Banestado: Procurador tentou barrar repasse de dossiê de correntistas

ISTO È 

Raposa no galinheiro

3 set 2003

Procurador Santos Lima, casado com ex-funcionária do Banestado, tentou barrar quebra de sigilo de contas suspeitas

Osmar Freitas Jr.

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A proverbial raposa volta a tentar tomar conta do galinheiro. Desta vez aconteceu nos EUA. No sábado 23 de agosto, uma comissão de autoridades brasileiras embarcou para um périplo por cidades americanas. A missão era verificar in loco investigações feitas pelos procuradores daquele país, que poderiam ser ampliadas nos casos de remessas monetárias ilegais e lavagem de dinheiro feitas por brasileiros. Estavam na turma os senadores Antero Paes de Barros (PSDB-MT) e Magno Malta (PL-ES) e os deputados Dr. Hélio (PDT-SP) e José Mentor (PT-SP), todos da CPI do Banestado, dois procuradores da República, uma delegada, um perito da Polícia Federal e consultores da Câmara dos Deputados. A viagem seria um sucesso, mas o trem quase descarrilou por causa de uma disputa insólita, cujos motivos até então ocultos se revelaram, no mínimo, de má-fé. É que entre os procuradores estava Carlos Fernando dos Santos Lima. Santos Lima, quando servia em Curitiba, foi quem recebeu e manteve engavetado, desde 1998, o dossiê detalhadíssimo sobre o caso Banestado e uma lista de 107 pessoas que figuram na queixa-crime sobre remessa de dólares via agência em Nova York. No episódio houve aquilo que em termos jurídicos se chama de “instituto da suspeição”, já que o procurador é parte interessada no caso. Sua esposa, Vera Lúcia dos Santos Lima, trabalhava no Departamento de Abertura de Contas da filial do Banestado, em Foz do Iguaçu. Agora, na Big Apple, Santos Lima fez um tour de force para que a documentação da quebra de sigilo de várias contas, realizada pelo escritório da Procuradoria Distrital de Manhattan, também não viesse à luz, enveredando por um labirinto burocrático que, como sempre, tem seu final em pizza.

ISTOÉ recebeu informações de autoridades americanas de que os procuradores Santos Lima e Vladimir Aras, do Paraná, tentaram amarrar a entrega dos preciosos documentos. Alegaram que os quatro membros da CPI não tinham autoridade para processar o caso e só ao Ministério Público caberia a tomada de medidas legais. Insistiram também que só aceitariam os resultados da quebra de sigilo bancário se a Promotoria Distrital nova-iorquina remetesse a papelada para o Departamento de Justiça americano e este colocasse o crivo do MLAT – o acordo de cooperação entre os ministérios da Justiça dos dois países. O impasse causou constrangimento não apenas a quem forneceria a papelada como também aos parlamentares presentes. “Foi insólito”, disse um dos americanos.

O impasse só seria resolvido através de uma manobra que frustrou Santos Lima. Os promotores distritais nova-iorquinos enviariam os documentos da quebra de sigilo para a filial do Banco Itaú em Nova York – instituição que comprou o Banestado na privatização, herdando o imbróglio – e o banco daria tudo aos senadores e procuradores. Com essa posse, os papéis seriam “consularizados”, ou seja: o Consulado do Brasil na cidade atestaria a autenticidade da documentação. De funcionários do Itaú ISTOÉ recebeu informações que houve nova investida de Santos Lima para que os membros da CPI não recebessem o que esperavam. A jogada, porém, não deu certo, e as provas obtidas pelo escritório do promotor Robert Morgenthal já estão nas mãos de quem promete dar continuidade ao caso. O senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), que encabeçava a missão parlamentar, disse: “No final da reunião com o District Attorney, a história do Brasil começou a mudar. Dou minha palavra de que esta CPI não vai acabar em pizza.” Mas, se depender do procurador Santos Lima, pode-se esperar uma mezzo-a-mezzo.

