do blog Objetivando Disponibilizar
Hoje não vou apenas exorcizar o texto da (adivinha?) Folha (RÀ!). Começo a treinar pro meu mestrado, então vou me concentrar na análise semântica da coisa.
Apesaradvérbio ( sXIII)indica, na oração ou sintagma a que dá entrada, uma ideia oposta àquela expressa na outra parte do enunciado, contrariando uma provável expectativa
Locuçõesa. de
não obstante, a despeito de, pesar de‹ a. da idade avançada, trabalhava diariamente › ‹ a. de ser jovem, era bastante responsável ›
Isto posto, acho que já dá pra gente começar a ler o texto épico (pra não dizer outra coisa) da Folha de São Paulo de hoje.
A notícia é simples: desemprego foi medido hoje. O índice é o menor desde que a medição começou a ser feita.
Aí a Folha me apronta isso:
19/12/2013 – 09h10Taxa de desemprego cai para 4,6% e retoma mínima histórica [ou seja: a maioria dos brasileiros está empregada]
PEDRO SOARES
DO RIO
Apesar [olha quem abriu o texto! O primo canalha do vírgula-mas! Vamos acompanhar o raciocínio do repórter pedro:] do menor ritmo da economia no terceiro trimestre, da freada do consumo e do crédito restrito [uau,a economia vai mal, hein?], as empresas não lançaram mão ainda de demissões [Ainda, gente! Ainda! Quer dizer, não houve demissões, mas nós tamos aqui tudo na torcida pra que haja! O_o] e a taxa de desemprego segue em níveis baixos.[O desemprego tá baixo, mas a sensação dessa frase é que repórter pedro quer que isso seja negativo!]
[Agora vamos pensar aqui nesse primeiro parágrafo como um todo: ele abre com um apesar, que enumera uma série de supostos fatos negativos (permito-me esse supostos daí. Ao chegar ao fim da leitura deste post, vocês terão entendido o motivo) e termina com uma mísera oração (nem frase é, coitada) positiva e que, no frigir dos ovos, traz a notícia em si. Outra coisa: como muito bem lembrou o Pedro Alexandre no Twitter, esse parágrafo tá com todo o jeitão de ter sido “feito” pelo bípede (viram como eu sou boazinha? Parto do princípio que esse texto não foi editado de quatro!) que editou a matéria, e não pelo repórter.
Então, um lead (primeiro parágrafo de uma notícia, que resume a informação respondendo às perguntas Quem? O quê? Onde? quando? como? Por quê?) que tecnicamente deveria ser “O IBGE divulgou nesta quinta-feira o índice de desemprego nacional, de 4,6%, igual ao registrado em dezembro de 2012, o menor índice da série desde que o IBGE iniciou a medição, em 2001.” , virou esse mafuá de mau humor e de mau agouro daí de cima, que de notícia, mesmo, só teve a última oração (“e a taxa de desemprego segue a níveis baixos”). voltando à tese de que o 1º parágrafo foi “montado” pelo editor, digo mais: o texto original do repórter começava com o que terminou sendo a última oração do primeiro parágrafo. E foi a única coisa do lead do repórter que o editor manteve. Isto posto, vamos ver o que mais nos aguarda. Mas, antes, deixa eu postar aqui uma imagem pra combinar com o tom do texto, pera.]
Em novembro, o índice ficou em 4,6%, abaixo dos 5,2% de outubro, segundo dados divulgados pelo IBGE na manhã desta quinta-feira(19). O resultado é o mais baixo para o mês e iguala a taxa de dezembro de 2012, a menor da série histórica do IBGE, iniciada em 2001[ou seja, o que tecnicamente deveria ter sido escrito lá em cima, no primeiro parágrafo, veio pra cá. Quer dizer: esse segundo parágrafo tem tudo pra ser o resto do primeiro parágrafo original do repórter, que o bípededa edição preferiu jogar pra baixo. Vai entender….]
Tradicionalmente, a taxa de desemprego declina nos últimos meses do ano, com a injeção de recursos na economia –vindos, por exemplo, do 13º terceiro salário–e a contratação de trabalhadores temporários no comércio e em alguns ramos de serviços e da indústria [Isso aqui é de fato uma informação relevante. Com a proximidade das festas de fim de ano, o comércio se aquece e começa a catar trabalhadores temporários. Por esse motivo, o mês de dezembro é o que registra os menores índices de desemprego].
