10 de junho de 2026

O Brasil nos jornais dos EUA, Europa e Ásia, nesta quinta (25)

Defesa de Lula sobre a democracia na ONU e anuncio de compromissos climáticos, seguem em destaque na mídia estrangeira
Unsplash

Na abertura da 80ª Assembleia-Geral da ONU, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou que “a democracia não é negociável”, defendeu o multilateralismo e anunciou compromissos climáticos ligados à COP30. O discurso, ainda em destaque nas manchetes globais nesta quinta-feira (25), se somou a encontros nos corredores da ONU, como o breve contato com o presidente Donald Trump e uma reunião mais longa com o ucraniano Volodymyr Zelenskiy. Diversos veículos internacionais também repercutiram o anúncio de um aporte inicial do Brasil para um fundo de proteção florestal. Confira:

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A repercussão nos Estados Unidos

Reuters — “Brazil’s Lula, Ukraine’s Zelenskiy discuss Russia conflict on UN sidelines” — cobertura da conversa de Lula com Zelenskiy e do apelo por cessar-fogo e maior papel da ONU.

Reuters (clipping sobre compromisso climático) — “Brazil invests $1 billion in global forest fund” — destaque para o aporte e para o papel do Brasil na COP30.

Associated Press — “Brazil’s Lula says he was as surprised as Trump with their ‘chemistry’ despite bad relations” — relato do encontro informal Lula-Trump e do tom conciliatório posterior.

The Washington Post — reportagem sobre a troca entre Lula e Trump e implicações diplomáticas.

Bloomberg — “Brazil’s Lula Kicks Off UN General Assembly With Jab at …” — foco em discurso de Lula e repercussão nos mercados.

A repercussão na Europa

The Guardian — análise ampla do debate na ONU (contexto e reação a Trump/Lula)..

Al Jazeera — cobertura em tempo real da Assembleia-Geral da ONU, com menções a discursos e temas centrais que incluíram o Brasil/COP30..

Nature / Climate Change News — cobertura do anúncio e do apelo de Lula por apoio internacional ao fundo florestal e ao sucesso da COP30.

A repercussão na Ásia

Xinhua — “Brazil-U.S. ties see feeble thaw despite Lula’s upbeat tone” — agência estatal chinesa que repercutiu o encontro Lula-Trump e avaliou o tímido “descongelamento” nas relações.

Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. Rui Ribeiro

    26 de setembro de 2025 8:14 am

    Trump, Doria e Elon Musk exercendo atividade política é uma prova de que Marx tinha razão quando afirmava que a política é a expressão concentrada da economia.
    Se o Elon Musk e o Trump são tão experts em administrar, porque eles precisam do poder político? Porque o Musk vai fundar um partido e interfere politicamente nos países? Porque ele apoiou o golpe na Bolívia?

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