26 de junho de 2026

Celso de Mello acusa mídia de tentar subjugar o Judiciário

Uma entrevista de Celso de Mello a seu amigo José Reiner Fernandes, editor do “Jornal de Integração” de Tatuí, constitui-se na mais contundente crítica ao papel da mídia no julgamento da AP 470.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Reproduzido na coluna de Mônica Bérgamo, Celso de Mello desabafa que “há alguns que, ainda, insistem em dizer que não fui exposto a brutal pressão midiática. Basta ler, os artigos e editoriais publicados nos diversos meios de comunicações social para se concluir diversamente”.

Mais tarde, em entrevista a Bérgamo, Mello enfatizou: “em 45 anos de atuação na área jurídica, como membro do Ministério Público e juiz do STF, nunca presenciei um comportamento tão ostensivo dos meios de comunicação social buscando, na verdade, pressionar e virtualmente subjugar a consciência de um juiz”.

Taxou o episódio de “extremamente grave”, que traz riscos para as liberdades fundamentais. “É muito perigoso qualquer ensaio que busque subjugar o magistrado, sob pena de frustração das liberdades fundamentais reconhecidas pela Constituição. É incrível, parta de onde partir. Sem magistrados independentes, jamais haverá cidadãos livres”.

Pela primeira vez, um ministro da alta corte formula uma crítica aberta ao conceito de liberdade de imprensa. Celso de Mello tem sido o ministro com mais sentenças favoráveis à livre expressão do pensamento. “A liberdade de imprensa é sempre legítima. Mas, às vezes, é veiculada com base em fundamentos irracionais e inconsistentes. Abordagens passionais de temas sensíveis descaracterizam a racionalidade inerente ao discurso jurídico”, diz.

Diz ele ser imprescindível conciliar as grandes liberdades fundamentais, o direito à informação e o direito a um julgamento isento.

Receba os artigos de Luís Nassif pelo WhatsApp

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

23 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Jose de Almeida Bispo

    26 de setembro de 2013 10:13 am

    No Brasil se subverte tudo.

    No Brasil se subverte tudo. Até a imprensa, que é a mola mestra da democracia, no Brasil, ela se tornou seu verdugo. Herança dos senhores medievais ilimitados, cujo maior exemplo é o Conde Torre e seus horríveis excessos.

    http://books.scielo.org/id/yn/06

  2. Bispo da Dama

    26 de setembro de 2013 10:28 am

    Agora o estrago já está

    Agora o estrago já está feito, ou alguém acha que que os juízes do supremo não foram pressionados antes?

    Agora praticamente não existe possibilidade de mudança no veredicto porque o máximo que os embargos poderão modificar é a dosimetria.

    Agora quem se responsabilizará pelo estrago causado à honra das pessoas e a integridade do PT? 

     

  3. Bispo da Dama

    26 de setembro de 2013 10:28 am

    Agora o estrago já está

    Agora o estrago já está feito, ou alguém acha que que os juízes do supremo não foram pressionados antes?

    Agora praticamente não existe possibilidade de mudança no veredicto porque o máximo que os embargos poderão modificar é a dosimetria.

    Agora quem se responsabilizará pelo estrago causado à honra das pessoas e a integridade do PT? 

     

    1. Luis S

      26 de setembro de 2013 11:45 am

      Nao e’ de agora

      O estrago a “honra e integridade” do PT nao aconteceu agora, aconteceu quando seus lideres deixaram passar a chance historica de mudar a pratica politica no pais e acomodar-se nas facilidades de cooptacao financeira de aliados.

      O que aconteceu agora foi consequencia daquela burrice. Ao mesmo tempo que o PT (leia-se lulismo) segue tendo apoio da populacao dados os efeitos positivos dos 10 anos de governo, perdeu o direito de se posicionar como o partido “diferente de tudo que esta ai”. Na visao popular, e’ apenas mais um que rouba, mas faz e NINGUEM vai se mobilizar para defender os acusados, independentemente de sua culpa individual ou nao.

      Isto nao quer dizer que todos os reus sao culpados e que julgamento nao tenho sido tragicamente ridiculo. So estou dizendo que tudo isso so’ foi possivel por decisoes erradas do proprio PT, que isso sim, preferiu jogar no lixo sua propria honra e integridade. A este julgamento pode-se imputar milhoes de falhas, menos a de destruir algo que ja nao existia.

      1. Rafael Costa da Silva

        26 de setembro de 2013 1:14 pm

        CLAP! CLAP! CLAP!
        Nada a

        CLAP! CLAP! CLAP!

        Nada a acrescentar.

  4. Assis Ribeiro

    26 de setembro de 2013 11:03 am

    Ela está no papel que ela escolheu

    O problema não está na grande mídia, ela escolheu o lado dela.

