4 de junho de 2026

Suécia se preocupa com aumento de estupros entre jovens

Sugerido por Gunter Zibell – SP

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Do Terra

Estupros coletivos entre jovens preocupam polícia na Suécia

A Polícia sueca manifestou nesta terça-feira sua preocupação com o alarmante aumento no número de casos de estupros coletivos entre os adolescentes, alguns deles filmados ou fotografados. O anúncio foi feito durante a abertura de um processo na capital do país, Estocolmo. Três adolescentes são acusados de terem abusado de uma menina – que não teve sua idade revelada – num parque da cidade.
 
O número de casos parecidos preocupa as autoridades policiais. “São jovens adolescentes, de 14, 15 anos. Num dos casos, a vítima foi uma menina de 12 anos. Os crimes acontecem na frente dos amigos, que filmam ou fotografam” com seus telefones celulares, contou à AFP a inspetora de polícia Moni Winsens. Segundo a policial, “a menina tenta dizer não, mas não consegue” e é chantageada pelos agressores que ameaçam divulgar as imagens na internet.
 
Desde o início do ano, Estocolmo contabilizou quase 1.600 casos de abuso sexual envolvendo menores de idade, contra 1.301 em 2012. Os tribunais suecos julgaram 466 inquéritos com vítimas de 15 a 17 anos em 2012, quase o dobro do ano anterior.

 
Um dos piores casos na Europa
 
A Suécia registra uma das taxas mais elevadas de queixas por estupro da Europa e, segundo a polícia, as vítimas temem cada vez mais denunciar o crime.
 
Para Sanna Bergendahl, militante da associação Storasyster (“grande irmã”), que luta contra a violência sexual, o ato de pressionar as jovens mulheres para que mantenham relações sexuais em grupo “é muito comum” atualmente.
 
O caso divulgado nesta terça-feira será acompanhado de perto pelos movimentos feministas, que esperam que a justiça sueca aplique severamente a definição ampliada de estupro que vigora no país desde julho. Segundo a lei sueca, antes, a vítima deveria ser considerada “indefesa”. Hoje, ela deve estar em “situação de vulnerabilidade particular”.
 
No caso julgado em Estocolmo, a pessoa que apresentou a queixa disse não ter conseguido se defender, petrificada diante de rapazes que ela não conhecia.
 
Os movimentos feministas lutam para que o código penal sueco passe a usar a noção de consentimento do ato sexual, usada em países como Bélgica, França, Grã-Bretanha e Noruega no julgamento de casos de estupro.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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16 Comentários
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  1. marcelo

    11 de dezembro de 2013 12:57 pm

    Também. Na Suécia até peidar

    Também. Na Suécia até peidar é estupro.

  2. alexis

    11 de dezembro de 2013 1:02 pm

    Origem comum

    O estranho é que na Índia – com critério demográfico, social e cultural diametralmente oposto que a Suécia – acontece exatamente o mesmo.

    Ou seja, parece que não é assunto cultural e particular de uma ou de outra nação, mas de algo global, que poderia ser: o consumismo exacerbado, a TV, o cinema, a banalização do corpo da mulher, o estímulo midiático às opções LGBT, etc. Em suma, a mídia, em geral, domina o mundo e está passando por cima de famílias, civilizações e tradições.

    1. Lionel Rupaud

      11 de dezembro de 2013 1:23 pm

      Alexis, não sei, mas parece que a Suecia

      tem encontrado problemas novos para eles, uma surpresa muito inesperada pela alto nível de “desenvolvimento humano” que atingiram progressivamente a partir dos anos 1920, até chegar nos anos 1970 a um nível inigualado até hoje. Noruega e Dinamarca tiveram resultados semelhantes com caminhos um pouco diferentes, mas parecem ter menos destes problemas.

      Pelo que sei, tem a ver com consumo (excessivo) de álcool, e chegada de drogas pesadas.

    2. Edgard

      12 de dezembro de 2013 12:15 pm

      O que tem a ver “opção” LGBT

      O que tem a ver “opção” LGBT com o assunto? Sou homossexual e não fui estuprado, nem nunca estuprei, nem tenho qualquer relação com esse tipo de violência, tampouco meus amigos homossexuais, homens ou mulheres. Que associação sem nexo!

  3. Klaus BF

    11 de dezembro de 2013 1:50 pm

    Assange

    Esqueceram das acusações contra o Assange? Nada é por acaso!

  4. Silvio Torres

    11 de dezembro de 2013 4:45 pm

    Já abordei esse assunto aqui.

    Já abordei esse assunto aqui. As novas gerações, desde o advento do VHS, estão se “educando” sexualmente com a indústria pornô, cada dia mais pesada. Até os anos oitenta, eram Playboys e Carlos Zéfiro. Depois, é DP, Gang Bang, Prego, Fisting etc etc Reparem bem, não é papo conservador. É que essas “modalidades” atingem seres humanos sem uma base sólida de amadurecimento, poder de crítica e discernimento. Daí….

