5 de junho de 2026

“Para mim é um alívio essa correição”, diz Gabriela Hardt

Substituta de Sergio Moro, juíza admite erros no caso Tacla Duran, mas garante que não foi intencional: “excesso de trabalho”
Crédito: Reprodução/ JFPR

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A juíza federal substituta Gabriela Hardt emitiu um despacho, nesta quinta-feira (2), declarando-se suspeita para atuar no caso Tacla Duran devido à relação com a Operação Lava Jato. 

Gabriela admitiu ainda, há um ano, que pode ter cometido erros em um dos casos envolvendo o advogado Rodrigo Tacla Duran e que não teve culpa pelos erros, em razão do excesso de trabalho. 

“Para mim é alívio essa correição, espero que vcs consigam fazer um levantamento fiel”, afirmou a juíza. “Assim, não temo nada, porque tenho a convicção de que posso ter errado até no caso Tacla Duran […]. Mas se errei, não foi culposo. Foi por excesso de trabalho, foi por equívoco e é isso. Entendo que seria melhor para a Justiça se eu não estiver nesse processo”, continuou Hardt, durante o depoimento ao  juiz Octávio Costa da Corregedoria Nacional de Justiça.

Entenda o caso

O advogado Rodrigo Tacla Duran foi, no auge da Lava-Jato,apontado pelo Ministério Público Federal como operador financeiro da Odebrecht no exterior. 

No final de março de 2023, Tacla Duran prestou depoimento ao então juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, Eduardo Appio. Na ocasião, ele relatou perseguição por parte da força-tarefa, a partir de uma tentativa de “extorsão”.

Confira o despacho de Gabriela Hardt:

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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13 Comentários
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  1. ERNESTO

    2 de maio de 2024 9:04 pm

    Çei…

    1. Francisco Teixeira

      4 de maio de 2024 7:07 pm

      Cara de pau, esta gabriela

  2. Fernando Antônio Bastos e Silva

    3 de maio de 2024 12:39 am

    Se não é culposo, é doloso. Como essas pessoas passam em concurso para juiz em Curitiba?

    1. Rui Ribeiro

      3 de maio de 2024 8:02 am

      Kkkkkk É a patota do conge

    2. Rui Ribeiro

      3 de maio de 2024 8:52 am

      Essas pessoas burraldas são aprovadas em concurso para juiz no Paraná porque, segundo o desembargador Mário Helton Jorge, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), o mencionado estado “tem nível cultural superior ao Norte e ao Nordeste” e é um local que não tem o “jogo político dos outros estados”.
      Simples.

  3. Fábio de Oliveira Ribeiro

    3 de maio de 2024 5:17 am

    Excesso de trabalho é a desculpa padrão utilizada pelos juízes quando cometem erros mais ou menos intencionais e/ou motivados por preferências políticas e preconceitos ideológicos. Mas eu nunca vi um juiz reclamar do excesso de penduricalhos imorais que eles recebem ou do excesso de férias que somente os membros do judiciário desfrutam.

    1. evandro condé

      3 de maio de 2024 8:37 am

      E estamos com ouvidos doendo pela gritaria que estão fazendo para que não tenham o quinquênio do Pacheco

  4. Marcos

    3 de maio de 2024 6:58 am

    É difícil de entender porque o PT escolheu tantos ministros do STF direitistas desde 2003. O mensalão foi conduzido pelo Joaquim Barbosa, a Lava-jato foi abraçada por quase todos. O único de esquerda, o Dino, tvz só tenha sido nomeado, porque, como ministro, estava ofuscando, ficando mais popular que o Lula.

  5. JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO

    3 de maio de 2024 7:50 am

    A meretíssima errou no diagnóstico: Não foi excesso de trabalho, mas excesso de desonestidade.

  6. marcio

    3 de maio de 2024 10:58 am

    Com tudo que “apareceu” nestas Investigações, essa Sra. quer o quê ??!!

  7. Arthemísia

    3 de maio de 2024 11:12 am

    Se continuar nesse tom de vítima vai ter problemas, cínica.

  8. Marcus

    3 de maio de 2024 3:17 pm

    Engraçado, vendo esse depoimento, parece que é outra pessoa e não a juíza que ameaçou o Lula e reclamava do tom do ex-presidente durante a audiência na lava-jato. Covarde, pusilânime e indigna da condição de juíza. Quantos iguais existem no judiciário? É preciso mudanças na seleção e no acompanhamento dos juízes enquanto na atividade judiciária, com auditagem permanente pelo CNJ.

    1. Rui Ribeiro

      4 de maio de 2024 11:51 am

      Já imaginou a gritaria que o estelionatário da boa-fé da população $ilas Malafaia teria feito se a frase a seguir tivesse sido dita pelo Lula e não por um Pa$tor?

      “Eu peguei minha filha um dia, dei beijo nela, falava que amava ela… Ela passava e eu falava ‘nossa, que mulherão, hein… Ai se eu te pego’… Aí ela ficava assim: ‘credo pai, vocês já é da mamãe’… Aí eu beijava ela, aí um dia ela distraiu assim e eu dei um beijo na boca dela… ‘Que isso, pai?’… Aí eu falei assim, que quando eu encontrar o seu namorado eu vou falar assim ‘você é o segundo, eu já beijei’”. Pa$tor Lucinho Barreto

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