Juristas e advogados exigem investigação e afastamento dos envolvidos na Vazajato

Os juristas exigem que tais informações sejam esmiuçadas, pois comprovam que a República de Curitiba não passou de uma conspiração política, usando para isso o Judiciário.

Jornal GGN – Juristas e advogados de todo o Brasil, até agora 321, subscrevem manifesto sobre as denúncias feitas pelo The Intercept sobre os chats privados entre Sergio Moro e Dallagnol. Esses profissionais exigem que se faça uma completa investigação do ocorrido e que os envolvidos sejam afastados.

Os juristas exigem que tais informações sejam esmiuçadas, pois comprovam que a República de Curitiba não passou de uma conspiração política, usando para isso o Judiciário. Para eles, este é o maior escândalo das instituições do Poder Judiciário e Ministério Público da era pós-1988.

Leia o manifesto a seguir.

LAVA-JATO GATE: Exige-se a completa Investigação e o afastamento imediato dos envolvidos.

Estarrecedora a reportagem do site The Intercept: “Exclusivo: chats privados revelam colaboração proibida de Sergio Moro com Deltan Dallagnol na Lava Jato”, em que se desnudam as relações da Operação Lava-Jato, o conluio espúrio e ilegal entre o juiz Sergio Fernando Moro, atual Ministro da Justiça, e Procuradores da república, especialmente Deltan Dalagnol.

As informações divulgadas nos documentos obtidos pelo jornalista Glenn Greenwald e sua equipe dão razão ao que era voz comum e às denúncias por parte dos investigados e de seus advogados, como também por boa parte do meio jurídico, que apontavam métodos e ações midiáticas, em particular o atropelo ao devido processo legal, a restrição ao direito de defesa, o desrespeito às leis e à Constituição Federal, como práticas destinadas à obtenção de finalidades alheias ao processo penal.

A “República de Curitiba”, conforme comprova agora The Intercept, não passou de uma conspiração política, usando o Judiciário apenas como pano de fundo, quando, na verdade, sempre foi ação política coordenada, sem escrúpulos e sem nenhum compromisso com o país e suas instituições republicanas. Nesse sentido, trata-se de um dos maiores escândalos nas Instituições Poder Judiciário e Ministério Público da era pós-1988, exsurgindo, da leitura dos documentos, o crime de lesa-pátria que levou o Brasil a enorme caos econômico, desorganizando empresas e setores da Economia.

A tática usada de intimidar acusados, suas famílias, seus advogados, construiu-se via mídia, que invariavelmente ouvia apenas a voz dos “justiceiros contra a corrupção”. Com esse poder ilimitado todos os Poderes da República sofreram forte pressão, com seus representantes temerosos de reagir e serem sugados pela “Lava-Jato”, que passou a ser sinônimo de condenação prévia, especialmente pelo uso das prisões preventivas, convertidas em cumprimento de pena antecipado, provada ou não a culpa do réu.

Enquanto o então juiz Sérgio Moro pedia “desculpas” ao Supremo Tribunal Federal por ter vazado, ilicitamente, as gravações de um diálogo entre a então Presidenta Dilma Rousseff e o ex-Presidente Lula, ao mesmo, tempo trocava mensagens com integrante do Ministério Público Federal, dizendo: “não me arrependo do levantamento do sigilo. Era melhor decisão. Mas a reação está ruim” (sic).

Tampouco se pode esquecer da indústria das delações premiadas, tomadas como provas condenatórias em inúmeros processos tramitados na Lava Jato.

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O conluio entre juiz e procuradores não pode ficar impune, especialmente porque revela a promiscuidade que caracterizou a relação entre esses representantes do sistema de justiça.  À toda evidência, o CNJ, o CNMP e o Congresso Nacional têm a obrigação de instaurar imediatos procedimentos administrativos em face dos envolvidos, para investigar os supostos crimes cometidos.

Trata-se de questão republicana. Em nome do combate à corrupção não se podem destruir o Estado Democrático de Direito e suas instituições.

É o que se espera, em nome dos mais altos interesses da República Federativa do Brasil.

