A matéria é correta e técnica. Na chamada, a fim de introduzir um componente político na matéria, o Estadão se refere à maior e mais internacionalizada construtora brasileira como aquela “investigada pela Lava Jato”.
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Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Isto é normal. Estamos num mundo globalizado e é normal que um país, quando há interesse estratégico ou econômico, invista dinheiro para fomentar uma obra no exterior. O BNDS concedeu crédito a uma EMPREITEIRA BRASILEIRA para construção de uma obra estratégica para as exportações brasileiras, criando empregos para brasileiros, tanto cá como lá. Ora, os EUA já investiram muitos dinheiro em suas empresas na China, por exemplo:
Um filósofo mexicano deduziu que a imprensa como um todo são bases midiáticas dos Estados Unidos na América Latina que asseguram que os interesses dos Estados Unidos sejam defendidos diuturnamente por esses aparelhos ideológicos que travam uma verdadeira guerra midiática contra as aspirações nacionais do continente. A imprensa brasileira é a mais sabuja, pois atacam empresas brasileiras como Petrobras e empreiteiras de forma que nenhuma imprensa estadunidense jamais fez em seu país, mesmo banco corruptos que provocaram a crise do subprime em 2008 foram tratados dessa forma. A Globo, Veja, Estado e Folha são maiores defensores dos interesses dos Esteites no nosso país, inclusive fazem campanha para que o pré-sal seja explorado por empresas desse país e a Petrobras seja privatizada. Além de tudo agem de forma terrorista contra a economia brasileira e contra a auto-estima do nosso povo. As bases midiáticas dos Estados Unidos são mais poderosas do que as bases militares, que só são usadas quando as outras não conseguem mais fazer o serviço sujo que interessa aos esteites.
Um filósofo mexicano deduziu que a imprensa como um todo são bases midiáticas dos Estados Unidos na América Latina que asseguram que os interesses dos Estados Unidos sejam defendidos diuturnamente por esses aparelhos ideológicos que travam uma verdadeira guerra midiática contra as aspirações nacionais do continente. A imprensa brasileira é a mais sabuja, pois atacam empresas brasileiras como Petrobras e empreiteiras de forma que nenhuma imprensa estadunidense jamais fez em seu país, mesmo banco corruptos que provocaram a crise do subprime em 2008 foram tratados dessa forma. A Globo, Veja, Estado e Folha são maiores defensores dos interesses dos Esteites no nosso país, inclusive fazem campanha para que o pré-sal seja explorado por empresas desse país e a Petrobras seja privatizada. Além de tudo agem de forma terrorista contra a economia brasileira e contra a auto-estima do nosso povo. As bases midiáticas dos Estados Unidos são mais poderosas do que as bases militares, que só são usadas quando as outras não conseguem mais fazer o serviço sujo que interessa aos esteites.
Eh o caso da Odebrecht escrever de volta e dizer alguma coisa parecida com “Mas que merda eh essa de se referir a nos assim, cambada de filhos da puta?”
Dono da UTC e executivo da Odebrecht lideram organização criminosa, diz MPF
A força-tarefa da operação Lava Jato apontou o dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, e o executivo da Odebrecht, Márcio Faria, como líderes da organização criminosa denunciada à Justiça Federal, que entre 2004 e 2014 teria desviado mais de R$ 6 bilhões da Petrobras, por meio do pagamentos de propinas, que variavam de 1% a 3% dos contratos da estatal, a agentes públicos e políticos.
E…. Também emprestou 1 bi pra rede goebbels construir seu elefante branco….o projeca……
E então, o que bate em chico não bate também no papa Francisco?????
Mais uma instituição a envergonhar a nação brasileira!
(“Esses ‘vazamentos’ não interessam às organizações criminosas do PIG!”)
“E quem vigia o vigia?”