O emprego, porém, [terceiro primo da raça adversativa, o porém. Irmão do mas. O último parágrafo disse que dezembro registra índices baixos de desemprego. Isso é uma informação positiva. O porém nos introduz uma ponderação negativa. Vamos acompanhar.] já não mostra o mesmo vigor de meses e anos anteriores [puxa, que coisa! Isto significa que ele começa a declinar, é isso?] e cresce [não, ele cresce! Licença, eu tenho que rir aqui QUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA pronto, voltemos à análise semântica] numa intensidade mais moderada. De outubro para novembro, houve alta de apenas 0,1% no total de pessoas ocupadas nas seis maiores regiões metropolitanas do país, número que atingiu 23,293 milhões. Já em relação a novembro de 2012, o IBGE registrou recuo de 0,7%.[aqui eu saio da análise semântica e entro na análise jornalística da coisa. Não vou me dar ao trabalho de abrir sáites e googlar informações para desmentir o que está dito aqui, porque não precisa. Digo apenas que:
1- Para se ter o real espectro do crescimento de outubro para novembro, o texto deveria ter falado da evolução do índice de janeiro até novembro de 2013. Isso ambientaria melhor o comportamento e as oscilações da economia brasileira num intervalo razoável de tempo.
2- O texto ficou tão mal redigido que esse 23 e quebrados milhões ficou solto e perdido. Refere-se ao número de pessoas desempregadas nas seis principais regiões metropolitanas do país [atualização das 20:00: reli o texto mal escrito bagarai e me dei conta de que esses 23 milhões são os EMPREGADOS, ao passo que o milhão lá de baixo são os DESEMPREGADOS. Texto mal-escrito tem dessas coisas: engana até editor-revisor! O_o #PORRAFOLHA!]. Ficou faltando informar quais são essas regiões metropolitanas, e qual o número total de pessoas economicamente ativas (portanto, aptas a trabalhar).
3- Tradicionalmente, a comparação de índices é feita entre o período imediatamente anterior e igual período do ano anterior. Portanto, o índice de desemprego de dezembro de 2013 deve ser comparado com novembro de 2013 e dezembro de 2012. Comparações outras são permitidas, claro – desde que explicado o motivo. Se o único motivo que a Folha tinha para fazer essa comparação era mostrar um recuo de 0,7%, eu começo
mentira, já comecei lá na primeira linhaa me perguntar sobre a boa-fé das informações contidas nesse texto. Mas voltemos à nutiça:]O total de pessoas em situação de desemprego (a procura[prometi análise semântica, então vou abstrair esse erro de crase. O certo é à procura de] de um trabalho) recuou 10,9% ante outubro e caiu 6,4% na comparação com novembro, atingindo um contingente de 1,131 milhão de pessoas. [ó só a informação que eu cobrei no item 3 da minha
observação! Esse parágrafo diz que nas regiões analisadas, há um total de 1,131 milhão de pessoas desempregadas. Mas não informa o total de economicamente ativas. O que o texto diz – de maneira péssima – é que o número de desempregados é menor quando comparado com outubro e novembro deste ano! Mas meu Deus, isso é quase um cenário de pleno emprego! Cadê entrevista com economista pra falar sobre esses índices? Cadê entrevista com geral no IBGE pra falar sobre isso? Ah, peraí que eu vou pôr outra foteenha pra ilustrar esse texto]
O mercado de trabalho já não mostra o mesmo vigor de antes [masgemt! Como pode? O desemprego lá embaixo do pé, reduzindo-se mês a mês, mas o mercado de trabalho já não mostra o mesmo vigor de antes? E que antes é esse? Qual o período a que o texto se refere?] diante de um cenário de juros mais altos[minha preguiça homérica de googlar Selic me impede de comentar isso aqui. Aumentou a Selic, gemt? Por que eu desconfio de que não aumentou? Ah, já sei: É PORQUE ESSE TEXTO TÁ UMA MERDA!] , confiança de empresários combalida e menor disposição de consumidores em gastar [Aposto um doce como em janeiro teremos o maior consumo evar em épocas natalinas, e empresários felizes da vida com tudo isso que está aí].
Agora tentem me convencer de que acabamos de ler um texto jornalístico de qualidade. Não está fáceo, viu?
PORRA, FOLHA!

3- Tradicionalmente, a comparação de índices é feita entre o período imediatamente anterior e igual período do ano anterior. Portanto, o índice de desemprego de dezembro de 2013 deve ser comparado com novembro de 2013 e dezembro de 2012. Comparações outras são permitidas, claro – desde que explicado o motivo. Se o único motivo que a Folha tinha para fazer essa comparação era mostrar um recuo de 0,7%, eu começo 
Ugo
20 de dezembro de 2013 6:38 pmler
Não leio a folha, mas estou satisfeito
Manoel Carvalho
20 de dezembro de 2013 9:23 pmMuitos leem a folha, mas
Muitos leem a folha, mas alguns são honestos.
Luís CPPrudente
21 de dezembro de 2013 12:27 amA Falha é da famiglia Frias
A Falha é um jornal, porém não presta.
A Falha é um jornal, mas é muito usado para limpar cocô de cachorro.
A Falha é um jornal, no entanto não leio o mesmo.
Existe a honestidade, mas não é o caso da Falha, jornal da famiglia Frias.
Muitos são honestos, porém não é o caso da Falha, o jornal da famiglia Frias.
A honestidade está por aí, entretanto ela não acompanha de forma alguma a Falha, o jornal da famiglia Frias.
hc.coelho
20 de dezembro de 2013 7:08 pmQuem lê folha merece este “mal natal!”
