculos “cor-de-rosa” de Immmanuel Kant possa colorir um suposta realidade. Obs. suspeito que o r. jornalista brincou, no bom sentido, com isso.

    E o que “é” real, então?

    Ora, o real pode ser o que está na cabeça de alguém.

    In casu, no presente momento de “aparente” pertubação, ou de movimentação,  prefiro me agarrar um pouco mais na objetividade.

    Ora, sejam 2 milhões de pessoas num conjunto de 200 milhões não representa muito, isto é,  2.000.000/200.000.00=  1%. E olha que até na contagem do número de manifestante HÁ VIÉS.

    Vamos resgatar o programa de governo eleito, ( que eu li e acredito que muitos o leram) e transformá-lo em PPA, jamais se esquecendo da CR/88, sobretudo aqui:

    Constituem OBJETIVOS FUNDAMENTAIS da REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL:

    Construir sociedadade livre, justa e solidária

    Garantir o desenvolvimento nacional

    ERRADICAR A POBREZA  e a MARGINALIZAÇÃO  e reduzir as DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS( destaques meus)

    PROMOVER O BEM DE TODOS, sem PRECONCEITOS DE ORIGEM, raça, sexo, cor, idade e qualquer outras formasde discriminação( eu destaquei)

    Coloquemos isso daí no debate.

    E agora sim, 5W2H!

    Quem faz o que e como etc?

    Quero ver até onde chegamos.

    Problema: como negociar num ambiente GANHA- GANHA com uns pensando em GANHA -PERDE?

    Saudações 

     

  7. Se é para fazer barulho e mostrar serviço, batia no BC (banco c

    Tá na moda na Europa e a saída da Grécia do Euro, com a crise assolando a sua população facilita mais o combate aos Juros Pornográficos que  o Banco Central impõe ao país.

    Segundo um amigo economista, a curva de Laffer mostra a impossibilidade de crescimento do Brasil com baixo desemprego e alta taxas de juros, assim, ter o BC como o inimigo a ser batido é duplamente favorável.

  8. A GLOBO É UM ESTADO DENTRO DO ESTADO BRASILEIRO, É UM MONSTRO.

    O que esse assessor disse, nada mais é o que todo mundo já dissera. COMUNICAÇÃO. O governo não enfrenta os piquetes globais.A  GLOBO se transformou em um partido político satélite do PSDB e tem telhado de vidro. A GLOBO vem tentando governar novamente como fizera quando o FHC era presidente, ele praticamente assinava o que vinha pronto desse conglomerado de comunicação. A GLOBO já destruiu este país várias vezes e vai destruir quantas forem possíveis, pois ninguém os enfrenta, nem judiciário, nem Polícia nenhuma e muito menos políticos. O GOVERNO DILMA foi o governo mais franco em que votei, infelizmente tenho que admitir isso. Como você recebe essa quantidade de votos do povo e depois vira as costas e deixa um CANAL DE TV, CONCESSÃO PÚBLICA, GOVERNAR E DESTRUIR UM PAÍS, isso é inadmissível, não só para o executivo, más para o legislativo, judiciário, MPF e Polícias, não pode um país inteiro ser entregue a meios de comunicação, isso é taxativamente a maior prova de fraqueza de um governo. Temos que admitir que o GOVERNO DILMA NÃO EXISTE MAIS, é só na torcida de nós que votamos. A Mídia paulista e carioca já “impitimou” a presidenta, só falta o sopro. Mas digo, ainda há tempo é só enfrentar o MONSTRO GLOBAL QUE ESTA USURPANDO O PODER DE GOVERNAR DA DILMA, se não enfrentar a GLOBO… Tchau governo Dilma… Tchau… Governo eleito pelo povo… Tchau mesmo. Li em um comentário em blog que não me recordo que é o ricaço da AMBEVE é quem financia os protesto, gostaria que alguém sabe que esclareça se é ou não verdade. Se for, vamos fazer campanha para não consumir seus produtos, empresa que causar crise e golpe de estado é ilegal.

  9. Eu juro que ia apenas

    Eu juro que ia apenas comentar, mas acabei me estendendo um pouco.

     

    O Brasil começou a ser colonizado por causa de um mito. Milhares de camponeses e aventureiros portugueses foram atraídos para a Colônia com esperança de encontrar o El Dorado, que seria uma cidade feita de ouro http://www.infopedia.pt/$o-eldorado . Os índios, que não eram as bestas-feras descritas pelos cronistas portugueses, tomaram conhecimento do mito e passaram a utilizá-lo para desviar os violentos conquistadores de suas terras. Quando lhes perguntavam sobre o metal amarelo reluzente, os indigenas diziam aos portugueses que mais para adiante, no interior de Pindorama, havia uma serra cheia do metal (tema, aliás, explorado de forma magistral no filme Caramuro https://www.youtube.com/watch?v=nOEuBAdzsKk).