  1. Lenio Streck

2.Pedro Serrano

3.Gisele Cittadino

4.Arnóbio Rocha

5.Carol Proner

6.Geraldo Prado

7.Marco Aurélio de Carvalho

8.Gabriela Araújo

9.Fabiano Silva

10.Laio Morais

11.Vitor Marques

  1. Carmen da Costa Barros
  2. Angelita da Rosa
  3. Pedro Carrielo
  4. Marcelo Cattoni
  5. Reinaldo Santos de Almeida
  6. Marcus Edson de Lima
  7. Roberto Tardelli
  8. Luís Guilherme Vieira
  9. Juliana Souza Pereira
  10. Magda Barros Biavaschi
  11. carlos Eduardo Fernandez da Silveira
  12. Anderson Bezerra Lopes
  13. Gisele Ricobom
  14. Luzia Paula Cantal
  15. Estela Aranha
  16. José Augusto Rodrigues Jr.
  17. Marcio Sotelo Felippe.
  18. Tiago Botelho
  19. Evelyn Melo Silva
  20. César Caputo Guimarães
  21. Aury Lopes Jr
  22. Alvaro de Azevedo Gonzaga
  23. Antônio Carlos de Almeida Castro – Kakay
  24. Márcio Tenenbaum

36.Pietro Alarcon

  1. Simone Haidamus
  2. Márcia Semer
  3. Fernando Neisser
  4. Eder Bomfim Rodrigues
  5. Fabiana Marques
  6. João Ricardo Dornelles
  7. Luiz Fernando Sá e Souza Pacheco
  8. Isabela Corby
  9. Fábio Gaspar
  10. Anna Candida Serrano
  11. Antonio Pedro Melchior
  12. Daniella Meggiolaro
  13. Luciana Boiteux
  14. Conrado Gontijo
  15. Margarete Pedroso
  16. Caio Favaretto
  17. Heitor Cornacchioni
  18. Samara Castro
  19. César Pimentel
  20. Jessica Ailanda

57 Adriana Ancona

58 Luiz José Bueno de Aguiar

59 Aline Cristina Braghini

  1. Mauricio Vasconcelos
  2. Bruno César de Caires
  3. Pedro Henrique Mazzaro Lopes
  4. Jéssica Louize dos Santos Buiar
  5. Ione S. Gonçalves
  6. Maria Augusta Gonçalves.
  7. Camila Alves Hessel Reimberg
  8. Luciano Rollo Duarte
  9. Renan Quinalha
  10. Marthius Sávio Cavalcante Lobato
  11. Ernesto Tzirulnik
  12. Gabriela Gastal
  13. José Geraldo de Sousa Júnior
  14. Walfrido j warde Junior
  15. Magnus Henrique de Medeiros Farkatt
  16. Fernando Hideo Lacerda
  17. Maria Goretti Nagime
  18. Daniela Muradas Antunes
  19. Luis Carlos Moro
  20. Prudente José Silveira Mello
  21. Kenarik Boujikian
  22. Sergio Graziano
  23. Ana Amélia Camargos
  24. Fernando Augusto Fernandes
  25. Guilherme Lobo Marchioni

85 Juliana Neuenschwander

  1. Ney Strozake
  2. João Gabriel Volasco Rodrigues
  3. Adriana Rittes Garcia Rodrigues
  4. Mauro de Azevedo Menezes

90.Priscila Pamela C Santos

91.Clarissa Maçaneiro Viana

  1. Ericsson Crivelli
  2. Margarida Lacombe.
  3. Maria José Giannella Cataldi

95.Carmen Regina Knapp Cerdeira

  1. Maria das Graças Perera de Mello
  2. Pedro Viana Martinez
  3. Maurides de Melo Ribeiro
  4. Ricardo Lima P. de Souza
  5. Michel Saliba
  6. André Karam Trindade
  7. Leonardo Isaac Yarochewsky
  8. Caio Rioei Yamaguchi Ferreira
  9. Roberto Parahyba De Arruda Pinto
  10. Pedro Pulzatto Peruzzo
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106 Fernando Augusto Fernandes

107.Flavio Crocce Caetano

  1. Raul Abramo Ariano
  2. José Francisco Siqueira Neto
  3. Otavio Pinto e Silva
  4. Francisco José Calheiros Ribeiro Ferreira
  5. Alberto Carlos de Almeida

113.José Carlos Moreira da Silva Filho

  1. Maria Amalia G G Neves Cândido
  2. Vicente Cândido
  3. Mayra Jardim Martins Cardozo
  4. José Eduardo Cardozo
  5. Augusto Jesus de Mattos
  6. Priscila Escosteguy Kuplish
  7. Edvaldo Cavedon
  8. Sabrina Teixeira de Menezes
  9. Rita de Cássia de Souza Castanha
  10. Aline Natalie Tortelli

