10 de junho de 2026

Tietagem de Bretas a Lula incomoda advogados

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Jornal GGN – O depoimento de Lula à Lava Jato no Rio de Janeiro, encerrado com tietagem por parte do juiz Marcelo Bretas – que confessou ter participado de comícios do petista na juventude – incomodou dois criminalistas consultados pelo Estadão.
 
Luiz Flávio Gomes chegou a comparar a postura de Bretas às fotos tiradas por Sergio Moro ao lado de políticos tucanos e do governo Temer. “Assim como as manifestações de Bretas, as fotos de Moro não são, em nada, ilegais, mas são extremamente inconvenientes”, disse.
 
Para Gomes, “viola esse mesmo Código de Ética um magistrado ficar dizendo que votou em tal sentido, ou militou em determinada causa. Nesse momento, a postura deixa de ser adequada”.
 
Outro advogado, Alexandre Salomão, disse que “o que houve ali, no entanto, ultrapassou os limites da cordialidade. O juiz, em uma audiência, representa o Estado, e o Estado não tem passado de militância. Não há ilegalidade, mas é extremamente inconveniente para a magistratura.”
 
Apenas o criminalista Celso Vilardi achou a cordialidade com que Bretas tratou Lula algo “normal”.
 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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26 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    7 de junho de 2018 11:22 am

    Juiz não pode revelar o seu passado

    O problema não é o Bretas ter feito o que fez, mas dizer o que fez.

    Que frescuragem rábulo-causídica.

  2. Rui Ribeiro

    7 de junho de 2018 11:29 am

    Budragem

    Adevogados bundas-moles, quando o Bretas militou e votou no PT, ele não era juiz. Era jovem e não representava o estado.

  3. maria rodrigues

    7 de junho de 2018 11:44 am

    Luiz Flávio Gomes andava meio

    Luiz Flávio Gomes andava meio esquecido. Significa que preferia ter visto Lula mal-tratado como sempre? Ou realmente achou inconvenientes aquelas fotos de Moro com Temer e Aécio? E o que acha, então, da última de Moro, cheio de charme com a esposa ao lado do casal Dória, nos States, recebendo prêmio, cheio de risos nos lábios?

    Pela primeira vez, depois de tantas agressividades, foi dado a Lula o direito de cidadão de bem: de poder se expressar como qualquer um, afinal ele está preso, mas como disse o juiz Bretas, é um nome e um ser de grande valia pelo que representou e representa para a nossa sociedade, ou algo nesse sentido. 

    O que a imprensa e um Luiz Flávio Gomes não condena, e eu, sim, condeno muito, é a farra que essas televisões abertas fazem sistematicamente, ora num canal ora noutro, com entrevistas delongadas com serial kileres, como aquele bonitão que matou mais de 20 mulheres, ou um Bruno, maldito, que pôs o corpo da mãe de seu filho pra ser comido pelos cães do amigo selvagem de sua laia, ou outros tantos, como Beira Mar, etc. Isso é que não teria que haver na nossa imprensa, e que a justiça teria que impedir, pois não passa de um sensacionalismo imoral agressivo, contra a sociedade, considerando, ainda, que essa mesma imprensa nojenta não dá uma linha sobre Lula, se não for para abusar da má-fé em relação ao ex-Presidente.

    Eu vi parte do que fez a Globo sobre esse encontro de Bretas com Lula. A notícia começa com aquele cano de esgoto a derramar cédulas verdes. O casal do JN volta à ladainha de sempre, narrando a trajetória de Lula pro calvário, e por aí se foi, sem mostrar uma imagem de Lula, tão pouco o que de fato sucedeu. 

     

  4. Jorge Luis

    7 de junho de 2018 12:07 pm

    Antes dessa história do

    Antes dessa história do Bretas, o Estadão por acaso se preocupou em perguntar a opinião desses mesmos criminalistas sobre as INÚMERAS aparições de Moro em eventos de e com tucanos?

  5. Vladimir

    7 de junho de 2018 12:09 pm

    Primeiramente precisamos

    Primeiramente precisamos lembrar que o panfletinho golpista é especialista em detrupar o que é dito,principalmente quando o que é dito tem algum tom favorável ao presidente Lula.