    O que causa espanto é que todos os outros segmentos da sociedade, as instituições do país, não sejam capazes de enxergar que a mídia faz , desfaz, e desinforma..

    Enterram a cabeça e fazem de conta que nunca será a próxima vítima.

    Atacam juízes, atacam o Ministério Público, desmoralizam individualidades, chantageiam, e muito mais.

    É preciso que a sociedade e sua instituições democráticas cobre e apoie o Congresso Nacional para que este vote a Lei de Regulamentação da Mídia.

    O papel da grande imprensa no Brasil é definido e claro. Além de atuar como defensora de interesses de seus patrocinadores ela se coloca como um verdadeiro partido político de oposição.

    Neste último sentido é objetiva a declaração de Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e executiva do grupo Folha de S.Paulo:

    “A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação e, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo.”

    Essa condição de atuar como partido político foi intencionalmente traçada para que a mídia tradicional (jornal, rádio e televisão) se tornasse forte na defesa dos seus interesses específicos.

    Trata-se de uma construção ideológica alcançada por ataques constantes e muitas vezes infundados efetuados contra políticos, governantes, e a atuação do judiciário, com o objetivo de criar uma imagem negativa do agente público, associando-o invariavelmente à corrupção e à ineficiência.

    Junto com as matérias depreciativas diárias são encomendadas pesquisas sobre a credibilidade das instituições públicas principalmente quando determinadas notícias ganham musculatura e maior ressonância e o resultado de descrédito já é esperado.

    Essa ação diária, realizada de forma coordenada, atende a alguns interesses, entre eles:

    1) Legitimar-se como detentora da verdade;

    2) Tornar-se agente principal do jogo político;

    3) Direcionar as decisões dos governos;

    4) Influenciar para o desmonte da máquina pública;

    5) Submeter governos, parlamentos e o judiciário.

    Para alcançar tais objetivos a mídia promove o emburrecimento de suas matérias onde notícias que necessitariam de mais informações são oferecidas sem profundidade visando fixar nos seus ouvintes e leitores a matéria de forma pronta e acabada impossibilitando qualquer reflexão.

    Esse formato limita a formação de uma ideia própria e quem consome as informações diárias realmente acredita que está em dia com a notícia ou com a realidade nacional, quando, na verdade, está sendo levado pela correnteza de um pensamento único, direcionado, pronto e acabado. O leitor ou ouvinte será apenas mais uma peça articulada para o consumo, engolindo, sem perceber, uma programação inócua a princípio, mas nefasta em longo prazo.

    Essa construção ideológica é realizada ao mesmo tempo em que a grande mídia exerce o seu papel de noticiar os fatos, documentar, fiscalizar os poderes, denunciar abusos, e vai até ao ápice de criar boatos, versões, insinuações, entre outras modalidades de cerceamento do conhecimento.

    Com essas características a mídia não apenas influencia a vida pública e os poderes do país, como passa a determinar decisões do judiciário, políticas públicas e ações do nosso Congresso.

    Basta observarmos as valorizações ou quedas de ações na bolsa de valores de determinado grupo e das moedas em função de especulações muitas vezes iniciadas e/ou estimuladas pela mídia, recentemente enormes oscilações ocorreram com empresas como a Petrobrás após bombardeio midiático de má gestão e com as de energia elétrica por “quebra de contrato” e “insegurança jurídica”.

    Basta observarmos como subiram os juros Selic nos últimos meses, contra a política econômica do governo, mesmo estando dentro da margem estabelecida e aceitável e em trajetória, ainda que lenta, de queda.

    A mudança de lado da grande imprensa em relação à cobertura do Movimento Passe Livre foi emblemática. Se no início a cobertura foi de condenação ao movimento atribuindo aos participantes os motes de vândalos, classe média desordeira, inclusive insuflando as ações violentas da polícia, a partir do momento em que pressentiu que poderia tirar proveito próprio pela musculatura que o movimento adquiriu passou a apoiá-lo e tentar direcionar as bandeiras defendidas, mesmo com as constantes manifestações contrárias à forma de atividade da grande mídia.

    Na área da justiça a forma do julgamento do mensalão do PT e a leniência do STF em relação ao mensalão tucano, exatamente em consonância com a cobertura da mídia falam por si só.

    A determinação do que a sociedade deve acreditar e consumir levada a cabo pela mídia atinge até mesmo a cultura do país, a era dos pagodeiros e a mais recente do sertanejo universitário servem de exemplo.

    http://assisprocura.blogspot.com.br/2013/07/a-grande-imprensa-e-o-seu-papel.html

    1. Rafael Wuthrich

      26 de setembro de 2013 3:34 pm

      EXCELENTE

      Nassif, elevar a post já!!!