Vera Lúcia, esposa de Santos Lima, trabalhava no Banestado quando, em 1998, o procurador recebeu em Curitiba o dossiê sobre as atividades ilegais do banco. No dia 17 de setembro daquele ano, ele tomou o depoimento de Heraldo Ferreira – ex-gerente de câmbio da agência do banco em Foz do Iguaçu –, em que fazia denúncias sobre as atividades da instituição financeira. O caso Banestado saiu da gaveta do procurador somente depois que ISTOÉ investiu nas apurações do escândalo. Apenas em 21 de março de 2003 é que o procurador Santos Lima enviou esse depoimento à PF, sendo que na Assembléia do Paraná havia sido instaurada uma CPI sobre o assunto quatro dias antes.

A invasão ao galinheiro não seria feita apenas por uma única raposa. Junto a Santos Lima estava nos EUA Neide de Alvarenga – ex-chefe-geral da Divisão de Repressão ao Crime Organizado da PF (DCOIE). Era ela quem insistia para que a primeira equipe de agentes da PF – mergulhada nas investigações em Nova York, em fevereiro deste ano – voltasse ao Brasil. Isso a despeito de o chefe do grupo, o delegado José Castilho, insistir que as investigações avançavam e que o grupo tinha ganhado importante aliado no escritório do promotor distrital de Manhattan. Os faxes que Neide mandava para o Consulado do Brasil em Nova York, onde os agentes se reuniam, eram de conhecimento público, já que não vinham protegidos pela confidencialidade. Batia-se sempre na mesma tecla: a da interrupção dos trabalhos e a volta da equipe, o que acabou acontecendo em abril. Não foi por falta de convites que a delegada deixou de verificar no local os progressos – que hoje são provados pelas 270 caixas de documentos que o District Attorney pôs à disposição das autoridades brasileiras. Mas ela só decidiu viajar em companhia do procurador Santos Lima.

Nem tudo, porém, foi refrega na viagem desta comissão de parlamentares e procuradores. A primeira escala do grupo foi Washington. Na capital americana, a visita rendeu frutos inesperados: o adido da Receita Federal na Embaixada do Brasil entregou à comissão uma lista com 170 nomes de pessoas que possuem imóveis em território americano, não declarados ao Fisco brasileiro. Da lista, fazem parte artistas, empresários e políticos. No total, existem 660 nomes de pessoas com imóveis, mas apenas 170 o fazem de modo criminoso. Destes, o preço mínimo de imóvel é de US$ 800 mil – o que vale um apartamento de um dormitório em Manhattan, mas é soma suficiente para se adquirir um condomínio de luxo em partes da Flórida e de outros Estados americanos. Entre os nomes –que estão sendo mantidos em sigilo pela CPI e pela Receita – está o de Fábio de Oliveira Catão.

Rastros de Catão Em setembro de 1994, o megalaranja pernambucano Fábio de Oliveira Catão, 39 anos, saiu do anonimato ao denunciar ao MP e à PF dois caciques de peso da política nordestina: o então vice-presidente da República, Marco Maciel, e o ex-governador de Pernambuco, Joaquim Francisco. Catão trabalhara no setor de transportes do comitê de campanha que, em 1990, elegeu Maciel para o Senado e João Francisco para o governo do Estado. Em depoimento à PF, ele disse que parte dos recursos do comitê de campanha foi doada por “fantasmas” ligados ao esquema de PC Farias. Segundo Catão, ele mesmo ia buscar o dinheiro na agência do Itaú de Boa Viagem. As denúncias nunca chegaram a ser provadas. Catão, que namorou a filha de Maciel, Maria Cristina, havia se apossado do cartão 24 horas da namorada para fazer saques sem autorização. Depois, sumiu de Pernambuco. De acordo com sua irmã, Alexandra, viajou para os EUA e para a Europa. Há sete anos, ele não dá notícias. Seu sumiço está com os dias contados.