ENTENDA A VAGABUNDAGEM!…
##################################
MPF dá grau máximo de sigilo a investigação sobre Teixeira e Rosell
Procedimento impede até mesmo saber quem é o juiz do caso que envolve ex-presidente da CBF e ex-presidente do Barcelona em corrupção
Por Andreza Matais, de Brasília Do Blog do Fausto Macedo 02 Junho 2015 | 20:41
O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro abriu procedimento investigatório para aprofundar as investigações sobre o envolvimento dos ex-presidentes da CBF Ricardo Teixeira e do Barcelona Alexandre Rosell e outras três pessoas em esquema de corrupção dando seguimento ao indiciamento feito pela Polícia Federal que encontrou crimes praticados pelo grupo. O procedimento tramita com grau máximo de sigilo, quando nenhuma informação sobre o andamento está disponível nem mesmo os nomes das partes. Não é possível saber quem é o juiz do caso, o procurador responsável ou a Vara Federal onde tramita. Esse tratamento torna a tramitação do processo oculta, como se não existisse e impede que a sociedade tenha conhecimento sobre se o MPF apresentou denúncia contra os indiciados, além de outras movimentações. O MPF não explicou porque garantiu sigilo máximo ao caso. (…)
Li “Estranhas catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988”, do historiador Pedro Henrique Pedreira Campos (Editora da UFF, 2014). O livro veio da tese de doutorado do historiador.
A apropriação de setores do Estado por frações de classe (como diz Pedro Henrique), no caso os empreiteiros, é uma questão seríssima.
Para o historiador, durante ditadura, houve diminuição do orçamento para a área social, aumento do orçamento para a infraestrutura, opção por grandes obras, direcionamento das concorrências para as cinco ou seis grandes empreiteiras (as barrageiras), arrocho salarial, prisão de sindicalistas e fechamento de sindicatos, falta de fiscalização das condições de trabalho nas obras etc. Ao mesmo tempo, as associações de classe dos empreiteiros se desenvolviam e atuavam diretamente nos orgãos do Estado, como ministérios, DNER etc. Nas palavras do historiador, um regime classista.
A que levou tudo isso? Segundo Pedro Henrique Pedreira Campos, em 1984, o faturamento das 10 maiores construtoras do país equivalia a 68,7% do faturamento total das 100 maiores construtoras. Ainda em 1984, o faturamento das 5 maiores equivalia a 56,9% do faturamento das 100 maiores construtoras do país (pp. 120-121).
A história começou bem antes da ditadura, isso está bem claro no livro. E continuou depois, com novo modus operandi por parte dos empreiteiros. Não é um mero caso policial episódico, envolvendo um ou dois partidos.
No livro há uma análise da história da Odebrecht.
É uma leitura importante para entender um aspecto de nossa sociedade.
Esqueci de dizer que, na ditadura civil-militar, ainda houve fechamento do mercado de obras públicas, reservando-o às empreiteiras nacionais.
Com minhas postagens não quero insinuar que tudo será resolvido com uma medida simplista como abertura total de mercado. Se liberalismo fosse a salvação, os países centrais o colocariam em prática e não existiria OMC. A atuação de empresas internacionais não é diferente das nacionais, temos os exemplos da Alstom, da Siemens e das empresas européias envolvidas na corrupção da Petrobras.
A questão é discutir o Estado, as relações entre Estado e capital.
Para tanto, além do livro de Pedro Henrique, há, por exemplo, o livro de Mariana Mazzucato, “O Estado empreendedor: desmascarando o mito do setor público vs. setor privado” (Portfolio Penguin, 2014).
Engraçado que ninguém leva a menor fé na idoneidade da Odebrecht há anos, mas de repente temos que ter toda essa reverência pois se trata da “maior construtora brasileira”.
Bem, a FIFA é a maior organização esportiva do planeta.
No caso das obras da Petrobras havia um cartel de empresas, dentre as quais uma era eleita para ganhar licitação de determinadas obras. Como nenhum membro das Comissões de Licitações não foi apanhado, significa que as licitações foram limpas, dentro dos limites dos valores estipulados nas Planilhas Orçamentárias.
