A decisão em torno da exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas vai levar em conta os estudos realizados por técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), segundo a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.
Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministra, Marina Silva explicou que o Ibama está trabalhando no pedido de licença efetuado pela Petrobras, e enfatizou que a decisão será técnica, seja pela exploração ou não da região.
“Os técnicos estão apresentando o seu parecer. E a decisão será uma decisão técnica, seja para o sim, seja para o não, porque os processos de empreendimento têm a ver com isso. É um processo que ainda não é da retirada do petróleo propriamente dito. É para fazer a prospecção do petróleo. Mas é algo de altíssima complexidade” explicou a ministra.
“Existe uma sala de situação dentro da Casa Civil que discute o tempo todo todos os empreendimentos. De sorte que esse debate, de forma republicana, respeitando a autonomia das instituições públicas, está tramitando como deve tramitar em um governo republicano”, disse Marina Silva.
Segundo estimativas federais, seria possível extrair 10 bilhões de barris de petróleo na área da chamada Margem Equatorial, região que engloba as zonas marítimas da costa do Brasil.
Paulo Dantas
19 de março de 2025 10:17 pmA decisão está tomada, Marina ê contra.
Farão um parecer para justificar.
Creio eu.
jose carlos lima
20 de março de 2025 3:38 amAcorda Msrina, a Margem Equatorial ja esta sendo explorada através da Guiana, sendo que, lado brasileiro, Marina segura o processo desde 2023, parece até que ta guardando tudo pra extrema-direita entrega de mão beijada as petroleiras americanas
Os EUA sempre com o olho gordo em cima das nossas riquezas: minérios, petróleo, empresas estatais e privadas e saber que agora tem a ajuda mais engajada do que nunca do viralatismo bolsonarista, por isso querem eleger um fantoche em 2026
A espionagem tem o papel de dar golpes atrás de golpes pra se apoder de nossas riquezas. bem como impedir que o Brssil se torne um pais cujas empresas privadas e estatais concorram com as americanas em pé de igualdade no comercio exterior