Documentos da Promotoria do distrito de Nova York acusam Catão de lavar dinheiro de corrupção nos EUA. De acordo com as investigações, ele seria o administrador de uma conta de US$ 1,5 bilhão no Merrill Lynch, de Dallas, movimentada por políticos e empresários brasileiros. Ele deixou recentemente rastros na cidade de Calgary, no Canadá, onde morou por seis meses com a namorada Viviane Sperb. O casal saiu do país no dia 8 de agosto rumo a São Paulo num vôo de classe executiva. Catão comprou por US$ 5.855 as passagens na agência Atlas. Foi atendido pela brasileira Patrícia Lefebre, a quem pagou a fatura com um cheque de uma conta encerrada do Nationsbank de Dallas. “Como éramos brasileiros, tínhamos uma boa convivência, e ele me disse que administrava uma conta de políticos em Dallas”, contou ela a ISTOÉ. Após se hospedar em agosto no hotel Best Western Regent, em São Paulo, mudou-se para Santa Catarina, onde estaria trabalhando para políticos locais. Viviane retornou para a casa da família em Gramado (RS).“Ele me disse que trabalhava para os bancos e que o nome do chefe dele era Gabriel Halaban”, contou ela, que garante ter rompido o namoro com Catão.

Amaury Ribeiro Jr. e Osmar de Freitas Jr.

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21 comentários

  1. o MP tem órgão de controle?

    A quem o público pode se queixar do MINISTERIO PUBLICO? A quem denunciar figuras que sonegam crimes gravissimos contra nosso patrimonio material e moral? Se alguém puder me informar, me diga para que eu possa encaminhar uma reclamação sobre mais esse escândalo presente, não passado. Ou o corporativismo vai proteger os corruptos do MP?

  2. A PEC 37: GOLPE DO MPF

    Na crista da onda de protestos de 2013, a associação de membros do MPF emplacou o golpe contra a PEC 37, com o importante auxílio da Rede Goebbels.  Hoje percebemos a estratégia de longo prazo: enfraquecimento das instituições vinculadas ao Executivo.

    Se observarmos a tendência desde o apagar das luzes do governo FHC, o esvaziamento do Poder Executivo é constante:

    – O instituto da medida provisória foi praticamente extinto;

    – A recente aprovação do “orçamento impositivo” e da PEC da Bengala pelo Congresso de Cunha e Renan, dentre outras medidas, visa tão-somente fazer do Presidente da República uma “rainha da Inglaterra”.

    Temos hoje um “parlamentarismo de ocasião” muito semelhante ao que tentaram emplacar contra João Goulart.

    Comeram pelas beiradas.

