4 de junho de 2026

“Só” 3 coisas funcionam em Cuba: Segurança, Educação e Saúde.

Enviado por Almeida

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https://www.youtube.com/watch?v=YTGQ38ydatg]

Acha pouco, dá para perceber que no mundo em que vive essa Maria Antonieta sem noção, não mora o brasileiro comum, que ao saber da ‘novidade’, vai cantar pro desespero do coxinha: Eu vou pra Ilha de Cuba!! 

[video:https://www.youtube.com/watch?v=w7NNLhumh6k

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40 Comentários
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  1. Ana Torres

    4 de julho de 2018 9:30 am

    Socialismo do século XXI inteligente e moderno

    O dinamarquês é o povo  mais feliz do mundo, ele tem tudo o que precisa de acordo com o „World Report Hapiness“ da ONU em 2016, 2013 e 2022.  Também fanhou no European Social Survey em 2014 e 2012. Também ganhou o 1o. lugar no estudo da OECD „Better-life-index“de 2014 e 2012. E porque?  Além de segurança, saúde e educação de 1a. classe, não só a Dinamarca mas toda a Escandinávia tem excelentes políticas públicas para todos os cidadãos   lhes proporcionando alta qualidade de vida. Lá não falta dinheiro porque todos trabalham e pagam impostos altos que são revertidos para toda a população. Eles deter minam quem vai governá-los, elegem seus governantes e quando estão insatisfeitos com eles, os banem da política. Não é proibido sair do país, pelo contrário. Eles viajam pelo mundo quando querem  porque têm esse direito universal de ir e vir e alto poder aquisitivo. Eles voltam com orazer para seu país porque lá eles são muito felizes . Esse é o socialismo do século XXI, socialismo moderno e inteligente, com o Estado de bem-estar social que proporciona ao cidadão uma vida com tudo que o faz feliz. E com todos os direitos. Uma democracia com Estado de Direito pleno.    

    1. Almeida

      4 de julho de 2018 10:57 pm

      Acorda, Maria Antonieta III. Não há lição única de socialismo.

      O que brasileiro comum mais pede é sossego, prole cuidada, seus velhos e sua velhice assistida, enfim, las tres cositas que funcionan en Cuba: Segurança, Educação e Saúde. Caiu a ficha? O brasileiro é, aos olhos da elite, um tipo simplório que não pede muito, pede aquilo que ele dá valor para o seu cotidiano, mas mesmo assim tais demandas simples lhe são sonegadas. 

      Pedir o que o povo mais pede e valoriza é o norte do socialismo. Se não há roteiro ou lição única de socialismo, existem porém lições que podemos retirar de certos experimentos e projetos de valorização humana, principalmente daqueles que mais se assemelham e aproximam das nossas condições socio-históricas.

      Não precisa ser uma nação de bases opulentas, como a Dinamarca, que estamos longe de ser. A paupérrima Cuba mostra que é possível dispor, mesmo com recursos materiais escassos, de uma sociedade Segura, Educada e Saudável. Para isto é preciso determinação e vontade política, não é com laissez-faire que se alcança.

       

      1. Pedro ABBM

        5 de julho de 2018 2:52 pm

        Então aparentemente…

        Então aparentemente o povo cubano não é como o brasileiro, pois o que mais pede não é sossego, prole cuidada, velhice assistida, a julgar pelo número dos que raparam fora de lá.

        Nenhum povo abandona seu país em tão grande número se ele oferece boas condições de segurança, saúde e educação. Na verdade, nem mesmo se oferece condições minimamente razoáveis. O número de cubanos que abandonou a ilha e continua abandonando é um sinal evidente de que essas três coisas lá não são tão boas quanto vocês acreditam.

        1. Almeida

          6 de julho de 2018 1:18 am

          Há uma lei americana especial para imigração cubana.

          Todo cubano que imigra legal ou ilegalmente para o EUA é recebido de braços abertos, recebe vários auxílios sociais e obtém automaticamente, após um ano, status de residente permanente. 

          Se fizerem uma lei dessa pra imigrante brasileiro, no mesmo dia metade do Leblon compra passagem para a gringa; metade da Baixada comprará também, mas vai esperar as passagens baixarem depois da euforia dos mauricinhos.