As vezes temos raiva dos bobos, e que são tantos nessa classe média burra, que nos dizem que as coisas vão mal. Não devíamos.
Eles pagam um preço caro por esta “ingnorança”: ler folha, o globo, escutar a miriam leão ou o sademberg e ver o jornal das dez é receber na cara um: “mal natal, seu trouxa!”. Ruim é que entre eles tenho vários amigos e familiares, mas quase digo que merecem.
Mas, no espírito da data, fica aqui a todos, eles também, um… Feliz Natal!
Dudu Cartucho
20 de dezembro de 2013 9:15 pmMuito cuidado!
Antes eles só
Muito cuidado!
Antes eles só relinchavam, como diminuíram, estão dando coices.
Gregório Macedo
20 de dezembro de 2013 7:09 pmO que eu disse ontem
Comentário exposto em http://domacedo.blogspot.com.br/2013/12/desemprego-cai-mais-ainda-em-novembro.html :
O Brasil continua a gerar empregos, o que desaponta setores da grande imprensa, levando-os a procurar argumentos que possam ‘atenuar’ o impacto da ‘transgressão’, e a prognosticar: “A taxa do mês foi boa, é fato, mas a do próximo vai ser desastrosa!”. (O prognóstico é válido para outros indicadores…).
Adamastor
20 de dezembro de 2013 7:13 pmEu teria colocado um outro
Eu teria colocado um outro animal para ilustrar o texto…
aliancaliberal
20 de dezembro de 2013 7:26 pmSabe o principal problema dos
Sabe o principal problema dos lambicus e a que a sua ilusão serve para que o enfrentamento dos problemas reais não seja efetivamente enfrentados, impedindo que mudanças sólidas aconteçam no nosso país.
morallis
20 de dezembro de 2013 9:24 pm(Sem título)
drigoeira
20 de dezembro de 2013 9:54 pmporém, mas, contudo…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O defeito é na ribiboca da parafuseta da economia brasileira que ninguém entende.
Gilson Raslan
20 de dezembro de 2013 7:28 pmkkkkkkkkkk
Hoje minha cervejada vai ser dobrada: umas, porque é sexta-feita; outras, em homenagem ao texto.
Quando o autor da reporCagem da Folha ler este comentário, ele vai morrer de raiva ou vai matar o comentarista.
Anarquista Lúcida
20 de dezembro de 2013 7:36 pmO “apesar de” é apesar de tudo melhor que o “mas” (rs, rs)
Oswald Ducrot, autor de livros e artigos sobre o que ele chama de “Semântica Argumentativa”, diz que, com o uso das concessivas (apesar, embora, etc), se introduz o argumento que “perde” em relaçao àquele ao qual se contrapõe, e com o mas o argumento que ganha. Sendo assim, apesar de tudo o uso do apesar no caso é menos ruim do que seria o uso do mas… (e esta frase é exemplo do que o Ducrot diz…).
Carioca
20 de dezembro de 2013 7:44 pmLegal pra cara …mba o
Legal pra cara …mba o texto. O do bloq não o da Folha.
Maria Luisa
20 de dezembro de 2013 7:46 pmInsidia cotidiana
Otavinho demitiu metade da redação, a outra metade faz como pode, e às vezes tem que se virar de quatro…
Ai ai ai! A que reduziram a informação!
As ilustrações ficaram otimas. Bem de acordo com o humor geral da coligação psdb-pig.
josé adailton
20 de dezembro de 2013 7:47 pmMESTRES?
O desemprego está em queda e chegou, de novo, ao menor índice da série histórica: 4,6%. Só que isso não quer dizer que o mercado está contratando. Pelo contrário, os empregos diminuíram em dois setores importantes: a indústria e a construção.
O que acontece é que tem muita gente na mesma situação de Albert Shih Liu. Ele está no terceiro ano da faculdade, mora com os pais e não precisa ajudar nas contas de casa. Desse jeito, pode se dedicar à universidade. “Eu acho valioso esse envolvimento com a faculdade, principalmente nas entidades. O pessoal fala que é interessante você entrar, pegar uma experiência, para entrar no mercado de trabalho mais maduro”.
Os dados do IBGE mostram que o número de pessoas em idade para trabalhar cresceu quase 1,5% entre novembro de 2012 e novembro desse ano, mas nem todas essas pessoas querem trabalhar, por isso não entram nas estatísticas de desemprego.
Essa falta de interesse fez com que a população economicamente ativa caísse 1% nos últimos doze meses…
taan…tan,tan, tan
Flics
20 de dezembro de 2013 8:02 pmGorila
Gorila: dizia-se lá pelos idos de 60 de milicos e civis que pregavam, pregavam não faziam, golpes de estado.
Pig: partido da imprensa golpista.
Pergunto: Gorila é bípede?
