Em acusação de irmã de Adriano da Nóbrega, Queiroz surge e defende Bolsonaro

Fabrício Queiroz tentou proteger e disse que irmã do ex-PM acusava governo do Rio, não governo Bolsonaro

Foto: Divulgação

Fabrício Queiroz, policial aposentado e acusado no esquema das “rachadinhas” dos filhos de Jair Bolsonaro, tentou proteger a família do mandatário e disse que o áudio vazado da irmã do ex-policial militar Adriano da Nóbrega, na verdade, acusava o governo do Rio e não o governo federal.

Nesta quarta (06), um áudio de Daniela da Nóbrega, irmã do ex-policial, divulgado por reportagem da Folha de S.Paulo, acusava o “Planalto”, em referência a Jair Bolsonaro, de oferecer cargos em troca da morte de Adriano.

“Ele [Adriano da Nóbrega] já sabia da ordem que saiu para que ele fosse um arquivo morto. Ele já era um arquivo morto. Já tinham dado cargos comissionados no Planalto pela vida dele, já. Fizeram uma reunião com o nome do Adriano no Planalto. Entendeu, tia? Ele já sabia disso, já. Foi um complô mesmo.”

Fabrício Queiroz decidiu comentar sobre o episódio. Além dos episódios da “rachadinha” e outros esquemas envolvendo a família Bolsonaro, Queiroz e Adriano da Nóbrega trabalharam juntos na PM há 20 anos, e chegaram a ser acusados de execução de um policial civil, em 2003. Antes de ser morto, Adriano era chefe de uma milícia do Rio de Janeiro, apontada por assassinatos.

Segundo Queiroz, a irmã do ex-PM “confundiu” de “Palácios”, falando em “Planalto” ao invés de “Guanabara”. De confiança da família Bolsonaro, Queiroz tentou reverter a acusação contra Bolsonaro para atacar o ex-governador Wilson Witzel.

“Eu recebi uma ligação do capitão Adriano no dia 24 de dezembro de 2019, onde ele me relatou que houve uma reunião dentro do Palácio do Guanabara, que ficou acertado que não era para ele ser preso e sim executado, o que aconteceu em fevereiro”, disse o policial aposentado, em vídeo divulgado em suas redes, nesta quinta (07).

“Brasil acima de tudo, verdade acima de tudo, Deus acima de todos”, conclui o amigo da família Bolsonaro.

Redação

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