O alô de Carlos Walter,e o cheirinho de música no ar

De Carlos Walter

Estimado Luís Nassif, bom dia!

Muito obrigado pelos generosos textos alusivos à minha participação musical no festejado sarau de BH. Sou admirador da família Nassif (convivo com os queridos Oscar e Eda há 7 anos) e fã da sua trajetória jornalística e literomusical.

Leio suas publicações há anos. Os textos sobre o Lalão, o Waltel Branco, o Garoto (verdadeiro Waldir e Jacob) etc povoam minha cabeceira digital. O “Entre música de câmara e batuques” publicado numa edição comemorativa da Guitar Player de 1997 resume com precisão a história do violão brasileiro. Aprendi muito e me emocionei ao ler “A casa da minha infância” em 2008. A crônica “Um músico extraordinário” subsidiou um ensaio que redigi sobre o Waltel Branco a pedido do Ulisses Rocha. Registrei seu pioneiro resgate acerca da obra do maestro na vigésima quarta nota de fim e na quinta página: “Luís Nassif – difusor midiático de refinadas vanguardas musicais (redivivas e em extinção), o transdisciplinar bandolinista radiografou em livro e blog o itinerário multicultural de Waltel”

http://www.mediafire.com/view/?j2cg00mpnab5zu2]

Hoje ao apreciar o vídeo da bela valsa Oscar e Tereza, revisitei os textos “O olhar de meu pai” e “Dona Tereza”. A propósito, os traços do seu primo Oscar se assemelham aos do retrato de seu pai na capa do livro. Depois reli aquela crônica sobre os Maristas. Conheci o Irmão Gonçalves Xavier (com quem você travou a 1ª batalha jornalística) durante a fundação da associação de ex-alunos do Colégio Marista Diocesano de Uberaba. Tinha 17 anos quando o meu pai Alvaro chegou em casa com o seu CD. Mal sabia que nove anos depois conheceria um dos personagens do testimonial da ficha técnica: o primo Oscarzinho!

http://www.alvarowalter.com.br/2012/11/alvaro-walter-no-programa-sr.html]

Aquele seu post no ano passado sobre a canção Dúvida de Luiz Gonzaga e Domingos Ramos foi arrebatador. Afinal, fui aluno do Sérgio Ramos (filho do Sr. Domingos e irmão do Toninho Ramos, com quem já toquei). Já a música do Luiz Salinas me chegou através daquele CD premiado do violonista Tomatito com o pianista Michel Camilo. Dele gravaram “Para Troilo y Salgán”. Depois disso, o hermano entrou na lista dos favoritos. Como lhe disse, ele canta e também toca guitarra elétrica.

Confira

http://www.youtube.com/watch?v=ugo1cCCk_KA&list=PLE03CB1656D233E23]

Há então no meu imaginário uma teia de reminiscências que maximizam cada palavra escrita por você. Portanto, a sua impressão positiva sobre o meu estilo musical aumenta a minha responsabilidade e o meu comprometimento com a boa música.

Em maio e/ou junho próximo tocarei em São Paulo no lançamento do cd e do álbum digital de partituras do Projeto Novas #2, organizado pela violonista Elodie Bouny com o auxílio luxuoso do Sérgio Assad, Fábio Zanon e Marco Pereira.

A iniciativa corresponde ao resultado de um concurso de composições para violão-solo fomentado pelo Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo

[video:http://www.mecenaria.com.br/ver_nota.asp?id=26

Duas composições minhas foram selecionadas: Acrobata (inspirada nas batidas de coração e nas acrobacias intrauterinas do meu filho Pedro) e Sui Generis (composta no 3º mês de gestação da esposa Rosana e inspirada numa improvisação sui generis do Juarez Moreira e na leitura do “O violão ibérico” do Carlos Galilea). Na época o convidarei. Sua presença abrilhantará a ocasião!

Grande abraço, Carlos Walter.

[video:https://www.youtube.com/watch?v=ubZt2UvbIgw

[video:https://www.youtube.com/watch?v=ugo1cCCk_KA

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