17 de junho de 2026

Irã rejeita proposta dos EUA e exige acordo “justo e abrangente”

Segundo fonte do Irã, o país ainda não respondeu a proposta de fim da guerra pois os EUA tem termos "inaceitáveis"
Imagem: Pixabay

Irã não respondeu à proposta dos EUA para encerrar a guerra, considerando os termos inaceitáveis, diz agência Tasnim.
Chanceler iraniano Abbas Araqchi afirma que aceitará acordo apenas se for justo e abrangente, após reunião em Pequim.
Trump anunciou pausa temporária na escolta de navios no Estreito de Ormuz para tentar finalizar acordo com o Irã.

Esse resumo foi útil?

Resumo gerado por Inteligência artificial

De acordo com informações divulgadas pela agência de notícias iraniana Tasnim, o Irã ainda não respondeu à proposta dos Estados Unidos para encerrar a guerra. A notícia, publicada nesta quarta-feira (6), cita fontes não identificadas e acrescenta que o acordo proposto contém termos considerados inaceitáveis.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

“Usar a linguagem da ameaça contra o Irã é ineficaz e pode piorar a situação para os Estados Unidos”, afirmou a fonte.

Também nesta quarta-feira (6), o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, declarou que o país só aceitará um acordo se as condições forem “justas e abrangentes”.

“Faremos o possível para proteger nossos direitos e interesses legítimos nas negociações”, disse Araqchi, que está em Pequim após reunião com o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, segundo a mídia iraniana. “Só aceitaremos um acordo justo e abrangente.”

Araqchi não comentou diretamente a última proposta do presidente norte-americano, que prevê uma pausa na operação dos Estados Unidos para escoltar navios pelo Estreito de Ormuz.

“Concordamos mutuamente que, embora o bloqueio permaneça em pleno vigor e efeito, o Projeto Liberdade será pausado por um curto período de tempo para verificar se o acordo pode ser finalizado e assinado”, escreveu Trump nas redes sociais.

Cabe ressaltar que o estreito está praticamente fechado há pouco mais de dois meses — desde o início da guerra, em 28 de fevereiro —, quando ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã interromperam cerca de 20% do fornecimento mundial de petróleo, desencadeando uma crise energética global.

Leia mais:

Milleny Ferreira

Milleny Ferreira é estudante de jornalismo, repórter no Jornal GGN e produtora na TV GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. AMBAR

    6 de maio de 2026 8:04 pm

    Um acordo justo e retributivo do Irã com os Estados Unidos seria o Irã bombardear o país, exigir que o país se desfaça de suas defesas e que disponibilize todo o seu petróleo e bens de seu interesse a custo zero. Ah! e que o Irã instale bases militares nas principais cidades norte-americanas. Justo e equânime.

Recomendados para você

Recomendados