O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, no início desta tarde de quinta-feira (29), o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que pode se tornar inelegível até 2030, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
Na sessão de hoje, a terceira para análise do caso, o ministro Raul Araújo abriu divergência e votou pela rejeição das acusações contra Bolsonaro. Já os ministros Floriano de Azevedo Marques e André Tavares seguiram o entendimento do relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, que votou pela condenação do ex-presidente.
Com relação às acusações contra o vice da chapa de Bolsonaro, Walter Braga Netto, todos os quatro ministros votaram pela rejeição da denúncia.
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Com o placar em 3×1 pela inelegibilidade de Bolsonaro, o Tribunal retoma o julgamento nesta sexta-feira (30), com sessão prevista para começar às 12h. Pela ordem, a vice-presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, abrirá o julgamento com o seu voto, que deverá definir o futuro político do ex-presidente.
Ainda faltam os votos dos ministros Nunes Marques e Alexandre de Moraes, presidente do tribunal.
Entenda o caso
O plenário do TSE analisa uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), impetrada pelo PDT, que questiona uma reunião feita pelo então presidente e pré-candidato à reeleição com dezenas de embaixadores, no Palácio da Alvorada, em julho passado. No evento, transmitido pela emissora estatal TV Brasil, Bolsonaro fez graves acusações contra o sistema eleitoral, sem nenhuma prova.
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Luiz Fernando Juncal Gomes
29 de junho de 2023 3:14 pmEnquanto o Campos Neto mantém, por sabotagem explícita, a taxa Selic nas alturas, Xandão vem contribuindo – e muito – para o aquecimento da Economia. São comemorações e festas em sequência, principalmente o SEXTOU marcado para amanhã. Bares cheios, comemorações e festas. E ainda vem mais pela frente. Por isso defendo Xandão como presidente do BACEN.
ed.
29 de junho de 2023 10:43 pmUm pouco do que Cassia Eller “pedia a Deus um pouco” e o TSE votaria pela inelegibilidade, EXPLICITANDO em cada voto o NÃO USO da tal minuta que “pode dar margem a recurso”, pois se “pode”, vai ser usado. Tão simples evitar que até irrita…