          PS: Mesmo assim, os números atuais da imigração cubana para o EUA são comparáveis ao de países do Caribe e América Central, como Jamaica, República Dominicana, Haiti, El Salvador…

          Fonte: https://www.dhs.gov/xlibrary/assets/statistics/yearbook/2008/ois_yb_2008.pdf

           

          1. Pedro ABBM

            6 de julho de 2018 12:55 pm

            O governo americano permite que os cubanos entrem…

            …mas o governo cubano impede que eles saiam. No Brasil acontece o oposto: o governo americano não permite que os brasileiros entrem, mas o governo brasileiro não proibe que seus cidadãos saiam. Onde está a vantagem? No fim dá no mesmo, e o que sobra é comparar números: a comunidade cubana nos EUA é de cerca de 1/6 da população da ilha. Mal comparando, seria como se toda a população de Rio e São Paulo se mudasse para os EUA. Mas apenas 2% dos brasileiros vivem no exterior.

            Sem contar que muitas vezes quem faz o papel de guarda alfandegário para os cubanos são os tubarões do Caribe.

          2. Almeida

            8 de julho de 2018 12:56 am

            Há mais portugueses espalhados no Mundo do que em Portugal.

            Há mais italianos morando no Brasil e Argentina do que na Itália; idem para espanhóis. O 1/6 da poulação da Ilha diante das imigrações européias não é nada, é pinto. A migração cubana para o EUA já era intensa nos 1950; a lei para incentivar tal imigração e usá-la para efeito de propaganda da Guerra Fria é dos 1960; mesmo assim, verifica-se que as estatísticas da imigração cubana para o EUA, com incentivo, são da mesma ordem de grandeza de outros países do Caribe e América Central, que enfrentam repressão do seu movimento imigratório.

             

      2. Ana Torres

        5 de julho de 2018 4:09 pm

        Não é só brasileiro que

        Não é só brasileiro que almeja uma vida estável para sua família, esse objetivo é perseguido pela maioria dis cidadãos  pelo mundo inteiro. Só que somente isso não chega. As pessoas precisam de liberdade e democracia, não suportam repressão, tanto de direita ncomo de esquerda. Lembra do Leste Europeu? Eles tambêm tinham seguranča, educação e saúde.  Vou pegar como amostra só a Alemanha Oriental, a República DEMOCRÁTICA Alemã porque vivo na Alenaha: a RDA tinha  educação de primeiríssima qualidade, saúde e criminalidade praticamente zero. Mas o Estado praticava o terrorismo ideólogico, onde dentro de uma família um membro podia ser um agente da Stasi.  Espionavam, torturavam, matavam.Basta olhar os arquivos disponíveis do Gauck Behörde. O aparato estatal para controlar os cidadãos era descomunal, era o órgão estatal que mais tinha funcionários, inacreditável a burrice ! Isso é saber gerir! Como a  RDA, todo o Leste euopeu apodreceu e desmoronou   como um castelo de cartas. Revolução pacìfica, sem um morto pois o Estado estava morto. O que faltou a eles?  Faltou a liberdade, democracia, o Estado de Direito, o direito de determinar por quem eles queriam ser governados, o direito de ir e vir, a possibilidade de comprar uma mera calça heans qu ou de poder saborear uma simples uma BANANA, artigo de luxo  porque o país não tinha divisas para impiortar. Os  45 anos de regime comunista sem boicote americano e com toda a assistência da URSS arrasaram o país: a Alemanha já injetou e trilhões de euros lá, há 28 anos os alemães são obrigados a pagar o „Imposto da Solidariedade“, introduzido na época da Reunificação para reconstruir o país arrasado em infra estrutura. E fora tudo isso, uma perguntinha muito simples: seria tão fácil assim copiar um modelo aplicado en uma  ilha que não chega a 12 milhões de habitantes com um paìs com 200 milhões?  E como patrulhar 8000 km de costa e 16 000 km de fronteira terrestre desse país gigantesco ? Porque com fronteiras abertas o sistema não funciona. E nem com fechadas. Acorda ilusionista! 

         

        1. Almeida

          6 de julho de 2018 12:51 am

          Yes! Nós Temos Bananas.

          Quer dizer que seu sentimento de liberdade é: “comprar uma mera calça jeans ou poder saborear uma simples BANANA”.

          Antigamente mencionavam uma Coca-Cola, agora vai banana porque a turma anda mais natureba. Você devia crescer um pouquinho, fazer uma reflexão sobre o Ser e Ter e pensar sobre o consumismo.

          Você deve estar gastando, hem? Que eu saiba fruta tropical sempre foi artigo de luxo nas Oropa, na medida que as latitudes ficam mais altas. Aqui também, durante a greve dos caminhoneiros, bananas e otras cositas viraram luxo. 

          Yes! Nós Temos Bananas. 

          [video:https://youtu.be/s_C9r5LnA6Q%5D

          Goiaba e manga também! 

