Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O Painel da Folha desta sexta (15) informa que os ministros do Supremo Tribunal Federal que formaram maioria contra condução coercitiva de investigados e réus para interrogatórios acham que mandaram um recado amplo à Lava Jato, contra abusos de autoridade.
Segundo a coluna, “esses magistrados justificaram as longas e enfáticas falas como um alerta de que ‘a ideologia e o justiçamento’ enfrentarão obstáculos no STF.”
Mesmo que o STF tivesse mantido a condução coercitiva, a Corte teria feito algum ajuste para que ela não continuasse sendo usada como expediente corriqueiro e fomentador de sensacionalismo na Lava Jato.
A maioria do STF definiu que a condução precisa ser condiciona à intimação prévia, quesito ignorado pela força-tarefa. “A presidente da corte, Cármen Lúcia, votou nesse sentido e condenou ‘amostragens circenses’.”
roberto danunzio
15 de junho de 2018 4:36 pmNão entenderam a malandragem
Não entenderam a malandragem do golpe “com Supremo, com tudo”? Esses infelizes estão querendo provar que estão fazendo alguma coisa para não fazer absolutamente nada contra as arbitrariedades essenciais da Lava Jato, das quais a exposição pública é a menor e mais inofensiva. Mandar soltar Lula ninguém manda. O Brasil vai acabar por conta da velhacaria geral!
André Oliveira
15 de junho de 2018 5:35 pm“A maioria do STF definiu que
“A maioria do STF definiu que a condução precisa ser condiciona à intimação prévia, quesito ignorado pela força-tarefa. ”
Pelo que eu entendi a maioria foi pela inconstitucionalidade do instrumento da condição coercitiva e não por condiciona-la.
jose antonio santos
15 de junho de 2018 7:05 pmchocado mas não surpreso
Agora?!
Depois de estrago estar feito e não se mexeram em nada para impedir isso.
Presidenta derrubada, oposição perseguida, midia alternativa quase calada, riquezas vendidas quase de graça.
Para que serve um judiciario assim?