4 de junho de 2026

A entrevista de Lobão no Roda Viva

Sugerido por Assis Ribeiro

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Do Brasil 247

Lobão agride Dilma no Roda Viva: “inapta” e “estúpida”

Colunista de Veja, o cantor Lobão foi o entrevistado no Roda Viva na noite de ontem, em sua nova fase, sob o comando de Augusto Nunes; no programa, não faltaram agressões à presidente Dilma Rousseff; “Dilma é completamente inapta, não sabe falar, não sabe fazer nada. É de uma estupidez galopante”, disse o músico; “nem tomar sorvete na testa ela vai conseguir, porque não vai conseguir mirar a própria testa”, continuou, antes de se definir como “ex-petista”; ele afirmou ainda que a “Revolução de 64” safou o Brasil de “algo bem pior”, referindo-se à chamada “ameaça comunista”; ídolo do rock nos anos 80, Lobão hoje joga no time neocon
 
O programa Roda Viva, hoje sob o comando de Augusto Nunes, colunista de Veja e militante político, já viveu dias melhores. Na noite de ontem, o entrevistado do programa, pago pelo governo de São Paulo, foi o cantor Lobão, também colunista de Veja e autor do livro “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”.

 
Na atração, conduzida pelo jornalista que classifica a presidente Dilma como “neurônio solitário”, não faltaram agressões. “Dilma é completamente inapta, não sabe falar, não sabe fazer nada. É de uma estupidez galopante”, disse Lobão, que se classificou como um “ex-petista”. Lobão disse ainda que Dilma seria incapaz de tomar sorvete na testa, “porque não vai conseguir nem mirar a própria testa”.
 
Lobão também aproveitou o espaço para defender o golpe militar de 64. “Pelo que vejo das ditaduras comunistas, de Cuba, da ex-URSS, Venezuela, tudo indica que a gente se safou de algo muito pior.” Ele afirmou ainda que o ex-presidente João Goulart fugiu – e não foi deposto. “Por que ele não ficou?”, perguntou.
 
Na mesma entrevista, ele voltou a atacar aqueles que define como “rebeldes chapa branca”. Seriam eles Pablo Capilé, do coletivo Fora do Eixo, e Mano Brown, dos Racionais MC´s. Lobão afirmou ainda que uma das maiores bobagens de sua vida foi ter apoiado Lula em 1989.

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  1. Roberto M Almeida

    4 de dezembro de 2013 10:12 am

    Nulidade

    Lobão dando entrevista ao Augusto Nunes no roda vida da atual tv cultura é uma não notícia. Alquém, em um esforço concentrado poderia enumerar algo que estas duas nulidades poderiam acrescentar a um debate  minimamente sério?

    Vai lá… um papo descontraido de buteco.

  2. fabricio coyote

    4 de dezembro de 2013 10:13 am

    Blue’s ray da piedade

    Agora eu vou cantar pros miseráveis
    Que vagam pelo mundo derrotados
    Pra essas sementes mal plantadas
    Que já nascem com cara de abortadas

    Pras pessoas de alma bem pequena
    Remoendo pequenos problemas
    Querendo sempre aquilo que não têm

    Pra quem vê a luz
    Mas não ilumina suas minicertezas
    Vive contando dinheiro
    E não muda quando é lua cheia

    Pra quem não sabe amar
    Fica esperando
    Alguém que caiba no seu sonho
    Como varizes que vão aumentando
    Como insetos em volta da lâmpada

    Vamos pedir piedade
    Senhor, piedade
    Pra essa gente careta e covarde
    Vamos pedir piedade
    Senhor, piedade
    Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

    Quero cantar só para as pessoas fracas
    Que tão no mundo e perderam a viagem
    Quero cantar o blues
    Com o pastor e o bumbo na praça

    Vamos pedir piedade
    Pois há um incêndio sob a chuva rala
    Somos iguais em desgraça
    Vamos cantar o blues da piedade

    Vamos pedir piedade
    Senhor, piedade
    Pra essa gente careta e covarde
    Vamos pedir piedade
    Senhor, piedade
    Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

  3. Domenico Amaral

    4 de dezembro de 2013 10:25 am

    Roda Viva?

    A audiência do programa , hoje instrumento para atacar desafetos políticos do AN, é pouco mais de um traço e se limita a São Paulo. Não fosse a veja e alguns blogues repercutirem o restante do Brasil nem saberia da existência do  programa e dos seus ” ilustres” convidados.

  4. Marco Santo

    4 de dezembro de 2013 10:27 am

    A estupidez “galopante” de um

    A estupidez “galopante” de um quadrupedes, é de enorme inutilidade do entrevistado. Seu entrevistador idem. Uma sugestão, ao primeiro, uma LOBOTOMIA lhe fará muito bem.

    1. Plínioloy

      4 de dezembro de 2013 11:18 am

        Acredito que esta lobotômia

        Acredito que esta lobotômia já fora feita, quando o delinquente estivera preso por consumo de drogas, ocasião tal que o levou a amasiar-se com os companheiros de quarto, e hoje vendo este indivíduo defender tal periôdo noto que o mesmo morra de saldades e queira a qualquer modo a volta do “DITO COM A SUA DURA”, é o amooooooooor !

       

  5. Fabio (o outro)

    4 de dezembro de 2013 10:29 am

    Gostaria de saber o que há

    Gostaria de saber o que há por trás desse resgate de Lobão , colocado sob os holofotes da mídia para atacar o governo.

    Se aproximou de Olavo de Carvalho , adotou o discurso do golpe pelo Foro de São Paulo, virou colunista de VEJA.

    Seria por quê está extremamente difícil para a VEJA e a GLOBO recrutarem pessoas para fazer esse papel? Os que se habilitam são figuras decadentes como LOBÃO .

    1. Helio J. Rocha-Pinto

      4 de dezembro de 2013 2:07 pm

      jovens

      Pode ser uma tentativa de encontrar figuras que possam ser referenciais para jovens. No caso do Lobão, o papel como roqueiro da geração dos pais dos atuais jovens.

      1. P Pereira

        4 de dezembro de 2013 4:57 pm

        roberto freire tá nessa

        23PPS #REDE23

        ‏@23pps:

        O fato é que entre os melhores e + independentes analistas do (des)governo do PT estão @lobaoeletrico @Roxmo @DaniloGentili @augustosnunes

        https://twitter.com/23pps/status/407676404558729216

    2. Lucinei

      4 de dezembro de 2013 4:40 pm

      Ele cometia esses

      Ele cometia esse destampatório pra a rapaziada na MTV, se não me engano. O canal deixou de pertencer ao grupo Abril. A ida pra Veja não chegou a ser uma grande mudança

  6. Marco St.

    4 de dezembro de 2013 10:56 am

    O braço televisivo da Veja e

    O braço televisivo da Veja e dos tucanos está com dificuldades para pagar o 13o. salário de seus funcionários. Assim como fizeram com o Memorial da América Latina, que nos últimos 20 anos, tempo dos tucanos no poder em SP, sequer conseguiu renovar o alvará, a mesma “sorte” teve essa Tv, que por décadas sobreviveu à Maluf, Quércia, Fleury e etc, mas não resistiu ao xoque de jestão do PSDB.

    E, francamente, desde quando entrevista com o Lobão é algo digno de nota? Pessoas com mais discernimento e cultura  são encontradas às dúzias nas crackolândias. Ninguém nunca foi entrevistá-las.