          [video:https://youtu.be/H6oFbIy5x2E%5D

        2. Almeida

          6 de julho de 2018 1:21 am

          Quem é ilusionista?

          Alguém que escreve no mesmo parágrafo duas frases incogruentes como:

          “Os  45 anos de regime comunista sem boicote americano e com toda a assistência da URSS arrasaram o país”.

          “a RDA tinha  educação de primeiríssima qualidade, saúde e criminalidade praticamente zero”.

          Você tem de decidir, ou o regime arrasou o país, ou ele proporcionou aos seus cidadão serviços de bem estar social, Segurança, Educação e Saúde, “de primeiríssima qualidade”. País arrasado não apresenta padrões de bem estar social de qualidade, você que iludir quem?

          Eu não quero “copiar um modelo aplicado en uma  ilha”; disse acima que modelos de socialismo não se importam, dizer o contrário é ilusão. Acho que as lições de uma ilha com escassez de recursos, com similaridade com nossa formação socio-histórica, são muito mais próxima da nossa realidade, do que o modelo “socialismo século XXI” que você apresentou: o de um país opulento, com uma longa história de colonialismo, na África e no Caribe, onde por dois séculos atuou no comércio mais rentável da era colonial, o de carne humana negra; o ilusionismo é todo seu

          1. Ana Torres

            6 de julho de 2018 6:50 pm

            Que incongruência, meu caro ?

             No socialismo inteligente do século XXI, além  dessas três cositas  básicas, não arrasa com o país, com  a infraestrutura, pelo contrário, ela é  de primeira qualidade, ela é preponderante para a qualidade de vida.  Onde está a incongruência ? Além de proporcionar a seus cidadãos serviços de bem estar soc ial, ainda proporciona muito mais que isso, tudo que precisam para serem  felizes e o que na RDA  e no Leste europeu foram incapazes, ou seja, fronteiras abertas, liberdade, democracia, poder aquisitivo para comprar não só uma calça jeans e  uma banana como para tudo o mais que tiverem vontade.    Aí residiu e reside o erro do socialismo antiquado e retrógado do sec. XX. O sistema híbrido do social capitalismo associando serviços de bem estar social  e capital dentro de um regime democrático de Estado de direito é a resposta inteligente para o homem do sec. XXI.

            Na falta de argumentos, a solução é partir para o ataque pessoal tentando desqualificar a comentarista. Rudículo de s  ua parte. E um pequeno esclarecimento para sua informação: não fui eu que derrubei o leste europeu. Eu apenas reproduzi relatos de testemunhas .E agora para finalizar uma pergunta simples e objetiva para você responder com objetividade se puder, sem ataques pessoais: qual eé, na sua opinião, a(s) causa(s) do fracasso e derrota do regime cpmunista no leste europeu?   

          2. Almeida

            8 de julho de 2018 12:14 am

            Você me chamou aí acima de ilusionista.

            Depois vem reclamar de ataque pesssoal, de falta de argumentos. Eu critiquei seus “argumentos”, mostrei incoerências neles, como a construção de parágrafo com frases incongruentes, foi a sua incongruência que desqualificou o seu texto. 

            Não havia nenhum país “arrasado” no leste da Alemanha, pelo contrário, havia um padrão de bem estar como você mesma reconhece – “a RDA tinha  educação de primeiríssima qualidade, saúde e criminalidade praticamente zero”. A renda per capita do leste era cerca de dois terços da renda do oeste, seria hoje algo como o dobro da renda dos brasileiros. A economia do chamado “socialismo real” na Europa estava estagnada, engessada por uma burocracia de estado corrupta e despótica, nada tinha ver com o projeto socialista.

            O socialismo foi imaginado como um sistema internacional, que eclodiria a partir dos países mais desenvolvidos do capitalismo, no entanto, no século passado, desencadeou-se um processo a partir de um país atrasado e periférico do sistema, que permaneceu isolado em posição defensiva, o que levou ao fortalecimento da sua burocracia de estado, em detrimento da participação popular; esta foi uma das várias causas para a derrota do sistema, que foi muito dinâmico nos seus anos iniciais de efervecência revolucionária; são muitas as conquistas civilizatórias trazidas por essa experiência.

            O socialismo é um projeto de superação do capitalismo, é impossível alcançar o socialismo sob o reino da mercadoria, sob a mercantilização que o capitalismo provoca em toda as esferas das relações  e da vida social. 