Diante desta constatação, fico me perguntando: a troco de que uma empresa vencedora de uma licitação iria sair distribuindo propinas para diretores da Petrobras? Para receber os pagamentos em dia não pode ser, já que os cofres da empresa não estavam nas mãos desses larápios; para adiantar medições de obras não acredito, pois quem faz isto são empresas terceirizadas ou engenheiros da própria Petrobras, os quais não constam como recebedoras de propinas; pelos belos olhos dos promineiros, também não entra em minha cabeça, até porque o Ceveró tem os olhos muito feios.
Fica aqui a minha dúvida para ser esclarecida por pessoas que possam me dar uma luz sobre a questão.
JOSE RINALDO ALBINO
2 de junho de 2015 10:56 pmIsto é normal. Estamos num
Isto é normal. Estamos num mundo globalizado e é normal que um país, quando há interesse estratégico ou econômico, invista dinheiro para fomentar uma obra no exterior. O BNDS concedeu crédito a uma EMPREITEIRA BRASILEIRA para construção de uma obra estratégica para as exportações brasileiras, criando empregos para brasileiros, tanto cá como lá. Ora, os EUA já investiram muitos dinheiro em suas empresas na China, por exemplo:
https://www.google.com.br/search?q=fotos+mcdonald%22s+na+China&biw=1920&bih=955&tbm=isch&imgil=ZTf_tkQB91ko2M%253A%253BjZEThbJ-g5yu9M%253Bhttp%25253A%25252F%25252Fwww.reuters.com%25252Farticle%25252F2008%25252F02%25252F25%25252Fus-mcdonalds-china-delivery-idUSPEK34256620080225&source=iu&pf=m&fir=ZTf_tkQB91ko2M%253A%252CjZEThbJ-g5yu9M%252C_&usg=__CusTagHC5ED3q5oN25V6XLfYGvo%3D
Evaristo
2 de junho de 2015 11:13 pmBases Midiáticas
Um filósofo mexicano deduziu que a imprensa como um todo são bases midiáticas dos Estados Unidos na América Latina que asseguram que os interesses dos Estados Unidos sejam defendidos diuturnamente por esses aparelhos ideológicos que travam uma verdadeira guerra midiática contra as aspirações nacionais do continente. A imprensa brasileira é a mais sabuja, pois atacam empresas brasileiras como Petrobras e empreiteiras de forma que nenhuma imprensa estadunidense jamais fez em seu país, mesmo banco corruptos que provocaram a crise do subprime em 2008 foram tratados dessa forma. A Globo, Veja, Estado e Folha são maiores defensores dos interesses dos Esteites no nosso país, inclusive fazem campanha para que o pré-sal seja explorado por empresas desse país e a Petrobras seja privatizada. Além de tudo agem de forma terrorista contra a economia brasileira e contra a auto-estima do nosso povo. As bases midiáticas dos Estados Unidos são mais poderosas do que as bases militares, que só são usadas quando as outras não conseguem mais fazer o serviço sujo que interessa aos esteites.
Evaristo
2 de junho de 2015 11:13 pmBases Midiáticas
Um filósofo mexicano deduziu que a imprensa como um todo são bases midiáticas dos Estados Unidos na América Latina que asseguram que os interesses dos Estados Unidos sejam defendidos diuturnamente por esses aparelhos ideológicos que travam uma verdadeira guerra midiática contra as aspirações nacionais do continente. A imprensa brasileira é a mais sabuja, pois atacam empresas brasileiras como Petrobras e empreiteiras de forma que nenhuma imprensa estadunidense jamais fez em seu país, mesmo banco corruptos que provocaram a crise do subprime em 2008 foram tratados dessa forma. A Globo, Veja, Estado e Folha são maiores defensores dos interesses dos Esteites no nosso país, inclusive fazem campanha para que o pré-sal seja explorado por empresas desse país e a Petrobras seja privatizada. Além de tudo agem de forma terrorista contra a economia brasileira e contra a auto-estima do nosso povo. As bases midiáticas dos Estados Unidos são mais poderosas do que as bases militares, que só são usadas quando as outras não conseguem mais fazer o serviço sujo que interessa aos esteites.