  5. Gilson AS

    11 de dezembro de 2013 4:54 pm

    Lá não tem zona ?

    Lá na Suécia não tem zona, para os jovens tirar “o stress”.

    Precisam estrupar ?

    Que adinata ter alto IDH, se o jovens não tem “qualidade de vida”.

    Quando eu era jovem, putz! lá no século passado”, as revista de mulheres peladas suecas faziam o maior sucesso.

    Era a nossa fonte de inspiração. Valiam uma fortuna. Só que as possuiam eram os meninos mais riquinhos, que ganhavam de presente do pai ou tio.

     

  6. CELSO ORRICO

    11 de dezembro de 2013 5:29 pm

    no Brasil aumentou tb..

    aqui no Brasil aumentou tanto os estupros nesse ano que até a Presidenta Dilma se manifestou alarmada com os índices, a banalização do sexo e seus efeitos colaterais..

  7. aliancaliberal

    11 de dezembro de 2013 5:45 pm

    O que eu gosto da esquerda é

    O que eu gosto da esquerda é a sua capacidade de alterar a realidade.

    O que esta acontecendo na Suécia é a consequência do muticulturismo.

    As mulheres estão sendo estupradas como castigo por serem ocidentais( são putas), grupos de jovens mulculmanos praticam este ato de violência para intimidar a sociedade e causar terror.

    A matéria omite que são jovens muçulmanos que fazem este crime por puro medo do politicamne correto.

    “mulheres que não portam véus estão “pedindo para serem estupradas”. Para estes pobres diabos, uma mulher sueca independente não é uma mulher sueca independente. É apenas uma “puta sueca”. E como tal pode ser tranqüilamente estuprada. Se for árabe, não. Pois não é o mesmo violentar uma sueca e uma árabe. “A sueca recebe um monte de ajuda depois, além disso já foi fodida”.“Mas a árabe têm problemas com sua família. Para ela, é uma grande vergonha ser violentada. Para ela, é importante ser virgem quando casar”.

     

    1. alexis

      11 de dezembro de 2013 6:26 pm

      A culpa é dos Muçulmanos?

      Na tríplice fronteira, onde se comenta que existem muitos muçulmanos, será que existem mais estupros que no restante do Brasil?

      Nunca ouvi falar de estupros nessa proporção em Cuba. Será por que lá tem poucos muçulmanos?

      Tenho mais razões para acreditar que seja um efeito colateral do extremo consumismo e degradação moral imposto pelo mundo global, de onde Cuba tem sido “preservado”, em parte, por causa do embargo econômico.

      1. aliancaliberal

        11 de dezembro de 2013 6:40 pm

         Alexis. procura se informar

         Alexis. procura se informar e vai me dar razão.

        1. alexis

          11 de dezembro de 2013 7:00 pm

          OK Aliança. Vou

          OK Aliança. Vou pesquisar.

          Agora fiquei curioso.

        2. alexis

          11 de dezembro de 2013 7:57 pm

          Muçulmanos amplificados por mídia orquestrada

          O assunto muçulmano possui raízes históricas, mas, o noticiário tem-se baseado principalmente num caso específico, de nove muçulmanos, que não é tão comum assim nas estatísticas, onde os EUA aparecem como o país campeão mundial de estupros e, que eu saiba, lá os muçulmanos são espionados até no banheiro. O caso tem sido duplicado e amplificado que nem os exércitos virtuais do Senhor dos Anéis. Os maiores culpados por estupros são imigrantes, em geral (pelo menos na Europa). Eles não são necessariamente muçulmanos.

          Continuo achando, então, que a razão principal do aumento de estupros é o exagero consumista e de perda de valores, neste mundo globalizado impulsionado pela mídia.

    2. CELSO ORRICO

      11 de dezembro de 2013 6:55 pm

      mais uma na conta..

      mais uma perversidade na conta desses seguidores pervertidos de Alá…Salam Aleikum

    3. Oi?

      8 de janeiro de 2015 3:37 pm

      Xii, lá vem a direita

      Xii, lá vem a direita cacarejando o preconceito em forma de senso comum…

  8. Ronaldo

    11 de dezembro de 2013 7:37 pm

    Será que isto não estaria

    Será que isto não estaria relacionado com OUTRO tema debatido aqui outro dia??

    A falta de um NÃO e do respeito a esse não, sempre gerou problemas em qualquer situação social.

    Ao que me parece pelo post mais antigo, a Suécia anda falhando há ANOS em dizer não à sua juventude.

    Aí, quando uma menina pensa em dizer NÃO numa situação extrema dessas… pode estar tendo mesmo dificuldades.

    Aqui o link do original

    https://jornalggn.com.br/noticia/o-debate-sobre-o-mau-comportamento-das-criancas-na-suecia

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