
Jornal GGN – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, disse que, com o pedido de instauração de uma representação contra o PT por suspeita de crimes eleitorais mirados na Operação Lava Jato, ele não propõe a “extinção do PT”, mas que “essa prática [de corrupção] pode dar ensejo à extinção”.
Questionado sobre as delações premiadas de executivos da Odebrecht, que vieram a tona nas últimas semana, que citariam políticos do PMDB e do PSDB, o ministro respondeu que a medida poderá trazer reflexo também para essas siglas na Justiça Eleitoral, “se for o caso”.
“Essa questão terá que ser colocada a outros partidos se for o caso, quando tomamos providências na condição de relator do processo nós sugerimos uma série de medidas”, disse, mudando de assunto, referindo-se à prestação de contas da campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2014.
Para Gilmar, cabe aos relatores tomarem providências em casos de suspeitas de fraudes. “Uma delas foi abertura do inquérito criminal. A PF acabou por abrir aquele inquérito. A outra providência é que fosse feita a análise dessa questão de uso de recursos públicos na campanha. Nós sabemos que isso é vedado e se encontrou uma maneira de fazê-lo via propina. Não se trata de determinar que se proceda à cassação do partido, mas que isso seja investigado”, disse, desviando da pergunta referente aos outros partidos.
Segund Gilmar Mendes, o Brasil criou “um modelo partidário bastante livre, tão livre que levou a esse quadro de abusos de uma certa promiscuidade”. “A ideia mesmo de fusão, cooperação, foi amplamente permitido. Até como resta ao modelo anterior do sistema autoritário”, entendeu.
Lionel Rupaud
9 de agosto de 2016 6:02 pm“Podemos apagar se necessário”,
“não vem ao caso”, e outras contribuições tucanas á esculhambação do jornalismo e da justiça.
jose carlos vieira filho
9 de agosto de 2016 6:59 pmesgoto
Ou seja, desde que não venham se meter no nosso esgoto (graaaande), o resto que se lasque.
Celio Mendes
9 de agosto de 2016 7:59 pmNão veio, não vem e nunca
Não veio, não vem e nunca virá ao caso, royaties para o juizeco Sérgio Moro.
Fernando Cesar
9 de agosto de 2016 8:34 pmSQN
Se for o caso? Então não vem ao caso!
Simples assim.
davidoliveira_
9 de agosto de 2016 11:32 pmNovo nome do excelentíssissimo:
Gilmar, se for o caso.