            Sou ambientalista radical, decrescentista e partidário da simplicidade voluntária; o consumismo exacerbado produzido pelo metabolismo do Capital está encaminhando a Humanidade para uma catástrofe. No futuro, a sociedade industrial de consumo de massa será vista, como sistema que não incluiu toda Humanidade, promoveu muita exclusão e teve uma duração aproximada de dois séculos. A decadência e insustentabilidade da sociedade de consumo está mais do que evidenciada neste começo do século XXI; qualquer projeto de superar o capitalismo neste século terá de ser crítico ao consumismo, assim deve ser o socialismo do século XXI. A felicidade não é uma calça jeans e uma Coca-Cola, ou banana… triste e rasa visão de paraíso.

            PS: O mito de um país “arrasado” no leste da Alemanha é uma ideolgia bem plantada que você fisgou e repete como papagaio: https://diplomatique.org.br/a-memoria-apagada-da-alemanha-oriental/

  2. Pedro ABBM

    4 de julho de 2018 12:44 pm

    Mas apesar disto…

    Mas apesar de todas essas maravilhas, os cubanos não parecem satisfeitos, a julgar pelo número dos que saíram do país.

    Ano após ano, a mesma cantilena se repete: quem vê Cuba de longe, enxerga ali mil maravilhas; quem está lá, só quer dar o fora o quanto antes. É um sinal de que a segurança, a educação e a saúde de lá não são bem assim como se crê. Dos três, acredito que apenas a segurança corrsponde as expectativas, porque lá não há o que roubar. Por definição, só pode ser roubado quem possui alguma coisa, e em Cuba o único proprietário é o governo. Então não há assaltos nas ruas, mas em compensação, todos roubam o governo: operários desviam peças das fábricas, médicos desviam medicamentos dos hospitais, funcionários desviam ítens dos mercados estatais, e tudo vai parar no mercado negro.

    A educação em Cuba é melhor que a do Brasil. Mas já era assim em 1958, quando Fidel assumiu. Naquele ano, a educação em Cuba era a terceira do continente, atrás da Argentina e do Uruguai. Hoje, a educação em Cuba é a terceira do continente, atrás da Argentina e do Uruguai.

    O engodo maior é o da saúde. O que existe de fato é um excesso de médicos, que servem para exportação, mas os remédios que eles receitam nunca estão nas prateleiras. Cuba tem um dos maiores índices de aborto do mundo, pois qualquer gravidez com mínimo risco é abortada, a fim de manter o índice de mortalidade infantil pequeno, que chega a ser inferior ao dos EUA, graças a este truque.

     

    1. Ugo

      4 de julho de 2018 8:46 pm

      revoada do troll demente

      Pedrão cuidado com as fake news!!!!!

    2. Almeida

      4 de julho de 2018 9:04 pm

      Fontes!!?? Fontes, Faz o Favor!

      Fontes que comprovem o Mito do Fulgurante Paraíso da Fulgurosa Ditadura do Fulgencio. É um mito que a mais rasa direitalha espalha, o de que havia um país desenvolvido na Ilha, nos tempos da corrupta e safada ditadura de Batista. Se tal paraíso existiu, o país estaria hoje sob a regência de Don Fulgencio III; seria impossível, que em algum momento de seu governo, Batista fosse apeado do poder por um bando mambembe de guerrilha.

      Acorda, Maria Antonieta II, Cuba tinha péssimos serviços públicos de bem estar para sua população, por isso Fulgencio se foi. Eis um descritivo sobre a educação nos tempos de Batista:

      “Before 1959, of the Cubans over the age of 15 years, 22% were found to be illiterate and 60% of the country was found to be semi-illiterate because many rural Cubans had a third-grade education or less”.

      “In 1955, only 51 percent of Cuban children were enrolled in primary school. Ninety-nine percent of the children living in the countryside dropped out of school”.

      Fonte: Forty Years after the Revolution: A Look at Education Reform in Cuba.

      McDonald, Jane A.

      International Journal of Educational Reform, v9 n1 p44-49 Jan 2000

      1. Eduardo Outro

        4 de julho de 2018 10:47 pm

        Deu na Veja. 

        Deu na Veja. 

      2. Eduardo Outro

        4 de julho de 2018 10:52 pm

        Bolsonaro, Feliciano, Diogo

        Bolsonaro, Feliciano, Diogo Mainardi, Ricardo Amorim e a enciclopédica Veja. E tem outras fontes mais, todas muito confiáveis. 

      3. Pedro ABBM

        5 de julho de 2018 3:02 pm

        22% em 1958…

        22% de analfabetos em 1958 era uma boa cifra para a América Latina. Nessa época, o Brasil tinha quase metade de analfabetos.

        É aquilo msmo que eu escrevi. Em 1958, a educação em Cuba era atercira do continente, atrás da Argentina e do Uruguai. Hoje é a terceira do continente, atrás da Argentina e do Uruguai.

