Marieta tá entalada com cajá, por Luciano Hortencio

O bom amigo Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez), prontamente atendeu ao meu pedido e aqui está a Marieta engasgada com cajá para rememorarmos.

Meu amigo de infância, Clayrton Weyne, quando me pega ao telefone não quer mais me largar. As reminiscências correm soltas, cada um lembrando de mais coisas e interrompendo o outro. São gaitadas e mais gaitadas. Às vezes passamos quase uma hora conversando ao telefone.

Dias atrás, eu tendo que fazer uma coisa urgente, queria desligar o telefone e o Dr. Clayrton não desligava de modo algum. Pedia pra esperar um pouco que ia contar só mais uma coisinha.

Como precisava realmente desligar, dei o ultimatum: VOU DESLIGAR AGORA. E ele: TÁ, TÁ, TÁ…

E ambos pronunciamos ao mesmo tempo: MARIETA TÁ ENTALADA COM CAJÁ!

Ai deu ruim. Não podia desligar mais porque lembramos da música e só sabíamos dessa parte da letra e que era música tipicamente nordestina.

Desligamos e eu caí imediatamente em campo. Coloquei na internet esse pedacinho de letra e encontrei uma nota em que se dizia que Ceceu, mulher de Antonio Barros, gostava muito de cantar essa música, antes mesmo de saber que era composição de Antônio Barros.

Daí as coisas foram clareando e fui diretamente ao Arquivo Nirez, onde achei a Marieta na interpretação de Marinês e sua Gente. O bom amigo Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez), prontamente atendeu ao meu pedido e aqui está a Marieta engasgada com cajá para rememorarmos.

Coisas que o tempo levou.

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