  7. Zanchetta

    4 de dezembro de 2013 11:13 am

    Rapaz… se não tivesse a

    Rapaz… se não tivesse a notícia aqui eu nem ficava sabendo…

    A TV Cultura tem menos traço de audiência… só ganha da TV Brasil.

  8. Tamára Baranov

    4 de dezembro de 2013 11:14 am

    Drama familiar de Lobão explica seu aparente problema mental

    Se João Luiz Woerdenbag Filho, o Lobão, não fosse uma celebridade, ninguém daria bola aos absurdos que proferiu na entrevista repugnante que deu à Folha de São Paulo na semana passada, quando sua metralhadora giratória atingiu políticos e artistas com acusações sem fundamento e uma enormidade de insultos gratuitos.

    O pretexto da Folha para entrevistar esse mentecapto é um livro que está lançando sob o sincero título “Manifesto do Nada na Terra do Nunca” – de fato, é um manifesto sobre o nada, ou sobre delírios mentais do autor.

    Sem identificar o feliz proprietário de opiniões que chocaram pelo nível de desinformação e fanatismo, elas facilmente passariam pelas de um velho general de pijamas desses que exercitaram suas perversões durante a ditadura e que até hoje não querem admitir os crimes que foram cometidos naquele período obscuro da história.

    Segundo Lobão, o país se encaminha para “um novo golpe de Estado”. Como se não bastasse, acusou a presidente Dilma Rousseff de ter cometido “crimes” durante a sua militância política, atos dos quais nem a ditadura a acusou.

    Abaixo, algumas das maluquices proferidas pela tal celebridade.

    —–

    “Ela [Dilma] foi terrorista. Ela sequestrou avião, ela pode ter matado.

    Como que ela pode criar uma Comissão da Verdade (…)? Deveria ser a primeira pessoa a ser averiguada.

    Você vai aniquilar a história do Brasil? Vai contar uma coisa totalmente a favor com esse argumento nojento?

    Porque eles mataram, esquartejaram pessoas vivas, deram coronhadas, cometeram crimes.

    O estopim, a causa da ditadura militar foram eles. Desde 1935, desde a coluna Prestes, começaram a dar golpes de Estado.

    Em 1961, começaram a luta armada. Era bomba estourando, eu estava lá. Minha mãe falava: você vai ser roubado da gente, o comunismo não tem família (…)”

    —–

    O desconhecimento de história por parte do cantor não combina com a sua origem burguesa. Certamente não faltaram boas escolas a esse descendente de holandeses.

    Em 1961, quando Lobão diz que começou a “luta armada” no Brasil, ele tinha 4 anos. Portanto, estava lá mas não estava. Afinal, a luta armada começou muito tempo depois do golpe, como se sabe.

    Contudo, essa “celebridade” não disse nenhuma novidade em seu novo livro. Apenas caprichou um pouco mais nas acusações irresponsáveis e na deturpação de fatos históricos que proferiu ou escreveu anteriormente.

    De tanto em tanto tempo esse indivíduo escreve “livros-bomba”. Em 2010, usou a mesma estratégia comercial para vender livros.

    Mas a referência que esse personagem histriônico faz à própria mãe na entrevista à Folha é a pista para entendermos que vender livros não é a única motivação de João Luiz – ele acredita nas sandices que lhe enfiaram na mente.

    A deformação mental de Lobão por certo tem origem na criação por pais mentalmente doentes. Abaixo, trecho de Reportagem do Correio Brasiliense de 2010 que permite entender como ter pais assim pode causar problemas na criança que irão perdurar pelo resto da vida.

    —–

    CORREIO BRASILIENSE

    17 de dezembro de 2010

    Xurupito era o apelido do menino que os pais vestiam como um garoto da década de 1940. Não bastassem as camisas de linho, as calças de tergal, os sapatos de verniz e a cabeça raspada com máquina 1 e “um topete ridículo erguido à base de muito gumex”, João Luiz Woerdenbag Filho era chamado pela mãe, no meio da rua, em pleno Rio de Janeiro dos anos 1960, por este nome: Xurupito. Tinham que rir. Tímido em excesso, filho de um “casal jovem, apaixonado, meio desprotegido, meio de direita”, Joãoluizinho (pois é, o outro apelido familiar) tinha tanto medo de entrar em contato com o mundo exterior que acabou inventando várias vidas pra ele.

    (…)

    Entre os momentos mais difíceis de contar, Lobão lembra o dia em que foi expulso de casa pelo pai, aos 19 anos. Levou um cruzado na cara e rebateu com o violão, despedaçando-o inteiro em cima do pai (“Só sosseguei quando não havia mais violão para continuar batendo”). Depois disso, a relação dos dois ficou suspensa, “num limbo relacional”. Muitos anos mais tarde, eles tiveram uma bela tarde de sábado juntos. Logo depois, o pai se matou, envenenado. Lobão também carregaria a culpa pela morte da mãe. Após uma discussão, ela (bipolar) parou com os remédios que tomava três vezes por dia — “uma forma sutil e profissional de se matar”, como ele diz. Sim, a mãe deixou uma carta responsabilizando-o por sua morte.

    (…)

    Mas nem tudo é tragédia nessa história. Há episódios engraçados, narrados com humor às vezes ácido, e outros de uma cara de pau inacreditável. Como a vez em que fingiu que continuaria como baterista da Blitz só para sair na capa de uma revista. A entrevista já estava agendada, ele falou pelos cotovelos, chamou a maior atenção. Em seguida, com a revista debaixo do braço e a fita de Cena de cinema nas mãos, foi bater à porta da gravadora. Vinte minutos depois, já tinha assinado contrato para a carreira solo. Saiu chamuscado da Blitz — e riscado da capa do disco da banda. Em retaliação, desenharam, no lugar dele, a cara do lobo mau.

    —–

    Esses três trechos da matéria em questão permitem entender de forma definitiva a pessoa à qual a Folha deu espaço pela simples razão de que se mostrou disposta a fazer ataques virulentos e irresponsáveis aos inimigos políticos do jornal.

    Os devaneios político-ideológicos dos pais de “Xurupito” o fizeram crescer acreditando que comunistas comem criancinhas. O acesso de fúria contra o pai, o qual confessa que espancou até perder as forças, ou o golpe que aplicou nos companheiros para atingir o estrelato, dispensam maiores comentários.

    Apesar da relação conflituosa com os pais, está claro que Lobão assimilou perfeitamente seus conceitos sobre “comunismo” e “comunistas”. E tais conceitos ficam mais claros em entrevista que o cantor deu ao Globo também em 2010, quando retratou o pai como “uma espécie de nazista conceitual” que “adorava valsas de Strauss e acrósticos“.

    Essa é a pessoa que alguns cretinos de ultradireita estão transformando em herói que “disse tudo”? Sim, porque, ao fim e ao cabo, é produto do tipo de criação burguesa que está por trás de boa parte dos que entoam esse discurso político cínico, mentiroso e nazista que se opõe aos avanços que o Brasil vem experimentando desde 2003.