Ivan de Union
2 de junho de 2015 11:34 pmEh o caso da Odebrecht
Eh o caso da Odebrecht escrever de volta e dizer alguma coisa parecida com “Mas que merda eh essa de se referir a nos assim, cambada de filhos da puta?”
Ivan de Union
2 de junho de 2015 11:34 pmE antes que eu me esqueca:
E antes que eu me esqueca: a Odebrecht eh “um pouquinho” maior que o estadao…
joão adalberto
3 de junho de 2015 1:15 amMuito mais do aquela?
Dono da UTC e executivo da Odebrecht lideram organização criminosa, diz MPF
A força-tarefa da operação Lava Jato apontou o dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, e o executivo da Odebrecht, Márcio Faria, como líderes da organização criminosa denunciada à Justiça Federal, que entre 2004 e 2014 teria desviado mais de R$ 6 bilhões da Petrobras, por meio do pagamentos de propinas, que variavam de 1% a 3% dos contratos da estatal, a agentes públicos e políticos.
Jose mestre Carpina
3 de junho de 2015 1:59 amE….
Também emprestou 1 bi pra rede goebbels construir seu elefante branco….o projeca……
E então, o que bate em chico não bate também no papa Francisco?????
Marcos Antônio
3 de junho de 2015 2:48 amSem ressentimentos…
Sem
Sem ressentimentos…
Sem contra-ataques…
Mas, fosse eu dono da construtora – nunca mais veriam meu dinheirinho…
Messias Franca de Macedo
3 de junho de 2015 2:52 am‘miniSTÉRIO’ Público ou
‘miniSTÉRIO’ Público ou ‘microSTÉRIO’ Público?
Um escárnio!
Um acinte!
Mais uma instituição a envergonhar a nação brasileira!
(“Esses ‘vazamentos’ não interessam às organizações criminosas do PIG!”)
“E quem vigia o vigia?”
ENTENDA A VAGABUNDAGEM!…
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MPF dá grau máximo de sigilo a investigação sobre Teixeira e Rosell
Procedimento impede até mesmo saber quem é o juiz do caso que envolve ex-presidente da CBF e ex-presidente do Barcelona em corrupção
Por Andreza Matais, de Brasília
Do Blog do Fausto Macedo
02 Junho 2015 | 20:41
O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro abriu procedimento investigatório para aprofundar as investigações sobre o envolvimento dos ex-presidentes da CBF Ricardo Teixeira e do Barcelona Alexandre Rosell e outras três pessoas em esquema de corrupção dando seguimento ao indiciamento feito pela Polícia Federal que encontrou crimes praticados pelo grupo. O procedimento tramita com grau máximo de sigilo, quando nenhuma informação sobre o andamento está disponível nem mesmo os nomes das partes.
Não é possível saber quem é o juiz do caso, o procurador responsável ou a Vara Federal onde tramita. Esse tratamento torna a tramitação do processo oculta, como se não existisse e impede que a sociedade tenha conhecimento sobre se o MPF apresentou denúncia contra os indiciados, além de outras movimentações. O MPF não explicou porque garantiu sigilo máximo ao caso.
(…)
FONTE: http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/mpf-da-grau-maximo-de-sigilo-a-investigacao-sobre-teixeira-e-rosell/
Adriano Picarelli
3 de junho de 2015 3:21 amOdebrecht
Li “Estranhas catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988”, do historiador Pedro Henrique Pedreira Campos (Editora da UFF, 2014). O livro veio da tese de doutorado do historiador.
A apropriação de setores do Estado por frações de classe (como diz Pedro Henrique), no caso os empreiteiros, é uma questão seríssima.
