
Jornal GGN – O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, começa a ouvir nesta segunda-feira (4) os executivos implicados no esquema de corrupção que desvio recursos da Petrobras. Segundo informações do Estadão, depõem hoje Dalton dos Santos Avancini, Eduardo Hermelino Leite e João Ricardo Auler, todos da Camargo Corrêa, além de Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia.
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Pessoa é acusado de ser o chefe do clube de empreiteiras que, segundo as denúncias do MPF, fraudaram licitações e fizeram pagamentos de vantagens indevidas a ex-dirigentes da Petrobras e políticos. O empresário ainda não assinou acordo de delação premiada, assim como João Auler, ex-presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa. Avancini e Leite estão cooperando em troca de redução de penas e outros benefícios.
O Estadão destacou que Moro começa a partir de junho a sentenciar os executivos envolvidos na Lava Jato, “dentro do primeiro pacote de denúncias formais dos procuradores mirando o grupo empresarial que sustentava o ciclo de desvios da Petrobras”. Ao todo, são 25 funcionários de seis das 16 empreiteiras acusadas de cartel.
“As ações (cinco ao todo) foram abertas em dezembro de 2014, após denuncias do Ministério Público Federal serem aceitas por Moro” contra executivos da Camargo Corrêa, Engevix, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, OAS e UTC.
Outros depoentes
Ainda de acordo com o jornal, alguns operadores associados ao doleiro Alberto Youssef também têm depoimento esperado para a tarde desta segunda-feira. São eles: Waldomiro de Oliveira (laranja de Youssef), Márcio Andrade Bonilho (do grupo Sanko, laranja), Adarico Negromonte Filho (entregador de propina), e Jayme Alves de Oliveira Filho, o Careca – policial federal que também era transportador de dinheiro do doleiro. Ele, que implicou Antonio Anastasia (PSDB) e Eduardo Cunha (PMDB) na Operação, foi considerado foragido pela Justiça.
Agenda da semana
Na quarta-feira (6), Moro deve ouvir Carlos Alberto Pereira da Costa, Enivaldo Quadrado, Carlos Eduardo Strauch Albero, Newton Prado Júnior e Luiz Roberto Pereira, da Engevix, e Erton Medeiros Fonseca, Jean Alberto Luscher Castro, Dario de Queiroz Galvão Filho e Eduardo de Queiroz Galvão, da Galvão Engenharia.
Na sexta (8) é a vez do processo da OAS: José Aldemário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Mateus Coutinho de Sá Oliveira, José Ricardo Nogueira Breghirolli, além de Fernando Augusto Stremel Andrade e João Alberto Lazzari.
Com informações do Estadão
Pitombeira
4 de maio de 2015 8:30 pmTomou doril e sumiu
Foto copiada do Conversa Afiada de Paulo Henrique Amorim
PS – Só tem uma explicação que o Dr. Moro fica encabulado de dar, mas que é a única verdadeira: o ex-policial tomou doril e sumiu. Por que o senhor, Dr. Moro, não vai ao JN explicar essa fuga, ao vivo? Não precisa me agradecer pela sugestão, estamos aqui para combater a corrupção. Vá ao JN e diga para o Brasil inteiro: o policial Jayme Alves Filho, também conhecido por “Careca”, tomou DORIL E SUMIU. Pronto, ponto.
Ninguém da Globo vai lhe questionar por causa dessa explicação, Doutor, pois todos nós sabemos que o Senhor tem a mais absoluta razão.
Luciano GM
4 de maio de 2015 8:38 pmEstranho isso.
Empresários presos por cinco meses.
Agora, logo depois do habeas corpus, serão, enfom, ouvidos.
Então pra que ficaram presos por cinco meses se seuquer foram ouvidos? Essa é a pergunta que não pode calar.
Carl Oliveira
5 de maio de 2015 12:00 amvamos lançar o hadstag:
vamos lançar o hadstag: #morocadeocareca?