24 de junho de 2026

MPF denuncia nove pessoas por lavagem de dinheiro no cartel do Metrô

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Jornal GGN – Nove pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal pela utilização de empresas de fachada e contas no exterior para lavar dinheiro vindo de um esquema para garantir o funcionamento de um cartel de empresas multinacionais na Linha 5 – Lilás do Metrô de São Paulo.
 
A obra investigada é orçada em R$ 527 milhões envolve a construção do primeiro trecho da linha, entre o Capão Redondo e o Largo Treze, na zona sul de São Paulo.
 
Entretanto, a acusação não atribui o crime de corrupção aos investigados porque ele prescreveu desde julho de 2016. A investigação sobre o cartel nos trens e metrôs já dura quase 17 anos. Entre os acusados, estão seis executivos de multinacionais, dois ex-diretores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e um intermediário.

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O relatório da Polícia Federal que antecedeu a denúncia apontou indícios de envolvimentos de 33 pessoas em delitos de corrupção e lavagem de dinheiro. 
 
Segundo o MPF,  o esquema de corrupção teria previsto o desvio de 5% dos mais de R$ 500 milhões envolvidos no contrato.  A acusação diz que o cartel foi articulado entre 1999 e 2000 e os recursos foram movimentados no Brasil e no exterior entre 2000 e 2011, durantes gestões do PSDB no Governo do Estado de São Paulo.
 
O cartel era formado pelas empresas Siemens, Alstom, Daimler-Chrysler Rail, AdTranz, Mitsui e CAF. O caso também tramita na Justiça estadual de São Paulo, já que o Ministério Público estadual ofereceu denúncia em 2014.
 
A investigação teve a cooperação internacional da Alemanha, Inglaterra, Luxemburgo, Suíça e Uruguai. O Ministério Público diz que os valores abasteceram contas de diversos servidores públicos e agentes políticos, mas nem todos foram identificados. 
 
Essa é a primeira denúncia do Ministério Público Federal no caso. Caso condenados, os acusados podem pegar penas de quatro a 16 anos de prisão.
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Redação

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6 Comentários
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  1. ze sergio

    13 de fevereiro de 2017 6:31 pm

    MPF….

    As mesmas multinacionais da Operação Lava Jato. As multinacionais das sucatas de trens de SP, reformadas a preços de novos. O MP da Suiça ou dos EUA estão bloqueando tais empresas? Colocarão um agente seu para fiscaliza-las durante anos? Seus diretores estão presos? Dinheiro bloqueado? Acordos de leniência? Prisões Preventivas? Já sairão condenações? Estão sendo investigadas por outros países e sendo impedidas de trabalharem nestes territórios? Milhares de desempregados nestas empresas transnacionais estrangeiras por conta destas investigações? Eu também sou brasileiro. Me perdoem. Mas somos uma pátria de otários. 

    1. Jackson da Viola

      13 de fevereiro de 2017 7:20 pm

      Logo, logo….

      Veremos os donos e executivos dessas empresas presos “preventivamente” em Curitiba…………certeza…..

      O Brasil vai cobrar multas bilionarias e arrecadar uma bolada……..certeza………

      O Moro vai “preder e arrebentar” todas essas companhias………..não vai sobrar nada……certeza………………

      Mas por via das duvidas vou esperar sentado…..tem sempre a possibilidade de não vir ao caso…..

  2. Eduardo Bauer Londero

    13 de fevereiro de 2017 6:52 pm

    Por isso que Alexandre de

    Por isso que Alexandre de Moraes pode gargantear que São Paulo é “mais honesta”.

    É que o MP paulista carece de máquinas de escrever.

  3. Edivaldo Dias Oliveira

    13 de fevereiro de 2017 7:21 pm

    Limpinho e cheiroso.

    Como podem ver não há nenhum nome do partido limpinho e cheiro entre os denunciados, o rpcesso já prescreveu de tão agil que são nossos procuradores e a cooperação internacional de nada adiantou, chegou atrasada ou entrou em gaveta que não devia.

  4. Maurício Gil - Floripa (SC)

    13 de fevereiro de 2017 7:28 pm

    SÓ BAGRINHO…

    Só bagrinho, só arraia-miúda, só peixe pequeno, só pé-de-chinelo, só “aviãozinho”!

    O PSDB é indenunciável!

  5. Frederico69

    13 de fevereiro de 2017 10:05 pm

    se aguentar mais um pouco, prescreve tudo!

    força mp!

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