21 de maio de 2026

EUA e Portugal adotam medidas para diminuir número de imigrantes na população

Nos EUA, autodeportação dá direito a passagens de volta e R$ 5,6 mil; em Portugal, notificados têm 20 dias para deixar o país
Crédito: Casa Branca/ Divulgação

A segunda-feira (5) foi marcada por anúncios de medidas para reduzir o número de imigrantes nos Estados Unidos e Portugal. Enquanto o primeiro oferece cerca de R$ 5,6 mil para que estrangeiros em situação de irregularidade deixem o país voluntariamente, o segundo vai notificar 18 mil pessoas para que voltem às suas terras natais. 

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Para o governo Trump, desde a campanha eleitoral, os imigrantes foram vistos como um inimigo comum, por “roubar os empregos dos americanos e trazer a violência ao país”. Assim, desde a posse, em 20 de janeiro, a meta é retirar, ao menos, 11 milhões de imigrantes dos EUA. 

Depois de deportar, em condições vexatórias, milhares de imigrantes, o governo norte-americano agora adota uma medida mais amigável: a autodeportação remunerada. 

Quem aceitar a proposta do governo receberá uma assistência para a viagem, além de ser retirado da lista de detenção da agência de imigração do país e receber a passagem para voltar ao país de origem. 

Com a medida, a Casa Branca espera reduzir em 70% o custo de deportação. 

“Se você está aqui (nos EUA) ilegalmente, a autodeportação é a melhor, mais segura e mais econômica maneira de deixar os Estados Unidos e evitar a prisão. O DHS (Departamento de Segurança Interna) agora oferece assistência financeira para viagens a imigrantes ilegais e um auxílio para retornar ao seu país de origem por meio do aplicativo CBP Home”, anunciou a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem.

Notificação

Já o governo português mira imigrantes que tiveram os pedidos de residência negados pela  Agência para a Integração, Migrações e Asilo (Aima), pois não atendem as regras locais. 

Os notificados terão o prazo de 20 dias para deixar o país. Caso contrário, serão afastados coercivamente. 

De acordo com o ministro da Presidência do governo português, António Leitão Amaro, 18 mil pessoas já tinham ordens de saída da Europa emitidas por outros países ou tiveram sua autorização de residência negada por “situações criminais” que tornaram a concessão inviável.

Apesar de ser a maior comunidade de imigrantes em Portugal, apenas uma pequena parcela de notificados são brasileiros.

Cerca de 110 mil pessoas aguardam a análise do pedido de residência em Portugal. 

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

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