  3. OS PROCURADORES E O JUIZ DA LAVA JATO E O ESCÂNDALO BANESTADO
    FHC, TEMER, EDUARDO CUNHA, CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA, SERGIO MORO, DELAGONAL E O QUADRILHÃO O Temer é um mega corrupto e mega delatado envolvido com pesada corrupção desde o início da famigerada Nova República (CPI Esquema do Orçamento em 1988, CPI ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS Temer e todo seus quadrilhão foi denunciado pelo jovem governador do Acre Edmundo Pinto que foi assassinado dois dias antes de depor na CPI morto no Hotel Della Volpe (Russomano era o gerente de comunicação desse hotel na época do crime que foi abafado. Temer também se envolveu em muitos outros crimes de corrupção e foi o braço direito de FHC na corrupção das PARIVATARIAS TUCANAS E NO ESCÂNDALO BANESTADO, no Mensalão Tucano, Mensalão do DEM, fraude no Porto de Santos, principal denunciado na OPERAÇÃO PANDORRA, OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA nesses dois crimes Michel TEMER o vampirão rei da extorsão e seus 300 aliados  no quadrilhão foram blindados pela sra Raquel Dodge na PGR na época dos sinistros procuradores Geraldo Brindeiro e Gurgel os “engavetadores gerais da república” da era FHC. Entretanto, esse SINISTRO procurador Carlos Santos Lima e o juiz Sergio Moro atuaram na Operação Abafa de crimes tucanos no ESCANDALO BANESTADO. ESSE PROCURADOR CARLOS SANTOS LIMA E SERGIO MORO FORAM OS MESMOS JUIZES E PROCURADORES QUE BLINDARAM OS 300 POLÍTICOS E SOLTARAM 70 DOLEIROS PRESOS EM 1997, 1999 E 2000 NA OPERAÇÃO MACUCO. O SR CARLOS LIMA INCLUSIVE FOI INVESTIGADO POIS A ESPOSA TRABALHOU NO BANESTADO NA ÉPOCA DAS INVESTIGAÇÕES DO ESCÂNDALO NA PF PELO DELEGADO PROTÓGENES E JOSÉ CASTILHO NETO. O ESQUEMA BANESTADO  OCORREU HÁ 20 ANOS ATRÁS E DEU ORIGEM A LAVA JATO E PASMEM ENVOLVEM OS MESMOS DOLEIROS, OS MESMOS JUIZES, OS MESMOS PROCURADORES E OS MESMOS 300 POLÍTICOS BLINDADOS ENTRE 1995 E 2002 NO JUDICIÁRIO DO PARANÁ.  FHC, ex- ministro das relações exteriores de Itamar Franco elegeu-se com ajuda da REDE GLOBO num GOLPE ELEITOREIRO, eles planejaram a derrubada do ministro da fazenda Rubens Ricupero (autor do plano real) em junho de 1994 (quando o plano real completava um ano da publicação). Numa entrevista emboscada FHC e a REDE GLOBO derrubaram o autor do Plano Real Rubens Ricupero e FHC montou esse golpe eleitoreiro e usou o plano como ponte como “falso autor” e desde 1994 FHC planejou colocar em prática seus planos secretos acertados em Washington (Washington Consense), como FMI e co  mega especuladores internacionais para iniciar as PRIVATARIAS TUCANAS e planejar passo a passo o DESMONTE NACIONAL, e em troca FHC criou um PROPINODUTO NO ESTADO DO PARANÁ conhecido como ESCÂNDALO BANESTADO (BANCO DO ESTADO DO PARANÁ) serviu de ponte para captar e lavar para 300 políticos do quadrilhão de FHC, EDUARDO CUNHA  (na época Cunha era presidente da TELERJ e ganhou rios de dinheiro nas privatarias das TELES) e O CORRUPTO SR “MI-SHELL” TEMER o chefe do quadrilhão PMDB/PSDB/PFL (atual DEM). Segundo os livros sobre as privatarias e o discurso de Requião e Jandira Fegali no Senado, o ESQUEMA BANESTADO FOI O MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA E ENVOLVE OS MESMOS PERSONAGENS DA LAVA JATO, pois captou 125 bilhões de dólares no governo FHC para remunerar propinas em troca de privatarias feitas na bacia das almas. O Esquema BANESTADO foi descoberto pelos delegados José Castilho Neto e Protógenes Queiroz na OPERAÇÃO MACUCO e OPERAÇÃO BANQUEIRO e OPERAÇÃO CAYMAN. Os delegados citados prenderam há 20 anos atrás uma gangue de 70 doleiros comandados por Alberto Youssef, Olga Youssef, Adir Assad, eles lavaram MEIO TRILHÃO DE REAIS para 300 políticos demo tucanos entre 1995 e 2002, pasmem sems equer serem incomodados, pois o juiz Sergio Moro (parente de tucanos do Paraná  Osvaldo Malucelli Moro, Joela Malucelli e Hidelbrando Moro suplentes dos irmãos tucanos álvaro dias e osmar dias  (os “irmãos metralha tucanos Dias”, suplentes de familiares de Sergio Moro, usaram 500 milhões em dinheiro desviado da Prefeitura de Maringá e ainda alugaram o jato do Youssef para as campanhas tucanas e se envolvera,m na morte do secretário da fazenda do Paraná Luiz Antonio Paolicchi, uma queima de arquivo, do mesmo modo que matara as duas laranjas do MENSALÃO TUCANO sras Cristiane Aparecida e Mirtes mortas em BH em dezembro de 2002 no apagar das luzes do governo FHC e Azeredo). Em 2004 o Sergio Moro e o deputado José Mentor sepultaram o maior crime de corrupção da república, o ESCANDALO BANERSTADO, e mantiveram soltos todos os 70 doleiros presos na Operação Macuco do delegado José Castilho Neto. Portanto esse procurador bem como o seu sinistro “procurador das bolotas” fraudador do “programa minha casa minha vida” (ele adquiriu duas casas com falso atestado de pobreza ganhando mais de 80 mil como procurador) agiram desde 1997 para blindar os poilíticos corruptos no ESCANDALO BANESTADO e eles conhecem na intimidade o doleiro paranaense Alberto Youssef e Olga Youssef que atuaram na lavagem das propinas pagas pelas multinacionais nas PRIVATARIAS TUCANAS (MEIO TRILHÃO DE REAIS). No dia 17 de maio de 1992 ainda no governo Collor esse mesmo quadrilhão de FHC, TEMER, AECIO CHEIRA NEVES, GEDDEL, O GATUNO MOREIRA FRANCO, PADILHA, BETO MANSUR, CAIADO, CASSIO CUNHA, JOSÉ CHIRICO SERRA E MUITOS OUTROS POLÍTICOS LADRÕES REIS DA EXTORSÃO FORAM BLINDADOS NO STF E NA PGR PARA ESCONDER OS CRIMES DO QUADRILHÃO. BIBLIOGRAFIA: 1- A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA JATO, Paulo Moreira Leite; 2- “FHC, CRISE,DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO”, H. Fontana; “O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC” Larissa Burtone, “A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO”, Daniel Herz; “BANESTADO E A LAVA JATO UM FEITIÇO DO TEMPO”. J Fegali; “Youtube: A ODEBRECHT E O ASSASSINATO DO GOVERNADOR DO ACRE: TEMER, RUSSOMANO, E O QUADRILHÃO”; “BILL CLINTON PASSA SERMÃO EM FHC EM FLORENÇA ITALIA, 1999,  PELA PESADA CORRUPÇÃO DO PROPINODUTO TUCANO, USANDO AGENCIA BANESTADO DE NEW YORK”