        1. Almeida

          5 de julho de 2018 10:31 pm

          Tá fugindo do assunto, eu perguntei por suas fontes.

          Cadê a fonte para esta sua afirmação: “Naquele ano, a educação em Cuba era a terceira do continente, atrás da Argentina e do Uruguai”?

          Cuba em 1958 não figurava entre as dez maiores rendas per capita da América Latina, nem era sequer o país de melhor renda na América Central e Caribe. Era pobre, um grande engenho de açúcar, com a senzala na Ilha e a casa grande no EUA; exportava açúcar, rum, charutos, salsa, bolero e merengue. Passava longe do Mito do Paraíso espalhado pela direitalha.

          Você faz aí acima é uma comparação de merda. O índice é ruim, então, vamos comparar com quem tinha índice ruim, para não ficar tão ruim assim. Manobra estatística rasa. É como comparar merda e dizer “mas esta fede menos”. Não esconde o quadro trágico encontrado e superado, por uma economia de recursos escassos, em condições políticas adversas, que chegaram a situar o país no epicentro do momento mais dramático da Guerra Fria.

          1. Pedro ABBM

            6 de julho de 2018 1:24 pm

            Fontes há muitas…

            Fontes há muitas, difícil é achar uma neutra. Esta me pareceu bem poderada:

            http://www.pbs.org/wgbh/americanexperience/features/comandante-pre-castro-cuba/

          2. Almeida

            8 de julho de 2018 12:33 am

            “Ótima” qualidade de suas fontes, não?

            Eu lhe mostro um texto acadêmico revisto por pares e você vem com texto de internete, de um centro de produção ideológica.  A comparação que fazem é a mesma manobra de estatística sua, comparam Cuba com outros países miseráveis da região, para dizer que não estava tão mal assim; estava todos na merda. Cuba universalizou a educação e a saúde para seus cidadãos, de forma que nenhum outro país latinoamericano conseguiu. Já lhe falei, Cuba não figurava sequer entre as dez maiores rendas per capita da América Latina, é um mito apresentá-la como um paraíso sob Batista; se fosse ele não cairia por causa de um bando guerrilheiro mal ajambrado.

  3. anarquista sério

    4 de julho de 2018 9:01 pm

    Vc gosta mesmo de Cuba ,é

    Vc gosta mesmo de Cuba ,é ?

    De que adianta saúde, educação e segurança se não há democracia ?

    Vamos supor que a democracia não seja importante pra vc. Ou prender opositores como se faz na Venezuela também.

    Não é justo postar insinuando que Cuba e Venezuela são melhores que o Brasil.

    Então, se vc insistir nisso, só me resta dizer:

    Por que vc não vai morar lá ? Ou na Coréia do Norte.

    Liberdade, meu companheiro, dá de 100x 0 nesses quesitos todos de Cuba.

    1. Jus Ad Rem

      4 de julho de 2018 9:31 pm

      “De que adianta saúde,

      “De que adianta saúde, educação e segurança se não há democracia ?”

       

      hahahah… grande inversão de valores!  A pergunta que deve-se fazer é: de que serve a democracia sem segurança, saúde e educação?

      Se não for para isso, meu caro “sério”, a “democracia” só serve para manter corruptos no poder e bilionários mandando neles. Raciocine um pouquinho.

       

      “Não é justo postar insinuando que Cuba e Venezuela são melhores que o Brasil.

      Então, se vc insistir nisso, só me resta dizer:

      Por que vc não vai morar lá ? Ou na Coréia do Norte.”

       

      Bem, se fosse simples assim eu te perguntaria: por que você não vai morar na Holanda ou na Dinamarca?

      É justo dizer que Holanda e Dinamarca “são melhores” que o Brasil?

       

      1. Jus Ad Rem

        6 de julho de 2018 3:47 am

        #

        Não vai responder essa aqui, Sr. “sério” ?

    2. Não é o Bobbio

      4 de julho de 2018 9:55 pm

      Gostaria de saber que

      Gostaria de saber que liberdade de palavra é essa que é limitada na fonte e existem mil variações em torno da ocultação da verdade.

      Democracia? 

    3. Eduardo Outro

      4 de julho de 2018 10:43 pm

      Você não gosta mesmo de Cuba,

      Você não gosta mesmo de Cuba, é ? 

      De que adianta democracia se não temos saúde, educação e segurança ? 

      Vamos supor que a democracia seja importante para você. Ou não prender opositores, como não se faz na Venezuela também. 

      Não é justo postar que Cuba e Venezuela são piores que o Brasil. 