124 Thiago M Minagé

125-Alessandra Camarano Martins

  1. Renato Duro Dias
  2. João Antonio Ritzel Remédios
  3. Daniel Von Hohendorff
  4. Thiago Pacheco Costa Krebs
  5. Silvia Burmeister

131.Vítor Saydelles

  1. Carolina Porto Juliano
  2. Marcelo Turbay
  3. Valéria Teixeira de Souza
  4. Aline Fernanda Escarelli
  5. Rose Carla da Silva Correa
  6. Ferando Cordeiro da Silva
  7. Soraia Ramos Lima
  8. Fernanda Nunes Morais Silva
  9. Diana Furtado Caldas
  10. Maurício Garcia Saporito
  11. Janice Terezinha Andrade da Silva

143 Josemar Fogassa da Silva

144 Gentil José Andrade da Silva

145 Cláudio Lopes

146 Alessandro Martins Prado

147 Gean Marcos Andrade da Silva

148 Irani Serenza Ferreira Alves

149 Marco Henrique Soares Pereira

150 Guilherme Temporim

151 Osvaldo Pimenta de Abreu

152 Diva Dias dos Santos Rigato

153 Van Hanegam Donero.

154 Abilio Júnior Vaneli

155 Ilmar Renato Granjab no Fonseca

156 João Victor de Souza Cyrino

157 Nelson Éder de Souza Modesto.

158 Marcos Roberto Melo

159 Marilza Romero de Aquino

160 Alexandre Pacheco Martins

161 Aldimar de Assis

162 Maíra Coraci Diniz

163 Marivaldo Pereira

164 Bruno Moura Castro

165 Clériston Cavalcante Macedo

166 Amauri Santos Teixeira

167 Firmiane

Venâncio

168 Lumena Almeida Castro Furtado

169 Gabriela Guimarães Peixoto

  1. Nilton Correia
  2. Arlete Moyses Rodrigues
  3. Eleonora Menicucci
  4. Márcia Marques
  5. Rosane M Reis Lavigne
  6. Livia Sampaio
  7. Carolina Porto Juliano
  8. Luísa Stern
  9. Maria das Graças Santos
  10. Lucia Irene Reali Lemos
  11. Abrão Moreira Blumberg
  12. Jorge Santos Buchabqui
  13. Jose Luis Bolzan de Morais
  14. Jânia Saldanha
  15. Antônio Escosteguy Castro
  16. Pedro Carlos Sampaio Garcia
  17. Talitha Camargo da Fonseca
  18. Wilson Carlos Gouveia
  19. Adriana Maria Neumann
  20. Maicon Barbosa
  21. Lúcia Rincon
  22. Lívia Silvia Almeida

193 Vivian Silva Almeida

194 Diogo Costa

195 Larissa Novais

196 Thales Almeida

  1. Guilherme Santos Mello
  2. Marilane Oliveira Teixeira
  3. Antônio Carlos Alves dos Santos
  4. Marcelo Manzano
  5. Renan Ferreira de Araujo
  6. Marco Antonio Rocha
  7. Ana Rosa Ribeiro de Mendonça
  8. Fernando Sarti
  9. Gabriela Japiassu
  10. Walter Masterallo Neto
  11. Flávio Augusto Strauss
  12. Cyntia santos ruiz braga
  13. Manuel Ramon Souza Luz
  14. Rodrigo Vilela Rodrigues
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211.Pedro Paulo Zahluth Bastos

  1. André Paiva Ramos
  2. Adriana Nunes Ferreira
  3. Carolina Troncoso Baltar
  4. Miguel Huertas Neto
  5. Rubens Sawaya
  6. Ricardo Buratini
  7. Camila Kimie Ugino
  8. Darlene Ramos Dias 220. Ricardo Carneiro
  9. Milena Fernandes de Oliveira
  10. Alex W. A. Palludeto

223 Celeste Maria Gama Melão

  1. Murilo Henrique Morelli.

225.Ramon Garcia Fernandez

  1. José Dari Krein
  2. Margarida Batista
  3. Thiago Carvalho Oliveira
  4. Fernanda Cardoso.

230.. José Eduardo Roselino

  1. Marcelo W. Proni
  2. João Machado Borges Neto

233.. Rosângela Ballini

  1. Patrick Rodrigues Andrade

235 José Ribas Vieira

236 Fernanda Lage

237 Bernardo Burlamaqui

  1. Antônio Corrêa de Lacerda
  2. Ladislau Dowbor
  3. Assino Maria Cristina Carrion Vidal de Oliveira
  4. Edson Luís Kossmann
  5. José de Abreu
  6. José Álvaro Saraiva
  7. Rafael Molina Vita
  8. Marcelo Mizael da Silva
  9. Gustavo Goldoni Barijan
  10. Waldiney Ferreira Guimarães
  11. Cleiton Leite Coutinho