    É evidente que qualquer advogado minimamente instruído responderia que não é papel do juiz fazer qualquer gracinha durante as audiências processuais e julgamentos.

    Contudo,vivemos tempos difíceis. Juízes que antes achavam que podiam tudo,agora,apoiados inclusive pela mídia golpista,de fato podem.

    Por o panfleto golppista não fez estas perguntas sobre o constante encontro do camisa preta do Paraná com políticos acusados,com jornalistas golpistas e,ainda,com festeiros do mundo todo?

    Por outro lado,o togado em questão,não fez este tipo de comentário de graça. Tal qual seu par das camisas negras,ele busca os holofotes.

    DEveria buscar a justiça.

  6. André Oliveira

    7 de junho de 2018 12:16 pm

    Tinha de ser o
    Tinha de ser o Estadão.
    Advogados escolhidos a dedo, claro, para dizer o que o jornal quer ouvir. Truque velho que todos os jornalões usam. O “especialista” usado para legitimar a vontade do jornal.

  7. alexis

    7 de junho de 2018 12:22 pm

    Jovial e educado

    Bretas apenas foi jovial e educado com Lula, dentro do tribunal, no seu ambiente. Já o Moro é de ambiente de coquetel e aparições barangas muito longe do seu cotidiano.

    1. Marly

      7 de junho de 2018 2:22 pm

      Sim…

      Foi educado e deixou Lula a vontade. Praticamente não houve interrupções à fala de Lula. Acredito que nosso Lula teve a oportunidade de falar o que quis.  Muito diferente o juiz provinciano que só permite palavras que desabonem Lula. O juiz provinciano não permite muitas das vezes atá a fala de advogados!  E começa a piscar… E a olhar para o nada…

  8. Avelino de Oliveira

    7 de junho de 2018 12:34 pm

    Caro Nassif
    Qual a reação

    Caro Nassif

    Qual a reação desses mesmo advogados das tietagens do Moro com Aécio, entre outros?!

    É só para não deixar de difamar Lula.

    Lula aparece em público e o judiciário, midia já caem de pau.

    LulaLivre.

    Saudações 

     

  9. Rui Ribeiro

    7 de junho de 2018 1:05 pm

    O Bretas não pode trazer o sofá de volta para a sala

    Ao se tornar juiz, o Bretas tirou o sofá da sala. Porque cargas d’água ele tem que trazer o sofá de volta para a sala?

  10. Albasgodel

    7 de junho de 2018 1:15 pm

    Bretas será pintado.

    O juiz Bretas confessa que foi a comícios de Lula quando jovem. É o que basta para os coxinhas fascistóides  pintarem o juiz como petralha comunista.

  11. Cláudio Freire

    7 de junho de 2018 1:31 pm

    Interpreto de outra forma

    Marcelo Bretas, em várias oportunidades, tratou Lulça e o PT com a parcialidade com que a justiça tem tratado a esquerda. Sempre foi duro e pasrcial contra Lula, desde que esses processos começaram contra Lula.

    Por causa disso, minha interpretação da atitude do Bretas é outra. Entendi que ele quis dizer que, mesmo tendo “admirado” o ex-presidente no passado, isso não condicionou sua posturas jurídica no presente.

    Emoutras palavras, acho que ele quis dizer o seguinte: “Estão vendo, admirava o Lula, mas isso não me impediu de ser duro agora”. Uma maneira de dizer que Lula é sim culpado de tudo o que lhe acusam.

    Claro que a atitude dele foi, inconveniente, do ponto de vista formal. Mas, na minha opinião, foi mais que isso. Foi maldosa. 

  12. jruiz

    7 de junho de 2018 1:51 pm

    não está tietando, está

    não está tietando, está tripudiando..

    .. o Lula é que tem extrema competência e consegue transformar certas situações ruins em boas..

    .. a capacidade de empatia do ex-presidente é uma coisa sobrenatural..

