As forças israelenses resgataram quatro reféns com vida no centro da Faixa de Gaza neste sábado (8), disseram os militares.
Os quatro reféns, três homens e uma mulher, foram sequestrados no festival de música Nova, em 7 de outubro, e levados ao hospital para exames médicos, relata a Reuters.
O exército disse ter resgatado Noa Argamani, 25, Almog Meir Jan, 21, Andrey Kozlov, 27, e Shlomi Ziv, 40, em uma complexa operação diurna especial em Nuseirat, informou a AP.
Em contrapartida, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse também neste sábado que Israel não cede ao terrorismo e que está a operar “de forma criativa e corajosa” para trazer para casa os reféns detidos pelo Hamas em Gaza.
“Estamos comprometidos em fazer isso também no futuro. Não desistiremos até completarmos a missão e devolvermos para casa todos os reféns – tanto os vivos como os mortos”, disse Netanyahu.
Corpos de pelo menos 55 palestinos mortos em ataques israelenses em Al-Nuseirat e outras áreas no centro de Gaza, e dezenas de feridos nos ataques, chegaram no sábado ao Hospital dos Mártires de Al-Aqsa, disse o Ministério da Saúde.
O hospital, um dos únicos hospitais ainda em funcionamento em Gaza, funciona atualmente através de um gerador de energia e pode ficar fora de serviço enquanto dezenas de feridos ainda estiverem nas ruas, disse um porta-voz do Ministério da Saúde em frente ao hospital.
As forças israelenses resgataram quatro reféns vivos em uma operação especial em dois locais separados na área central de Gaza, Al-Nuseirat, no sábado, disseram os militares.
*Com informações do The Guardian.
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DOUGLAS BARRETO DA MATA
8 de junho de 2024 11:21 amE as mãos dos resgatados, a imagem do capitalismo sorriso…
Coca-Cola that’s it.
Eu não consigo entender como tanta gente que eu considero sagaz, e portadora de sendo crítico, caia nessa farsa sionista.
Na verdade, essa fala é retórica, porque sei sim.
Ou são cínicos, ou não são sagazes como imagino.
A tese dos dois estados serve como luva ao nazisionistas.
O que tem que haver ali é um estado só, laico, e com disputa democrática entre os dois povos, com garantia de direitos da minoria, nesse caso, israelense.
A imposição de um estado judeu, como resultado da culpa ocidental, manipulada pelo sionismo, é uma aberração histórica.
Pelo fim da ditadura sionista, já.
DOUGLAS BARRETO DA MATA
8 de junho de 2024 3:24 pmImagine que a solução para o estado do apartheid sul africano fossem dois estados?
É mais ou menos essa distorção que pregam para fingir alguma resistência ao decadente poder dos EUA, que têm na região os sionistas como cães de guarda.
Fábio Manohar
8 de junho de 2024 10:23 pmThe Guardian não é uma fonte confiável, Al Jaezera nos traz um relato mais completo da operação de resgate sionista, que como não poderia deixar de ser, excedeu em selvageria e brutalidade, seus recordes de brutalidade alcançados ontem. Adolf Hitler sorri no inferno.