JC SOUZA
20 de dezembro de 2013 8:07 pmÉ patológico e doentio este
É patológico e doentio este tipo de reportagem da Folha . É revelador do que pensa o proprietário do Jornal . Expõe totalmente sua personalidade , na minha opinião trata-se de um mau caratismo mesmo.
hugo1
20 de dezembro de 2013 8:19 pmApesar (ops) do excesso de
Apesar (ops) do excesso de perênteses o texto é muito bom.
Luiz Moreira
20 de dezembro de 2013 8:50 pmMeu caro, não é somente nos
Meu caro, não é somente nos escritos que vemos essas aberrações! Na Globo os apresentadores do Bom Dia Brasil (cadê o Chico Pinheiro?), sempre ao comentar uma notícia boa costumam colocar o MAS-VÍRGULA e procurar algum defeito no ovo da pata! A Miriam Leitão usa o PORÉM-MAS-TALVEZ-QUEM SABE em todos os seus comentários econômicos (será que são econômicos?). Parabéns pelo texto!
mcn
20 de dezembro de 2013 9:00 pmValeu o dia
O texto é ótimo e o blog melhor ainda.
É sempre bom desmascarar os reaças, que acham que escrevem bem.
No blog, há um outro artigo da autora, delicioso, sobre as picaretagens semióticas de Veja.
Pra entender o nível da imprensa brasileira nos atualmentes
“Em resumo: você assina Veja? Troque por Chico Bento. Leitura de altíssima qualidade, leve e estimulante. E, se bobear, tem mais informação que o hebdomadário abriliano”.
Luciano Prado
20 de dezembro de 2013 9:14 pmPior que o “mas”, o “porém” … vai ser 2014
Grande jornalista faz prognósticos para 2014
by Ramses II •
20 de dezembro de 2013
A analista econômica favorita dos bons homens de bens e benz, conhecida pelos seus certeiros prognósticos, faz previsões acuradas para 2014:
Até a torcida do curínthia sabe que está tudo errado, a inflação vai subir, o PIB vai despencar, os juros vão disparar, a Petrobrás vai falir e o Brasil vai quebrar
Nos bons tempos do macróbio do bem PhD-FhC o Brasil nunca quebrou, a inflação sempre esteve a frente, em 2002 desbancou qualquer maledicência chegando a 12,5% (centro da meta fixado por eles em 3,5%!!!) , com salário mínimo do 70 dólares, juros de…bom deixa para lá eram magníficos, nos faziam sorrir, e o desemprego melhor, não pressionava o Chustho Brazil, hoje todos sabem que o Cramunhão LLulla e o Posthe-Bolchevique Búlgaro de Brasília são obrigados a fazer um périplo pelo mundo de pires na mão implorando dinheiro ao Clube de Paris (quem lembra desse clube d’elite?), ao FMI, ao Tesouro Americano, à Comunidade Europ…para fechar as conthas.
Já PhD-FhC phez grande economia de energia eléctrica promovida pela boa jesthão thucana em 2001, imphlação de 7,67%, aphinal quem tem competença, tem competença, é choque de jestão, estimulando o aphethithe animal do empresário brazileiro não é, que queriam porque queriam investhir e maes investhir ao contráreo de hoje!
Agora senhores, o Brasil naufraga!!
A implação galophante desde 2003 compromethe investhimencthos!
Culpa dos communo-petralhas esthasthisthas, dos curandeiros-escravos cubanos que sustentam aquela dicthadura, das bolsas vagabundo, dos phinanciamentos irresponsáveis de Minha Casa Minha Vida, PROUNI, Mais Médicos, e outros gasthos esthataes inacceitháveis, do “apagão” de-mão-de-obra, da Petrobrás não ser Petrobrax, e servir ao país apenas pelo simples phatho de ser esthatal, ninguém a privathizou comopregávamosl!
Assim não dá, assim não é possível, vou consulthar Mãe Míriam, quem sabe em 2014 a cousa mude, a espherança é a últhima que morre.
Alvíssaras!.
edward
21 de dezembro de 2013 1:22 amE o salário mínimo do FHC não comprava nem uma cesta básica
Apenas lembrando, no término do governo FHC, o salário minimo comprava apenas 60% de uma cesta básica. Hoje, compra duas cestas básicas, a inflação chegou até dois dígitos, as reservas estavam vazias. Havia 40 bilhoões de dólares e o Brasil devia 60 para o FMI mesmo vendendo ativos brasileiros que representavam nossa soberania, como a Vale do Rio Doce ( apenas por 3 bilhões), que hoje tem um lucro na base de 30 bilhões. Que horror!.
Tem muito ainda para ser mostrado como era antes e como está agora!
É Aécio…. o Brasil começou mesmo em 2003.
H. C. Paes
20 de dezembro de 2013 9:22 pmEstou surpreso de a Madrasta
Estou surpreso de a Madrasta só ter sido descoberta pelo Nassif agora.
Outros textos recomendados dela:
“A LadiDianificação de Fernando Haddad” (uma hilária reportagem da Inominável São Paulo)
“Já que a ordem é fazer merda, vamos fazer bem feita? PORRA, Folha!” (sobre a famigerada manchete “o prefeito sabia de tudo)
morallis
20 de dezembro de 2013 9:25 pmQue raquetada rs…
Esse vai
Que raquetada rs…
Esse vai para o arquivo, sensacional desmanche!
