10 de junho de 2026

Netanyahu tenta se defender de acusações de corrupção

Primeiro-ministro solicitou oficialmente ao presidente Isaac Herzog um indulto enquanto responde a três processos em julgamento criminal
Foto: Kobi Gideon via fotospublicas.com

1- Netanyahu solicita indulto ao presidente de Israel, enfrentando processos por corrupção. Pedido é classificado como “extraordinário”.

2- Netanyahu é acusado de fraude, quebra de confiança e propina. É o primeiro líder israelense em julgamento criminal enquanto chefe de governo.

3- Pedido de indulto segue trâmites legais, com documentos enviados ao Ministério da Justiça e assessor jurídico da Presidência para análise.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, solicitou oficialmente ao presidente Isaac Herzog um indulto enquanto responde a três processos por corrupção que têm provocado forte polarização no país. O pedido, encaminhado ao departamento jurídico da Presidência neste domingo (30), foi classificado pelo gabinete presidencial como “extraordinário” e com “implicações significativas”.

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Netanyahu é o primeiro chefe de governo em exercício na história israelense a enfrentar um julgamento criminal. Ele é acusado de fraude, quebra de confiança e recebimento de propina em três casos nos quais teria favorecido empresários e aliados políticos em troca de benefícios pessoais. O premiê nega as acusações e ainda não foi condenado em nenhuma das ações.

Segundo o gabinete do primeiro-ministro, o pedido de indulto foi formalizado por meio de dois documentos: uma carta assinada por seu advogado, com argumentos técnicos e jurídicos, e outra carta escrita pelo próprio Netanyahu. Ambos serão enviados ao Ministério da Justiça para análise preliminar e, depois, ao assessor jurídico da Presidência, que emitirá pareceres antes de uma decisão final de Herzog.

O movimento ocorre semanas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter declarado publicamente que Israel deveria conceder perdão a Netanyahu. Em vídeo divulgado neste domingo, o premiê afirmou que o processo judicial tem “dividido profundamente” o país e que o perdão ajudaria a “restaurar a unidade nacional”. Ele também argumentou que a rotina de comparecer ao tribunal três vezes por semana compromete sua capacidade de governar.

A solicitação agora segue os trâmites legais, e ainda não há previsão para uma decisão do presidente israelense.

*Com informações do g1.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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1 Comentário
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  1. Chim palchetti

    30 de novembro de 2025 7:21 pm

    Não quero agencia de merda neonazista

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