Tropas de Israel dispararam “tiros de advertência” contra uma comitiva de diplomatas que estavam em Jenin, na Cisjordânia ocupada, em visita organizada pela Autoridade Palestina para observar a situação humanitária na região.
De acordo com o jornal britânico The Guardian, os israelenses afirmaram que a visita tinha sido aprovada, mas a delegação “desviou-se da rota aprovada”, o que levou militares a dispararem tiros de advertência para afastá-los da área.
Os representantes das forças militares de Israel lamentaram o “inconveniente causado”, e afirmaram que autoridades entrariam em contato com os diplomatas para apresentar os resultados da investigação sobre o incidente.
Diversos diplomatas davam entrevistas à imprensa quando ocorreu o tiroteio, levando-os a correr em busca de proteção. A comitiva era composta por diplomatas e embaixadores de 31 países, como Itália, Egito e Reino Unido.
Rui Ribeiro
22 de maio de 2025 8:06 amTrump afirma que o assassinato de dois Israelenses na Embaixada de Israel em Washington foi motivado por anti-semitismo.
Porventura, a carnificina promovida pelo $ionismo na Faixa de Gaza é motivada pelo Pró-Palestinismo ou pelo $emitismo?
Ora, o fato de ser Semita não faz de ninguém pior ou melhor do os que não são Semitas. Marx, um dos seres humanos mais sublimes que já passaram por esse Planeta, era semita. O problema não é o semitismo, são os crimes dos $ionistas.