      Então, se você insistir nisso, só me resta dizer: 

      Por que você não vai…verificar “in loco” ? Talvez volte menos anarquista e mais sério.

  4. Jus Ad Rem

    4 de julho de 2018 9:11 pm

    #

    Se esse babaca acha pouco um país como Cuba, que é boicotado internacionalmente há aproximadamente 60 anos, ter como exemplo de bom funcionamento a Educação, a Saúde e a Segurança, ele deve ter chegado ontem de Marte.

    Certamente não conhece o Brasil e nem a imensa maioria dos países deste planeta.

    1. anarquista sério

      5 de julho de 2018 11:52 am

      Viu como a liberdade é

      Viu como a liberdade é fundamental?

      Chame alguém de ”babaca” em Cuba pra uma pessoa que apoia o governo.

      Trocentos anos de cadeia com ou sem julgamento. Tanto faz porque é mesma coisa.

       Vc mesmo destruiu seu própio argumento.

      1. Roberto Monteiro

        5 de julho de 2018 12:55 pm

        Isso que tu afirmas, é presunção,

        achismo, convicção ou desejo? Não conheço como se pratica a justiça em Cuba, não posso opinar, mas posso pesquisar. O google tá aí pra isso.

        Uma contribuição para pensarmos:

        Conheça como funciona o sistema judicial em Cuba

        Por Vladimir Passos de Freitas

        Em Cuba, a função judicial está prevista no Capítulo X da Constituição da República. Ressalte-se que não existe Poder Judiciário nos moldes da tripartição de poderes prevista por Montesquieu, adotada pelo Brasil e pela maioria dos países do mundo ocidental. Nesta linha, o artigo 120 da Constituição, expressamente, fala em “função de distribuir justiça”.

        Exatamente por não existir um Poder Judiciário, os tribunais, nos termos do artigo 121 da Carta Magna, são subordinados hierarquicamente à Assembléia Nacional do Poder Popular e ao Conselho de Estado. Portanto, não possuem autonomia administrativa e financeira.

        O órgão máximo da função judicial é o Tribunal Supremo Popular, com sede na capital e jurisdição em todo o país. O TSP possui um Conselho de Governo, assemelhado aos Conselhos da Magistratura ou de Administração existentes em nossos tribunais, tendo este órgão atribuições de propor leis, emitir instruções de cumprimento obrigatório aos demais tribunais e de estabelecer uma prática judicial uniforme na interpretação e aplicação da lei.

        A composição e atribuições do Conselho de Governo estão previstas na Lei dos Tribunais Populares, de número 82, publicada na Gaceta Oficial de 14 de julho de 1997.  Segundo o artigo 18-1, o Conselho de Governo é composto pelo presidente do TSP, pelos vice-presidentes e pelos presidentes de salas (equivalentes às nossas turmas ou câmaras). O ministro da Justiça e o procurador-geral da República podem participar de suas sessões, com direito a voz,  sem voto.

        Abaixo do TSP estão os Tribunais Provinciais Populares, que equivalem aos nossos Tribunais de Justiça. Cuba é um estado unitário, dividido em províncias. Em cada província existe pelo menos um TPP, cuja sede será em local definido pelo Conselho de Governo do TSP. Os TPPs também têm o seu Conselho de Governo, com estrutura assemelhada à do TSP.

        A primeira instância é exercida pelos Tribunais Municipais Populares, que exercem sua jurisdição no território correspondente ao município em que se encontrem. Os TMPs têm sua sede e jurisdição definida pelo Conselho de Governo do TSP. Eles dividem-se em salas e estas podem ser desmembradas em seções especializadas em determinadas matérias. Os TMPs  não possuem Conselhos de Governo. Existem, ainda, Tribunais Militares, com regras próprias.

        O TSP, através dos juízes pertencentes ao seu Conselho de Governo, mantém contato direto e permanente com os juízes das instâncias inferiores, a fim de discutir seus problemas e procurar aperfeiçoar a Justiça. A cada dois anos, todos os juízes de Cuba reúnem-se em um congresso nacional.

        As decisões dos tribunais cubanos são de cumprimento obrigatório por todos. A jurisdição e competência dos tribunais não estão previstas na Constituição, mas sim na lei. O artigo 124 da Constituição estabelece que todos os tribunais funcionarão de forma colegiada. É dizer, não existe em Cuba, em qualquer instância, sentença dada por um juiz. Todas são proferidas por um órgão colegiado, que pode ser de três ou de cinco juízes.

