22 de junho de 2026

Skaf, Palocci e empresário são investigados por propina da Odebrecht

Foto: Agência Brasil

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Jornal GGN – A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PMDB), o ex-ministro Antonio Palocci e o empresário Benjamin Steinbruch, ex-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Eles são acusados de receber propina da Odebrecht.

Segundo informações do Estadão, inquérito foi aberto no dia 19 de outubro e está sob o comando dos delegados Milton Fornazari Jr e Rodrigo de Campos Costa. No dia 20 de outubro, eles pediram ao juiz Sergio Moro o compartilhamento de documentos ligados à delação da Odebrecht.

Marcelo Odebrecht, réu e delator da Lava Jato, declarou às autoridades que, a pedido de Steinbruch, repassou R$ 14 milhões a Palocci e R$ 2,5 milhões a Skaf. No caso do peemedebista, candidato na eleição ao governo de São Paulo contra o tucano Geraldo Alckmin, o repasse foi via caixa 2.
 
O trecho da delação da Odebrecht que trata desses assuntos foi remetido pelo Supremo Tribunal Federal à Justiça Federal, em São Paulo, porque os fatos supostamente ocorreram na capital paulista e não têm conexão com a Petrobras. 
 
Em junho, Skaf alegou que o caso deveria ser remetido à Justiça Eleitoral paulista, pois envolveriam “tão somente contribuições eleitorais”. Steinbruch argumentou que os fatos não teriam relação com a Petrobrás, devendo ser remetidos à Justiça Eleitoral de São Paulo ou à Justiça Federal do Estado.
 
Procuradores, apenas Skaf se manifestou alegando que não autorizou o uso de seu nome para pedir doações em caixa 2.
 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

4 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Antonio C.

    1 de novembro de 2017 3:45 pm

    O Skaf.

    Ah, o Skaf não…

  2. Gilberto Bueno

    1 de novembro de 2017 4:51 pm

    Paulo Skaf bem poderia
    Paulo Skaf bem poderia contratar Temer para ser gerente em suas empresas. Mas para fazer nelas o mesmo que ele faz no Brasil que é diminuir os investimentos, os imobilizados e os intangíveis. Assim ele seria um empresário de mais sucesso ainda.

  3. Maria Luisa

    1 de novembro de 2017 5:41 pm

    Aquele que diz que 15 minutos para almoço de peão é suficiente

    “Steinbruch argumentou que os fatos não teriam relação com a Petrobrás, devendo ser remetidos à Justiça Eleitoral de São Paulo ou à Justiça Federal do Estado.”

    Eita medo de Sergio Moro, hein. 

  4. Marcos Videira

    1 de novembro de 2017 10:12 pm

    Justiça Fascista

    A farsa do duplex do Guarujá também nada tem a ver com a Petrobras.

    Se houvesse alguma irregularidade – ficou provado que não há – deveria ser julgado em SP.

    No entanto, Moro julgou e condenou Lula a 9 anos (sem prova e sem conexão com a Petrobras).

Recomendados para você

Recomendados