4 de junho de 2026

Ministro Alexandre de Moraes determina soltura de Mauro Cid

Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro assinou acordo de colaboração premiada; militar estava preso desde março de 2024
Tenente-coronel Mauro Cid. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O tenente-coronel do Exército Mauro Cid vai deixar a prisão conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro estava preso desde março, quando foi detido ao prestar depoimento ao Supremo.

“Consideradas as informações prestadas em audiência nesta Suprema Corte, bem como os elementos de prova obtidos a partir da realização de busca e apreensão, não se verifica a existência de qualquer óbice à manutenção do acordo de colaboração premiada nestes autos”, decidiu o ministro.

Segundo a Agência Brasil, Mauro Cid assinou um acordo de colaboração premiada por sua prisão em torno da investigação sobre fraudes em certificados de vacinação contra a covid-19.

O militar também forneceu informações para o inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado que teria sido elaborada no alto escalão do governo Bolsonaro.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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  1. +almeida

    4 de maio de 2024 6:47 am

    Diante de tantas denúncias do ajudante de ordens, que vivia, presenciava e executava diariamente e a todo instante, as mais absurdas infrações em nome do presidente da República e o alto escalão do Poder Executivo, a pergunta que não se cala é:
    – e aí Brasil?
    – e aí poder constituinte e judiciário?
    – e aí República, cadê você e o seu bom exemplo de resposta e punição, para os malfeitos inacreditáveis e inaceitáveis praticados pela alta cúpula governamental?
    – qual a razão dos Tubarões infratores ainda estarem livres, leves e soltos?

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