        A Justiça é gratuita para todos. A presunção de inocência persiste até que haja uma sentença condenatória contra o acusado, portanto, de primeira instância (Lei 82/97, artigo 2-2, “c”). Há obrigação expressa de que os tribunais vigiem o cumprimento da sentença junto aos órgãos que intervieram no processo (Lei 82/97, artigo 7, “f”), de modo que a execução seja efetiva.

        Em Cuba, todos os magistrados, da primeira à última instância, chamam-se juízes. Não há ministros ou desembargadores. Os juízes dividem-se em profissionais, ou seja, de carreira, e leigos. Os juízes profissionais são vitalícios e os leigos têm um mandato de cinco anos, que pode ser renovado.

        O ingresso na magistratura de carreira dá-se por eleição do Poder Legislativo. Os juízes do Tribunal Superior Popular (TSP) são escolhidos pela Assembleia Nacional do Poder Popular, após proposta do presidente do Conselho de  Estado. Os juízes dos Tribunais Provinciais Populares (TPP), pelas Assembleias Provinciais, mediante proposta do presidente do TSP. Os juízes dos Tribunais Municipais Populares (TMP), pela Assembleia Municipal, mediante proposta do presidente do TSP. Os juízes profissionais podem ser promovidos através de concurso de provas e títulos realizado pelo Conselho de Governo do TSP.

        O ingresso como juiz leigo ocorre por eleição das respectivas assembleias, nacional, provincial ou municipal, através de apresentação feita pelas Comissões de Seleção de Candidatos, que é composta por diversas entidades, como a Central de Trabalhadores, o Comitê de Defesa da Revolução,  a Federação das Mulheres Cubanas e outras.

        A idade mínima para ser juiz em Cuba é de 30 anos para o TSP, 25 para os TPPs e 21 para os TMPs. Exige-se também prática comprovada. Para ser juiz do TSP é preciso ter 10 anos como docente ou jurista. Para os TPPs, cinco anos e para o TMPs, dois anos. Não há idade máxima para um juiz deixar o cargo. Um juiz do Tribunal Superior Popular recebe em torno de 30 euros mensais. Nenhum juiz, nem mesmo do TSP, tem qualquer tipo de assessoria para decidir.

        As salas possuem de três a cinco juízes e são compostas por juízes profissionais e leigos, mas a presidência é sempre de um juiz de carreira. No TSP e nos TPPs os juízes profissionais são maioria. Na primeira instância (TPPs), ao inverso, em cada sala há dois juízes leigos para um profissional. As instalações do Poder Judiciário são simples, mas os juízes, de todas as instâncias, utilizam togas negras nos julgamentos.

        O artigo 122 da Constituição assegura aos juízes independência e obediência somente à lei. Todavia, tem-se que na interpretação da lei devem ter em conta a finalidade social. Nas palavras do professor Juan Vega Vega, “Os juízes só devem obediência à lei, mas também, da mesma forma, à Constituição, que é a Lei Fundamental e o artigo 123 do texto constitucional estabelece quais haverão de ser os objetivos principais da atividade dos tribunais. Cada vez que seus eleitores examinam o trabalho realizado pelos juízes, levam em conta não só que tenham obedecido a lei, mas também se sua atividade se dirigiu à consecução desses objetivos, isto é, se a justiça que distribuíram, além de ser individual, foi social. Recorde-se que em Cuba os eleitores são os juízes dos juízes” (Cuba, su historia constitucional. Comentários a La Constituición Cubana reformada em 1992. Ed. Endymion, 1998, p. 340. Tradução livre).

        Conhecer outros sistemas judiciais, independentemente do regime político dos países de origem, assegura uma visão mais ampla da atividade judicial. Este, em síntese, é o sistema judicial cubano.

         

        1. Pedro ABBM

          5 de julho de 2018 5:17 pm

          Ou seja…

          Ou seja, os tribunais estão subordinados á Assembléia nacional do Poder Popular. Que por sua vez está subordinada ao Grande Líder.

          donde,

          Os tribunais estão subordinados ao Grande Líder.

          Entendi!

    2. Pedro ABBM

      5 de julho de 2018 2:57 pm

      Pois é…

      Em Cuba não há mendigos. Mas em Cuba, a classe média pede esmolas.

  5. MarFig

    4 de julho de 2018 10:14 pm

    Aqui no Brasil tem 3 coisas

    Aqui no Brasil tem 3 coisas que funcionam sempre: Aumento do preço dos combustíveis, manifestoches assistindo rede globo e paneleiro morto vivo dando pitaco em posts sobre Cuba e Venezuela.