  4. OS PROCURADORES E O JUIZ DA LAVA JATO E O ESCÂNDALO BANESTADO
    FHC, TEMER, EDUARDO CUNHA, CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA, SERGIO MORO, DELAGONAL E O QUADRILHÃO O Temer é um mega corrupto e mega delatado envolvido com pesada corrupção desde o início da famigerada Nova República (CPI Esquema do Orçamento em 1988, CPI ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS Temer e todo seus quadrilhão foi denunciado pelo jovem governador do Acre Edmundo Pinto que foi assassinado dois dias antes de depor na CPI morto no Hotel Della Volpe (Russomano era o gerente de comunicação desse hotel na época do crime que foi abafado. Temer também se envolveu em muitos outros crimes de corrupção e foi o braço direito de FHC na corrupção das PARIVATARIAS TUCANAS E NO ESCÂNDALO BANESTADO, no Mensalão Tucano, Mensalão do DEM, fraude no Porto de Santos, principal denunciado na OPERAÇÃO PANDORRA, OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA nesses dois crimes Michel TEMER o vampirão rei da extorsão e seus 300 aliados  no quadrilhão foram blindados pela sra Raquel Dodge na PGR na época dos sinistros procuradores Geraldo Brindeiro e Gurgel os “engavetadores gerais da república” da era FHC. Entretanto, esse SINISTRO procurador Carlos Santos Lima e o juiz Sergio Moro atuaram na Operação Abafa de crimes tucanos no ESCANDALO BANESTADO. ESSE PROCURADOR CARLOS SANTOS LIMA E SERGIO MORO FORAM OS MESMOS JUIZES E PROCURADORES QUE BLINDARAM OS 300 POLÍTICOS E SOLTARAM 70 DOLEIROS PRESOS EM 1997, 1999 E 2000 NA OPERAÇÃO MACUCO. O SR CARLOS LIMA INCLUSIVE FOI INVESTIGADO POIS A ESPOSA TRABALHOU NO BANESTADO NA ÉPOCA DAS INVESTIGAÇÕES DO ESCÂNDALO NA PF PELO DELEGADO PROTÓGENES E JOSÉ CASTILHO NETO. O ESQUEMA BANESTADO  OCORREU HÁ 20 ANOS ATRÁS E DEU ORIGEM A LAVA JATO E PASMEM ENVOLVEM OS MESMOS DOLEIROS, OS MESMOS JUIZES, OS MESMOS PROCURADORES E OS MESMOS 300 POLÍTICOS BLINDADOS ENTRE 1995 E 2002 NO JUDICIÁRIO DO PARANÁ.  FHC, ex- ministro das relações exteriores de Itamar Franco elegeu-se com ajuda da REDE GLOBO num GOLPE ELEITOREIRO, eles planejaram a derrubada do ministro da fazenda Rubens Ricupero (autor do plano real) em junho de 1994 (quando o plano real completava um ano da publicação). Numa entrevista emboscada FHC e a REDE GLOBO derrubaram o autor do Plano Real Rubens Ricupero e FHC montou esse golpe eleitoreiro e usou o plano como ponte como “falso autor” e desde 1994 FHC planejou colocar em prática seus planos secretos acertados em Washington (Washington Consense), como FMI e co  mega especuladores internacionais para iniciar as PRIVATARIAS TUCANAS e planejar passo a passo o DESMONTE NACIONAL, e em troca FHC criou um PROPINODUTO NO ESTADO DO PARANÁ conhecido como ESCÂNDALO BANESTADO (BANCO DO ESTADO DO PARANÁ) serviu de ponte para captar e lavar para 300 políticos do quadrilhão de FHC, EDUARDO CUNHA  (na época Cunha era presidente da TELERJ e ganhou rios de dinheiro nas privatarias das TELES) e O CORRUPTO SR “MI-SHELL” TEMER o chefe do quadrilhão PMDB/PSDB/PFL (atual DEM). Segundo