As Operações contra bolsonaristas golpistas deflagradas nesta quinta (15) buscam detectar os organizadores e financiadores dos atos que pedem golpe de Estado contra Lula e a manutenção do governo de Jair Bolsonaro.
Alguns personagens estão sendo, aos poucos, identificados. No Espírito Santo, por exemplo, a Polícia Federal detinha mandado contra dois deputados estaduais: Carlos Von Schilgen (DC) e Capitão Assumção (PL), em Vitória, capital do estado.
Eles e seus gabinetes foram alvos de busca e apreensão na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, na manhã de hoje. Além disso, o vereador Armandinho Fontoura (Podemos) também foi alvo da Operação. Eles negam que tenham financiado ou organizado atos golpistas.
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No Mato Grosso, também foram alvos ex-candidatos, os bolsonaristas Rafael Yonekubo, Analady Carceiro e Adaviso Azevedo da Silva foram levados à delegacia para prestar depoimento.
Yonekubo foi eleito suplente para a Assembleia Legislativa e se apresenta como co-fundador do “Movimento Direita Mato Grosso” e “principal organizador de carreatas, manifestações e caravanas para Brasília”. Ele e Analady participavam de atos em frente aos quartéis e são apontados como alguns dos organizadores.
Ainda, a Polícia Civil de Goiás teria também identificado um dos domínios, sites, que organizaram os atos na região. O site estava estampado em cartazes levados pelos bolsonaristas, com os dizeres “Intervention in Brazil” (intervenção no Brasil), próximo do quartel militar em Goiânia, Goiás.
Conceição a p de souza
15 de dezembro de 2022 12:44 pmQ bom, viva a democracia justa e pacífica. Bom reprimir direita radical q quer instalar o caos!
Fábio de Oliveira Ribeiro
15 de dezembro de 2022 1:17 pmAcho que posso complementar o que foi dito aqui com uma informação importante.
Há alguns dias representei o PL ao TSE e requeri a casacão do registro daquele partido porque ele atenta contra a democracia. Pedi uma liminar para que todas as contas do PL fossem bloqueadas, porque o dinheiro pode estar sendo usado para financiar atentados terroristas.
Ao receber o processo, o presidente do TSE determinou que a assessoria do Tribunal informasse nos autos se o PL prestou contas da gestão financeira de 2022. Caso isso tivesse sido feito, a prestação de contas deveria ser anexada ao processo.
A assessoria do TSE informou que o PL ainda não prestou contas. Isso é muito importante, suponho.