    Lobão talvez não seja um paciente psiquiátrico como os pais, que lhe enfiaram essas mentiras e delírios na cabeça e que, apesar de suas atitudes de revolta contra eles, o cantor assimilou e até “aperfeiçoou”. Mas ele padece de uma doença social, o cinismo de uma elite que vê a mentira e o logro como ferramentas para “se dar bem”.

    http://www.blogdacidadania.com.br/2013/05/drama-familiar-de-lobao-explica-seu-aparente-problema-mental/

    1. Fulvia

      4 de dezembro de 2013 12:43 pm

      Levou um cruzado na cara e

      Levou um cruzado na cara e rebateu com o violão, despedaçando-o inteiro em cima do pai (“Só sosseguei quando não havia mais violão para continuar batendo”). Depois disso, a relação dos dois ficou suspensa, “num limbo relacional”. Muitos anos mais tarde, eles tiveram uma bela tarde de sábado juntos. Logo depois, o pai se matou, envenenado. Lobão também carregaria a culpa pela morte da mãe. Após uma discussão, ela (bipolar) parou com os remédios que tomava três vezes por dia — “uma forma sutil e profissional de se matar”, como ele diz. Sim, a mãe deixou uma carta responsabilizando-o por sua morte.

      Agora entendo porque esse senhor ainda usa franginha.

      1. lenita

        4 de dezembro de 2013 5:54 pm

        Mesmo sem saber destas

        Mesmo sem saber destas histórias todas dele, dos antecedentes familiares, sempre o julguei um maluguete mesmo. Imaginava ser devido às drogas, pois ele tem jeito de quem abusou delas. Não passa de um pobre coitado, que ainda imagina ser alguem que tenha algo a dizer. Ele não tem nada mesmo, só delírios. O duro é ver a Folha e a TV Cultura darem chance a ele. Quem nasce para João , jamais chegará a ser um Chico Buarque.

        Mas falando de novos colunistas, não é que a Radio Jovem Pan tb contratou o  Reinaldo. Tão mal de colunistas mesmo. Pobres. E ainda querem sucesso kkkkkkkkkk. Só pode ser para aqueles ouvintes de sempre, pois quem conhece um pouco os meandros de nossa imprensa , vai mudar suas idéias. Nem morta ! Nega.

    2. Marly

      4 de dezembro de 2013 8:03 pm

      Santo Deus!

      São muitos problemas  psiquiátricos a nos atingir ultimamente!  Vivemos por aqui a nos defender de doidos!  Já não chegava o grande e maléfico caso psiquiátrico que nos tem indignado e aparece mais um doido, a proferir sandices! Está muito complicado.

  9. luiz valentim

    4 de dezembro de 2013 11:15 am

    Se eu fosse “direita” abriria um B.O. contra Lobão por falsidade
    Lobão é um Pseudo intelectual do ouvir dizer !
    Ele disserta sobre tudo e fala o que lhe interessa abuiando da falta de realidade dos fatos , abusando da racionalidade do pensamento e ,pior, ofendendo a inteligência dos pobres ouvintes seus.
    Ele tenta trabalhar com a força midiática da polêmica , mas , pra ser polêmico tem que ser autêntico , como aGNALDO TIMÓTEO , P.EX., MAS LOBÃO É UM FARSANTE DA POLÊMICA.
    Se eu fosse direita abriria um B.O. contra Lobão por falsidade ideológica !
    A ignorãncia não é um mal em sí, ela é companheira de nossas vidas , mas, Terrível “è O BURRO METIDO A SABIDO ! é o caso do Lobão.
    Lobão é um falso ator de sí mesmo.!
    Se essas “oposiç~es ” se escorar em ex-petistas e/ou ex. simpatizantes (Lobão, Marina, Eduardo Campos?) ela estará perdida e nós estaremos sem o contraponto de uma oposição de verdade , o que seria bom pra democracia.
    Se essa “oposição” não dar respostas e/ou propostas
    e em vez disso DAR CHILIQUES (PSDB-PAULISTAS)ela estará perdida E ESTAREMOS NUMA RUIM ZONA DE CONFORTO.

  10. Tiao

    4 de dezembro de 2013 11:16 am

    Confesso que assisti até o

    Confesso que assisti até o fim(consegui).Deu pra ver a cara de satisfação do AN quando “Bobão” criticava a

    esquerda.Quem é este cara,que contribuição dá ou deu pra cultura brasileira ?  Deitou comentários ridículos sobre

    Chico Buarque e o grande Gonzaguinha,desrespeitando a memória deste. Cheguei a conclusão que o pó comeu

    todos os neuronios deste cara.

  11. Tamára Baranov

    4 de dezembro de 2013 11:21 am

    Lobão e Roger se transformaram em dois derrotistas explícitos

    Por que Lobão e Roger se transformaram em dois derrotistas explícitos?

    Por Cynara Menezes | Socialista Morena | Carta Capital

    Nem todo direitista é derrotista, mas todo derrotista é direitista. Reparem no capricho do léxico: as duas palavras são quase idênticas. Ambas têm dez letras, soam similares e até rimam. Se você tem dúvida se alguém é de direita observe essas características. Começou a falar mal do Brasil e dos brasileiros, a demonstrar desprezo por tudo daqui, a comparar de forma depreciativa com outros países, é batata. Derrotista/direitista detectado.

    Temos hoje no Brasil duas personalidades célebres pelo derrotismo explícito e pelo direitismo não assumido: os roqueiros Lobão e Roger Moreira, do Ultraje a Rigor. Eu ia citar também Leo Jaime, outro direitoso do rock nacional, mas não posso classificá-lo como um derrotista típico –fora isso, no entanto, cabe perfeitamente no figurino que descreverei aqui. Os três são cinquentões: Lobão tem 55, Roger, 56 e Leo, 52.

    Da geração dos 80, Lobão sempre foi meu favorito. Eu simplesmente amo suas canções. Para mim, Rádio Blá, Vida Bandida, Vida Louca Vida e Decadence Avec Elegance são clássicos. Além de Corações Psicodélicos, em parceria com Bernardo Vilhena e Julio Barroso, ai, ai… Adoro. E não é porque Lobão se transformou em um reacionário que vou deixar de gostar. Sim, Lobão virou um reaça no último. Alguém que voltasse agora de uma viagem longa ao exterior ia ficar de queixo caído: aquele personagem alucinado, torto, jeitão de poeta romântico, que ficou preso um ano por porte de drogas, se identifica hoje com a direita brasileira mais podre.

    Não me importa que Lobão critique o PT ou qualquer outro partido. O que me entristece é ele ter se unido ao conservadorismo hidrófobo para perpetrar barbaridades como a frase, dita ano passado, em tom de pilhéria: “Há um excesso de vitimização na cultura brasileira. Essa tendência esquerdista vem da época da ditadura. Hoje, dão indenização a quem seqüestrou embaixadores e crucificam os torturadores, que arrancaram umas unhazinhas”. No twitter (@lobaoeletrico), se diverte esculhambando o país e os brasileiros, sempre nos colocando para baixo. “Antigamente éramos um país pobre e medíocre… terrível. Hoje em dia somos um país rico e medíocre… pior ainda”, escreveu dia desses.