249.Antonio Donizeti da Costa

  1. William Nozaki
  2. Paulo kliass
  3. Edson França
  4. Gilberto Maringoni
  5. Paulo Teixeira
  6. Mônica de Melo
  7. Glauco Pereira dos Santos
  8. Imar Eduardo Rodrigues
  9. Renê Winderson dos Santos
  10. Mário Victor
  11. Luiz Eduardo Soares
  12. Laís de Figuerêdo Lopes
  13. Cristiane Avalos dos Santos
  14. Larissa Ramina
  15. Isabela Del Monde

265.Monise Desirée Fontes de Oliveira

  1. Ennio Candoti
  2. Maria Victória Benevides
  3. Fernando Morais

269 Caio Neves Teixeira

  1. Daniel Soares Lyra

271  Luciana Santos Silva

272  Tatiana Câmara Assis Velho

  1. Daniel Soeiro Freitas
  2. Daniela Portugal

275  Pedro de Souza Fialho

  1. Bruno de Andrade Lage
  2. Lucas Marques Ressurreição
  3. Amabel Crysthina Mesquita Mota
  4. Murillo Bahia Menezes
  5. Altamiro Borges
  6. Pedro Bianguli
  7. Eduardo Piza Gomes de Mello

283.Jefferson Correia Lima

  1. Henrique Bueno de Alvarenga Barbosa
  2. Simone Silva de Deos
  3. Rafael Bianchini Abreu Paiva
  4. Paulo Ricardo S. Oliveira

288.Rodrigo Alves Teixeira

  1. Andrea Rodrigues Ferro
  2. Claudia S Hamasaki
  3. Adroaldo Quintela Santos
  4. Denis Maracci Gimenez
  5. Raphael Bicudo
  6. Daniela Salomão Gorayeb
  7. Daniela Magalhães Prates
  8. André Biancarelli
  9. Jorge Felix
  10. Rogério Dultra dos Santos
  11. Francisco Celso Calmon Ferreira da Silva
  12. Taiguara Líbano Soares e Souza
  13. Fernanda Vieira
  14. Ítalo Cardoso
  15. Márcia de Paula Leite
  16. Fábio Konder Comparato
  17. Hélio Freitas C Silveira
  18. Maria das Graças Santos
  19. Lucia Irene Reali Lemos
  20. Maysa Dias García
  21. Isabel Aparecida Felix
  22. Raquel Naschenweng Mattes
  23. Márcia Viana
  24. Junéia Martins Batista
  25. Rosangela Martins Menck
  26. Ana Liési Thurler
  27. Maria Inês Nassif
  28. Helenita M. Sipahi
  29. Aytan M. Sipahi
  30. Guilherme M. Sipahi
  31. Isabel M. Sipahi
  32. Maria José Rosado
  33. Katia Regina Mendes

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5 comentários

  1. A grande jogada de xadrez aqui , similar ao mate legal – sacrificar a dama para em seguida dar o xeque mate – é através de falsa bandeira, gerar um mártir para logo em seguida, através da mídia esquerdista, empoderá-lo. Tudo muito bem remunerado pelos que bancaram o comunismo em 1917, defenderam-no em 1945, para que o mesmo pudesse expandir-se à China, Coréia, Cuba Venezuela, e agora rumo à UNASUL, conforme o encadeamento sofismático https://wearswar.wordpress.com/2018/10/02/how-the-nuremberg-show-trials-perverted-justice-then-american-law-schools-a-case-study-of-the-southern-methodist-universitys-nuremberg-attorneys/

    A Alemanha sofreu mais do que qualquer outro país, como resultado da Segunda Guerra Mundial. https://nationalvanguard.org/2018/02/world-war-2-atrocities-real-and-imagined-2/ Cerca de 160 de suas maiores cidades e vilas foram completamente destruídas pela campanha de bombardeios aliados e mais de 21 milhões de alemães perderam suas vidas como resultado da guerra. No entanto, ninguém quer ouvir suas histórias de sofrimento, e nenhuma simpatia foi permitida aos alemães derrotados e desgraçados. A propaganda anti-alemã cultivou o sentimento geral de que eles conseguiram o que mereciam. https://nationalvanguard.org/2018/02/dresden-1945-the-devils-tinderbox-2/

