Há um movimento no Ministério da Justiça para tirar a responsabilidade do Ministro Sérgio Moro do decreto das armas, recentemente promulgado.
Segundo a reportagem:
A reportagem do UOL teve acesso aos pareceres da equipe jurídica do ministério comandado por Sergio Moro. Eles mostram que a minuta do decreto só foi encaminhada ao órgão no final do dia 6 e que os pareceres foram assinados no dia 7. Bolsonaro, porém, já havia anunciado que iria assinar o decreto no dia 5, dois dias antes de o ministério de Moro dar o seu aval.
A imprensa amiga tentou de todos os modos minimizar seu papel, forçando Moro a admitir que não avalizara o decreto.
Mas o Ministro se mostrou um servidor leal:
“Eventuais divergências são tratadas no âmbito do governo, isso é normal”, disse o ministro a uma deputada que perguntou se ele tinha assinado o decreto sem concordar.
Veja foi além: Decreto de armas e COAF fizeram Moro considerar demissão. Como assim, se ele assinou o decreto na condição de Ministro da Justiça?
Aqui, a íntegra do decreto: clique aqui.
Para conseguir direcionar a delação, a Lava Jato acenava com a redução da pena.
Para conseguir a assinatura de Moro, bastou Bolsonaro acenar com a permanência do Ministro do cargo.
Aqui, a íntegra do decreto, assinado por Moro.
Schell
10 de maio de 2019 3:02 pmOra, qualquer mourão-de-banhado sabe muito bem que os desMoronados e os bolsocoisos são sócios nesses “negócios”. Não adianta fofocar que o que é de um, também é de outro; assim como os filhotes… Houvesse país nesta terra de merrecas…
João de Paiva
10 de maio de 2019 3:26 pmO torquemada araucariano, com ambição desmedida pela cadeira vitalícia no STF, prometida a ele pelos bozo-milicianos, está reduzido ao nada que sempre foi; mas covarde e canalha que é, não demonstra sequer coragem e hombridade de pedir demissão, pois no dia seguinte sequer poderá advogar. O consolo desse criminoso que deixou a toga para ser o “xerife do brazil” é ser convidado para ministrar aulas em alguma faculdade estadunidense; mas depois de usado pelo Deep State e sem serventia, pode ser descartado até por esses chefes de quem ele é refém (afinal a lista de crimes dele, esposa e amigos é extensa, abrangendo desde o escândalo do Banestado, passando pelas APAES, até desembocar na ORCRIM Fraude a Jato) e aos quais sempre serviu.
Dermeval Santos Lopes Junior
10 de maio de 2019 3:46 pmAfirma peremptoriamente o detrito sólido de maré baixa,segundo o outro,que Moro não vazou por não ter para onde ir.Taí,ele devia ser blogueiro,visto que,seguidor é o que não lhe falta,ademais ele mergulharia de cabeça e o resto,no maior ponto de prostituição do País.Digo isso desde que Jesus Cristo de Nazaré ressuscitou.
TIAGO BASILIO DONOSO
10 de maio de 2019 4:10 pmGente, esse é um movimento para se levar a sério e ser espalhado por todos os lados:
Uma forma de salvar o país. E não depende de político (na verdade, só nós, pessoas comuns, podemos fazê-lo).
Vamos inverter o sequestro a que estamos submetidos. O objetivo é a reversão do lobby: que os bancos façam lobby a nosso favor.
Com prazo até o dia 7 de setembro de 2019, nós iremos sacar todo nosso dinheiro dos bancos Itaú, Santander e Bradesco, fechar as nossas contas e abri-las em bancos públicos ou fintechs de nossa preferência.
As demandas são:
1. Fim da reforma da previdência tal como está sendo proposta, sem diálogo com o povo;
2. Que os bancos coloquem na praça o dinheiro que todos os anos é represado para ser remunerado pelo Tesouro;
3. Queda abrupta da taxa real de juros;
4. Perdão de todas as dívidas bancárias cujo prazo inicial já se esgotou, contado até o dia de hoje, 10 de maio de 2019;
5. Fim do lobby pela autonomia do Banco Central;
6. Fim da PLP 459/2017, que escraviza municípios, estados e união;
7. Auditoria cidadã da dívida pública;
8. Lula Livre.
#overdadeiroinimigoéobanco
O banco se funda em fé pública. Se isso crescer, por si só, será uma crise para o monopólio bancário do Brasil. Só a especulação já fará mal suficiente a eles para que sejamos ouvidos. Vamos transformar em vantagem o fato de que somos dominados por três bancos: isso é algo que o atraso colonial do Brasil acaba de nos dar como vantagem.
E, aliás, isso é importante para que seja Mourão, seja Bolsonaro, seja Rodrigo Maia, quem for, nossos interesses estarão focados no lugar certo, e não em uma dança das cadeiras que só nos prejudicaria, ao dar verniz de confiabilidade a quem quer que chegue.
Ajudem a espalhar o boicote.
MARCOS ELENILDO FERREIRA
10 de maio de 2019 8:31 pmQue país é este ???
Anônimo
10 de maio de 2019 10:18 pmquem tá num mato sem cachorro assina qualquer
coisa para sobreviver senão perde o rumo e vai parar na cia….