    Os anos não foram mais generosos com Roger Moreira, do Ultraje. O cara que cantava músicas divertidíssimas como Nós Vamos Invadir Sua Praia, Marylou ou Inútil virou um coroa amargo que deplora o Brasil e vive reclamando de absolutamente tudo com a desculpa de ser “contra os corruptos”. É um daqueles manés que vivem com a frase “imagine na Copa” na ponta da língua para criticar o transporte público, por exemplo, sem nem saber o que é pegar um ônibus. Os brasileiros, segundo Roger, são um “povo cego, ignorante, impotente e bunda-mole”. Sofre de um complexo de vira-lata que beira o patológico. Ao ver a apresentação bacana dirigida por Daniela Thomas ao final das Olimpíadas de Londres, tuitou, vaticinando o desastre no Rio em 2016: “Começou o vexame”. Não à toa, sua biografia na rede social (@roxmo) é em inglês.

    Muita gente se pergunta como é que isso aconteceu. O que faz um roqueiro virar reaça? No caso de ambos, a resposta é simples. Tanto Roger quanto Lobão são parte de um fenômeno muito comum: o sujeito burguês que, na juventude, se transforma em rebelde para contrariar a família. Mais tarde, com os primeiros cabelos brancos, começa a brotar também a vontade irresistível, inconsciente ou não, de voltar às origens. Aos poucos, o ex-revoltadex vai se metamorfoseando naqueles que criticava quando jovem artista. “Você culpa seus pais por tudo, isso é um absurdo. São crianças como você, é o que você vai ser quando você crescer” –Renato Russo, outro roqueiro dos 80′s, já sabia.

    O carioca Lobão, nascido João Luiz Woerdenbag Filho, descendente de holandeses e filhinho mimado da mamãe, estudou a vida toda em colégio de playboy, ele mesmo conta em sua biografia. O paulistano Roger estudou no Liceu Pasteur, na Universidade Mackenzie e nos EUA. Nada mais natural que, à medida que a ira juvenil foi arrefecendo –infelizmente junto com o vigor criativo– o lado burguês, muito mais genuíno, fosse se impondo. Até mesmo por uma estratégia de sobrevivência: se não estivessem causando polêmica com seu direitismo, será que ainda falaríamos de Roger e Lobão? Eu nunca mais ouvi nem sequer uma música nova vinda deles. O Ultraje, inclusive, se rendeu aos imbecis politicamente incorretos e virou a “banda do Jô” do programa de Danilo Gentili.

    Enfim, incrível seria se Mano Brown ou Emicida, nascidos na periferia de São Paulo, se tornassem, aos 50, uns reaças de marca maior. Pago para ver. Mas Lobão e Roger? Normal. O bom filho de papai à casa torna. A família deles, agora, deve estar orgulhosíssima.

    http://socialistamorena.cartacapital.com.br/?s=LOB%C3%83O+E+ROGER

    1. morallis

      4 de dezembro de 2013 2:13 pm

      Roger é bem pior( sempre

      Roger é bem pior( sempre foi..) que o Lobão, quem conhece sabe, Lobão é caricato , Roger criou uma

      mitologia em cima de um tal QI (??), se faz de engraçado sem ser.

  12. luiz valentim

    4 de dezembro de 2013 11:22 am

    O Cara achou legal dizer que foi o queridinho dos maiores trafic
    .O Cara achou legal Chacrinha dizer em rede nacional que ele “estava cheirando muito” .

  13. vera lucia venturini

    4 de dezembro de 2013 11:30 am

    Eu assisti parte da

    Eu assisti parte da entrevista. Fiquei impressionada como o Lobão é desinformado (ignorante?) e superficial e justamente por isso não tive paciência de assistir a entrevista inteira. Seu discurso se faz em cima da ofensa e da agressão. Ele não sabia, por exemplo, que Jango foi eleito vice presidente (foi docemente corrigido por Augusto Nunes) e se pôs a discursar contra a Comissão da Verdade e xingar o Marighela. Fez uma confusão dos diabos ao falar do capitalismo, China, Cuba, União Soviética.No mais fez questão de destacar a amizade do seu pai com o Roberto Marinho e a falar mal do Chico Buarque.

    Em suma, é um bobão.

     

  14. aliancaliberal

    4 de dezembro de 2013 12:14 pm

    Ele não mentiu.

     

    Ele não mentiu.

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=0sHsjrplSCg%5D

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=-UeqcW0MPsk%5D

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=dFnsoMxVkG4%5D

     

  15. João Maria Fernandes de Sousa

    4 de dezembro de 2013 12:28 pm

    Laboratório… o próximo

    Laboratório… o próximo passo vai ser a “explosão” dele na Globo, podem esperar; provavelmente uma releitura de um de seus hits nos 80’s na próxima novela, ensaio para um 2014 que vai deixar 2010 no chinelo em termos de baixarias contra Dilma e o PT. Luciano Huck já deve ter agendado umas parições desse “gênio” no sábado a tarde… idem para Fátima Bernardes no seu matinal que prioriza a presença de jovens para analizar, por exemplo, a “influência da cromodinâmica quântica gravitacional na TPM das flores”…. e outras baboseiras que são tema de seu programa.

    No demais, Lobão tornou-se um imbecil de primeira linha… ao lado de Roger, Paula Toller, Dinho Ouro Preto e outros ex-rock-stars hoje “cansados”.

  16. MarcoPOA

    4 de dezembro de 2013 12:28 pm

    Viver de cliques!

    Aviso: Rafinha Bastos também tentou viver de agressões e cliques. Cadê ele?

    Lobão, homem de uma musica só, clama para ser insistentemente chamado!

    O que ele quer: um ministério? Gil levou! Um especial na Globo? Aparecer todo sabado no huck e todo domingo no faustão? Dar mais entrevista pro jô? Mais seguidores do face e twitter?

    ‘Her Woerdenbag’ tenta fazer algo bom, algo que preste, até sua figura é caricata, sempre foi. Tentou inclusive um pastiche esquerdista patético – não colou! Sei que é duro permanecer celebridade e fazer ‘wampum’, mas será que vender a alma é a solução? Pra terminar…

    Mala com Manifesto de Juremir Machado da Silva (artigo publicado no Correio do Povo)

