Justiça não quis bloquear bens de aliado de Alckmin suspeito de enriquecimento ilícito

Foto: Marcelo Rumens/Divulgação
 
 
Jornal GGN – O juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública Antonio Augusto Galvão França negou ao Ministério Público do Estado um pedido liminar de bloqueio de bens contra Edson Aparecido, ex-chefe da Casa Civil de Geraldo Alckmin e atual membro da gestão João Doria (PSDB).
 
Segundo informações do Estadão desta quarta (14), a Justiça não vê risco de dilapidação de patrimônio nem prova de dano ao erário, entre outros motivos.
 
 
Aparecido foi acusado pela Promotoria do Patrimônio Público de enriquecimento ilícito. Quando era deputado pelo PSDB, ele comprou um apartamento em área nobre de São Paulo por cerca de R$ 620 mil. Só que, 6 anos antes, o antigo proprietário do imóvel havia adquido o mesmo pode cerca de R$ 1 milhão.
 
Além disso, quem vendeu o imóvel a Aparecido foi um dos sócios da construtora Kamilos, que tem contratos milionários com o governo do Estado. 
 
Leia mais: E se o ex-braço direito de Alckmin fosse investigado numa Lava Jato?

1 Comentário

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Frederico Firmo

- 2018-03-15 12:03:14

A inquisição so expropriava bem de infiéis.

A inquisição so expropriava bem de infiéis.

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