     

    O sonho da riqueza fácil embaralhou a vida dos colonos e de seus bastardos nos tempos coloniais. Os pesadelos imperiais e republicanos não foram muito diferentes. Primeiro a riqueza fácil foi obtida com a produção de açúcar pelos negros-coisas moídos nas fazendas de cana. No final do século XVII o ouro foi realmente encontrado numa região montanhosa no interior, que recebeu o nome de Minas Gerais (mas que também poderia ser chamada de El Dorado brasílico). Café, borracha, algodão e tabaco explorados com mão de obra escrava ou semi-escrava também realizaram os sonhos de alguns a custa do pesadelo de muitos.

     

    O Brasil chegou ao século XX rural e com algumas indústrias. Saiu dele industrializado e com uma população urbana. O sonho de enriquecer rápido, porém, não foi esquecido. Ele está na origem de três comportamentos típicos e patológicos dos brasileiros remediados: sonegação fiscal, desrespeito à legislação trabalhista e pagamento/recebimento de propinas para obtenção/facilitação de vantagens contratuais. O “outro” nunca é encarado como um conterrâneo. O Estado é apenas uma fonte de riqueza fácil (idem para as empresas estatais, como sugerem os escândalos do Metrô SP e da Petrobras).

     

    O mais novo El Dorado que atiça a cobiça dos descendentes dos colonos bestas-feras é o pré-sal. Este mar de ouro negro no subsolo do litoral brasileiro, prontinho para ser pilhado e depois bebido, comido e vestido… nos EUA e na Europa. A mentalidade de pirata explica não somente as contas de brasileiros no HSBC na Suíça, mas o desejo de exploração rápida e lucrativa desta poupança nacional. Ninguém ficaria suspeito se alguém conseguisse comprovar que alguns tucanos (peemedebistas e outros “istas” também) estão aceitando adiantamentos em dólar e em euro das petrolíferas norte-americanas para facilitar a entrada delas na exploração do petróleo.

     

    Quando falam “O Petróleo é Nosso”, os oligarcas do sul e do sudeste que reiniciaram a Guerra de 1932 no dia 15/03/2015 (provavelmente porque desejam embolsar no todo ou em parte os trilhões de dólares do pré-sal) querem dizer “Este Petróleo será Meu”. O povo brasileiro não é uma categoria fundamental no pensamento individualista dos colonizadores e no dos seus descendentes. Razão pela qual a minoria quer governar e dá bem pouco valor aos votos dos brasileiros que elegeram Dilma Rousseff de maneira legítima, limpa e nas urnas.

     

    O El Dorado é uma tentação. É também uma maldição. Muitos dos colonos que se internaram na mata em procura da cidade feita de ouro morreram de doenças tropicais que eles desconheciam, de picadas de cobras venenosas, devorados por onças e feridos por índios que defendiam seu território como podiam: fazendo emboscadas, disparando flechas e dardos mortais e correndo. Aqueles que enriqueceram, o fizeram à custa do sofrimento do índio, do negro, dos seus bastardos e, mais modernamente, dos seus trabalhadores semi-escravos, mácula degradante que carregaram e que transferiram e transferem aos seus descendentes.

     

    A vergonha da riqueza acumulada desde o início do país, porém, não faz corar os “melhores brasileiros” que foram às ruas em 15/03/2015. Eles afugentam quaisquer sentimentos humanos, patrióticos e nacionais (não necessariamente nesta ordem) com uma racionalização e uma maldição “Este Petróleo será Meu”. E sonham menos com a deposição de Dilma Rousseff do que com o tilintar do ouro e o reluzir da prata que se quer facilmente obter para se poder enterrar num Banco distante, onde se pode usufruiu a boa vida longe dos olhos do povão.

     

    Mas a paciência do povão sempre tende a diminuir. Quem conseguiu universidade, casa e carro, agora quer mais. A maldição do El Dorado, que o índio usava para afugentar o colono português de suas terras, inoculou-se enfim no povo brasileiro. E o povo vai às ruas para dizer “O Petróleo é Nosso”  e tentam evitar as oligarquias sulistas e sudestinas de concretizar seu mantra “Este Petróleo será Meu”. Há cheiro de sangue, fezes, urina e tripas no ar. O El Dorado será enfim o barril de pólvora que explodiu na cara dos descendentes dos “senhores e doutores do Novo Mundo”. Melhor assim… 

    • Atmosfera densa, sulfurosa! Exatamente.