    Toda a responsabilidade por iniciar tanto a Primeira Guerra Mundial quanto a Segunda Guerra Mundial, e por toda a morte e destruição resultante deles, foi atribuída aos alemães (embora os fatos não confirmem isso). https://nationalvanguard.org/2017/12/the-jewish-hand-in-the-world-wars-part-2/ Por serem os perdedores de ambas as guerras, nunca lhes foi permitido apresentar seu caso perante o tribunal mundial, nem contar seu lado da história por meio de qualquer meio. Os vencedores das guerras, afinal, escrevem os livros de história. Nem a história verdadeira do que aconteceu durante a guerra saiu nos Julgamentos de Nuremberg.

    http://www.fpp.co.uk/Auschwitz/Dachau/VanRoden1948.html

    Os Julgamentos de Nuremberg foram nada mais do que julgamentos de estilo soviético que violavam todos os padrões de justiça tradicional britânica e americana. Seu objetivo não era descobrir culpa ou inocência, mas espalhar um brilho legal sobre uma decisão que já havia sido tomada para executar os líderes da Alemanha. Todo o circo de Nuremberg era uma farsa – completamente uma farsa.

    “A propaganda anti-germânica, https://flashbak.com/when-nazis-attack-mens-action-mags-and-hitlers-perverted-minions-28735/ usada para criar o clima de ódio que possibilitou a destruição em massa e o massacre de civis alemães, continuou implacavelmente por muito tempo após o fim da guerra, quando parecia natural que historiadores sensatos começassem a moderar sua extrema pontos de vista sobre a Alemanha.

    As fantásticas histórias de atrocidades continuam até hoje. É preciso apenas sintonizar o Canal de História para vê-los repetidos de novo e de novo. Em contraste, a Primeira Guerra Mundial não demorou muito para que as atrocidades atribuídas aos alemães durante a guerra fossem expostas como mentiras deliberadas. Homens responsáveis conduziram investigações completas e descobriram que nada disso era verdade. Todas as histórias sinistras foram fabricadas deliberadamente para ganhar apoio público britânico para a guerra contra a Alemanha e também para trazer a América para a guerra.

    Mas um fator diferente estava em jogo depois da Segunda Guerra Mundial para manter vivas as histórias de horror falsas que não existiam após a Primeira Guerra Mundial. Depois da Segunda Guerra Mundial, os judeus exploraram o sentimento anti-alemão no mundo, que eles próprios criaram com sua propaganda, para justificar a criação de seu tão procurado estado de Israel como pátria para o povo judeu. Essas histórias de horror fabricadas também serviram para desarmar os críticos dos judeus, à medida que se preparavam para recuperar o poder e o controle na Europa.

    Através da manipulação dos meios de informação internacionais, http://tomatobubble.com/worldwarii.html os judeus ganharam simpatia mundial por si mesmos com suas histórias sensacionais de sofrimento judeu único nas mãos dos alemães cruéis. Eles alegaram que a Alemanha havia seguido um plano sistemático para exterminar todos os judeus da Europa e que, com o fim da guerra, havia conseguido matar 6 milhões deles. O pretenso método era cercar os judeus de toda a Europa, transportá-los em trens lacrados para os chamados ” campos da morte “, onde eram reunidos em câmaras de gás e mortos, e seus corpos queimavam em gigantescos crematórios, com, convenientemente, nenhuma evidência forense do que aconteceu deixado para trás. Na ausência de provas forenses, o testemunho ocular, por mais bizarro que fosse, bastava para condenar a Alemanha e torná-la a pária das nações civilizadas. https://nationalvanguard.org/2018/02/misrepresentation-of-german-bombing-victims-as-jewish-holocaust-victims-by-the-world-jewish-congress-2/

    Os juízes nos julgamentos de Nuremberg não estavam imunes às torrentes de propaganda de ódio contra os alemães, e já estavam predispostas antes que os julgamentos começassem a acreditar em qualquer história de horror, por mais fantástica que fosse, sobre os alemães. Outro fator que preestabeleceu o resultado dos estudos foi que os acusadores também serviram como investigadores, promotores e juízes finais. Além disso, os julgamentos também foram permeados com uma atmosfera de busca de vingança judaica. Logo atrás dos homens da frente dos gentios, a maioria dos advogados, promotores e investigadores eram judeus. Centenas de judeus que mal podiam falar inglês se disfarçavam em uniformes de oficiais do Exército americano. Dois dos oito juízes de Nuremberg eram judeus, Robert Falco, da França, e o tenente-coronel AF Volchkov (nome real Berkman), da União Soviética. O Procurador Geral do “ High Court”

    Foi o Dr. Jakob Meistner, um judeu. Seu domínio e controle dos julgamentos era evidente. Até mesmo o carrasco dos 10 líderes nazistas condenados à morte, o sargento-mor John C. Woods , era judeu.