Lucienne
20 de dezembro de 2013 9:37 pmMais da metade
Mais da metade dos jornalistas brasileiros não seriam aprovados no ENEM. Seus textos não têm clareza, nem coerência, nem coesão. São vômitos reacionários. Uma das principais recomendações que se faz aos alunos é que não destilem veneno em suas redações.
AlvaroTadeu
20 de dezembro de 2013 9:57 pmonde foi parar o dinheiro?
Nosso PIB está ruim. Ruim, não, péssimo! Mas por que diabos o desemprego diminui, sendo o atual o menor da média histórica e provavelmente, o menor da História do Brasil (“nunca dantes houve um desemprego tão baixo no Brasil, etc.,etc.) Se o desemprego diminui, há mais gente trabalhando. Então, a renda dos salários aumentou. Se a renda dos salários aumentou, onde foi parar essa dinheirama? O PIB não deveria aumentar muito mais? Seria improvável e até impossível que o desemprego e os salários despencassem juntos. Se um cai, o outro aumenta e vice-versa. Nas ruas, pergntando pro povo, posso dizer que na cidade de São Paulo reina o pleno emprego. Pergunto aos porteiros, balconistas e até a ambulantes se tem alguém desempregado na família. “Graças a Deus, tá todo mundo trabalhando”, é a resposta invariável. Então, posso concluir que as estatístidas do IBGE estão corretas quanto ao desemprego. Mas e o PIB? Como pode um país com desemprego maior do que o nosso apresentar crescimento maior? Não bate.
CELSO ORRICO
20 de dezembro de 2013 11:33 pmpode sim..
“Como pode um país com desemprego maior do que o nosso apresentar crescimento maior? Não bate.”
pode sim e bate..crescimento com concentração de renda, pode ser por aí Tadeu..
edward
21 de dezembro de 2013 1:05 amO CAIXA DOIS É A RESPOSTA PARA O PIB NÃO CRESCER
Para fugir aos tributos, milhares e milhares praticam o caixa dois e a informalidade domina tudo.
Assim, o PIB brasileiro é calculado na produção formalizada, aquela que está contabilizada e que paga tributos.
Os sonegadores não deixam o PIB crescer, ou melhor, o PIB real é muito maior do que aquele contabilizado.
A produção do Brasil é muito maior, mas fica embaixo do pano.
E é claro: não é o trabalhador que sonega tributo em nosso País.
Orides
20 de dezembro de 2013 9:57 pmCoro afinado
Os veículos do PIG estão fazendo o maior malabarismo para tirar o brilho do fato.
Na Globonews (finado canal de notícias) ressaltam que a quantidade de empregos criados este ano foi menor que a do ano passado.
Nem um pio sobre o nível geral de desemprego.
É como medir uma corrida de 1000 km em duas partes: a primeira de 800 km, a segunda de 200 km. E dizer que nesta segunda parte de 200 km, o corredor correu 4 vezes menos que na primeira parte.
Só falta rematarem com uma reza.
Luciano Prado
20 de dezembro de 2013 10:51 pmPote cheio não cabe mais água.
“”Na Globonews (finado canal de notícias) ressaltam que a quantidade de empregos criados este ano foi menor que a do ano passado.”
Esse é o truque do óbvio.
Quando o pode enche, não tem mais como colocar água.
Ou seja, ano que vem a quantidade da oferta de emprego vai ser menor ainda porque o pote estará quase cheio.
Aí vão noticiar como o “fim do mundo” que o Brasil não criou nenhum novo emprego. Óbvio, não haverá mais ninguém para ser empregado.
A problemática dererá ser encarada de outra forma: buscar no exterior mão de obra para preencher eventual carência interna.
Esse é o problema. Mas enquanto isso a velha imprensa vai jogando para os incautos.
drigoeira
20 de dezembro de 2013 9:59 pmGloboNews
Pior que esta notícia é escutar o economista do globonews tentando encontrar um caminho ruim para esta notícia do recorde de desemprego no país.
Tentei escutar a explicação por 1 minuto, não consegui. Deu ânsia de vômito.
Marco St.
20 de dezembro de 2013 10:30 pmEm branco.
Sem conjunções adversativas o atual jornalismo brasileiro estaria morto.
Os jornais estariam repletos de páginas em branco…
edward
20 de dezembro de 2013 10:44 pmO PIOR NÚMERO DE EMPREGOS EM DEZ ANOS
Não deu nem para acreditar!
Na base do mas, porém, contudo, todavia, e todas as demais conjunções coordenativas adversativas,
acabei de ouvir na Bandnews que:
O Brasil criou um milhão e meio de empregos em 2013, com a manchete:
O pior número de empregos criados no Brasil em dez anos.
Como fazer uma notícia boa virar ruim.
Será que somos otários?