os livros sobre as privatarias e o discurso de Requião e Jandira Fegali no Senado, o ESQUEMA BANESTADO FOI O MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA E ENVOLVE OS MESMOS PERSONAGENS DA LAVA JATO, pois captou 125 bilhões de dólares no governo FHC para remunerar propinas em troca de privatarias feitas na bacia das almas. O Esquema BANESTADO foi descoberto pelos delegados José Castilho Neto e Protógenes Queiroz na OPERAÇÃO MACUCO e OPERAÇÃO BANQUEIRO e OPERAÇÃO CAYMAN. Os delegados citados prenderam há 20 anos atrás uma gangue de 70 doleiros comandados por Alberto Youssef, Olga Youssef, Adir Assad, eles lavaram MEIO TRILHÃO DE REAIS para 300 políticos demo tucanos entre 1995 e 2002, pasmem sems equer serem incomodados, pois o juiz Sergio Moro (parente de tucanos do Paraná  Osvaldo Malucelli Moro, Joela Malucelli e Hidelbrando Moro suplentes dos irmãos tucanos álvaro dias e osmar dias  (os “irmãos metralha tucanos Dias”, suplentes de familiares de Sergio Moro, usaram 500 milhões em dinheiro desviado da Prefeitura de Maringá e ainda alugaram o jato do Youssef para as campanhas tucanas e se envolvera,m na morte do secretário da fazenda do Paraná Luiz Antonio Paolicchi, uma queima de arquivo, do mesmo modo que matara as duas laranjas do MENSALÃO TUCANO sras Cristiane Aparecida e Mirtes mortas em BH em dezembro de 2002 no apagar das luzes do governo FHC e Azeredo). Em 2004 o Sergio Moro e o deputado José Mentor sepultaram o maior crime de corrupção da república, o ESCANDALO BANERSTADO, e mantiveram soltos todos os 70 doleiros presos na Operação Macuco do delegado José Castilho Neto. Portanto esse procurador bem como o seu sinistro “procurador das bolotas” fraudador do “programa minha casa minha vida” (ele adquiriu duas casas com falso atestado de pobreza ganhando mais de 80 mil como procurador) agiram desde 1997 para blindar os poilíticos corruptos no ESCANDALO BANESTADO e eles conhecem na intimidade o doleiro paranaense Alberto Youssef e Olga Youssef que atuaram na lavagem das propinas pagas pelas multinacionais nas PRIVATARIAS TUCANAS (MEIO TRILHÃO DE REAIS). No dia 17 de maio de 1992 ainda no governo Collor esse mesmo quadrilhão de FHC, TEMER, AECIO CHEIRA NEVES, GEDDEL, O GATUNO MOREIRA FRANCO, PADILHA, BETO MANSUR, CAIADO, CASSIO CUNHA, JOSÉ CHIRICO SERRA E MUITOS OUTROS POLÍTICOS LADRÕES REIS DA EXTORSÃO FORAM BLINDADOS NO STF E NA PGR PARA ESCONDER OS CRIMES DO QUADRILHÃO. BIBLIOGRAFIA: 1- A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA JATO, Paulo Moreira Leite; 2- “FHC, CRISE,DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO”, H. Fontana; “O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC” Larissa Burtone, “A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO”, Daniel Herz; “BANESTADO E A LAVA JATO UM FEITIÇO DO TEMPO”. J Fegali; “Youtube: A ODEBRECHT E O ASSASSINATO DO GOVERNADOR DO ACRE: TEMER, RUSSOMANO, E O QUADRILHÃO”; “BILL CLINTON PASSA SERMÃO EM FHC EM FLORENÇA ITALIA, 1999,  PELA PESADA CORRUPÇÃO DO PROPINODUTO TUCANO, USANDO AGENCIA BANESTADO DE NEW YORK”

