O congressista republicano Mike Waltz, que deve atuar como conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos a partir de 2025, declarou que o Tribunal Penal Internacional (TPI) deve sofrer uma “forte resposta” dos Estados Unidos devido aos mandados de prisão contra os israelenses Benjamin Netanyahu e Yoav Gallant por crimes de guerra e contra a humanidade em Gaza.
“O TPI não tem credibilidade e essas alegações foram refutadas pelo governo dos EUA”, escreveu Waltz em uma publicação nas redes sociais. “Israel defendeu legalmente seu povo e suas fronteiras de terroristas genocidas. Vocês podem esperar uma forte resposta ao viés antissemita do TPI e da ONU em janeiro”, acrescentou.
O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, tomará posse do cargo em 20 de janeiro. No inicio deste mês, a agência de notícias Reuters informou que Waltz foi escolhido de Trump para assumir o Conselho de Segurança Nacional durante seu mandato.
O futuro cargo de Waltz não requer confirmação do Senado e ele será o responsável por informar o presidente sobre questões-chave de segurança nacional e coordenar ações com diferentes agências. A nomeação, no entanto, não foi divulgada de forma oficial por Trump.
Waltz é um trumpista declarado e coleciona três mandatos do centro-leste da Flórida, sendo o primeiro ex-oficial da Guarda Nacional do Exército eleito para a Câmara dos EUA. Ele foi presidente do subcomitê de prontidão dos Serviços Armados da Câmara, além de membro do Comitê de Relações Exteriores da Câmara e do Comitê Permanente de Inteligência.
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Carlos
21 de novembro de 2024 2:22 pmPois é.
Putin não é o único sanguinário neste século.
Finalmente estão expondo os assassinos como um todo.
Afinal, quem protege ou minimiza extermínio é tão genocida quanto os que praticam.
E de onde vem tanta grana para Israel bancar suas comprinhas de armas dos EUA?