      Fábio, merece postagem teu comentário.  É isto!  É muito mais, mas é isto!  Ganância!!!  O que movimentou 2008; os fez perderem; e agora alimenta o desejo da rapinagem e do gozo nos despojos.

  10. Admiro o espírito democrático

    Admiro o espírito democrático de Dilma, lamento sua passividadecontra críticas que superam os limites de direito de opiniãoes se mostram como crimes de injúria, de discriminação social, racial e de genero. Como deixar sem resposta adequada mainard e globo quando se referem a nordestinos como bovinos? Como não reagir às injúrias públicas feitas por personagens notórias? Até pela necessidade de ser lider tamém em regramento social fica faltando colocar créticos nos limitesdo bom senso

  11. “PRA QUE SE NÃO TEM NADA A COMUNICAR?” …

    Pois é Nassf, pode ser realmente competente, como vc diz…  Mas, me desculpe, tem cara de “joselino barbacena”. Outra coisa, “vazou a sugestão” para a imprensa inteira. principalmente, para a PIG é claro. Será que a Dilma leu antes ou ficará sabendo dos furos pela imprensa? Hoje o “Boechato” disse no seu jornal da BandFM, com aquele sábio vozeirão dele: “Ah, como Dilma precisa mexer na Comunicação se ela não tem nada para comunuicar”. É assim que a alguns setores da mídia (Bandeirantes et caterva) pensam. Do jeito que está, está muito bom! “Não mexe, Dilma” … Né Boechato?

  12. O pior do governo Dilma não é

    O pior do governo Dilma não é a comunicação – é a ação. Aí não adianta Traumman. Aí só há vaga para um = Lula. 

  13. A GLOBO NÃO GOVERNA O BRASIL, A DILMA ESTA ÓTIMA.

    A Globo não governa o Brasil, o GOVERNO Dilma é ótimo, esta tudo as mil maravilhas, é fortíssimo, vamos comemorar com um bolo de fubá da roça. Juntem um quilo de fubá de milho da roça moido na hora, junte um pacote de erva doce, um chicára de cha de açulcar e dois pedaços de rapadura a gosto, juntem com àgua e um pouco de óleo até ficar homogeneo, coloque em uma forma e ponha para açar,AÇAR IGUAL A GLOBO ESTA FAZENDO COM O GOVERNO DILMA. Não tem erro vai virar um bolo na garganta de quem votou e elegeu a presidenta. já estou até indo para onde tem água para beber, já estou até ficando entalado. Vê se publica esse…. 

    • Corrige aí, Carlos. Assar é

      Corrige aí, Carlos. Assar é com dois esses e xícara é com x. Já o açúcar acho que você bateu no l e saiu açulcar. E eu só toquei no assunto por que que assim como nas palavras tem erro na sua análise.

      O seu bolo não vai dar certo, faltou fermento. Por ora a massa do governo Dilma é essa, mas ela vai adicionar fermento e o bolo vai crescer. Ah! E por excesso de ingredientes, tipo excessos da manifestação de domingo, o seu bolo não vai dar liga. Um pacote de erva doce equivale a tratar a presidente com palavrões e querer destituí-la do cargo.

      • A CORREÇÃO FOI BOA, SERIA BOM QUE PUDESSE CORRIGIR O GOVERNO.

        Lá no Planalto estão precisando de gente assim, que corrija. O Bolo da DILMA ainda não tem fermento até porque o BOLO DE FUBÁ não leva, se colocar fermento no bolo de fubá deixa de ser. Porém o bolo até agora só deu engasgo, infelizmente. O ministério da Dilma é um bolo de gente batendo boca e alimentando a mídia sedenta. Não é nada confortável defender por assim dizer “cachorro fingindo de morto”, é que não sabemos o motivo do fingimento. Fingem-se de morto para serem esquecidos ou se fingem de morto porque estão mortos mesmo, carpideira é que não vai faltar. Erva doce é calmante e até os bebes consomem quando estão com dor de barriga, até nem sabemos qual dor é pior a de garganta com algum bolo ou a de barriga dos bebes, parece que governar não seja coisa de criança. Desmobilizar quem votou foi um erro imperdoável, igual a carta de quase amor no aniversário do FHC, enquanto no PINHEIRINHO famílias eram torturadas e suas casas destruídas por tratores e o GOVERNO DILMA  aquela época se deliciando com a repercussão do republicanismo na missiva amorosa ao aniversariante FHC, é esse tipo de comunicação que a DILMA apresentou, no Fantástico no “toma lá da cá”, na Ana Maria Braga precedendo o “Colar de Tomates” e ai vai….Foi tão boa a comunicação que a farra com dinheiro público ainda continua financiando os IATES dos barões da mídia o que não falta é bolo para essa turma, más bolo de dinheiro. Enquanto isso as micro empresas no primeiro mês de GOVERNO foram impedidas de terem o CARTÃO BNDES no maior estelionato eleitoral já visto, aja vista que foi peça publicitária de campanha este CARTÃO para as Micros. Do mais a comunicação do GOVERNO DILMA deve ser entendida como o contrário do que se comunicam, se falarem que tá bom tá ruim se falarem que tá ruim ai tá bom, infelizmente. Vou colocar no Word para corrigir, não sei se o governo possa fazer o mesmo, de qualquer forma foi muito boa a sua aula, o certo é o certo e o errado é o errado.