M Gaspar
21 de dezembro de 2013 12:39 amAgora imagine,
Agora imagine, hipoteticamente, se o país tivesse em um ano (1 ) 1% de desempregados e no ano (2 )seguinte 0%(todo mundo com emprego, coisa impossível de ocorrer) e no ano 3 mantendo o índice de 0%. A notícia do ano 3 seria:”O Brasil não criou nenhum emprego do ano 2 para o 3. Fato inédito em toda a história do Brasil. A pior notícia de todos os tempos.”
Ataíde Coutinho
20 de dezembro de 2013 10:52 pmTriste muito triste !
Muito triste ligar o radio do carro e ouvir o grande Alexandre Machado ,que em outras épocas convocava os telespectadores e seus entrevistados a sair da crise ,dizer qu “esse indice não é bem assim,as pessoas pararam de procurar emprego então o indice cai mesmo”.
Alexandre Machado trabalha na cultura FM,emissora tucana paulista,portanto Alexandre ,está perdoado ,afinal o sr tambem tem o direito de voltar pra casa com o pão em baixo do braço.
Luciano Prado
20 de dezembro de 2013 11:15 pmTriste? Então veja essa.
Publicado em 20/12/2013
A DIFICULDADE DA URUBÓLOGA
PARA DAR BOAS NOTÍCIAS
http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2013/12/20/a-dificuldade-da-urubologa-para-boas-noticias/
sergio luis brito
20 de dezembro de 2013 11:04 pmA Folha já foi menos ruim,
A Folha já foi menos ruim, caminha para o descrédito.
luka
20 de dezembro de 2013 11:18 pmNunca na minha vida ví tanta
Nunca na minha vida ví tanta gente na rua e lojas tão cheias como nesse natal. Digo, de fato as pessoas estao consumindo como nunca. Nas ruas voce so vê cabeças, de tanta gente. Tá até sufocante.
Aposto que a máxima da proxima semana sera a insatisfaçao do comercio porque as vendas poderiam ter sido melhores. Absolutamente convencido que essa bos…a de imprensa é nociva ao brasil.
Aliás já esta na hora de pararmos de chamar de imprensa. É preciso um termo novo para separar joio do trigo.
João Bosco Rocha
21 de dezembro de 2013 11:11 amVelha Mídia
Ela já vem sendo chamada há algum tempo de “Velha Mídia”, com o sentido de coisa ultrapassada..
Fernando R.
20 de dezembro de 2013 11:21 pmMinha alegria, agonia deles
Lembremos que 2 + 2 são 4. O país não pode crescer mais, senão entra em crise de oferta de mão de obra – e pra mim essa é a verdadeira razão do nosso baixo crescimento. E tem mais, os juros que tanto conclamaram são justamente para arrefecer a inflação por desestímulo do consumo. Então, pra que reclamar do PIB, pig?
CELSO ORRICO
20 de dezembro de 2013 11:29 pmdo Conversa Afiada
MThereza
20 de dezembro de 2013 11:33 pmmorro de pena de quem é
morro de pena de quem é obrigado, por dever de ofício, a ler esses artigos da mídia velha. São mal escritos e “desinformantes”. A eles faltam conjuções adversativas (é isso mesmo?). A mim, faltam-me aspas.
jurgen2010
21 de dezembro de 2013 12:20 amMuito espirituosa. Ri
Muito espirituosa. Ri demais. Parabéns!
Luiz Salamon
21 de dezembro de 2013 12:22 amAnalise e texto da Blobo também.
20/12/2013 14p0 – Atualizado em 20/12/2013 18p6
Criação de vagas formais tem pior resultado até novembro em 10 anos
No mês passado, foram criados 47.486 postos formais.
É o melhor resultado para este mês em três anos, diz governo.
Alexandro Martello Do G1, em Brasília
A criação de empregos com carteira assinada somou 1,54 milhão de vagas de janeiro a novembro deste ano, o pior resultado para este período desde 2003 – quando foram abertas 1,11 milhão de vagas formais, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Trabalho.
O crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] foi menor. A criação de empregos formais é proporcional ao crescimento do PIB. Com isso, [a geração de vagas] foi acima do razoável. Não tem crise”
Manoel Dias, ministro do Trabalho
Na comparação com os onze primeiros meses do ano passado (1,77 milhão de vagas abertas), houve uma queda de 12,6%. O recorde para os onze primeiros meses de um ano foi registrado em 2010 (2,91 milhões de empregos formais abertos).
“O crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] foi menor. A criação de empregos formais é proporcional ao crescimento do PIB. Com isso, [a geração de vagas] foi acima do razoável. Não tem crise. Se você pegar todos os números do Ministério do Trabalho e todas as áreas de investimentos, com capital estrangeiro investindo no Brasil, aumento real de salários, não estamos em crise”, avaliou o ministro do Trabalho, Manoel Dias.
Os números de criação de empregos formais do acumulado de 2013, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo (até o mês de outubro). Os dados de novembro ainda são considerados sem ajuste.