    Entrevistamos Lobão no “Esfera Pública”.Li o livro dele.É a coisa mais idiota de todos os tempos.Ganha um brinde quem souber citar,sem recorrer ao Google e sem sem ter de pensar muito qual é a grande contribuição de Lobão para a música brasileira.Qual a música que Lobão que alguém canta quando está feliz?Ou quando está triste?Ou quando sente saudade de casa?Ou quando quer mandar tudo para i inferno?Ou quando se sente no paraíso?Ganha outro brinde quem souber quem é Lobão.O artista vendeu 150 mil exemplares da sua autobiografia,que poderia resumir a uma linha:uma mala.Inegavelmente Lobão é bom de provocação barata.Ele está com novo livro na praça:”Manifesto do Nada na Terra do Nunca”.O nada é assumidamente o alter-ego do autor.Yes.
    Bom malandro,ele tranformou a crítica em marketing pessoal de antecipação.”Quando aparece um ofendido que se acha no direito de vir me inquirindo com aquela famosa pergunta: “Quem é voce?”eu respondo:Eu sou o Nada,drogado,decadente,matricida,epilético,reacionário,roqueiro.E como Nada,eu vou contar para voces a história da Terra di Nunca,o Brasil-Peter Pan que se recusa a crescer.”Pouco sei sobre a pertinência da maioria desses qualificativos em relação a Lobão.Fico co o Nada.MAs não por sentir ofendido ou por querer agredi-lo.Apenas como uma constatação.Eu também sou nada.Ou menos que nada.Gostei da sinceridade e da lucidez do autor nos capítulos “O Reacionário”e “Confesso a voces:Eu sou uma besta quadrada”.Pouco tenho contra os reacionários.Eu também sou um.E também uma boa besta.Retangular.
    Qual o problema então?Lobão dispara contra a Semana de Arte Moderna de 1922.Afirma que a “antropofagia”não passou de nacionalismo.Tem razão.Só que isso nÃo é novidade.Mais banal ainda é dizer que a Semana de Arte Moderna moldou o pensamento e manifestações culturais brasileiros como tropicalismo.
    Lobão detona Roberto Carlos a quem chama de uma múmia “deprimida”.Pode ser.O único problema é que Lobão não serve para lustrar o mocassim dessa múmia responsável por dezenas de canções que povoam todo o imaginário brasileiro,algumas de extremo bom gosto.Num capítulo que parece ter sido escrito por um adolescente trancado no banheiro,”VAmos assassinar a presidenta da República”,:obão chama Dilma Rousseff de torturadora.O cérebro de Lobão é inescrutável.O texto dele consegue obscurecer tudo que aborda.O senso comum é a sua justificativa para tudo.
    Segundo Nada Lobão,os Racionais Mcs são o “braço armado do PT”.não duvido.O “escritor”garante ter lido do marxista Slavov Zizek a Olavo de Carvalho.A inspiração vem do último.Comotodo atirador amargurado.Lobão sente-se perseguido por aqueles que gostaria de silenciar.”Quem ousa tecer algum comentário um pouco mais crítico sobre a realidade que nos rodeia acaba sofrendo violências morais e psicológicas,sempre no intuito de eliminar o interlocutor…É a verdadeira Terra do Nunca,nde nos recusamos a crescer”.Roqueiro reacionário não dá.Lobão quer detonar o “intelectual de esquerda”com ombas de clichês do coronelo Ustra,mas sem se assumir como mala direita.Sai do armário,Lobão.

  17. iron

    4 de dezembro de 2013 1:01 pm

    Sejamos honestos , não há

    Sejamos honestos , não há como negar a falta  de articulação da presidente. Mas prefiro acreditar no discernimento do Presidente Lula ao preterir Dirceu, Genoino, Aloisio em favor de Dilma. Há que haver alguma qualidade oculta.

     

  18. mello

    4 de dezembro de 2013 1:03 pm

    Está  disputando  uma 

    Está  disputando  uma  vaguinha  na  mesa  do  Jô….

  19. Paulo Figueira

    4 de dezembro de 2013 1:04 pm

    O que ele quer é repercussão

    O que ele quer é repercussão para as bobagens que diz.

    Qual a relevância do cidadão? Seja como artista ou pensador?

    Devemos ignorá-lo.

    1. Marly

      4 de dezembro de 2013 4:03 pm

      Bobão!

      A relevância do cidadão é que é um bobão. Teve seus minutos de fama. Está complicado arranjar algum ser pensante para esse programa. Chegou ao fundo do poço o RODA MORTA!

  20. Antonio C.

    4 de dezembro de 2013 1:05 pm

    Comentário.

    O problema não é específico do Lobão. Ele é um exemplo que confirma a regra. Ataques à esquerda – e a diversos grupos progressistas – são feitos sistematicamente. Xingamentos, espumações, uma raiva incontrolada, cujo sintoma é descaracterizar a tortura como fez Lobão (desejo sádico inconsciente).  Na Flip, anos atrás, a mesa em que estava Roberto Schwarz e o Jabor, este soltava impropérios do mesmo nível que o do Lobão.

    As pessoas ficam perplexas e tendem a ficar indignadas (elas têm razão). Não se trata de pagar com a mesma moeda. Mas é preciso olhar com calma este “bom-mocismo” dos progressistas e verificar se este é o meio mais apropriado de defender ideias.

    Das “jornadas de junho” não sobrou nada, a não ser uma ressaca que não se admite.

    Por fim, lembro de Genoíno. Mesmo que eu pense que a História o absolverá, vê-lo sendo imolado é um mau prenúncio. Os verdugos sempre fizeram o que fizeram, eles nunca vão mudar.

    Pessoalmente, nunca gostei do Lobão. Sua música nunca fez minha cabeça, como polemista e entrevistador é sofrível na articulação de ideias, sofre de um problema socrático, de falar como sábio sobre aquilo que ignora.

  21. autonomo

    4 de dezembro de 2013 1:09 pm

    Basta observarmos o espaço

    Basta observarmos o espaço que um cidadão tão mediocre ocupa, para medirmos os erros da politica cultural dos ultimos governos.

    Vivemos um apagão cultural.

    Nosso ex ministro da cultura acha o fora do eixo uma enorme maravilha cultural e a Ivete Sangalo uma “grande artista”.

    O maior projeto cultural do governo é a promoção dos pontos de cultura, “para distribuir” uma cultura que não acontece.

    Acabo de ser convidado pelo ponto de cultura proximo para uma exibição de dança do ventre.

    Quando vejo o Genoino preso, me pergunto se esta é a hora certa para criticas ao governo.

    E talvez seja.

    Ate para nos fortalecermos e impedir que outros homens integros e lutadores como ele  venham tambem acabar numa cadeia.

    Lula e Dilma não são deuses.

    Como seres humanos erram.

    E, as vezes, feio.

    Na conduta da politica cultural do pais foram desastrosos.

    Não faço parte de nenhuma patrulha ideologica, para não aceitar que alguem tenha ideias politicas diferentes da minha.

    O Caetano que continue achando o ACM o seu idolo.

    O que fica estranho e incompreensivel é um governo popular escolher, justamente  o seu parceiro para ocupar a pasta da cultura.

    Nem o FHC foi tão longe.

    Empossou como ministro o Wellfort, homem saido das fileiras do PT.

    O resultado de tudo isso é um lobão,ou melhor, um bobão ser escutado como representante dos artistas, da musica.

    E no apagão cultural em que vivemos, talvez tenhamos que nos conformar, o lobão, ou melhor o bobão, é o que sobrou.

    Os nossos governantes , porem, não são totalmente culpados pelos seus erros.

    Apenas não prestaram atenção e cairam numa armadilha.

    A direita, depois da derrubada do muro de Berlim, partiu para desconstruir o jornalismo,substituindo os profissionais daquela area por funcionarios servis.

    O objetivo era claro, calar vozes.

    Depois partiram em direção aos artistas.

    Endeusaram os Caetanos, os Gis, os “roqueiros de 80”, as Ivetes Sangalos, os atores e diretores de telenovelas, enquanto nossos maiores artistas ou passaram viver no estrangeiro ou esquecidos, sem apoio.

    Sobrou o bobão.

