Com erros no currículo, posse de Decotelli no Ministério da Educação é adiada

Após polêmicas, o governo de Jair Bolsonaro decidiu adiar a cerimônia de nomeação de Carlos Albeto Decotelli, que ocorreria nesta terça-feira

Foto - Marcos Corrêa/Presidência da República

Jornal GGN – O governo Bolsonaro decidiu adiar a posse de Carlos Albeto Decotelli, como novo ministro da Educação, após os equívocos encontrados no currículo do escolhido pelo mandatário para ocupar a pasta. Apesar de seu nome já ter configurado em edição extra do Diário Oficial da União da última quinta-feira (25), o evento de posse que ocorreria amanhã não está confirmado.

Decotelli não concluiu o curso de doutorado em Economia, conforme mostrava seu currículo, o que foi negado pela Universidade de Rosário, na Argentina, além de títulos na universidade alemã de Wuppertal, que desmentiu que o indicado por Bolsonaro tenha algum título na instituição e que permaneceu como pesquisador somente 3 meses e não dois anos (leia mais aqui).

Outras suspeitas, sobre possível “plágio” na dissertação de mestrado do ministro na FGV Rio de Janeiro, em 2008, também foram demonstradas pela imprensa.

Agora, o Ministério Público do TCU entrou com uma representação para que o órgão investigue e apure possíveis prejuízos ao erário decorrentes de sua nomeação, considerando uma eventual invalidade na posse do ministro, devendo as despesas, segundo o Ministério Público, serem ressarcidas aos cofres públicos.

De acordo com o Estadão, a cerimônia, que estava marcada para às 16 horas desta terça-feira (30), foi adiada.

 

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5 comentários

  1. Perdão mas creio que “erro” tem no título da matéria! Não detectei erros no currículo do sujeito e sim “FRAUDES”! A correção é incontornável! Caso haja temor de demanda judicial, sempre se pode recorrer a “SUPOSTAS FRAUDES”…

  2. Porra, se forem esperar o sujeito concluir o 2o grau teremos outro ministério sem ministro. Aliás, pensando bem, algum têm?

  3. a) se investigarem poderão encontrar, talvez, que o segundo grau dele foi pelo artigo 99;
    b) pior é que o MEC volta a Feder.

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