Mês de novembro
Somente em novembro, a criação de empregos formais somou 47.486 vagas formais. O número representa uma alta de 3% na comparação com o mesmo mês de 2012, quando foram abertos 46.095 postos. Também é o melhor resultado para meses de novembro desde 2010 – quando foram abertas 138.247 vagas formais.
De acordo com os dados do Ministério do Trabalho, novembro foi o quarto mês seguido de alta na comparação com 2012. Entretanto, ainda ficou distante do recorde para meses de novembro – que foi registrado em 2009 (246 mil postos formais).
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Desemprego recua para 4,6% em novembro, indica IBGE
Para dezembro, o ministro Manoel Dias confirmou ainda que haverá mais demissões do que contratações no mês de dezembro – assim como acontece em todos os anos. Entretanto, ele acha que as demissões ficarão abaixo dos 496 mil trabalhadores demitidos em dezembro do ano passado. “A gente não acredita que seja tanto”, declarou ele, acrescentando que 2014 deverá ser melhor do que 2013.
Setores da economia
Segundo o Ministério do Trabalho, o setor de serviços liderou a criação de empregos formais nos onze primeiros meses deste ano, com 652.522 postos abertos (contra 773.687 no mesmo período do ano passado), ao mesmo tempo em que a indústria de transformação foi responsável pela contratação de 289.937 trabalhadores com carteira assinada no mesmo período. De janeiro a novembro do ano passado, a indústria abriu 260.753 vagas.
A construção civil, por sua vez, registrou a abertura 182.454 trabalhadores com carteira assinada de janeiro a novembro deste ano, contra 236.233 vagas no mesmo período de 2012. Já o setor agrícola gerou 73.849 empregos nos onze primeiros meses deste ano (contra 87.462 no mesmo período de 2012), enquanto o comércio abriu 296.376 vagas formais de janeiro a novembro de 2013 (contra 360.658 vagas abertas nos nove primeiros meses de 2012).
Crise financeira
A criação de empregos formais neste ano ainda está influenciada pela crise financeira internacional, que tem mostrado efeitos na Europa, ao mesmo tempo em que a China tem registrado expansão inferior aos últimos anos. Nos Estados Unidos, há sinais do início de uma aceleração da economia.
No Brasil, por sua vez, o governo adotou uma série de medidas para tentar estimular a economia nos últimos anos, com reflexos em 2013, como, por exemplo, a desoneração da folha de pagamentos, a redução do IOF para empréstimos de pessoas físicas e a desoneração da linha branca e dos automóveis – entre outros.
Entretanto, já teve de reverter algumas medidas – como a queda de juros que prevaleceu em 2012 – para combater a inflação. Neste ano, os juros já subiram em seis oportunidades, para 10% ao ano. Além disso, a retirada de estímulos ao crescimento nos EUA gerou aumento do dólar no Brasil, em relação ao patamar registrado até maio – quando estava em R$ 2. Atualmente, está acima de R$ 2,30.
Diferença entre Caged e taxa de desemprego do IBGE
Os números do Caged refletem a criação de novos empregos formais no país, que continuam crescendo em volume, apesar de em ritmo menor.
Já a taxa de desemprego oficial do país é medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e atingiu em novembro o menor nível da série histórica, que teve início em março de 2002. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas ficou em 4,6% em novembro. Em outubro de 2013, o desemprego ficou em 5,2%.
Helcio dias de sa
21 de dezembro de 2013 12:33 amO primo da virgula mas
O negao ao lado do negao(obama) dono do mundo,nos ‘festejos” do enterrro do Mandela,aquele que falsificou os sinais de libra com seus gestos insignificantes parece muito com o nosso cartel midiatico,não sera uma caricatura..
alessandroduarte
21 de dezembro de 2013 12:40 amMentira por mentira, prefiro
Mentira por mentira, prefiro ver “alienígenas do passado” e ler, que são muito mais divertidos.
dinarte22
21 de dezembro de 2013 1:21 amJornalista amigo de patrao
A pior situacao do jornalismo, é quando o jornalista passa a ser amigo do patrao. Para que este fique contente, publica o que ele quer. So que com isso, vai perder o emprego. Pois o jornal que pratica isso, vai calmamente para a lata do lixo. Quem acredita na Foia, hoje? so os idiotizados e que precisam ler essas coisas para manterem em pe suas crenças.
De resto, que tem um minimo de bom senso e procura nas noticias, informação e nao deformação, jamais vai procurar na Foia alguma coisa que preste.
E a consequencia: os jornalistas estao trabalhando contra seu proprio mercado de trabalho, ao queimarem sua materia prima: a seriedade na informacao. A credibilidade.
Demarchi
21 de dezembro de 2013 1:57 amJornalista amigo do patrão …
falando nisso … agora entendi o porquê do Boechat criticar a cada 5 minutos o IPTU do Haddad. Patético … O que não se faz prá se manter um emprego.
https://jornalggn.com.br/blog/francy-lisboa/haddad-afirma-ter-sido-ameacado-por-barao-da-midia
Evaristo Solimões
21 de dezembro de 2013 7:37 amBobeira essa discussão. Há
Bobeira essa discussão. Há anos que Willian Entregão Waack se vale disso. O Jornal da Globo sempre começa assim: “O Brasil tá bem, masssssssssssss…”
H Menon Jr.