  14. Lula cometeu alguns erros,

    Lula cometeu alguns erros, dois deles muito importantes. Um deles foi o critério de escolha para o MPF e dos juízes do STF. Outro foi escolher uma técnica para o cargo de maior demanda política do país. Enquanto a realidade exige ações políticas, ela chega com planilhas. É o fardo que temos que carregar até 2018. E não adiantará muito, pois , à exceção de uma reviravolta espetacular, o poder voltará nas próximas eleições às mãos da oposição.

  15. Ah, então o documento é real

    Ah, então o documento é real ? Li a notícia no Globo, e diziam que não havia a marca do governo federal nem assinatura. Os trechos transcritos são lúcidos, mas bastante duros. 

    Então o GGN confirma a existência , já são duas fontes de características bem diversas.

    Teremos acesso à íntegra ?

     

     

     

  16. Leal, ou deixou o documento

    Leal, ou deixou o documento vazar para mostrar que a culpa não é dele? Porque depois como é que ele vai vender uma assessoria de imprensa se o serviço não andou bem na presidência?

  17. Um dos erros capitais da

    Um dos erros capitais da “estratégia” do Governo ocorreu na gestão Helena Chagas, quando se deixou persuadir pelos argumentos “técnicos”, “científicos” dos mídia das agências, que vivem do BV.Com isso, quase conseguiu sufocar os blogs sujos.

    É óbvio que a Presidenta tem que aparecer mais,é óbvio que ela tem que trocar o Mercadante,tem que invadir SP,se quer se recuperar..etc

    Agora fica a pergunta: Quem vazou o documento?A quem beneficiou vazar ?Qual ministro dos ministros  passou o material ao Estadão ?

    Zé Cardozo dará essas respostas sabe quando?naquele dia,que a folhinha não marca …30 de fevereiro

  18. To ficando louco ou esse cara

    To ficando louco ou esse cara continua PAGANDO com nosso suado imposto verbas de publicidade para a Globo pedir o impitiman da Dilma?…Retifico, publicidade não, propaganda…aliás uma m… de propaganda inútil e desnecessária!

  19. To ficando louco ou esse cara

    To ficando louco ou esse cara continua PAGANDO com nosso suado imposto verbas de publicidade para a Globo pedir o impitiman da Dilma?…Retifico, publicidade não, propaganda…aliás uma m… de propaganda inútil e desnecessária!

  20. O governo federal tem

    O governo federal tem milhares de serviços a serem divulgados, conhecidos e amplificados.

    O texto atribuido a Traumann é obvio .

    Uma passada nos últimos anos pelos blogs onde ha de fato liberdade de expressao se via essa criticas

    e diversas propostas.

    O mérito entao poderia ser no máximo de alguem que está dentro do governo, nao pelo conteudo

    que é obvio a qualquer militante ou simpatizante do PT.

    Pena que surgiu como um vazamento e isso parece é que ganha mais atençao que o cointeúdo.

    Uma tentativa de torná-lo fofoca de bastidores em momentos de crise intenra e internacional.

    Erros se consertam e há sempre saídas Quem está fora do governo, sendo oposição ou nao tem menos

    opçoes de visao sobre o todo principalmente neste dias de redes socais onde uma multidao de pessoas

    parecem ter um microfone nas mãosa berrar suas loucuras nunca resolvidas.

  21. Acho que estou Velho…

    Lealdade?

    Se foi realmente o Traumann (aquele que saiu em Férias, logo após o “vazamento”) no “meu tempo” chamaríamos de Traíra.

    Não é à toa que a “Mulher” é Paranóica (e, daí ser Centralizadora).

    Confiar em quem?

    Se é para mudar o significado de Lealdade, fico com o Cid Gomes ou o Mantega…

  22. + comentários

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