  6. Collingwood

    4 de julho de 2018 11:00 pm

    Inacreditável a cara de pau

    Inacreditável a cara de pau desse sujeito! É uma pena que em Cuba alguns privilegiados não possam andar de SUV e ir pra MIAMI

    1. Pedro ABBM

      5 de julho de 2018 2:56 pm

      Eles vão para Miami, sim

      Eles vão para Miami, sim. Mas não de SUV. Vão de balsa, driblando os tubarões.

      É muita vontade de escapar da segurança, saúde e educação cubana!

  7. Jus Ad Rem

    5 de julho de 2018 12:49 am

    #

    Não consigo entender qual é o ideal de vida para essa gente.

    Tinha que ser na porca e golpista globo news.

     

  8. Albasgodel

    5 de julho de 2018 1:56 pm

    Cuba está melhor que o Brasil.

    O imbecil do vídeo faz parte da matilha viralatas do “manhattan connection”, um dos inúmeros programas inúteis da globo, puro lixo, que ninguém assiste. Na cabeça vazia do babaca, saúde, educação e segurança, não são prioridades básicas.

  9. Pedro ABBM

    5 de julho de 2018 2:53 pm

    Só falta…

    Se é assim, então só falta convencer os cubanos disso. Talvez assim eles parem de pular fora da ilha.

  10. jVicente

    5 de julho de 2018 3:20 pm

    Viu como a liberdade é fundamental?

    Viu como a liberdade é fundamental?

    Chame alguém de ”babaca” em Cuba pra uma pessoa que apoia o governo.

    Trocentos anos de cadeia com ou sem julgamento. Tanto faz porque é mesma coisa.

     Vc mesmo destruiu seu própio argumento.

     

    Liberdade para chamar/agredir alguém de Babaca??????

  11. AMORAIZA

    6 de julho de 2018 1:54 am

    De volta pra Cuba

    (Marcelo Rubens Paiva)

    Volta pra Cuba!

     

     

     

    Segundo o governo cubano, em torno de 13 mil exilados pediram repatriação em 2017. E número não para de crescer.

    A maioria vive nos EUA e tem mais de 50 anos de idade.

    O sistema de saúde do regime comunista cubano tem atraído exilados. E mais. O governo inventiva a volta. Não o de Trump, mas o de Castro

    O incentivo ao retorno é um dos projetos da nova reforma de imigração proposta por Rául Castro em 2013 e resultado do afrouxamento da relação entre os dois países, promovida por Obama.

    Alguns querem se aposentar em dólares na Ilha. Outros, precisam do sistema de saúde pública gratuita. E tem até aqueles que retornam ao ativismo político, com o afrouxamento da dureza do regime castrista.

    Cubanos que retornam também podem levar produtos livres de importação. O que os leva a experimentar o ofício de sacoleiro e oferecer remédios e produtos que faltam aos cubanos e parentes.

    Cubanos que queiram voltar devem procurar os consulados e pedir a repatriação.

    Histórias saíram no inquestionável jornal Miami Herald, em paz com a comunidade de exilados cubanos da Flórida.

    Que têm voltado a Cuba, depois de experimentarem o exílio no “mundo livre”.

    Personagens revelam solidão, doenças terminais e falta de apoio a cubanos idosos que moram nos EUA. Ou apenas é a chance de realizar um bom negócio.

    Rene foi para Miami como refugiado político em 2004. Aos 78 anos, a solidão bateu. Nascido em Guantánamo, perdeu a mulher. Viveu com a filha e neto. Em julho pediu permissão ao governo cubano para voltar.

    Apesar da cidadania americana conquistada, quer morar com seus quatro irmãos, sobrinhos e netos na Ilha.

    Não demostra arrependimento de ter se exilado. Porém disse que em Cuba é diferente. “Você anda ao redor, fala com as pessoas. Nos Estados Unidos você pode passar meses sem ver seus vizinhos”.

    Iliana Hernandez é ativista do movimento Somos+. Voltou da Espanha em 2016 com a vantagem de, diferentemente dos cubanos não exilados, poder viajar para fora.

    Outros lembram que, enquanto o passaporte americano custa 400 dólares, o cubano custa cem.

    Nem todos podem voltar.

    Ofelia Acevedo, que mora em Miami, viúva do ativista Oswaldo Payá, teve o visto proibido.

    Payá que tentou reformar a constituição cubana, fundou um partido católico e o Internacional Democrata de Centro, na ilha, morreu de forma suspeita num acidente de caro em 2012.

    Veja relato dos que querem ou voltaram: http://www.miamiherald.com/news/local/community/miami-dade/article204732234.html

     

       

     

    1. Pedro ABBM

      6 de julho de 2018 12:48 pm

      Tendo dólares no bolso…

      Tendo dólares no bolso, dá até para viver como um rei em Cuba.

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