     

     

     

    1. morgana profana

      4 de dezembro de 2013 3:10 pm

      Apagão do autômato, ops, autônomo…

      Um dos maiores cacotes dos antropecentristas culturais é imaginar que apenas as manifestações que ele legitima é que são, de fato, legítimas…

      Suas referências são sempre as mesmas: classe e geografia…Mais ou menos como se espalha o capital, a produçãod e cultura obedece a crivos desta ordem…

      Os autômatos reproduzem esta lógica, mas se autojustificam como contra-lógica…

      Piada…

      Como executar uma política cultural pública hierarquizando gostos? Não dá…

      Os autômatos enxergam como deserto cultural (termo usado na chique Carta Capital, por gente chique como V.Safatle, o novo guru da classe mé(r)dia) tudo aquilo que não reproduza a SUA noção de cultura ou o seu local de referência…

      O pobre autômato reúne todo o Brasil, sua compexidade, sua dimensão histórica, que vai dos confins do Nordeste, Norte, Minas, Sul, cenas alternativas, redes, comunidades, produtos semi-acabados de manifestações locais, enfim, toda a gama de milhões de eus fazendo cultura pelo país ao território que ele delimita: o que o governo fez ou deixou de fazer para dar visibilidade (ou não dar) a determinadas manifestações específicas do mercado cultural e sua indústria…

      Claro que este não é um debate secundário…Mas a dinâmica dele não é excluir ou dificultar que as manifestações culturais que já detêm mercado se imponham como produtos de consumo de massa…

      Os modelos de exploração econômica e de visibilidade dos produtos culturais são complementares, nunca excludentes…

      Esta discussão é demodé e atrasada: Não foi discutindo isto que os EEUU vomitaram seus costumes culturais e nos “colonizaram”, e claro, ganharam zilhões de empregos, dólares e um estilo de vida paras seus cidadãos!!!

      Chamar um país como o Brasil de “apagado” culturalmente (argh, este termo apagão isto, apagão aquilo é coisa do PIG) é no mínimo, um apagão (argh) cerebral…

      É preciso definir o “uso” de cada produto ou manifestação…só isto, e retirar delas o que de melhor elas podem oferecer: ou qlguém imagina que Glauber é para ser visto como “diversão”? A França tem nouvelle vaugue, mas não abriu mão de Asterix…

      Pobre autômatos…

      É o que dá ouvir tanto joão gilberto…descompassa o pensar…

  22. mauro fortes

    4 de dezembro de 2013 1:14 pm

    Agora ele é colunista da

    Agora ele é colunista da veja? putz…era o q faltava…esse cara quer tanto um holofote que é capaz de tudo…cada vez que vejo umas figuras desta com opinião totalmente contrária à minha que tenho mais convicção que estou no caminho certo

  23. Cristiana Castro

    4 de dezembro de 2013 1:15 pm

    Aí… e da gente é cobrado

    Aí… e da gente é cobrado educação e respeito as ” autoridades”… Parece que a ” liberdade de expressão” tb estará, doravante, restrita aos nossos adversários. Comparando o desabafo da Hilde a entrevista do Lobão, constatamos, facilmente, quem está sendo amordaçado… Vou fingir que não li isso pq qq tentativa de comentário, seria uma desafio a educação e cabeça fria de qq pessoa mediana.

  24. Juliano Santos

    4 de dezembro de 2013 1:28 pm

    Engana-se quem acha que o

    Engana-se quem acha que o cara é um lesado, prejudicado por anos de abuso de estupefacientes (com muito trocadilho)

    É tudo cálculo para manter-se na mídia, já que sua “decadence” é fruto de um total esgotamento criativo. Ele não acha nada daquilo que falou. Algumas coisas talvez, pois, ‘poeta roqueiro rebelde” á parte, é um organico membro da classe média udenista carioca.

    Desde que o Rock Brasil anos 80 saiu das paradas de sucesso, ele vem tentando várias jogadas para manter-se em evidencia. Seu egotrip de garotão da mamãe não permite que se resigne com uma aposentadoria tranquila. Já fez até samba num disco com um título em forma de trocadilho para provocar polemica com os antigos colegas do rock, “O Rock Errou”. Sempre se achando genial claro. ou imaginando que a mãe acharia.

    Seu gosto pela mídia descarta qualquer escrúpulo. Sabe-se que quando estava abandonando a Blitz, onde era baterista, descobriu que haveria uma matéria de primeira página no Globo. Adiou a saída, apareceu na foto, e disputou espaço na matéria com o Evandro Mesquita, o líder, com sua verbarrogia egolátra. Devidamente limada na edição,ainda bem.

    Brigou com Herbert Viana dos Paralamas, brigou com Caetano, que adorou claro. Depois de um certo tempo, ninguém mais tinha saco de ‘brigar” com ele. Então, entre fazer blayback nessas festas de revival dos anos 80, junto com o cara do Ursinho Blau Blau, ou ser “polemista da Veja”, optou pela última. Não sei se uma “decadence” com mais “elegance”. Mas com certeza mais bem remunerada.

    PS: A raiva da Dilma pode não ser apenas pose. Consta que o sujeito tem sérios problemas freudianos

       

    1. Lucinei

      4 de dezembro de 2013 3:58 pm

      Basta xingar o Lula, PT,

      Basta xingar o Lula, PT, Dilma, José Dirceu e qualquer coisa que pareça “de esquerda” que ganha promoção na mídia, isso sabemos.

      Mas acho que o ponto de virada do tal Lobão ocorreu no momento da campanha pelo projeto de Lei para regular a venda de discos, se não me engano. Acho que era uma exigência de que as gravadoras numerassem os discos vendidos e parassem de enganar os autores. Ali ele confrontou as gravadoras e não obteve o apoio dos famosões. Ficou a raiva.

      Em relação à política… Ora, nunca se soube de algo compreensível que lobão tivesse pronunciado sobre. Dizer ele que “foi petista” e que hoje não é mais nunca significou nada e continua não significando. Se ele acha que atingiu alguma iluminação – como sói acontecer com ex-esquerdistas – é somente em relação ao que ELE era.

      Felicidades para ele. Sobretudo se não se iludir em achar que outros são como ele era. Acerto de contas com o proprio passado tem que ter um fim.

  25. Jorge Moraes

    4 de dezembro de 2013 2:03 pm

    Lobão é um escoteiro que envelheceu?

    Lobão.

    Eis aí alguém com vasto conhecimento sobre o nada. Teórico e prático. Se bem que Prático era um dos porquinhos. E ele, o Lobão.

    Uma verdadeira enxurrada de idiotices, sequer originais, regadas pelo vil salário de quem sempre apreciou uns trinta dinheiros e coisa e tal.

    Vai Lobão, ser “trouche” na vida! 

  26. morallis

    4 de dezembro de 2013 2:07 pm

    Lobão fugiu do Rio para Sp,

    Lobão fugiu do Rio para Sp, mora no “sumarezinho” ou melhor ..se esconde. Não precisa ser

    especialista em nada para saber que  e rapaz não é  saudavel, nada a ver com suas posições

    fascistas, nesse quesito  há piores que ele, carece mais de compreensão  que outra coisa.

    Existe sim esta corrente fascista-chic  entre a “manada do pop-rock-brasilis” , ligação íntima com

     famigerado complexo de “vira-latas. Tudo isso apenas para avisar o “mano brown”..não faça  a

    besteira de cobrir o cara de porradas” é uma armadilha, assim como outras armanadas  no cenario

    politico nacional.

     

     

  27. Antonio Carlos Silva - RJ

    4 de dezembro de 2013 2:30 pm

    Pra quem ainda não conhece o

    Pra quem ainda não conhece o que faz Lobão, eis mais uma “obrada” dele .