  5. Procuradores Lava Jato esconderam provas no escândalo BANESTADO
    FHC, TEMER, EDUARDO CUNHA, CARLOS FERNANDES SANTOS LIMA, SERGIO MORO, DELAGONAL E O QUADRILHÃO O Temer é um mega corrupto e mega delatado envolvido com pesada corrupção desde o início da famigerada Nova República (CPI Esquema do Orçamento em 1988, CPI ODEBRECHT E ESQUEMA COLLOR PC FARIAS Temer e todo seus quadrilhão foi denunciado pelo jovem governador do Acre Edmundo Pinto que foi assassinado dois dias antes de depor na CPI morto no Hotel Della Volpe (Russomano era o gerente de comunicação desse hotel na época do crime que foi abafado. Temer também se envolveu em muitos outros crimes de corrupção e foi o braço direito de FHC na corrupção das PARIVATARIAS TUCANAS E NO ESCÂNDALO BANESTADO, no Mensalão Tucano, Mensalão do DEM, fraude no Porto de Santos, principal denunciado na OPERAÇÃO PANDORRA, OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA nesses dois crimes Michel TEMER o vampirão rei da extorsão e seus 300 aliados  no quadrilhão foram blindados pela sra Raquel Dodge na PGR na época dos sinistros procuradores Geraldo Brindeiro e Gurgel os “engavetadores gerais da república” da era FHC. Entretanto, esse SINISTRO procurador Carlos Santos Lima e o juiz Sergio Moro atuaram na Operação Abafa de crimes tucanos no ESCANDALO BANESTADO. ESSE PROCURADOR CARLOS SANTOS LIMA E SERGIO MORO FORAM OS MESMOS JUIZES E PROCURADORES QUE BLINDARAM OS 300 POLÍTICOS E SOLTARAM 70 DOLEIROS PRESOS EM 1997, 1999 E 2000 NA OPERAÇÃO MACUCO. O SR CARLOS LIMA INCLUSIVE FOI INVESTIGADO POIS A ESPOSA TRABALHOU NO BANESTADO NA ÉPOCA DAS INVESTIGAÇÕES DO ESCÂNDALO NA PF PELO DELEGADO PROTÓGENES E JOSÉ CASTILHO NETO. O ESQUEMA BANESTADO  OCORREU HÁ 20 ANOS ATRÁS E DEU ORIGEM A LAVA JATO E PASMEM ENVOLVEM OS MESMOS DOLEIROS, OS MESMOS JUIZES, OS MESMOS PROCURADORES E OS MESMOS 300 POLÍTICOS BLINDADOS ENTRE 1995 E 2002 NO JUDICIÁRIO DO PARANÁ.  FHC, ex- ministro das relações exteriores de Itamar Franco elegeu-se com ajuda da REDE GLOBO num GOLPE ELEITOREIRO, eles planejaram a derrubada do ministro da fazenda Rubens Ricupero (autor do plano real) em junho de 1994 (quando o plano real completava um ano da publicação). Numa entrevista emboscada FHC e a REDE GLOBO derrubaram o autor do Plano Real Rubens Ricupero e FHC montou esse golpe eleitoreiro e usou o plano como ponte como “falso autor” e desde 1994 FHC planejou colocar em prática seus planos secretos acertados em Washington (Washington Consense), como FMI e co  mega especuladores internacionais para iniciar as PRIVATARIAS TUCANAS e planejar passo a passo o DESMONTE NACIONAL, e em troca FHC criou um PROPINODUTO NO ESTADO DO PARANÁ conhecido como ESCÂNDALO BANESTADO (BANCO DO ESTADO DO PARANÁ) serviu de ponte para captar e lavar para 300 políticos do quadrilhão de FHC, EDUARDO CUNHA  (na época Cunha era presidente da TELERJ e ganhou rios de dinheiro nas privatarias das TELES) e O CORRUPTO SR “MI-SHELL” TEMER o chefe do quadrilhão PMDB/PSDB/PFL (atual DEM). Segundo os livros sobre as privatarias e o discurso de