  13. Marly

    7 de junho de 2018 2:02 pm

    Sei não…

    Pode ser que eu esteja errada… Não sei se Bretas foi ou ainda é Lulista… Mas, diante daquele ser único, a responder com tranquilidade e bom humor todas as perguntas que lhe eram feitas, apesar de todo sofrimento, talvez tenha despertado em Bretas, o ímpeto de deixar a emoção e a consciência aflorarem e aí sim, a sinceridade brota nas palavras. E, tenho quase certeza, que pesa em sua alma, a certeza da perseguição e injustiças que Lula sofre há anos!!!  LULA LIVRE !!!

  14. Frederico Firmo

    7 de junho de 2018 2:29 pm

    A admiração por Lula incomoda

    Estes advogados ou criminalistas, ou seja lá o que forem, parecem que se incomodam com o fato de Lula ser Lula, e quando  escrevo isto, eu digo, se incomodam com a história admirável e incomum de um ex operário que se tornou um presidente e estadista, respeitado e admirado em todo o mundo, além de ser uma figura humana incomum. Um homem resiste com altivez,  e uma educação incomum , mesmo sofrendo uma grande   injustiça.   Curiosamente, estes mesmos juristas e advogados não se indignam, nem se manifestam com a peça de acusação e condenação  por um triplex que não lhe pertence. Não se incomodam com as frases abusivas proferidas por juizes e procuradores em oitivas televisionadas e filmadas para a imprensa. Não se incomodam com as parcialidades, e os rapapés feitos com Azeredo, com Aécio e com vários outros. Esta é uma indignação que demonstra sim o ódio de classes. Não tem nada a ver com justiça , postura ou código de ética. Se citaram as fotografias de Moro, não se indignaram quando Moro agiu de forma abusiva, contra advogados de defesa. É uma indignação parcialíssima.

  15. Eduardo Outro

    7 de junho de 2018 2:38 pm

    Supunheta…., ops,

    Supunheta…., ops, suponhamos que o que esses rábulas afirmam sejam verdades, vamos assim aceitar. Mas comparar uma tietagem a Lula com outras a Temer e Aécio é uma masturbação mental ininteligível ! Ou será que sou eu quem não está entendendo, e é só vigarice, preconceito e seletividade mesmo ?

  16. Gilson AS

    7 de junho de 2018 2:44 pm

    Esse mundo jurídico é nojento
    Esse mundo jurídico é nojento .
    Moro durante todo tempo tirou várias fotos com tucanos.
    Posou sorridente ao lado de Temer e militares. Não vi nenhum comentário de advogados criticando a postura do Moro.

    Bastou um togado sacanear o Lula, dizendo que votou nele, duvido que tenha votado, para o mundo jurídico criticar a postura do juizeco.

    Cadê a mesma postura crítica com Moro e toda turma da Lava Jato até então. Até o Bretas se tornar um fanfarrão achavam tudo normal.

    Bando de hipócritas.

  17. Go walter

    7 de junho de 2018 2:53 pm

    Lula
    O que o bretas queria com narração daquele episódio 1989 é o mesmo da carmem lúcia, detonando o PT, comparando aquela época com os dias de hoje, se deu mal.

  18. AMORAIZA

    7 de junho de 2018 3:05 pm

    Festa de criança

    O mundo jurídico, especialmente os militantes mais jovens, é como festa de criança, cheeeeio de coxinhas.

    Dentre os salgadinhos velhos, o Flávio e sua escolinha de nulidades é o que mais se destaca.

    O “mestre” pela insistência em aparecer, faz-nos intuir que adoraria ocupar  um cargo político.

  19. emerson57

    7 de junho de 2018 4:15 pm

    sexo

    Enquanto se discute o sexo do bretas o Brasil perde o seu petróleo do pré sal.

    miShell, ÇERRA45 e fegacê acabam com a “era Getúlio”.