21 de dezembro de 2013 9:32 amPara quem gosta de ficção, o
Para quem gosta de ficção, o texto mandrake da Folha foi apenas uma prévia do que será 2014…
Valney
21 de dezembro de 2013 12:31 pmVale a pena
Vale a pena ver.
http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2013/12/20/a-dificuldade-da-urubologa-para-boas-noticias/
JOHN
21 de dezembro de 2013 1:00 pmFOLHA, NÃO DÁ MAIS PARA LER
É muito triste saber que um jornal que era gerador de muitos empregos na área jornalistica, virou essa merda que é hoje.
A maioria dos chamados jornalistas, que nada mais nada menos, se trasformaram em agentes de propagação das merdas que a redação quer que seja publicada, é hoje formada por gente que não deu certo em lugar nenhum e só estão na mídia porque são pagos para desqualificar alguns grupos em detrimento de outros que pagam para que eles façam o serviço sujo.
Por isso que a Folha está a cada recrutando os mais batalhadores rolabostas existentes no mercado para ‘enriquecer’ sua redação, que a esta hora já dever estar parecendo uma latrina pública.
Nem mesmo meu cachorrinho está aceitando fazer xixi na Folha, pois ele sente o cheiro das bostas escritas e corre para outro canto.
FICO MUITO TRISTE EM VER ESSA DEGRADAÇÃO DAQUILO QUE PODERIA SER UM GRANDE E BOM JORNAL.
Jose Saguy Tenorio
21 de dezembro de 2013 1:29 pmO Fim do Mundo
“O Fim do Mundo em 2013 foi cancelado no Brasil, pois o país não tem estrutura para receber um evento desse porte”
PauloBR
21 de dezembro de 2013 2:43 pmPor que criticar a
Por que criticar a Folha?
Imagine se esse mesmo jornalista também escrevesse sobre, por exemplo, disfunção erétil? Todo mundo estaria feliz…
(Para não atrapalhar a leitura, troquei “epa!” por asteriscos.
“DISFUNÇÃO ERÉTIL DIMINUI
Pedro Soares
Do Rio
Apesar da hipertensão, dos problemas coronários e da ocorrência de neoplasias de próstata, brasileiros nonagenários podem sair às ruas e comemorar seu excelente desempenho* sexual em novembro.
Conforme estatísticas confiáveis a que a Folha teve acesso, um grupo de nonagenários pesquisados, os quais tentaram fazer sexo com outra pessoa* uma vez por dia no mês de novembro tiveram em média 30 insucessos, contra 31 no mês anterior (outubro), o que representa uma queda* de mais de três por cento.
Isto a despeito da fraca performance* da economia brasileira, da ameaça do retorno da inflação galopante e da possibilidade de o real cair* muito frente ao dólar.
Espera-se que em fevereiro de 2014, com a mudança de cenário pré-eleitoral, em que Campos e Marina deverão estar por cima* e o discurso de Aécio deverá mostrar-se mais rígido* e efetivo, o total mensal de tentativas frustradas possa baixar* ainda mais, podendo chegar a 28 – ou menos.”
driana
26 de dezembro de 2013 7:27 pmGÊNIO!
exemplo perfeito de
GÊNIO!
exemplo perfeito de estatistitica do DATABOLHA
evandro condé de lima
22 de dezembro de 2013 12:03 am1)Adoro nossa língua;
2)Nada
1)Adoro nossa língua;
2)Nada como texto bem redigido, bem humorado melhor ainda;
3)Saudades de minha adolescência e os estudos de português – com gramática, ditados, conjugaçõs verbais, redações e as famosas concordâncias verbo-nominas (com hífen?); sem contar asanálises sintáticas..
Dê
22 de dezembro de 2013 1:58 amé impressionante como esses
é impressionante como esses caras torcem contra o país…….vergonhoso….criminal.
Xandão
23 de dezembro de 2013 12:11 amBom, aí O Globo, que eu ainda
Bom, aí O Globo, que eu ainda assino porque o meu totó precisa defecar em algum lugar, me vem hoje já avisando que perdeu a batalha contra os fatos. Uma matéria diz que as vendas no comércio vão ser pelo menos 10% maiores que no ano passado e que já está havendo falta de produtos como brinquedos e eletrônicos. Ou seja, os lojistas acreditaram no fim do mundo e vão perder dinheiro. Logo, a profecia, em parte, se realiza. Tristes trópicos.
E.Jorge
23 de dezembro de 2013 1:09 amEnfim graças a FOLHA algo de útil foi produzido!
Graças a mais um texto (não dá pra dizer reportagem) horrivel da folha, UM MARAVILHOSO TEXTO foi produzido, daqueles que ha muito tempo eu não lia!
ADOREI!