  5. Fulvia

    26 de setembro de 2013 11:16 am

    (Sem título)

    Aranha Marrom e Imprensa Marrom

  6. Carlos Filho

    26 de setembro de 2013 11:32 am

    Ele é responsável pela

    Ele é responsável pela pressão que ele próprio sofreu, ao se calar diante da forma desrespeitosa com que a mídia corporativa e o Joaquim Torquemada Barbosa trataram o Ministro Lewandowiski. Deveria ter se posionado, enquanto decano do STF, desde o início. Preferiu ficar mudo e pagou o preço. Sempre é bom rememorar que quem com porcos anda, farelo come.

  7. mario silva

    26 de setembro de 2013 11:38 am

    Ora, o problema não está na

    Ora, o problema não está na mídia e nas instituições que pressionaram os Ministros do STF durante o julgamento do processo politico AP 470, mas sim no caráter daqueles ministros que cederam a pressão. Não se engane, o Ministro Celso de Mello votou a favor dos embargos porque no início do julgamento falou demais. Ele não tinha outro caminho a seguir. Este Ministro, durante o julgamento, foi o que mais  jogou para a platéia, no meu entendimento.

  8. FRANCOVERO

    26 de setembro de 2013 11:40 am

    PATRULHAMENTO PIGIANO SOBRE O MINISTRO CELSO DE MELLO

    O MINISTRO CELSO DE MELLO QUE TINHA A, INGRATA, FUNÇÃO DE DESEMPATAR A VOTAÇÃO PELA ADOÇÃO DOS EMBARGOS INFRINGENTES, FOI MAIS DO QUE BRILHANTE EM SUA EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS, JUSTIFICATIVAS, TRANSFORMANDO EM AULA MAGNA ÀS DUAS HORAS MAIS BEM APROVEITADAS EM CINQUENTA E CINCO SESSÕES DA AP 470.

  9. JorgeLuis

    26 de setembro de 2013 11:41 am

    O impressionante, caro

    O impressionante, caro Ministro, não é apenas a pressão ostensiva da imprensa sobre os juízes tentando mover o julgamento em uma direção. O impressionante mesmo, é como alguns de seus colegas sucumbiram tão facilmente a essa pressão.

  10. Mauro Sampaio

    26 de setembro de 2013 12:32 pm

    Celso de Mello também foi encantado

    Mas, antes dos embargos infringentes, Celso de Mello também havia se deixado levar pela correnteza da grande imprensa: condenar e massacrar os “mensaleiros”.

    Ele fez duros discursos, mais do que votos, ao tratar de Dirceu.

  11. drigoeira

    26 de setembro de 2013 12:36 pm

    A justiça alimentou
    O STF alimentou a serpente. Quero ver os Ministros domesticarem, sem ser picados.

  12. wilma

    26 de setembro de 2013 12:42 pm

    me engana que eu gosto

    o julgamento da AP 470 é, sim, um julgamento viciado! nulo! de inconstitucionalidades gritantes! que fez deitar por terra o mínimo de segurança jurídica, os direitos e garantias que devem nortear as decisões judiciais, tudo em razão das atitudes dos Ministros do STF em conluio CONSCIENTE  com a mídia golpista!!!

    é um atentado perpretado pelo Supremo Tribunal Federal, a partir de seu decano, que se calou diante de tantas aberrações,  convenientes, senão impostas, pela oposição!!!! para não dizer conveniente ao PRECONCEITO  anti-petitsmo,  criado nas  mentes dos cidadãos de classe favorecida do Brasil, perdedoras de eleições há 10 anos! a quem a gora o decano parece tem o dever de se explicar, e o faz utilizando a reportagem da FSP.

    me engana que eu gosto!!!

    Ele vem agora, através da mesma mídia fazer uma critica à ela, cínica, na verdade usando-a para se desculpar pelo voto que TEVE que manter!!!!,, por que falou demais e não tinha mais o que fazer, passou a morder a língua, e podemos vê-la para fora da boca, nessa reportagem.! Mas o que já vemos, sim, e em toda a sua transparência, até o final da AP 470,  é quem é quem no STF. Na verdade  já sabemos quem é quem! Nós, o povo que se interessa por questões nacionais, não somos bobos! Quiseram aparecer na TV? quiseram se transformar em Celebridades Midiáticas Globais? Servir  vaidade a qualquer preço? A vaidade, o ego, falando mais alto, em desprezo do dever de julgar isentamente! Jogaram suas carreira no lixo, a preço vil!, ,  qual seja, a destruição de reputações e honras, não dos réus, mas as  de si mesmos!!

