Foto: Agência Brasil
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Jornal GGN – A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PMDB), o ex-ministro Antonio Palocci e o empresário Benjamin Steinbruch, ex-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Eles são acusados de receber propina da Odebrecht.
Segundo informações do Estadão, inquérito foi aberto no dia 19 de outubro e está sob o comando dos delegados Milton Fornazari Jr e Rodrigo de Campos Costa. No dia 20 de outubro, eles pediram ao juiz Sergio Moro o compartilhamento de documentos ligados à delação da Odebrecht.
Marcelo Odebrecht, réu e delator da Lava Jato, declarou às autoridades que, a pedido de Steinbruch, repassou R$ 14 milhões a Palocci e R$ 2,5 milhões a Skaf. No caso do peemedebista, candidato na eleição ao governo de São Paulo contra o tucano Geraldo Alckmin, o repasse foi via caixa 2.
O trecho da delação da Odebrecht que trata desses assuntos foi remetido pelo Supremo Tribunal Federal à Justiça Federal, em São Paulo, porque os fatos supostamente ocorreram na capital paulista e não têm conexão com a Petrobras.
Em junho, Skaf alegou que o caso deveria ser remetido à Justiça Eleitoral paulista, pois envolveriam “tão somente contribuições eleitorais”. Steinbruch argumentou que os fatos não teriam relação com a Petrobrás, devendo ser remetidos à Justiça Eleitoral de São Paulo ou à Justiça Federal do Estado.
Procuradores, apenas Skaf se manifestou alegando que não autorizou o uso de seu nome para pedir doações em caixa 2.
Antonio C.
1 de novembro de 2017 3:45 pmO Skaf.
Ah, o Skaf não…
Gilberto Bueno
1 de novembro de 2017 4:51 pmPaulo Skaf bem poderia
Paulo Skaf bem poderia contratar Temer para ser gerente em suas empresas. Mas para fazer nelas o mesmo que ele faz no Brasil que é diminuir os investimentos, os imobilizados e os intangíveis. Assim ele seria um empresário de mais sucesso ainda.
Maria Luisa
1 de novembro de 2017 5:41 pmAquele que diz que 15 minutos para almoço de peão é suficiente
“Steinbruch argumentou que os fatos não teriam relação com a Petrobrás, devendo ser remetidos à Justiça Eleitoral de São Paulo ou à Justiça Federal do Estado.”
Eita medo de Sergio Moro, hein.
Marcos Videira
1 de novembro de 2017 10:12 pmJustiça Fascista
A farsa do duplex do Guarujá também nada tem a ver com a Petrobras.
Se houvesse alguma irregularidade – ficou provado que não há – deveria ser julgado em SP.
No entanto, Moro julgou e condenou Lula a 9 anos (sem prova e sem conexão com a Petrobras).