5 de junho de 2026

Delegado nega sabotagem em avião que levou à morte Teori Zavascki

Foto: Agência Brasil

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Por Felipe Pontes

Da Agência Brasil

Falha humana é a principal linha da investigação sobre morte de Teori Zavascki

Falha humana é a principal linha de investigação sobre a morte do ministro Teori Zavascki, segundo relato parcial sobre as investigações da morte do primeiro relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), apresentado hoje (10) pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia. O ministro morreu na queda de um avião nos arredores de Paraty (RJ) há um ano.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Rubens Maleiner, a principal linha de investigação leva a crer em falha humana nas manobras de aproximação da aeronave da pista de pouso em Paraty. “Esta é a linha principal”, afirmou. Ele disse que todas as perícias indicam não ter havido sabotagem contra a aeronave.

“A possibilidade de um ato intencional contra aquele voo foi bastante explorada, com diversos exames periciais e atos investigatórios diversos, e nenhum elemento nesse sentido foi encontrado, pelo contrário, os elementos que atingimos até agora, todos conduzem a um desfecho não intencional e trágico, infelizmente, naquele voo”, disse Maleiner, que participou da reunião de quase 1h30 com Cármen Lúcia na manhã desta quarta-feira (10).

Maleiner disse não haver prazo para a conclusão definitiva das investigações, mas adiantou que está próximo de terminar seus trabalhos. “A investigação está em curso, sempre importante relembrar isso, qualquer coisa que nós digamos aqui é provisório, pode eventualmente ser modificado, mas ela está em estágio bastante avançado.”

Foram abertas três investigações sobre morte de Teori Zavascki, uma pela Força Aérea Brasileira (FAB), uma segunda pelo Ministério Público Federal (MPF) e a terceira pela Polícia Federal (PF). Nenhuma foi concluída até o momento.

O avião bimotor que transportava Teori Zavascki e mais quatro pessoas, incluindo o piloto, caiu no mar próximo a Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, em 19 de janeiro do ano passado. Todos os ocupantes morreram.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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9 Comentários
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  1. vera lucia venturini

    10 de janeiro de 2018 5:18 pm

    E precisava negar! Nós já

    E precisava negar! Nós já sabíamos que nada seria apurado. Apurado?

  2. Ivan de Union

    10 de janeiro de 2018 5:34 pm

    Teori e quatro sem-nomes!
    Os

    Teori e quatro sem-nomes!

    Os 1900 acessos aa ficha do aviao em um unico dia ficam sem explicacao…

  3. AMORAIZA

    10 de janeiro de 2018 5:54 pm

    Falha humana, sim
     

    Sem dúvida nenhuma houve falha humana, tanto no socorro às vítimas quanto nas investigações do “acidente”.

  4. Avelino de Oliveira

    10 de janeiro de 2018 6:47 pm

    Caro Nassif
    O sabotador é tão

    Caro Nassif

    O sabotador é tão bom, que não deixou nenhuma falha que apontasse sabotagem.

    Pelo menos é isso que se pensa.

    Saudações

  5. Jorge Fernandes

    10 de janeiro de 2018 7:37 pm

    Interessante as coincidencias

    A pf nega sabotagem no caso Teori

    não achou o dono dos 450 kg de cocaína no heliPÓptero do Perrela

    não descobriu quem suicidou na ponte JK, o delator do esquema de corrupção tucano no Detran RS

    não descobriu quem suicidou enforcada a modelo/mula do mensalão tucano em mg.

     

    Será que existe um elo de ligação nestes casos que a pf não consegue enxergar ???

  6. alexis

    10 de janeiro de 2018 7:59 pm

    50 minutos

    Bastavam 40 ou 50 minutos de maior dedicação para resgatar a “massagista” que ficou batendo na janela do avião querendo sair. Agora, podem passar anos pesquisando.

  7. Andre Araujo

    10 de janeiro de 2018 10:41 pm

    https://jornalggn.com.br/noti

    https://jornalggn.com.br/noticia/refutando-as-teorias-conspiratorias-sobre-a-morte-de-zavascki-por-andre-araujo?page=1

    Há UMA NAO mostrei o ridiculo dessa “teoria da conspiração” sem pé nem cabeça, agora mostra-se a perda de tempo e de recursos nesse tipo de “inquerito” em cima do absurdo. Quanto custou esse inquerito da Federal, alem da investigação do CENIPA? Todos os sinais do acidente apontavam para falha humana, NADA indicava sabotagem. Agora descobre-se o OBVIO.

    Quanto tempo perdido, dinheiro jogado fora, perda de tempo em cima do NADA.

  8. Roberto Monteiro

    11 de janeiro de 2018 11:34 am

    O objetivo de qualquer sabotagem

    é não ser descoberta. Basta uma adulteração em algum dispositivo eletrônico que tá feito o serviço. Alguém vai se preocupar em analisar a calibragem dos equipamentos de horizonte aritifical? E se não derem atenção a estes equipamentos? Quem garante que a perícia foi feita com “perícia”?

  9. jcordeiro

    11 de janeiro de 2018 1:11 pm

    Limpeza na Seara

     

    Nassif: parece que foi um trabalho de mestre. Dizem que teve ajuda da NTBS (norteamericana) nas investigações. Sabe-se que esse pessoal é mestre em “dissimular” acidentes similares. Lembra do caso na TWA 800 e no 587 AA, onde são acusados de acobertar ações da CIA? E o caso Eduardo Campos?

    Sem esquecer a a famosa Agência é mestre nesse tipo de “acidente”, para limpar indesejáveis. No rol suspeita-se constar o nome de Dag Hammarskjöld, da ONU, de Juvenal Habyarinama, de Ruanda, de Cyprien Ntaryamira, do Burundi, de Sá-Carneiro, de Portugal, de Muhammad Zia, do Paquistão, de Sanjay Gandhi, da India. Até nos de casa, como o senador Paul Wellstone, de Minnesota, e John Tower, do Texas, do sindicalista Walter Reuther. 

    Parece que o saudoso ministro não inspirava confiança nos que deram o golpe. Nada melhor que “pedir ao Todo Poderoso” para limpar a eira. Quintal limpo é outra coisa…

    PS: tem uns que não consegue enchergar.

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