Para o historiador, durante ditadura, houve diminuição do orçamento para a área social, aumento do orçamento para a infraestrutura, opção por grandes obras, direcionamento das concorrências para as cinco ou seis grandes empreiteiras (as barrageiras), arrocho salarial, prisão de sindicalistas e fechamento de sindicatos, falta de fiscalização das condições de trabalho nas obras etc. Ao mesmo tempo, as associações de classe dos empreiteiros se desenvolviam e atuavam diretamente nos orgãos do Estado, como ministérios, DNER etc. Nas palavras do historiador, um regime classista.
A que levou tudo isso? Segundo Pedro Henrique Pedreira Campos, em 1984, o faturamento das 10 maiores construtoras do país equivalia a 68,7% do faturamento total das 100 maiores construtoras. Ainda em 1984, o faturamento das 5 maiores equivalia a 56,9% do faturamento das 100 maiores construtoras do país (pp. 120-121).
A história começou bem antes da ditadura, isso está bem claro no livro. E continuou depois, com novo modus operandi por parte dos empreiteiros. Não é um mero caso policial episódico, envolvendo um ou dois partidos.
No livro há uma análise da história da Odebrecht.
É uma leitura importante para entender um aspecto de nossa sociedade.
Adriano Picarelli
3 de junho de 2015 11:22 amFechamento do mercado
Esqueci de dizer que, na ditadura civil-militar, ainda houve fechamento do mercado de obras públicas, reservando-o às empreiteiras nacionais.
Com minhas postagens não quero insinuar que tudo será resolvido com uma medida simplista como abertura total de mercado. Se liberalismo fosse a salvação, os países centrais o colocariam em prática e não existiria OMC. A atuação de empresas internacionais não é diferente das nacionais, temos os exemplos da Alstom, da Siemens e das empresas européias envolvidas na corrupção da Petrobras.
A questão é discutir o Estado, as relações entre Estado e capital.
Para tanto, além do livro de Pedro Henrique, há, por exemplo, o livro de Mariana Mazzucato, “O Estado empreendedor: desmascarando o mito do setor público vs. setor privado” (Portfolio Penguin, 2014).
Ozzy
3 de junho de 2015 3:30 amEngraçado que ninguém leva a
Engraçado que ninguém leva a menor fé na idoneidade da Odebrecht há anos, mas de repente temos que ter toda essa reverência pois se trata da “maior construtora brasileira”.
Bem, a FIFA é a maior organização esportiva do planeta.
Roberto Monteiro
3 de junho de 2015 11:53 amA exemplo da fifa, a odebrecht está sendo investigada.
Se tiver culpa, que seja punida. Mas, o caso aqui é que o textinho maroto quer ligar Cuba ao PT, que por sua vez respinga em Lula… entendeu?
Doug_SP
3 de junho de 2015 2:50 pmJuros de 5% AO ANO
Juro
Gilson.Raslan
3 de junho de 2015 7:14 pm??????????
No caso das obras da Petrobras havia um cartel de empresas, dentre as quais uma era eleita para ganhar licitação de determinadas obras. Como nenhum membro das Comissões de Licitações não foi apanhado, significa que as licitações foram limpas, dentro dos limites dos valores estipulados nas Planilhas Orçamentárias.
Diante desta constatação, fico me perguntando: a troco de que uma empresa vencedora de uma licitação iria sair distribuindo propinas para diretores da Petrobras? Para receber os pagamentos em dia não pode ser, já que os cofres da empresa não estavam nas mãos desses larápios; para adiantar medições de obras não acredito, pois quem faz isto são empresas terceirizadas ou engenheiros da própria Petrobras, os quais não constam como recebedoras de propinas; pelos belos olhos dos promineiros, também não entra em minha cabeça, até porque o Ceveró tem os olhos muito feios.
Fica aqui a minha dúvida para ser esclarecida por pessoas que possam me dar uma luz sobre a questão.