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=ptklhnVhMgs&feature=player_detailpage%5D

    <iframe width=”640″ height=”360″ src=”//www.youtube.com/embed/ptklhnVhMgs?feature=player_detailpage” frameborder=”0″ allowfullscreen></iframe>

  28. Hélio Jorge Cordeiro

    4 de dezembro de 2013 2:47 pm

    Tudo nele se define no título

    Tudo nele se define no título de um livro do John Fante: “Pergunte ao Pó”

  29. ArthurTaguti

    4 de dezembro de 2013 3:02 pm

    Infelizmente é a falta de

    Infelizmente é a falta de talento que causa estes descalabros. Chico Buarque tem direito a seriado na Globo , mesmo sendo um crítico ferrenho da Venus platinada; Os Palaramas do Sucesso vez ou outra aparecem em trilhas de novelas globais, mesmo sendo uma banda que não abaixa a cabeça pros seus arrogantes apresentadores (que se julgam mais importantes que qualquer artista talentoso).

    Lobão queria ter a genialidade de um Chico, de um Cazuza, de um Herbert Vianna, ou até a vocação de pavão de Dinho Ouro Preto para se manter na mídia, se bobear. Só que sua fonte criativa se esgotou há muito tempo, lá nos idos dos anos 80, e parece que a falta de holofotes para ele causa frisson comparável ao narrado por John Lennon em “Cold Turkey”.

    O viciado em drogas é capaz de roubar e matar, a viciada se prostitui, já Lobão, para saciar sua fome de fama, usa da palavra, da verborragia. Em nada nele lembra o reacionário de marca-maior a la Manhatan Connection, sendo que sua figura se assemelha mais ao coroa que é saudoso da Woodstock e dos sonhos de revolução nos anos 60/70. Em Lobão, enxerga-se muito mais a figura daquele tio solteiro libertário, que quando começa a falar em almoços de famílias os pais tapam os ouvidos das crianças, do que uma Olavete de carteirinha. 

    Nele vejo uma falta de convicção explícita para escrever o que escreve na Veja ou afirma em entrevistas bombásticas, sendo que a necessidade de manter-se em evidência transforma-o num zumbi patético, que deixa clara a vitória que o desejo de fama, a cobiça, a vaidade possui sobre a ideologia e a decência humana. 

    Não se trata de dinheiro, do vil metal, da plata. Não, não. Trata-se de poder.

    Em Lobão existe uma frustração e um ódio muito grande pela crítica especializada, pelos seus pares, e pelo público em geral que ousa ignorar – nos últimos 30 anos – o que ele enxerga como criações geniais. Certamente vislumbra uma tal de mediocridade generalizada – que apenas ele e a meia dúzia que ainda conserva apreço pela sua obra atual não são atingidos – e mantém um sentimento pouco nobre, que começa lá no fígado, pelo showbusiness e establishment atual.

    Para mim, faz total sentido esta dualidade de sentimentos em relação a Lula, que atravessa o tempo. Em 89, apoiava, em 2013, o despreza; pois se antigamente Lobão via no metalúrgico uma rebeldia e poder transgressor que creditava também a si mesmo, hoje em dia odeia o ex-Presidente pelo simples fato de vê-lo bem sucedido, sentindo-se injustiçado, pois se considera genial em uma medida igual ou maior. Assim, vê-se numa missão quase messiânica, afim de sanear o Brasil – e o mundo – da mediocridade imperante com seus disparates, pronto a reparar os costumes nacionais com sua sabedoria incompreendida.

    E é exatamente por esta razão que a Veja, que não é boba nem nada, o contratou.

    Não existe perigo maior neste mundo que uma personalidade mal resolvida, que se move pela inveja e se guia por satisfazer de maneira torta e errática suas inseguranças. E não existe nada mais prazeroso para os próceres midiáticos que ter um rebelde frustrado em suas fileiras. 

  30. Sergio Saraiva

    4 de dezembro de 2013 3:02 pm

    História da carochinha. Ou, algumas palavras a respeito do Nada

    Publicado, aqui, inicialmente em 10/11/2013..

    Alertado pelo Brasil 247 sou informado que Lobão é novo colunista da revista Veja.

    http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/120338/Lob%C3%A3o-estreia-em-Veja-seu-porrete-contra-a-esquerda.htm

    Sua coluna de estreia é intitulada “A era do rebelde chapa-branca”.

    Pelo título, achei inicialmente que Lobão tratava dos protestos violentos dos filhos da classe-média que têm tomado as ruas do Rio e de São Paulo. Mas, na verdade, fico sabendo que Lobão bate mesmo é em alguns ícones da cultura e da esquerda brasileiras, do MST à Mídia Ninja, passando por Racionais, José Genoíno e Chico e Caetano. Não sei se Caetano pode ser classificado como de esquerda, mas de qualquer sorte, iconoclastia sempre chama a atenção. E creio que, pela escolha dos ícones a ser surrados, Lobão não quis arriscar se a desagradar o chefe logo de início, usou uma estratégia de segurança em seu primeiro texto na Abril.

    Posso estar errado, comento de ouvir dizer, já que Veja, para mim, é uma publicação do tipo “não li e não gostei”.

    Lobão é um homem que tenta encontrar seu lugar, seu espaço e seus companheiros. Creio que agora, a caminho da terceira idade, conseguiu.

    Lobão é um rebelde longevo que, parece-me, carrega consigo uma grande frustração, tentou ser “gauche” na vida, teve muitas chances para isso, e não conseguiu.

    O verdadeiro “gauche” morre jovem – vide a tal “maldição dos 27”.

    Lobão é alguém da minha geração, apenas dois anos mais velho, é de outubro de 57 e eu de outubro de 59. Quando jovens, ambos lemos Baudelaire – “As flores do mal”. Drummond, que é de uma turma mais avançada, literalmente e em todos os sentidos, que a minha e a de Lobão, também leu e se impressionou. Lobão igualmente não ficou imune.

    “Vida louca vida, vida breve
    Já que eu não posso te levar
    Quero que você me leve
    Vida louca vida, vida imensa
    Ninguém vai nos perdoar
    Nosso crime não compensa”.

    Seu sonho de vida era ser um Sabotagem, poeta e bandido – Baudelaire das favelas da zona sul paulistana. Mas, branco-Laranjeiras, zona sul, mas carioca, classe-média, João Luiz tem nome de alemão. E quem nasce alemão não chega à sabotagem nem à assunção. Paulista pode achar que esse alemão é Woerdenbag, mas Lobão é do Rio de Janeiro.

    Tivesse 35 anos a menos, Lobão até poderia tentar ser black bloc. Aos 56, Lobão acabou como mau cabrito chapa-branca. Daqueles que berram, mas até quando berram falam o que o patrão quer ouvir.

    Já que falei das flores e de Drummond:

    “Quando nasci, um anjo torto,

    desses que vivem nas sombras,

    disse: Vai Carlos! ser gauche na vida”.

    Esse Carlos era Drummond, que, entretanto, não teve vida de “gauche”. Podia ser Marighella, mas Lobão jamais. 

  31. Fiódor Andrade

    4 de dezembro de 2013 4:00 pm

    O mais triste não é que o

    O mais triste não é que o Roda viva dá espaço para nulidades como o Lobão.

    Deixem o gênio falar sobre as FARCS uruguaias e sobre o golpe comunista evitado pelos militares e que ele, aos seis anos de idade, já pressentia.

    O problema é deixar um programa tão importante na história da televisão brasileira ser comandado por um pit bull da Veja.