Requião e Jandira Fegali no Senado, o ESQUEMA BANESTADO FOI O MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA E ENVOLVE OS MESMOS PERSONAGENS DA LAVA JATO, pois captou 125 bilhões de dólares no governo FHC para remunerar propinas em troca de privatarias feitas na bacia das almas. O Esquema BANESTADO foi descoberto pelos delegados José Castilho Neto e Protógenes Queiroz na OPERAÇÃO MACUCO e OPERAÇÃO BANQUEIRO e OPERAÇÃO CAYMAN. Os delegados citados prenderam há 20 anos atrás uma gangue de 70 doleiros comandados por Alberto Youssef, Olga Youssef, Adir Assad, eles lavaram MEIO TRILHÃO DE REAIS para 300 políticos demo tucanos entre 1995 e 2002, pasmem sems equer serem incomodados, pois o juiz Sergio Moro (parente de tucanos do Paraná  Osvaldo Malucelli Moro, Joela Malucelli e Hidelbrando Moro suplentes dos irmãos tucanos álvaro dias e osmar dias  (os “irmãos metralha tucanos Dias”, suplentes de familiares de Sergio Moro, usaram 500 milhões em dinheiro desviado da Prefeitura de Maringá e ainda alugaram o jato do Youssef para as campanhas tucanas e se envolvera,m na morte do secretário da fazenda do Paraná Luiz Antonio Paolicchi, uma queima de arquivo, do mesmo modo que matara as duas laranjas do MENSALÃO TUCANO sras Cristiane Aparecida e Mirtes mortas em BH em dezembro de 2002 no apagar das luzes do governo FHC e Azeredo). Em 2004 o Sergio Moro e o deputado José Mentor sepultaram o maior crime de corrupção da república, o ESCANDALO BANERSTADO, e mantiveram soltos todos os 70 doleiros presos na Operação Macuco do delegado José Castilho Neto. Portanto esse procurador bem como o seu sinistro “procurador das bolotas” fraudador do “programa minha casa minha vida” (ele adquiriu duas casas com falso atestado de pobreza ganhando mais de 80 mil como procurador) agiram desde 1997 para blindar os poilíticos corruptos no ESCANDALO BANESTADO e eles conhecem na intimidade o doleiro paranaense Alberto Youssef e Olga Youssef que atuaram na lavagem das propinas pagas pelas multinacionais nas PRIVATARIAS TUCANAS (MEIO TRILHÃO DE REAIS). No dia 17 de maio de 1992 ainda no governo Collor esse mesmo quadrilhão de FHC, TEMER, AECIO CHEIRA NEVES, GEDDEL, O GATUNO MOREIRA FRANCO, PADILHA, BETO MANSUR, CAIADO, CASSIO CUNHA, JOSÉ CHIRICO SERRA E MUITOS OUTROS POLÍTICOS LADRÕES REIS DA EXTORSÃO FORAM BLINDADOS NO STF E NA PGR PARA ESCONDER OS CRIMES DO QUADRILHÃO. BIBLIOGRAFIA: 1- A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA JATO, Paulo Moreira Leite; 2- “FHC, CRISE,DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO”, H. Fontana; “O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC” Larissa Burtone, “A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO”, Daniel Herz; “BANESTADO E A LAVA JATO UM FEITIÇO DO TEMPO”. J Fegali; “Youtube: A ODEBRECHT E O ASSASSINATO DO GOVERNADOR DO ACRE: TEMER, RUSSOMANO, E O QUADRILHÃO”; “BILL CLINTON PASSA SERMÃO EM FHC EM FLORENÇA ITALIA, 1999,  PELA PESADA CORRUPÇÃO DO PROPINODUTO TUCANO, USANDO AGENCIA BANESTADO DE NEW YORK”

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