Gol reduz prejuízo em 95% em 2013 e tem maior ebitda da história

Jornal GGN – A Gol sofreu novo prejuízo de R$ 19,3 milhões entre outubro e dezembro de 2013, frente aos R$ 447 milhões um ano antes. A receita líquida somou R$ 2,728 bilhões, uma alta de 28,7% na comparação anual, influenciada pelo crescimento do yield e pelo aumento na taxa de ocupação.

O Ebitda somou R$ 1,5 bilhão, o maior da história da companhia, de acordo com os dados do balanço divulgados nesta terça-feira (25) .

No entanto, a empresa aérea conseguiu reduzir as perdas em 95,7% no quarto trimestre do ano passado sobre igual período de 2012. As informações são da própria companhia, e foram publicadas pela área de relações institucionais na noite desta terça.
 
Mesmo com os números negativos, o resultado indica uma recuperação progressiva da Gol, que já no terceiro trimestre havia registrado um recuo nas perdas em cerca de 35%. Além disso, a empresa também conseguiu encerrar o ano com margem Ebit de 3%, no teto de sua meta.
 
Para este ano, a margem operacional projetada é de 3 a 6%, com crescimento de até 10% no custo, excluindo a conta de combustível. Outra previsão da própria companhia é a de queda de entre 1 e 3% na oferta de assentos no mercado doméstico, apesar da realização da Copa do Mundo de futebol no Brasil, e crescimento de até 8% no mercado internacional.
 
A Gol traçou um plano de corte de custos e aumento no preços de suas passagens que tem impulsionado seus resultados. A redução do quadro de funcionários também afetou a empresa no ano passado.
 
O lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e leasing de aeronaves (Ebitdar) somou 552 milhões de reais no período, ante número negativo em R$ 43,7 milhões no quarto trimestre de 2012.
 
Também em 2013, a Gol registrou prejuízo de R$ 724,6 milhões, redução de mais de 50% ante 2012. Embora tenha registrado recuo de 3,5% nos custos e despesas operacionais em 2013, no trimestre houve alta de 3,6%, comparando com o quarto trimestre de 2012.
 
Considerando apenas os gastos com combustível de aviação, que tem pressionado os resultados da empresa, houve recuo de 3,5 por cento no acumulado de 2013.
 
A posição da caixa da empresa terminou 2013 em nível recorde de R$ 3 bilhões, ou 34% da receita líquida do ano passado. Enquanto isso, a dívida líquida caiu quase 30%, para R$ 2,54 bilhões.
 

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