O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (1º de janeiro de 2026) o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para que ele cumprisse prisão domiciliar de caráter humanitário após sua alta hospitalar.
Com a decisão, Bolsonaro permanecerá preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, onde já cumpre pena de 27 anos e três meses por participação em trama golpista.
A defesa havia solicitado a domiciliar após Bolsonaro passar por cirurgias e receber alta do Hospital DF Star, alegando que o retorno ao regime fechado poderia agravar seu estado de saúde.
Moraes considerou que não foram apresentados fatos novos capazes de alterar decisão anterior e que o ex-presidente não preenche os requisitos legais para a concessão do benefício.
Em sua decisão, o ministro do STF ressaltou que laudos médicos indicam melhora clínica dos desconfortos relatados, e que os cuidados necessários podem ser prestados no ambiente da PF, com plantão médico e atendimento adequado.
Carlos
1 de janeiro de 2026 3:28 pmFoi uma saidinha de fim de ano com mais gastos de dinheiro público com mobilização de polícia federal para evitar evasão.
Como têm coragem de falar em prisão humanitária para um criminoso que não demonstrou a mínima comiseração com os mortos na pandemia?
ADILSON DOS SANTOS
1 de janeiro de 2026 7:29 pmConcordo plenamente!