10 de junho de 2026

Alexandre de Moraes autoriza cirurgia de Bolsonaro, mas rejeita prisão domiciliar

Perícia da PF identificou a necessidade de intervenção cirúrgica eletiva para tratar hérnia inguinal; quadro de saúde do ex-presidente não é grave
Foto: Lula Marques

Ministro Alexandre de Moraes autorizou cirurgia de hérnia para ex-presidente Jair Bolsonaro, mas negou prisão domiciliar.
Perícia da Polícia Federal indicou necessidade de cirurgia eletiva devido à hérnia inguinal bilateral de Bolsonaro.
Defesa pediu prisão domiciliar alegando piora na saúde, mas Moraes descartou urgência ou emergência no caso.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a cirurgia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas negou o pedido para prisão domiciliar nesta sexta-feira (19).

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Mais cedo, a perícia médica Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal constatou a necessidade de intervenção tendo em vista o quadro de hérnia inguinal bilateral apresentado pelo presidente.

O laudo aponta, no entanto, que apesar da recomendação para que seja realizada o quanto antes, o procedimento é eletivo e não configura um quadro de urgência ou emergência.

Os médicos indicaram ainda que o quadro se agravou, graças ao “aumento da pressão intra-abdominal decorrente dos soluços e da tosse crônica”. No mês passado, Bolsonaro apresentava a hérnia em apenas um dos lados da virilha.

A defesa do ex-presidente condenado por tentativa de golpe de Estado aproveitou a deixa para pedir prisão domiciliar, alegando que a reclusão agravou o quadro de saúde de Bolsonaro, que reclama aumento da dor e desconforto na virilha, resultantes das crises de soluço – possibilidade já afastada por Moraes.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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1 Comentário
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  1. Carlos

    20 de dezembro de 2025 1:03 am

    Doido por uma saidinha de Natal, barrada no congresso com relatoria do filho ora presidenciavel, possivelmente pretendia esticar a estadia capara, dentro do mundo paralelo que vive, levar para seu gado que nunca foi presidiário.
    Não custa lembrar que falta julgar seu crime principal praticado na pandemia, onde centenas de milhares de vidas poderiam ter sido poupadas não fora suas ações criminosas de negação da ciência e de escárnio com o sofrimento das milhares de famílias atingidas pela maior tragédia recente de saúde pública.
    Que apodreça numa cela…

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