    Como uma demonstração de quão flagrante fora seu domínio, programaram os enforcamentos em 16 de outubro de 1946, o feriado judaico de “ Purim ”. No Livro de Ester , os 10 filhos de Hamã, um inimigo dos judeus, foram enforcados no dia de Purim . No dia de Purim, em 1946, 10 líderes alemães foram enforcados. Isso obviamente não era uma coincidência. Fonte O mito da vilania alemã ” de 2012

    O livro de Benton Bradberry , ” O mito da vilania alemã ” de 2012 https://archive.org/details/MythOfGermanVillainyBentonL.Bradberry293 é uma leitura obrigatória – de excelente visão revisionista sobre como o povo alemão foi sistematicamente, implacavelmente e mais importante, injustamente vilipendiado como o arqui-criminoso do século XX.

    Hitler e a Alemanha reconheceram o comunismo mundial, com sua base na União Soviética, como uma ameaça existencial à civilização ocidental e cristã, e ele dedicou a si mesmo e à Alemanha a uma luta mortal contra esta ameaça. Longe de ser o perturbador da paz européia, a Alemanha serviu de baluarte que impediu a revolução comunista de invadir a Europa. Pena que os Estados Unidos e a Grã-Bretanha não viram a Rússia comunista na mesma luz, em última análise, com conseqüências desastrosas para a civilização ocidental. O autor aponta que a Grã-Bretanha e os Estados Unidos se juntaram ao lado errado da guerra.”

    Sobre o autor Benton L. Bradberry serviu como oficial e aviador na Marinha dos Estados Unidos de 1955 a 1977, a muito tempo começou a duvidar que a ” propaganda ” contasse toda a história, passou anos pesquisando “ o outro lado da história” e agora escreve um livro sobre isso. O autor é formado pela Escola Naval de Pós-Graduação em Monterey, Califórnia, com um diploma em Ciência Política e Relações Internacionais.

  2. Se tais notícias são verdadeiras, devem sim, serem averiguadas e investigadas pelo Congresso Nacional, por envolverem interesses dos cidadãos e do país, uma vez que segundo as notícias divulgadas, envolvem diretamente, autoridades da República Federativa do Brasil.
    Deve ser lembrado, no entanto, que quando uma autoridade e, principalmente, membros do Poder Judiciário, desrespeita a Constituição, desrespeita a ética e as boas práticas jurídicas, desrespeita as leis e, a sua condição de árbitro do povo, imparcial, desrespeita os direitos dos cidadãos, desrespeita a justiça imparcial e igual para todos, não promove a paz social, etc, esse cidadão, não merece mais, a dignidade da função pública de autoridade ou de juiz de direito.

    Tudo isso, que expusemos, serve de parâmetros para que o povo brasileiro, na atual conjuntura de dificuldades para o povo, conclua, com sua consciência e opinião própria, se é justo, p. exemplo, o Poder Judiciário, num país desigual como o Brasil, pleitear, como assistimos, aumentos e/ou vantagens absurdas, comparadas com os direitos dos humildes cidadãos trabalhadores, para seus membros e, que pela CF, estimula aos demais segmentos de poder do país, a exigirem o mesmo. Eu, como cidadão, não acho justo.

    Só para lembrar aos juízes injustos, és o que lhe aguarda, conforme a Bíblia Sagrada: “Tu não queres nada com juízes desonestos, pois eles fazem a injustiça parecer justiça, ajuntam-se para prejudicar as pessoas honestas e condenam à morte os inocentes. Ele castigará esses juízes por causa das injustiças que eles têm cometido; o Senhor, nosso Deus, os destruirá por causa dos seus atos de maldade.” (SALMOS 94 v. 20-21, 23).

    São esses, o nosso comentário, observação e contribuição. Paz e bem.

    Sebastião Farias

    Um brasileiro nordestinamazônida

  3. Excelente iniciativa. A sociedade brasileira precisa exigir a ampla investigação das relações ilegais entre julgadores e promotores evidenciadas no material divulgado pelo The Intercept. A produção de novas provas é o melhor caminho para garantir a plena elucidação e rigorosa coibição de tais práticas, incompatíveis com o Estado de Direito.

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