O Brasil voltou ao centro da cobertura internacional nesta quarta-feira (12), com destaque para a COP30 em Belém, palco de protestos indígenas, e para o endurecimento da regulação financeira em meio às incertezas econômicas globais. Confira:
A repercussão nos Estados Unidos
Reuters — “Protesters force their way into COP30 summit venue, clash with security” — reportagem sobre manifestantes indígenas na COP30 em Belém, exigindo ação climática e proteção florestal.
Reuters — “Brazil’s central bank vows tougher rules after surge in financial system cyberattacks” — cobertura da promessa do Banco Central do Brasil de endurecer regulação após crescimento de ataques cibernéticos no sistema financeiro.
Reuters — “Brazil’s fiscal discipline crucial post-2026 election, warns Goldman Sachs” — matéria sobre alerta da Goldman Sachs de que o Brasil precisará adotar disciplina fiscal mais rigorosa após as eleições de 2026, sob risco de instabilidade de mercado.
Associated Press (AP) — “Protesters confront security at main venue of UN climate talks” — na COP30 em Belém, houve manifestações de indígenas e confronto com seguranças.
A repercussão na Europa
The Guardian — “Tussles break out between protesters and security at COP30 in Brazil” — análise sobre o confronto em Belém entre manifestantes indígenas e segurança do evento climático.
The Guardian — “World must ‘honour 1.5C’, small island states insist at COP30 summit – as it happened” — na cobertura ao vivo da COP30, o líder indígena Raoni Metuktire criticou projetos de infraestrutura na Amazônia.
A repercussão na Ásia
China Daily — “COP30 summit kicks off in Belem, Brazil” — reproduz reportagem da Xinhua sobre o evento no Brasil.
NDTV — “COP30: World Leaders Launch Fund To Save Forests, Get First $5 Billion” — cobre o anúncio de fundo para salvar florestas tropicais, com o Brasil como patrocinador principal e alerta que os compromissos ainda estão bem abaixo do necessário para atrair investimento privado.
Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.
Rui Ribeiro
13 de novembro de 2025 10:24 amNo período da pandemia o Bolsonaro afirmou:
“No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado com o vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como disse aquele famoso médico daquela famosa televisão. Enquanto estou falando, o mundo busca um tratamento para a doença”. – Bostonaro
Nada obstante o histórico atlético do Bostonaro, a Celina está preocupada com a saúde do Bostonaro:
“A Papuda não tem condições para abrigar um presidente da República com a saúde tão debilitada, que pode ter várias complicações dentro do nosso sistema prisional. É algo totalmente desnecessário para esse momento, então nós fazemos um apelo aqui”, declarou Celina em entrevista nesta quarta.
Ela tá mais realista do que o Rei.
Rui Ribeiro
13 de novembro de 2025 1:52 pm“STF decide se intervalo de professores conta como hora de trabalho”.
Alguém tem dúvida de que o STF vai decidir contra os Professores?
Eu nunca vi um Professor brincando durante o intervalo da meninada. Ele tá cuidando dos seus afazeres, preparando a próxima aula, dando atenção aos alunos.
O Professor está á disposição do empregador durante o intervalo. Ele não volta prá sua casa nem vai a bar ou supermercado durante o intervalo dos alunos.
Rui Ribeiro
13 de novembro de 2025 2:50 pmA IA usou LSD vencido e alucinou. Considerando que a avaliação judicial de um imóvel pressupõe sua vistoria, eu indaguei se um imóvel pode ser avaliado e leiloado judicialmente fora do foro da situação. Na primeira vez que fiz a pergunta, a IA respondeu:
“Sim, é possível que um bem imóvel seja avaliado em comarca diferente (fora do juízo da situação), mas isso geralmente é feito por meio de uma carta precatória ou, em alguns casos, por um perito de comarca diferente, e o juízo competente para a avaliação é o do local do imóvel”.
Na segunda pergunta, a resposta foi a seguinte:
“O juízo da execução é o competente para decidir sobre a penhora, avaliação e leilão de um imóvel, mesmo que o bem esteja localizado em outra comarca (foro).”
Na terceira vez que eu fiz a mesma pergunta, a IA da seguinte forma:
“A venda judicial de um imóvel deve ocorrer, obrigatoriamente, no juízo da situação da coisa, ou seja, no foro onde o imóvel está localizado.
Fundamento Legal
Essa regra está prevista no Artigo 47 do Código de Processo Civil (CPC/2015), que estabelece a competência absoluta para as ações fundadas em direito real sobre imóveis”.