  20. observador1

    7 de junho de 2018 4:20 pm

    Juízes ou semi-deuses paramentados?
    Nassif, como as imagens de Moro bebendo, sorrindo e confraternizando com réus tucanos incomodavam e poderiam ensejar suspeições, eis que a primeira magistratura a que pertence o salva, criando um precedente indiscutível: assim como Moro militou pelo PSDB, Bretas fez o mesmo pelo PT e por Lula, conforme revelou ainda paramentado ou envergando a toga que simboliza que ele personifica a Justiça ao emitir qualquer juízo de valor ou sentença. Essa liturgia que confere poderes divinos à magistratura fala mais sobre o que a sociedade civil vem enfrentando do que qualquer outra explicação ou justificativa: os capa-pretas se julgam semi-deuses no Areópago, esse tribunal grego que se reunia na colina ateniense de Ares, o deus grego da guerra, para julgar inclusive crimes contra o Estado em que os acusados não tinham direito à apelação, pois os areopagitas eram a própria imparcialidade em carne e osso, sobretudo ao vetarem as decisões das assembléias populares que julgassem prejudiciais. Ao lado das pedras da Implacabilidade, eram juntamente com o Senado as duas âncoras que protegiam o navio Estado durante as tempestades, segundo Plutarco, tendo chegado aos dias de hoje depois de terem inspirados os cavaleiros medievais e a própria Maçonaria. O único inconveniente de termos uma instituição que tem no Olimpo a fonte do poder consiste num pormenor pouco lembrado nesses dias em que o principal árbitro brasileiro se esbalda em paraísos fiscais de lavagem de dinheiro como é o caso de Mônaco. O Areópago se reunia na colina a céu aberto, para evitar que a coabitação sob um mesmo teto com o acusado viesse a interferir em suas sentenças…

  21. Juliano Santos

    7 de junho de 2018 4:30 pm

    Como disseram os colegas, o

    Como disseram os colegas, o Bretas participou de comícios com boné do Lula e tudo mais quando era jovem. Não devia nem estar no curso de direito ainda já que disse que foi no comício das diretas em 84. E Moro participa de comício dissimulado do Dória agora como “o” juiz do Brasil.

    E a tietagem foi meio marota, típico do carioca. Muitos coxinhas de hoje são petistas arrependidos. Se perguntarem ao Bretas se ele aceitaria ir a comício do Lula caso este seja candidato, certamente viria com a cantilena do PT se deixou corromper….blábláblá.

    Fato é que tietando a favor ou contra, quem não sabe se comportar como juíz são os lavajateiros do Rio e de Curitiba. O Lula está na dele, é político, faz política e fala como político

    1. Clovis 50

      7 de junho de 2018 6:49 pm

      Caro Juliano, não foi o

      Caro Juliano, não foi o comício das Diretas-já que ele se referia, porque se fosse não seria do Lula. Foi o comício do segundo turno de 89, com o apio do saudoso Brizola.

  22. Juliano Santos

    7 de junho de 2018 4:43 pm

    Recomendo esse texto do Pedro

    Recomendo esse texto do Pedro Bier no Cafezinho sobre a tietagem do Bretas ao Lula. Chama-se “Uma teoria psicológica sobre o lulismo juvenil”. É exatamente o que penso

    http://www.ocafezinho.com/2018/06/06/uma-teoria-psicologica-sobre-o-lulismo-juvenil-de-bretas/

  23. ana s.

    7 de junho de 2018 5:07 pm

    Não foi tietagem

    Não foi tietagem. O que ele quis dizer foi: cheguei a apoiá-lo, mas o senhor se desvirtuou blá-blá-blá. Lula não passou recibo e convidou-o para um futuro comício.

    Concordo que não cabe a um magistrado ficar dizendo quem apoiou ou deixou de apoiar na juventude, se é fã ou se despreza a testemunha etc. A postura, na audiência, deveria ser a mais neutra possível, deixando de lado as paixões e preferências do cidadão. Mas vivemos tempos em que juízes são estrelas, vivem nas redes sociais e precisam pontificar sempre. Uma lamentável distorção. 

  24. emerson57

    7 de junho de 2018 6:37 pm

    incomoda

    Melhor dizendo:

    O fato de Bretas ter manifestado admiração pelo herói do povo incomoda o Estadinho.

    advogado? tinha algum dotor adevogado?

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