    Tudo bem abrir a porta para Lobão, mas, alguém consegue imaginar Augusto Nunes entrevistando o Lula, a Dilma? Podiam ter escolhido um jornalista de direita, reacionário, oposicionista ferrenho, mas não um cara que chama um ex-presidente de bêbado.

  32. Daytona

    4 de dezembro de 2013 4:43 pm

    Tem mais um projeto, vão

    Tem mais um projeto, vão mudar o nome do canal, de agora em diante, vai se chamar “TV Cultura?”, com o ponto de interrogação.

  33. Fiódor Andrade

    4 de dezembro de 2013 5:33 pm

    A falta de combatividade dos entrevistadores de Lobão

    Mesmo sendo um analfabeto político Lobão deu um baile nos jornalistas no Roda Viva
    By  por : Paulo Nogueira •  http://www.diariodocentrodomundo.com.br
    Analfabeto político e olavete
    Analfabeto político e olavete
    Não contribuí para o traço do Roda Viva com Lobão, mas como Kiko Nogueira postou o vídeo em seu artigo sobre o programa acabei vendo.

    O que mais me incomodou no programa foram os jornalistas, para ser franco. Eles acabaram sendo dominados facilmente por Lobão, que é o chamado fanfarrão: fala, fala, fala.

    Ele tem traquejo com o microfone, ao contrário dos jornalistas convidados.

    Mas a falta de familiaridade com tevê não foi o maior defeito deles: foi a falta absoluta de combatividade. Num certo momento, todos estavam rindo das histórias de Lobão, como se estivessem num bar do Leblon.

    Isso não é jornalismo.

    Numa entrevista, aprendi logo em minha carreira, você não pode ficar aquiescendo com o rosto a cada resposta do entrevistado. Você o eleva e se rebaixa.

    Ninguém, na mídia, fez entrevistas como a Playboy, e estou me referindo, naturalmente, à edição original, a americana de Hugh Heffner.

    Uma entrevista com o então jovem Robert de Niro teve que ser interrompida porque, conforme depois explicaria no texto o entrevistador, de Niro diante de uma questão aguda pegou o gravador e atirou na parede.

    Isso é jornalismo.

    Houve tímidas tentativas de jornalismo de dois entrevistadores de Lobão: Julia Dualib, do Estadão, e Alex Solnik, da Retratos do Brasil.

    Mas não houve continuidade.

    A melhor pergunta foi de Julia. Agora que se tornou um repetidor tagarela do arquidireitista Olavo de Carvalho, que Lobão tem a dizer de coisas como o aborto?

    Ele enrolou, não respondeu – e não foi cobrado por Julia ou qualquer outro dos entrevistadores.

    Defender o aborto poderia fazer Lobão, hoje uma olavete, cair no desagrado de seu mentor. Criticar seria mostrar que ele vive num planeta paralelo.

    Algumas oportunidades boas de enriquecer a conversa foram deixadas de lado. Se é verdade que Lobão foi banido da Globo por ordens do próprio Roberto Marinho por ter defendido Lula em 1989, como ele disse, isso tinha que ser debatido calmamente.

    Lobão fez ali uma denúncia involuntária, mas ninguém percebeu, entre os risos cúmplices pela graça com que a história foi contada.

    O despreparo ficou claro em outras passagens: Lobão, por exemplo, fez a apologia do livre mercado.

    Ele faz ideia de que não vigora o livre mercado na mídia que o louva tanto depois que ele virou de direita?

    Vigora na mídia – e isso é indecente – uma reserva de mercado que veda aos entrangeiros entrar no Brasil. Eles podem ter apenas 30% das ações.

    Seria bom ver o que Lobão pensa disso, mas para tanto os jornalistas teriam que perguntar (e saber também).

    Augusto Nunes fez sua parte, também. Perguntou, do nada, o que Lobão pensa de Dilma.

    Todos sabemos o que ele pensa de Dilma. Ou o que ele pensa hoje, porque é um sujeito que muda de opinião com frequência.

    Também sabemos o que Lobão pensa de Chico, e ele mais uma vez repetiu extensamente suas opiniões contra Chico.

    Lobão criticar Chico equivale a Olavo de Carvalho criticar Platão, tamanha a diferença da obra, da estatura e da importância histórica.

    Gosto de algumas músicas de Lobão, mas toda a sua obra é menor que uma só canção de Chico, e isto é simplesmente indiscutível. Roda Viva, para citar uma música apropriada ao tema de que tratamos aqui.

    Lobão é o chamado analfabeto político: fala coisas sem sentido que ouviu de terceiros. Disse que Jango fugiu: que ele queria, que Jango promovesse uma guerra civil na qual milhares de brasileiros morreriam?

    Justifica a ditadura militar sob a “ameaça” do golpe comunista. Ora, os Estados Unidos cansaram que derrubar governos populares apenas para preservar seus interesses, e sempre usando aquela falácia.

    O primeiro da lista foi Jacobo Arbens, da Guatemala, em 1954. Arbens cometeu o pecado de desapropriar parte das plantações de banana de uma empresa americana para promover uma reforma agrária. A partir dali, o mundo conheceria a Guatemala, e a todos nós latino-americanos, como Repúblicas das Bananas.

    Lobão repete, com graça, o bestialógico de Olavo de Carvalho, até na parte em que vê um Obama socialista, aspas e pausa para rir.

    Mas duro mesmo foi ver o comportamento dos jornalistas. Não falo do moderador, que deixou de ser jornalista há décadas, mas da bancada dominada por Lobão como se fosse um rebanho de fãs.

    Source: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-baile-que-os-jornalistas-levaram-de-lobao-no-roda-viva/

  34. alessandroduarte

    4 de dezembro de 2013 6:06 pm

    Lobão é café-com-leite…

    Lobão é café-com-leite…

  35. CELSO ORRICO

    4 de dezembro de 2013 6:28 pm

    momento Datena

    momento Datena do blog…

  36. niveo campos e souza

    4 de dezembro de 2013 7:17 pm

    Lobão…. um indigente

    Lobão…. um indigente mental.

  37. José Jorge

    7 de dezembro de 2013 7:26 pm

    Lobão no Roda Viva

    Sabe, independente do conteúdo e das falas entrecortadas por um excesso de adrenalina “lobanesca”, foi importante essa entrevista que eu, como professor de literatura e compositor, precisava assistir p/  limpar aquela imagtem ácida e pseudopsicótico que a mídia criou do artista; achei leve, sincera, bem humorada e, principalmente, um espaço em que ele demonstrou que é um “pensador autônomo”, coisa difícil num mundo que mais reproduz que produz. Parabéns, Lobão, vc me cativou, despertou credibilidade com sua energia e iniciativas, mesmo não gostando do Chico (que eu amo e admiro, por tudo que faz por nossa cultura, fundindo tradição e modernidade!), respeitei seus gostos porque vc os expressa sem hostilidade, apenas pelo desejo mais que humano e democrático de privatizar publicamente suas posições e sua personalidade… Valeu, garoto!

  38. ugo

    4 de janeiro de 2014 2:40 am

    “Dilma é completamente

    “Dilma é completamente inapta, não sabe falar, não sabe fazer nada. É de uma estupidez galopante”, disse o músico; “nem tomar sorvete na testa ela vai conseguir, porque não vai conseguir mirar a própria testa”. eh disso q eu gosto no Lobao, seus argumentos muito bem fundamentados

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