    CELSO MELLO, você está tentando subestimar a inteligência de quem? Das Cortes Internacionais? Por que, aqui no Brasil, quem é sério já descobriu e sabe muito bem quem é quem nesse vergonhoso Tribunal Superior. Esse STF precisa urgentemente ser reformado política, administrativa e moralmente!

    SENHORES SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS que amam esse país (será que existe um ao menos?), o Brasil só vai sair do esgoto judicial que se encontra se houver total mudança na forma de provimento dos Cargos do STF/STJ. Os cargos não podem ser VITALÍCIOS (resquício da Monarquia). Eles devem ser TEMPORÁRIOS, por mandatos eleitos ! Há de se dar um basta a essa situação!

     

  13. José H C Fonseca

    26 de setembro de 2013 1:18 pm

    O Grande Mistério

    Alguem desta muy nobre assembléia pode me dizer porque um partido de esquerda com um milhão de filiados, dezenas de milhões de votos, 30 anos de existência e 10 anos de governo federal AINDA NÃO CONSTRUIU UMA IMPRENSA DE MASSAS???? Eu não entendo e até hoje ninguém me deu uma resposta convincente.

  14. drigoeira

    26 de setembro de 2013 1:36 pm

    Título está errado
    Celso de Mello. Mídia subjuga o Judiciário.

  15. Mauricio Salles

    26 de setembro de 2013 2:17 pm

    DOPPELGÄNGER NO STF?

    Trata-se de um caso de dupla personalidade jurídica. Este Celso de Mello não é o Celso de Mello.

  16. Juliano Santos

    26 de setembro de 2013 2:36 pm

    Impressionante, nem parece o

    Impressionante, nem parece o mesmo juiz que comparou o PT ao PCC, para a alegria da mesma mídia que ele critica agora. De qualquer forma, parabenizo o ministro por dizer o que era preciso ser dito. E melhor ainda, por partir dele, o que desconcerta o pig, que deve estar sentindo o golpe, “mas ele não era um dos nossos?”

    No entanto, ele ainda é da turma da direita. Só que não se dispõe a jogar sua reputação de juiz da elite judiciária na latrina, em companhia dos tais quatro que o Nassif fala.

    Creio, Nassif, que estamos assitindo a um fenômeno interessante. Uma parte dos conservadores sérios começam a, incomodados, descolar-se dos anti-lulopetitas histéricos e irracionais. Tipo “alto lá, aí não, me inclui fora dessa”. Ultimamente se manifestaram o ministro, o Gandra e o Claudio Lembo.

    Outra coisa que deve ter o levado a isso, foi a pressão canalha que seu colega Marco Aurélio fez através de um artigo no O Globo. Isso para ele foi inaceitável. E deu um recado direto para o vaidoso cara-de-pau também

     

  17. CELSO ORRICO

    26 de setembro de 2013 2:51 pm

    pergunta que não quer calar

    quantos “Celso de Mello” teremos no Senado e na Câmara Federal  na hora de votar alguns temass que a mídia não apoia?  essa farra do voto aberto pra tudo vai dar prano pra manga e corremos séris risco de vemosr um Congresso garroteado e a Democracia indo pro esgoto..

  18. lenita

    26 de setembro de 2013 4:52 pm

    Essa nossa imprensa!!!

    Na noite de ontem cheguei a rir com uma GRANDE NOTÍCIA DO JORNAL NACIONAL: ” Vazamento de gás em casas do programa “Minha casa, minha vida” . Esta é a imprensa do nosso país, na falta de assunto mais QUENTE, matérias assim vão para o JN. É triste mesmo!

  19. Fábio de Oliveira Ribeiro

    26 de setembro de 2013 4:58 pm

     
    A acusação de Celso Mello é

     

    A acusação de Celso Mello é simbolicamente relevante, pois “nunca antes neste país” um Ministro do STF fez a mesma coisa. Politicamente, porém, a acusação dele é irrelevante, pois todos sabemos que a mídia já subjulgou vários membros daquele Tribunal espetacularizado. Um deles, Gilmar Mendes, chegou até a dar entrevista, dias antes da decisão de Celso Mello sobre os Embargos Infringentes no caso do Mensalão, exigindo total submissão ao poder da imprensa.

     

    Toda em frente… Afinal, o STF não é a única instituição carunchada da república. Se tivessemos um Senado que fucionasse, certamente vários Ministros daquele Tribunal já teriam sido condenados em processos de Impedimento. 

    1. sonia lacerda

      27 de setembro de 2013 4:50 pm

      Acusação de Celso Melo

      Creio que todos os brasileiros, mesmo aqueles que tem pouco acesso tem percebido o quanto a mídia no Brasil tenta ser o 4º poder

Recomendados para você

Recomendados