O Brasil apareceu no noticiário internacional sob três holofotes nestas quinta e sexta, 28 e 29 de agosto: a maior operação contra o crime organizado no setor de combustíveis e seus reflexos econômicos; a pressão fiscal e a tensão comercial com os Estados Unidos; e a vitrine ambiental da Amazônia, com destaque humanitário e diplomático. Confira:

A repercussão nos Estados Unidos
A Reuters mostrou que o Brasil deflagrou a operação “Carbono Oculto”, cumprindo cerca de 350 mandados contra um esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado ao setor de combustíveis.
A Reuters também noticiou que o déficit primário do governo saltou em julho para R$ 59 bilhões, frustrando metas fiscais e aumentando a pressão sobre o Ministério da Fazenda.
Ainda a Reuters informou que o Brasil criou 129.775 empregos formais em julho, abaixo do esperado e no pior resultado para o mês desde 2020.
A agência acrescentou que o Brasil iniciou processo formal para avaliar medidas de retaliação tarifária contra os EUA, após Washington impor tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.
A repercussão na Europa
O Financial Times detalhou a mesma megaoperação contra o crime organizado no setor de combustíveis, destacando seu alcance internacional e impacto sobre empresas de logística e distribuição.
Já o The Guardian publicou episódio especial da série “Missing in the Amazon”, revisitando os funerais de Dom Phillips e Bruno Pereira. A reportagem destacou que, com Lula <(PT) no comando do Executivo, há expectativa de maior proteção à Amazônia e responsabilização pelos crimes.
O Le Monde, embora em foco interno, incluiu o Brasil em análises sobre crescimento global, ao discutir pressões fiscais e modelos de ajuste econômico comparados.
A repercussão na Ásia
A Xinhua News Agency relatou que a China está pronta para “reforçar a confiança estratégica mútua e aprofundar a cooperação prática com o Brasil”, em meio às tratativas da cúpula da Organização para Cooperação de Xangai (SCO).
O Times of India destacou a assinatura de acordos setoriais entre Brasil e México para impulsionar comércio, agricultura, ciência, energia e meio ambiente, apresentados como alternativa diante das tensões com Washington.
Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.

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