Jornal GGN – Cinco dias após a morte do músico Evaldo dos Santos Pereira, em Guadalupe, no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro decidiu romper o silêncio saindo em defesa da atuação do Exército. Segundo ele, o Exército “não matou ninguém” e os 80 tiros disparados contra Evaldo, que transportava a família para um chá de bebê, foi um “incidente” que está sendo apurado para se saber o que ocorreu “com clareza”.
“O Exército não matou ninguém, não. O Exército é do povo e não pode acusar o povo de ser assassino, não. Houve um incidente, uma morte. Lamentamos a morte do cidadão trabalhador, honesto, e está sendo apurada a responsabilidade. No Exército sempre existe um responsável, não existe essa de jogar para debaixo do tapete. Vai aparecer o responsável — afirmou Bolsonaro nesta sexta (12).
“Uma perícia já foi pedida para ter a certeza do que aconteceu naquele momento e o Exército, na pessoa de seu comandante, o ministro da Defesa, vai se pronunciar sobre esse assunto e se for o caso a gente se pronuncia também. Com os dados na mão, com os números na mão, nós vamos assumir a nossa responsabilidade e mostrar realmente o que aconteceu para a população brasileira”, acrescentou.
O ministro da Justiça Sergio Moro também se manifestou sobre o caso, mas antes de Bolsonaro. O ex-juiz da Lava Jato também declarou o assassinato como um incidente que “acontece” e afirmou que os responsáveis deverão ser punidos.
Wallace Dutra
12 de abril de 2019 5:24 pmBem vindo a ditadura.
Agora ele não pode chamar Maduro de ditador, pois o exército dele mata trabalhador.
A diferença é que ninguém até hoje mostrou um vídeo mostrando o exército venezuelano matando opositores, bem diferente do exército de Bolsonaro que fuliza trabalhador pai de família como se estivesse em um reality show
peregrino
12 de abril de 2019 5:26 pmMais uma prova de que não cabe nada datado na cabeça deles, com começo e fim…
no lugar da responsabilidade, bem que poderiam procurar a motivação
é por isso e aquilo que sigo acreditando que eles migraram das celas de tortura para as execuções sumárias à vista de todos
AMORAIZA
12 de abril de 2019 6:17 pmBolsonaro tem razão.
O exército não matou ninguém.
Vivemos tempos de ódio extremo e o cidadão, revoltado com a família, suicidou-se com 80 tiros na frente de risonhos militares armados.
Na verdade, foram 80 disparos acidentais, embora ele não estivesse armado, mas o fato de ele ter saido às ruas portando a sua perigosa coloração já denunciava o seu anseio de morte. Foi suicídio.
Anônimo
13 de abril de 2019 1:22 pmMas tudo foi feito sob pressão e forte emoção!!!
Alguém ouviu alguma palavra do nosso Ministro?
Carlos Elisio
12 de abril de 2019 6:22 pmUm imbecil, só isso!
Rafael, BHte
12 de abril de 2019 10:53 pmo exercito nunca foi povo. É pau mandado de ricos desde a Guerra do Paraguai (nates era do imperador) e segue doutrina americana. Foi das primieras coisas q privatizaram. E faz todo o sentido, quem domina as armas é o dono da bola, escala os times e define quando vai haver jogo
Arthemisia
13 de abril de 2019 3:55 amUma facada não matou ninguém. O exército matou e mata muita gente.
Zé Silva
13 de abril de 2019 7:45 amEsse sujeito chama de NINGUÉM um pai de família. É muita dezfarsatez! Mas espero que um dia essa família que está no poder seja alcançada pela verdadeira JUSTIÇA!!!
Anônimo
13 de abril de 2019 1:20 pmSerá que a Teoria de Domínio do Fato vai ser usada neste caso?