21 de maio de 2026

Polícia dos EUA usa força para desmobilizar acampamento de estudantes pró-Palestina

Uma onda de protestos contra Israel tomou as maiores universidades dos EUA nas últimas semanas. Mais de 1.500 pessoas já foram presas

A polícia dos Estados Unidos lançou bombas de gás lacrimogêneo e atirou balas de borracha contra universitários que estavam acampados no campus da Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles, em um protesto pró-Palestina. A ação de retirada dos manifestantes ocorreu por volta das 3h da madrugada desta quinta-feira (2), pelo horário local. 

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Professores da UCLA também participavam da manifestação, parte da onda de protestos que tomou as maiores universidades dos EUA nas últimas semanas, nas quais mais de 1.500 pessoas foram presas.

Nos últimos dias, a UCLA presenciou um dos protestos mais intensos contra a ação militar de Israel na guerra em Gaza, que já matou mais de 34 mil palestinos.

Em cartazes, os estudantes defendiam que a Universidade deixasse de investir em empresas ligadas a Israel. Já o hall da UCLA foi coberto por grafites com diversos dizeres, entre eles: “Palestina livre” e “Fod*-se Israel”.

Ontem (1), os ânimos acirraram e os manifestantes pró-Palestina acabaram entrando em confronto com alunos judeus. Após a situação, a direção da universidade suspendeu as aulas.

Já na madrugada de hoje, policiais entraram no campus lançando bombas de dispersão e de gás lacrimogêneo para pôr um fim no acampamento, segundo imagens que circulam nas redes sociais. Centenas de estudantes que se negavam a deixar o local acabaram presos pela polícia.

Em meio aos episódios, o presidente Joe Biden afirmou que a manifestação dos estudantes utilizam métodos “violentos”, como vandalismo, invasão de propriedade, quebra de janelas, fechamento de campus. Sendo assim, de acordo com ele, “os protestos violentos não são protegidos. O protesto pacífico é”.

Com informações do The Guardian e G1.

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Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
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  1. Paulo Dantas

    2 de maio de 2024 2:06 pm

    Se força o uso da força.

    Ninguém tem razão no final.

    Invadir a reitoria da universidade ajuda em quê em qualquer causa ?

    Se não tem dano também não tem motivo de tirar a meninada de lá.

    Mas tudo inútil não muda nada na posição de Israel.

    Ajuda seu Donald talvez.

  2. Niveo R. Campos e Souza

    2 de maio de 2024 3:23 pm

    O fascismo anda a solta nos EUA.

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